Lazer musical

Como “Arquitetura é música petrificada” (Johann Wolfgang Von Goethe), lançamos, no Blog da FAU, o “Lazer Musical”; esperamos que agrade.
Vez por outra postaremos um videoclipe do Youtube.

Sonhador (Ozzy Osbourne).

Contemplando pela janela o mundo afora
Desejando saber se a mãe terra sobreviverá
Esperando que a humanidade parasse de abusar dela alguma vez
Afinal só existem dois de nós
E aqui estamos, ainda lutando por nossas vidas
Vendo toda história se repetir, vez por vez
Sou apenas um sonhador
Eu sonho minha vida
Sou apenas um sonhador
Que sonha com dias melhores
Vejo o sol descer como todos nós
Estou aguardando que o amanhã traga bons sinais
Dessa vez, um lugar melhor para aqueles que virão depois de nós
Sou apenas um sonhador
Eu sonho minha vida
Sou apenas um sonhador
Que sonha com dias melhores
Sua força maior talvez seja Deus ou Jesus Cristo
Isso não tem muita importância para mim mesmo
Sem ajudar uns aos outros não haverá esperança para nós
Vivo num sonho de fantasia
Se ao menos pudéssemos encontrar serenidade
Seria ótimo se pudéssemos viver como um só
Quando acabará toda essa raiva e fanatismo?
Sou apenas um sonhador
Eu sonho minha vida
Sou apenas um sonhador
Que sonha com dias melhores
Sou apenas um sonhador
Que hoje está procurando o caminho
Sou apenas um sonhador
Sonhando minha vida

Segredos do Desenho – Leonardo da Vinci

Esta vaga não é sua nem por um minuto!

Vídeo enviado pelo consultor de imóveis Mauro Guimarães.

