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Seleção ao mestrado em Arquitetura e Urbanismo


Edital de Seleção PPGAU n°02/2011 – turma 2012 (Word)

Edital de Seleção PPGAU nº02/2011 – turma 2012 (pdf)

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Divulgação/convite à FAU

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Identificando os Generais da Praça

O professor Fernando Luiz Tavares Marques interessou-se pela postagem anterior, referente à praça vizinha ao African Bar, que tem o nome de um general em substituição a outro; daí foi à cata de informações na Internet e descobriu a revista Forte do Presépio, uma publicação da 8ª Região Militar.
O general Antonio Ilha Moreira faz parte da história da 8ª Divisão de Exército como seu segundo comandante, entre 28/07/1911 e 11/o5/1912, em Belém.
À página 158 do livro Ruas de Belém, de Ernesto Cruz, segundo o professor Jaime Bibas, se lê: “A 6 de setembro de 1912, o Conselho Municipal aprovou a Resolução nº 282, mandando denominar a Praça General Ilha Moreira a área onde estêve, tempos antes, a doca do Reduto. É a atual Praça General Magalhães.” (sic)
Curioso é que no jornal Correio do Pará — propriedade e órgão do Partido Republicano Nacional, de novembro de 1929, em homenagem ao aniversário do senador Antonio Facióla — o nome da praça permaneceu como Ilha Moreira:
“Interessou-se pelo saneamento da bacia do Reducto, incumbindo-se o diretor de obras municipaes de solucionar o problema de seu desaguamento para extinguir as frequentes inundações na praça Ilha Moreira e ruas adjacentes.” (sic)
Se chegamos à verdade, ela permanece confusa: substituíram um republicano vivo por um monarquista falecido; e essa novidade se deu quase 23 anos idos desde a Proclamação da República e quatro meses após Ilha Moreira ter retornado à Capital Federal; falta-nos muitas “notícias do passado” para compreender esse ordinário detalhe.

José Vieira Couto de Magalhães por Almeida Júnior (fonte: Wikipédia).

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Largos, Coretos e Praças de Belém:

SOARES, Elizabeth Nelo (Org.). Largos, coretos e praças de Belém. Brasília, DF: Iphan / Programa Monumenta, 2009. p. 86-89. Disponível em:  <http://www.monumenta.gov.br/site/wp-content/uploads/2011/01/pracasecoretos.pdf>.
Acesso em: 13 out. 2011.

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Praça General Magalhães antiga General Ilha Moreira


“No livro do Ernesto Cruz (Ruas de Belém), essa praça é citada por duas vezes:
1 – página 23 – A doca do Reduto foi aterrada e transformada numa bonita praça, que recebeu o nome de General Ilha Moreira, depois mudado para General Magalhães (sic).
2 – página 158 – A 6 de setembro de 1912, o Conselho Municipal aprovou a Resolução nº 282, mandando denominar a Praça General Ilha Moreira a área onde estêve, tempos antes, a doca do Reduto. É a atual Praça General Magalhães (sic).
Uma anotação de meu pai (no livro), chama a atenção para um texto de Clóvis Meira publicado em O Liberal em 15/9/1988 onde existe alguma coisa sobre o assunto.
Em tempo: não achei o texto do Meira; não sei quem foi o Gen. Ilha Moreira, nem sei quem é o General Magalhães…
Continuo pesquisando.
[jb]”

O e-mail do professor Jaime Bibas, aqui transcrito na íntegra com o postal antigo acima, diz respeito a um espaço público privilegiado de Belém: a praça General Magalhães; também nome da avenida que circunda o Canal da Doca do Reduto.
Ontem pela manhã, feriado de Nossa Senhora da Santa Conceição Aparecida e Dia das Crianças no Brasil, fizemos algumas fotografias do depredado e abandonado lugar de Belém do Pará:

  

 

 
É inacreditável que uma bela opção de lazer para a população da capital do Estado do Pará se encontre em situação de extrema penúria, sem nenhuma ingerência do poder público (municipal, estadual e federal; em tese responsáveis, todos, pelos bens do Brasil).
Não existe policiamento na área que está entregue a moradores de rua, na maioria usuários de drogas, em alguns casos hostis.
A praça tem fama de “barra pesada”, pois há ocorrências de assaltos.
O dinheiro público gasto com a espetaculosa iluminação da praça Batista Campos poderia ter sido utilizado com atitudes mais conscientes em prol do cidadão belenense.