Faleceu ontem em São Paulo o físico Paulo de Tarso Santos Alencar


PAULO DE TARSO SANTOS ALENCAR: AMIGO FIEL
Por José Maria Filardo Bassalo
Conheci o professor Paulo de Tarso Santos Alencar, hoje o amigo-irmão Paulo Alencar, em 1959, como meu aluno da brilhante turma do então 2o. ano científico do Colégio Estadual “Paes de Carvalho”, o lendário CEPC. Mais tarde, em 1963, o Paulo voltou a ser meu aluno na não menos brilhante turma do 2o. ano do Curso de Bacharelado em Matemática do então Núcleo de Física e Matemática (NFM) da Universidade do Pará, criada em 1957. Registre-se que o Paulo bacharelou-se e licenciou-se em Matemática, respectivamente, em 1964 e 1969.
No ano seguinte ao da conclusão do Bacharelado, Paulo e uma grande parte de sua turma, foram convidados para ensinar no NFM, na categoria de Instrutor de Ensino. Agora, como professor, Paulo passou a freqüentar seminários e cursos que eu ministrava em caráter extracurricular, no NFM, logo depois de minha frustrada permanência na Universidade de Brasília, em 1965, já por mim descrita nas Crônicas da Física, Tomo 6 (CF6) (EDUFPA, 2001). Desse modo, no final de 1965 ele participou do Curso que ministrei sobre Cálculo Avançado; em fevereiro de 1966, ele ouviu minha palestra sobre Relatividade Restrita e suas Conseqüências; e em julho desse mesmo ano, participou do Curso de Eletromagnetismo Clássico ministrado pela física francesa Anné Bauman, no qual eu colaborava resolvendo exercícios, colaboração essa que resultou numa crise, cujos detalhes já os apresentei no CF6.
Minha amizade com o Paulo Alencar começou a ser regida pela Geometria Hiperbólica quando o então Reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), professor Aloysio da Costa Chaves iniciou, em 1971, a institucionalização da pós-graduação (stricto sensu) em nossa Universidade. Assim, sob o meu patrocínio (que constou da obtenção do aceite de instituições de ensino e de Bolsas de Estudo de órgãos financiadores), Paulo, Leopoldino e Moura iniciaram, ainda em 1971, o Mestrado em Física na Pontifícia Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). O Paulo, sob a orientação do professor Bruno Maffeo, concluiu seu Mestrado, no início de 1975, no mesmo ano (março) em que obtive meu Doutorado, na Universidade de São Paulo (USP), com o professor Mauro Sérgio Dorsa Cattani.
Objetivando dinamizar o estudo da Física na UFPA, ainda em 1975, Paulo e eu aceitamos a dirigir, respectivamente, a Chefia do Departamento de Física da Universidade Federal do Pará (DF/UFPA) e a Coordenação do Colegiado de Física, por um período de dois anos. Foi nesse período que a “amizade geométrica não-euclidiana” com o Paulo (igualmente compartilhada com o também amigo fraterno Moura) começou a tomar forma, por intermédio do “traçado de várias paralelas a uma ‘reta’ (melhoria do nível intelectual dos paraenses que se interessam por Física e, também, pela cultura amazônica em geral)” a partir de um ponto (DF/UFPA) fora dessa ‘reta’”, quando, incentivados pelo saudoso matemático paraense Guilherme Maurício Souza Marcos de La Penha, idealizamos, em 1975, o Curso de Especialização em Física. Porém, dificuldades ideológicas, travestidas de cientistocracia, procrastinaram o início desse Curso até 1981.
Terminado o mandato de Chefe do DF/UFPA e como não havia perspectiva para iniciar o Curso referido acima, Paulo decidiu, no começo de 1977, partir para a Universidade de Campinas (UNICAMP) para realizar o seu Doutoramento. Inicialmente, ele foi orientado pelo professor Paulo Roberto de Paula e Silva que, aliás, havia sido Membro da Banca de meu Mestrado na USP, em 1973, também orientado pelo professor Cattani. Contudo, as múltiplas tarefas do professor Paulo Roberto fizeram com que, no começo de 1979, a orientação da Tese de Doutorado do Paulo passasse a ser exercida pelo professor Sérgio Pereira da Silva Porto, famoso no cenário internacional por haver realizado (com outros físicos) nos Estados Unidos, em 1964, o primeiro espalhamento Raman com laser. A morte prematura desse físico, em setembro de 1979, fez com que Paulo voltasse para Belém, muito embora só faltasse concluir e defender a Tese que o tornaria possuidor de dois títulos de Doutor, uma vez que ele já havia obtido o título de Doutor, de outra forma, fazendo o Concurso para Livre Docente da UFPA, no final de 1977, de cuja Banca Examinadora, eu também participei como um de seus Membros.
Essa primeira “paralela” (de caráter lato sensu) que traçamos foi seguida de uma outra (agora, de caráter stricto sensu), qual seja, a criação do Curso de Mestrado em Física da UFPA, em 1986. Novas “lato paralelas” foram ainda desenvolvidas por nós três (Paulo, Moura e eu), quais sejam: Curso de Especialização em Física Contemporânea, em 1993, 1995 e 1997, sob o patrocínio do DF/UFPA e a ajuda financeira da Coordenação do Aperfeiçoamento do Ensino Superior do Ministério da Educação (CAPES/MEC).
Ainda em 1986, Paulo, eu e, agora, com a participação fundamental do físico paraense Antonio Boulhosa Nassar (professor licenciado da UFPA e, atualmente, professor da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos), iniciamos o traçado de outras das “paralelas” referidas envolvendo, desta vez, trabalhos originais de pesquisa em sistemas dissipativos tratados pela Mecânica Quântica de de Broglie-Bohm. Muitas dessas pesquisas foram temas da Tese de Mestrado de alguns professores do DF/UFPA e de outras instituições de ensino superior. Registre-se que, nessa linha de pesquisa e até o presente momento, foram publicados 19 trabalhos em revistas indexadas (nacionais e internacionais), e editado o livro intitulado Tópicos da Mecânica Quântica de de Broglie-Bohm (EDUFPA, 2003), de minha autoria, juntamente com Nassar, Paulo e Cattani.
Nesta oportunidade, creio ser interessante destacar que, ainda nesse mesmo tema de pesquisa, o Paulo orientou a Tese de Mestrado de Carlos Augusto Sarmento Ferreira, cujo principal resultado foi publicado na mais prestigiosa Revista Científica do Mundo Ocidental: a Physical Review.
Um novo conjunto de “paralelas hiperbólicas” foi ainda conduzido pelo Paulo e por mim. Desta vez, tais “paralelas” apresentaram o caráter de resgate da cultura paraense. Assim, com a participação de outros professores da UFPA e de outras instituições, eis os principais eventos desse conjunto: 1) criação, no dia 30 de agosto de 1982, da Academia Paraense de Ciências (APACi); 2) realização, no período de 17-21 de junho de 1985, do Simpósio Sobre a História da Ciência e da Tecnologia no Pará; realização, no período de 12-13 de novembro de 1986, do I Encontro de Físicos do Norte; 3) publicação, a partir de 1999, da Série- Memórias, composta das Teses de Cátedra defendidas no CEPC e na antiga Escola Normal do Pará (Memórias), e de textos sobre instituições e vultos importantes da cultura paraense (Memórias Especiais).
Agora, chegamos ao leitmotiv da homenagem que Programa de Educação Tutorial (PET) do DF/UFPA, sob a tutoria do professor Sérgio Vizeu Lima Pinheiro, está prestando ao professor Paulo Alencar: dar o nome dele para a sala onde funciona esse Programa, no Campus da UFPA, no Guamá. Registre-se que esse Programa foi criado pela CAPES e destinado a iniciar estudantes na pesquisa desenvolvida nas Universidades Brasileiras. Muito embora, eu tenha sido o primeiro professor-tutor desse Programa, em 1991-1992, contei com a colaboração do Paulo, uma vez que a formação de estudantes se enquadrava no conjunto das “paralelas” que juntos traçamos e das quais falei no decorrer deste artigo. No entanto, foi o Paulo quem, ao me suceder nessa tutoria (até fevereiro de 2000, quando então foi sucedido pelo professor Licurgo Peixoto de Brito), instalou os estudantes do PET/DF/UFPA em uma sala própria, bem como conseguiu a sua operacionalidade, dotando-os de meios computacionais para a realização de seus trabalhos de iniciação científica.
Na conclusão deste artigo, creio ser oportuno dizer que, a dedicação do professor Paulo Alencar aos seus colegas e alunos do DF/UFPA desde 1965 até o presente momento, já seria motivo suficiente para fazê-lo merecedor desta homenagem. No entanto, para mim que o conheço há 45 anos (desde 1959), um traço de seu caráter é que o responsável por esta homenagem: A FIDELIDADE DE SUA AMIZADE!
Paulo, amigo-fiel-irmão, parabéns e desejo que você permaneça sempre assim.
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1. Essa turma era composta dos seguintes alunos: Herberto Gomes Tocantins Maltez, Neudo Raimundo Nascimento Melo, José Luiz Viana do Couto, Laércio Freitas de Matos, José Augusto Soares Affonso, Artur Ferreira Monteiro, João Bosco R. Perpétuo, Euricléa de Vilhena e Silva, João Lima Coimbra (falecido), Ana de Lourdes B. de Castro, Paulo Roberto do Canto Costa, Marcelo Otávio Caminha Gomes, Alegria Benzecry, Odimir Castelo Branco Furtado, Germano de Carvalho, Regina Célia S. Pereira, Paulo Fernando Monteiro, José Fernando Carvalho Guedes, Maria Ieda Lopes Raposo, José Carlos de Medeiros Gondim, Rubem Cunha dos Santos, Luiza Chagas, Luiz Flávio Lima, Benedito Euton Sarmento Ramos, Daise Maria de Oliveira Nascimento e Said Salim Haber (falecidos), Hélio Macedo, Deusarino de Melo, Maria José Santos, Eduardo Souza Pereira, José Pedro Lima Silva, Paulo Afonso Boução Viana, Geraldo de Souza Pereira, Edilberto Porfírio Jucá Soares e Raymundo Everton da Silva.
2. Aurélio Alves do ´O, Orlando José Carvalho de Moura, Maria Ieda e Gerson Lopes Raposo, Leopoldino dos Santos Ferreira, José de Ribamar Seguins Gomes, Manuel Corrêa Neto, Jorge Morgado, Paulo Sérgio Fontes do Nascimento e o falecido Paulo Roberto Oliveira e Souza. Registre-se que, posteriormente, Ieda e Moura casaram-se.
3. Essa Geometria foi criada, independentemente, pelos matemáticos, o russo Nikolay Ivanovich Lobachevski (1798-1856), em 1826, e húngaro Janos Bólyai (1802-1860), em 1832, e baseia-se no postulado: “Por um ponto fora de uma ‘reta´ (geodésica) se pode traçar uma infinidade de paralelas à mesma”.
4. Título da Tese: “Cálculo das constantes hiperfinas em halogenetos alcalinos”.
5. Antes, Paulo e eu havíamos trabalhado no sentido organizar o DF/UFPA, ao criarmos o caminho crítico do Curso de Licenciatura Curta de Física (1971) e o Catálogo do Curso de Licenciatura Plena em Física (1973). Estes dois documentos serviram de modelo para outros Cursos da UFPA. Creio ser oportuno dizer que, no começo de 1988, ainda pensando na organização referida acima, Paulo e eu conseguimos introduzir na UFPA o hoje conhecido Vestibulinho, que permite a transferência externa de alunos para nossa Universidade. Ver detalhes no CF6.
6. Desse Concurso, participaram e também foram aprovados, o Orlando Moura, o Leopoldino e o Seguins.
7. Na criação desse Curso de Mestrado, também participaram os professores do DF/UFPA: Carmelina Nobuko Kobaiashi, João Furtado de Souza, João Sandoval Bittencourt de Oliveira, Lindalva do Carmo Ferreira, Luiz Sérgio Guimarães Cancela, e os saudosos Henrique Santos Antunes Neto e José Tadeu de Souza Paes.
8. Professores do DF/UFPA: Fátima Nazaré Baraúna Magno, João Furtado, José Luiz Magalhães, Victor Façanha Serra, Wanda Pereira Ignácio e Zínia de Aquino Valente. Professores de outras instituições: Benedito Tadeu Ferreira de Moraes, Edinaldo Teixeira, João Bosco Pampolha Júnior, Jorge Everaldo de Oliveira e Samuel Moura Soares. Destaque-se que as Teses da Fátima, do João Furtado, do José Luiz, do Victor, da Wanda e da Zínia foram publicados em revistas indexadas. Destaque-se, também, que um desses artigos é o Trabalho de Conclusão de Curso do Marcos Benedito Caldas Costa, sob a minha orientação.
9. Títulos das Revistas: Il Nuovo Cimento, Brazilian Journal Physics, Physical Review E, American Journal of Physics, Revista Brasileira de Ensino de Física, Physica Scripta, Journal of Physics A e Physics Letters A.
10. A referência completa desse artigo, assinado pelo Sarmento, pelo Paulo e por mim, é a seguinte: Physical Review A66, p. 024103 (2002).
11. Os demais professores que criaram a APACi, são os seguintes: Waterloo Napoleão de Lima e o casal Herberto Gomes e Maria Gil Lopes Maltez.
12. A Comissão Organizadora desse Simpósio, foi a seguinte: Clodoaldo Fernando Ribeiro Beckmann (Presidente), Bassalo (Secretário-Geral), Célia Coelho Bassalo, Herberto e Maria Gil Maltez, Maria Helena Bentes, Paulo de Tarso e Waterloo (Membros). Registre-se que os Anais desse Simpósio foram publicados pela EDUFPA, em dois volumes, em 1985.
13. A Comissão Organizadora desse Encontro, foi a seguinte: Bassalo (Coordenador), Paulo de Tarso (Secretário Tesoureiro) e Henrique Antunes (Secretário), da UFPA, João Batista Nogueira, da UFACRE, Osmar Siena, da UFRI, e Adelino Ribeiro, da FUA.
14. Na Série Memórias, foram publicadas as seguintes Teses: Rui da Silveira Britto, Conjuntos Lineares: Sucessão (SECTAM/UFPA, 1999); Francisco Paulo do Nascimento Mendes, Raízes do Romantismo: Ensaio sobre as Origens Espirituais e Intelectuais do Movimento Romântico (SECTAM/UFPA, 1999); Maria Anunciada Ramos Chaves, O Açúcar na História do Brasil (SECTAM/UFPA, 1999); Maria Amélia Ferro de Souza, O Papel do Mar na Economia do Mundo (SECTAM/UFPA, 2000); Pedro Amazonas Pedroso, O Papel da Hipófise no Concerto Endócrino (SECTAM/UFPA, 2000) (Nestas Teses, contamos com a colaboração de José Miguel Martins Veloso.); Aloysio da Costa Chaves, Aspectos Geo-Humanos do Vale do Gurupi (SECTAM/UFPA, 2001) (Nesta Tese, contamos com a colaboração de Clodoaldo Fernando Ribeiro Beckmann.) Na Série Memórias Especiais, foram publicados os seguintes textos: Clóvis Moraes Rego, Subsídios para a História do Colégio Estadual “Paes de Carvalho” (SECTAM/UFPA, 2002); Clóvis Moraes Rego, Carlos Gomes no Pará (SECTAM/UFPA, 2004) (Nestes textos, contamos com a colaboração de Clodoaldo Beckmann.); Julio Cezar Ribeiro de Souza, Fernando Medina do Amaral e Luís Carlos Bassalo Crispino, Memórias sobre a Navegação Aérea (SEDEX/UFPA, 2003) (Neste texto, contamos com a colaboração de Clodoaldo Beckmann e Luís Carlos Crispino.) É oportuno salientar que, para a publicação dessa Série Memórias, contamos com a importante e decisiva colaboração das seguintes personalidades: Nilson Pinto de Oliveira, Juan Lorenzo Bardalez Hoyos, Emanuel Aresti Santana Gonçalves, Gabriel Guerreiro, Claúdio Cavalcanti Ribeiro, Luiz Sérgio Guimarães Cancela, Alberto Cardoso Arruda, Evandro Diniz Soares Junior, da SECTAM/PA; Juarez Martinho Quadros do Nascimento, Airton Langaro Dipp, Humberto E. C. Mota, José Otaviano Pereira e Maria Lúcia Bacha, do Ministério das Comunicações; e Cristovam Wanderley Picanço Diniz, Alex Bolonha Fiuza de Melo, Laïs Zumero, José dos Anjos Oliveira, Lairson Costa, João Carlos Moraes e Manoel Lima, da UFPA.
15. Os primeiros alunos do PET, foram: Cristina Tereza Monteiro Ribeiro, Dione Fagundes de Souza e Walter José Medeiros de Mello Júnior.
16. O Paulo se aposentou como Professor Adjunto da UFPA, em 1991. Em 1998, prestou novo concurso público para o mesmo cargo na UFPA, de cuja Banca fui membro.

Material (antigo) retirado da home-page do professor José Maria Filardo Bassalo.

Vídeo em homenagem a Paulo de Tarso produzido pela Faculdade de Física da UFPA.
A FRATERNIDADE, aqui materializada, poderia ser o lema da UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ.

Divulgação — 9ª Semana Nacional de Museus

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Administração

“Relato Experiência – 1987”: P. P. Condurú

Gravado durante as mostras “Nunca viram mas pintaram, e isso é guerra”, de P.P. Condurú, na Galeria Theodoro Braga, no Centur, em Belém do Pará, 1987.
Realização: Museu da Imagem e do Som/PA e Secretaria de Cultura do Estado do Pará.
Câmera e som: Mourão.
Participantes: Fafá Pinheiro, Miguel Chicaoka, Corina, Nil, Tadeu Lobato, Mauro Condurú e Lívia Condurú.

Veja também Pedro Paulo Góes Condurú.

À memória da UFPA

Duas medalhas poderiam ser lançadas no reitorado de Carlos Edilson de Almeida Maneschy como láureas aos colaboradores internos e externos da administração universitária (dele e dos reitores vindouros).
A medalha Maÿr Sampaio Fortuna*, recém descoberto criador e executor da primeira insígnia da UFPA, seria ofertada às pessoas que não são funcionárias da Instituição, mas, por cedência, trabalho temporário ou terceirização, ajudam na realização de tarefas consideradas de fundamental importância ao desenvolvimento da Universidade.
A medalha Alcyr Boris de Souza Meira, idealizador do escudo oficial, seria dada aos funcionários da casa, àqueles que propulsionam a máquina ao “moto perpétuo”.
Ambas teriam caráter popular para divulgação das simbologias criadas por esses dois autores que designaram, por imagens, ainda nos primórdios da Universidade do Pará, a contínua transmutação da Universidade Federal do Pará.

As figuras acima não pressupõem um projeto de medalha, são mera ilustração; esse planejamento, objeto de concurso público, teria como meta a melhor recuperação possível dos originais que difundirão as marcas empregadas nos períodos reitorais de Mário Braga Henriques e José Rodrigues da Silveira Netto: um incentivo à pesquisa e ao uso da tecnologia à recuperação imagética histórica.

Caso o modelo concurso público seja despendioso ou complexo, tal trabalho pode ser desenvolvido por uma equipe multidisciplinar da UFPA e a FAU se predispõe a integrá-la.

*Maÿr Sampaio Fortura foi um desenhista funcionário da Primeira Comissão Demarcadora de Limites ligada ao Ministério das Relações Exteriores.
O decreto de sua aposentadoria está publicado no DOU de 01 de junho de 1966.
Ainda possuímos poucas informações sobre o criador do Brasão Original da U(F)PA.

Divulgação — Palestra de Marisa Mokarzel

Divulgação — inauguração do Pólo Pró-Paz na UFPA

Foi oportuno e didático o recebimento deste Convite, uma comprovação que a UFPA não utiliza o ESCUDO criado, entre 1964 e 1965, por Alcyr Boris de Souza Meira,  OFICIALIZADO pelo CONSUN em 1969; por quê?
A simbologia da Universidade, neste caso, é tão fake quanto o era Michael Jackson estampado em nota de 11 dólares; basta confirmar isso no Anexo II-2 da Resolução de 1969; ou, com o próprio Alcyr Meira, pai da “criança” de 47 anos, a verdadeira.

“O resumo da ópera”

Imagem ampliável à leitura e observação das insígnias.

Divulgação — Nota de Esclarecimento da Meia Dois Nove

“Passarelas do Complexo Viário Júlio César em obras – As preocupações de todos nós (segunda-feira, 25 de abril de 2011)

Alguns blogs noticiaram que, no evento de apresentação da agenda mínima do Governo do Estado do Pará, as passarelas atualmente em construção no complexo viário Júlio César teriam sido apontadas como exemplos de obras mal feitas, em virtude de seus blocos de acesso estarem invadindo o leito carroçável das vias sobre as quais se erguem. Publicou-se, ainda, que um engenheiro cujo nome não foi divulgado, teria declarado não haver como prever o aumento do fluxo de veículos decorrente da execução do elevado.
Na condição de projetistas das citadas passarelas, a equipe da Meia Dois Nove esclarece que esses mobiliários urbanos surgiram justamente para possibilitar a travessia de pedestres sobre as vias cujos semáforos foram eliminados de acordo com o novo desenho do complexo. Suas localizações foram decididas juntamente com técnicos públicos envolvidos na obra, após inúmeras discussões incluindo questões como, por exemplo, os trajetos naturais de pedestres do lugar, a proximidade aos pontos de ônibus, as eventuais obstruções dos acessos de veículos aos lotes lindeiros, os movimentos de entrada e saída do Corpo de Bombeiros, a viabilidade das desapropriações circunstancialmente necessárias, e, também, a convivência com a vegetação existente e com os componentes dos sistemas de infra-estruturas subterrâneos, superficiais e aéreos instalados no local.
Além dos mencionados fatores locacionais, a configuração das passarelas atentou à obrigatoriedade de contemplar, de acordo com as normas brasileiras vigentes, a acessibilidade universal por meio de rampas com suave declividade, bem como se preocupou em oferecer escadas convencionais para os que desejassem um deslocamento vertical mais rápido.
Houve, da mesma forma, o cuidado de criar pontos de abrigo para o percurso de travessia, pois, como sabemos, na nossa Belém, são intensas, durante o ano todo, a insolação e as chuvas.
O desenho das passarelas considerou, ainda, a necessidade de inexistirem elementos que dificultassem a visibilidade do trajeto dos usuários, para que, às vistas de todos, se inibisse a ação da criminalidade no conjunto.
Outro aspecto a interferir na constituição física das passarelas foi a condição de montagem de suas partes. Erigidas sobre vias de grande circulação, suas instalações precisariam, para não causar tumultos no trânsito, ser práticas e rápidas, como de fato foram.
Ao lado de todos os fatores acima elencados, a natureza pública da obra exigiu que sua concepção e materialização se fizessem de forma econômica, também.
Assim sendo, as treliças metálicas vazadas com pisos de placas pré-moldadas em concreto, apoiadas sobre consoles cobertos igualmente feitos em concreto que, juntos, constituem as passarelas observaram questões de localização, uso, segurança, estrutura, edificabilidade e, sobretudo, custos.
A implantação da passarela da Avenida Júlio César é uma obra que envolve não apenas a construção do equipamento propriamente dito, mas, também, o redesenho do sistema viário. No local apropriado e utilizado para sua instalação, os passeios originalmente são estreitos e existe um canteiro central com aproximadamente 4 metros de largura dividindo as duas mãos da via. O projeto elaborado pela Meia Dois Nove determina o deslocamento dos eixos das duas vias que compõem a avenida, aproximando-os do canteiro central, o qual deverá ser substituído por uma mureta em concreto (new jersey) com 80 cm de espessura. Essa medida possibilitará o alargamento das calçadas de forma a proporcionar espaço para a montagem das passarelas.
A nova configuração da avenida, uma vez executada, manterá, em cada mão da via, as duas faixas de rolamento hoje existentes, e, também, as ciclofaixas.
Até o presente momento, as obras não estão concluídas. O redesenho no sistema viário sob a passarela da Júlio César não foi iniciado. Os blocos de acesso, por conseguinte, continuam implantados sobre a via em sua original configuração, obstruindo e reduzindo perigosamente suas caixas, e, também, dificultando a circulação pelos passeios. Além disso, ainda não foram construídas as coberturas dos consoles.
As preocupações manifestadas, portanto, com o circunstancial estado das coisas é pertinente. Entretanto, tão logo se concluam os trabalhos, obedecendo com fidelidade todas as determinações projetuais, haverá condições mais nítidas para avaliar as referidas passarelas.
Independentemente dos juízos que se façam, a discussão suscitada pelo atual situação do complexo viário e seus elementos aqui tratados é altamente positiva. O debate amplo, ao lançar luzes sobre aspectos como, nesse caso, a qualidade das obras públicas, certamente contribuirá para melhorar o nível dos projetos, e, também, para ampliar os cuidados com suas execuções.
José Maria Coelho Bassalo e Flávio Campos do Nascimento, autores do projeto.”
 
Material enviado pelo professor José Maria Coelho Bassalo.
 

“Resgatando velhos conceitos para o futuro da cidade: caso de estudo São Luís”

CIDADE IDEIA.

Material enviado pela arquiteta e urbanista Dinah Tutyia.

Uma proposta tradicionalista à logo do ICJ

A partir do material enviado pelo colaborador José Maria de Castro Abreu Júnior elaboramos uma proposta à logomarca do Instituto de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Pará; aqui apresentada em positivo e negativo e marca d’água em vermelho, “cor do Direito”.
A intenção da proposição é preservar a imagem utilizada nos ofícios da antiga Faculdade de Direito do Pará; 1902 está presente porque em 31 de março daquele ano fora instalada a Faculdade Livre de Direito — uma pesquisa acurada nessa gênese poderia nos levar a outra simbologia, talvez, mais valiosa ao propósito memorialista.
O nível de apresentação deste ensaio gráfico é um esboço, já que não possuímos a estampa digitalizada em escaner e sim por fotografia, o que a deforma e impossibilita uma melhor estilização ao contraste da figura Justiça; seguimos a composição da antiga marca da Medicina, hoje consagrada.
Mantivemos a linha clássica da impressão tipográfica, ao lado da estampa de clichê (veja postagem anterior), do início do cabeçalho: “Faculdade de Direito do Pará”  — o embrião do Centro de Ciências Jurídicas da UFPA.
A ideia é de domínio público e não será inscrita no concurso do ICJ, portanto, quem quiser lançar mão dessa linha de raciocínio, que fique à vontade; só não esqueça de citar o José Maria de Castro Abreu Júnior, quem trouxe à tona tal gravura, um dos autores de “Memória histórica da faculdade de medicina e cirurgia do Pará 1919/1950 – da fundação à federalização”:

A insígnia da “Nossa Velha Faculdade” de Medicina e Cirugia do Pará aparece em registros documentais a partir de 1928: em todos os papéis timbrados, diplomas e quadros de formatura; recuperada em 2001, hoje está presente em jalecos e ofícios da atual Faculdade de Medicina da UFPA; a tradição caiu-lhe às graças. (Informações prestadas por José Maria de Castro Abreu Júnior)

Esta é uma colaboração do Blog da FAU ao sucesso da escolha da identidade visual do Instituto de Ciências Jurídicas; uma possibilidade de abordagem de motivo presente na memória do ensino do Direito no Pará.

A insígnia da antiga Faculdade de Direito do Pará

O nosso colaborador, médico e pesquisador-escritor, José Maria de Castro Abreu Junior, nos enviou, por e-mail, a imagem acima com o seguinte texto: “…Vi no Blog da FAU que o ICJ esta buscando uma identidade visual nova. Achei no material da Faculdade um ofício recebido da Faculdade de Direito com uma alegoria antiga da justiça. Curiosamente não usa vendas. Era meio que o símbolo daquela intituição, estava em seus impressos. Estou te mandando, vai que serve para alguma coisa. Taí um curso que tem muita história por contar…”.
A tipologia utilizada é em estilo clássico.
Além de referência às propostas ao concurso para logomarca do ICJ, cabe como objeto de pesquisa à memória e à história do ensino do Direito no Pará.
Seria esta a única simblogia adotada naquela antiga faculdade que integrou a gênese da UFPA?
A gravura foi feita com essa finalidade por alguém da região, ou será mera cópia de impressões européias?

Estampa 25 anos da UFPA

Imagem enviada pelo médico e escritor José Maria de Castro Abreu Júnior.

Desconhecíamos tal representação gráfica, distinta da medalha comemorativa dos 25 anos da UFPA, aqui postada como “UFPA 1982: a medalha comemorativa dos 25 anos” de autoria de dois alunos do curso de arquitetura à época, hoje professores da FAU: Luciano Oliveira e Jorge Eiró.
De acordo com José Maria a estampa está na quarta capa de um livro com os estatutos da UFPA.

Postado em 12 de maio de 2011: descobrimos que a autoria desta imagem é de Jaime de Oliveira Bibas, também professor desta FAU. 

Logo do PCT Guamá

Diante da amnésia uefepeana o professor José Maria Coelho Bassalo solicitou que o Blog da FAU registrasse a autoria da logomarca do Parque de Ciência e Tecnonologia Guamá, ou PCT Guamá.
A logo foi criada pelo arquiteto José Fernandes Fonseca Neto, o ZOCA, ex-aluno da FAU e filho da nossa querida professora Dina Oliveira.

Brasão Original da UFPA (checagem de informações)



Pg. 39. Seção 1. Diário Oficial da União (DOU) de 30/12/1950.

Diário Oficial da União; segunda-feira, 24 de março de 1969.

Quando a professora aposentada da UFPA, Albertina Fortuna de Oliveira, disse em comentário ao Blog da FAU: “Por ocasião da instalação da UFPa, meu pai foi convidado por seu irmão Frederico Fortuna, então secretário do Reitor, para fazer o trabalho do escudo da UFPa que foi gravado em uma placa que ficava à porta da reitoria na Av. Governador José Malcher.”, referia-se ela a Mário Braga Henriques, primeiro reitor da Universidade do Pará com mandato entre 1957 e 1960, oriundo da Faculdade de Direito do Pará, onde Frederico Sampaio Fortuna ocupava a função de secretário, como comprova o DOU de 30/12/1950.
Alcyr Boris de Souza Meira em UM INDÔMITO TIMONEIRO cita “D. Izolina Silveira, esposa do reitor” como “chefe de gabinete” nos primórdios da administração de José Rodrigues da Silveira Netto — “líder inconteste do grupo das Ciências da Saúde…” que assumira a reitoria em 19 de dezembro de 1960.
Meira menciona a “bi-polaridade” das facções políticas na U(F)PA: a de Henriques (“grupo das ciências jurídicas, econômicas, sociais e humanidades”) e a de Silveira Netto (“grupo das ciências da saúde”).
Frederico Sampaio Fortuna e Izolina Andrade da Silveira ocupavam o cargo de “oficial de administração” quando transferidos, em 1969, para o “QUADRO ÚNICO DE PESSOAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ”; ainda na vigência do segundo mandato do segundo reitor da UFPA.
Parece que estamos chegando perto da certeza comprovada do autor do Brasão Original da Universidade (Federal) do Pará: Maÿr Sampaio Fortuna.
O Escudo — segunda insígnia adotada pela U(F)PA — a que todos estamos habituados é de autoria de Alcyr Boris de Souza Meira, criado entre 1964/65 e institucionalizado pela Resolução Nº 17 de 12 de junho de 1969 (Anexo II e Anexo II-2) publicada no DOU de 05/o7/1969.

A marca de Alcyr Boris Meira tornou-se pública somente em 1965, oito anos após a criação da Universidade (Federal) do Pará pela Lei nº 3.191, de 2 de julho de 1957.

O brasão de Maÿr Sampaio Fortuna fez parte da cerimônia de 1959, ladeado pelas bandeiras do Brasil e do Pará. Há também sua reprodução em flâmulas postas sobre a mesa oficial e no medalhão (peça do MUFPA, mesmo que assinada Maÿr, sem provas de qual)  do colar reitoral   sobre o capelo de Mário Braga Henriques:

O Diário Oficial da União de 24 de março de 1969 relaciona todos os funcionários e professores que compunham a UFPA; é curioso consultá-lo, para isso basta carregar o arquivo em pdf de 10,32MB.

PS.: Acrescentamos o termo “esposa do reitor”, constante no texto de Meira, após o comentário de José Maria de Castro Abreu Júnior.

Maÿr Sampaio Fortuna criou o símbolo da FADESP

“Meu pai foi o Sr. Maÿr Sampaio Fortuna e gostaria de acrescentar alguns esclarecimentos à produção artística dele.
Ele produziu inúmeros trabalhos em metal, cuja confecção presenciei e dos quais ainda tenho dois exemplares feitos para mim.
Foi durante muitos anos desenhista da então Comissão Brasileira Demarcadora de Limites em cujo acervo devem constar seus trabalhos.
Por ocasião da instalação da UFPa, meu pai foi convidado por seu irmão Frederico Fortuna, então secretário do Reitor, para fazer o trabalho do escudo da UFPa que foi gravado em uma placa que ficava à porta da reitoria na Av. Governador José Malcher.
Também foi de sua autoria o símbolo da FADESP (Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa) criado especialmente por ele, sem nenhuma remuneração.
A emoção de vê-lo lembrado como um artista que era, impede de continuar as reminiscências no momento.
Sem mais, Albertina Fortuna de Oliveira — Professora Adjunta da UFPa — aposentada”.

O comentário acima reforça uma hipótese lançada no Blog da FAU: que a autoria do Brasão Original da UFPA, poderia ser de Maÿr Sampaio Fortuna.
Três nomes vigoram (ou vigoraram) nas investigações: Manoel de Oliveira Pastana (hipótese de Jussara Derenji a partir de José Luiz de Araújo Mindello), Maÿr Obadia (hipótese de Sueli Fraiha a partir de sua memória) e Maÿr Sampaio Fortuna (nossa, a partir de Patrick Pardini e da retomada de um desenho de 1949).
Albertina Fortuna de Oliveira afirma que a simbologia utilizada pela FADESP — Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa — fora uma das criações de seu pai.
No site da FADESP, especificamente onde se fala do logotipo da Fundação, não há nenhuma alusão ao elaborador da imagem de 34 anos que convive com a tipologia recentemente reprogramada, o que trai a função daquela instituição:
“No entanto, a cerâmica indígena, um dos maiores símbolos da Fundação, foi mantido. Presente na identidade visual da Fadesp desde 1977, a cerâmica remete à cultura paraense e indica uma propulsão de ações de forma cíclica, rumo ao crescimento infinito.”
Se Maÿr Sampaio Fortuna desenvolveu a estampa que a FADESP ostenta — de elemento concernente à arqueologia amazônica —, não será difícil comprovar que o Brasão Original da UFPA veio do mesmo repertório desse artista-pesquisador olvidado em seus feitos ornamentais neo-marajoaras (um estilo reconhecido em Theodoro Braga e seu discípulo Manoel Pastana que muito nos confundiu nessa míope busca).
Parece que estamos diante de uma angustiante amnésia da Universidade Federal do Pará.
Que as injustiças sejam reparadas por pesquisas confiáveis de participação coletiva; esta é e sempre será nossa proposição diante de omissões cruéis.

Logomarca revitalizada negligenciando a autoria da “cerâmica indígena”.


Comparação de estilos: há a presença do “neo-marajoara” nas duas peças.

“Se a gente não conseguir ser original, Deus vai inventar um.” (Lobão)

Concurso logo do ICJ: por amor

Imagem-link ao edital do concurso para escolha da logomarca do ICJ-UFPA.

Da premiação: “O vencedor do certame receberá Certificado expedido pela Universidade Federal do Pará, através do Instituto de Ciências Jurídicas. Haverá ampla divulgação na imprensa e mídia da UFPA do nome do vencedor, juntamente com o símbolo escolhido, bem como da solenidade para o lançamento da nova logomarca.”

Como não há uma recompensa pecuniária, a participação de designers dependerá do amor à causa; uma porta aberta ao amadorismo, que poderá ou não ter resultado positivo. Uns 5 mil Reais básicos de prêmio talvez excitassem as mentes brilhantes do planeta, já que “Poderão participar, na condição de proponentes, todos os cidadãos, sem restrições.”.