Categorias
Arquitetura e Urbanismo Filmes

Super Size Me — A Dieta do Palhaço (completo/legendado)

Sobre o documentário:
Após a vitória do Oscar de melhor documentário por Bowling for Columbine (Tiros em Columbine), de Michael Moore, os documentários, que até há algum tempo eram aqueles filmes sem-graça que davam sono, passaram a ser filmes comercialmente viáveis, com produção caprichada e roteiro idem, que atraem pessoas ao cinema (coisa inimaginável tempos atrás), e estão ficando cada vez melhores. É o caso deste documentário, Super Size Me (subtítulo em português – a Dieta do Palhaço). O produtor/diretor/cobaia (conforme ele se anuncia em seu site) Morgan Spurlock resolveu realizar o filme após ver uma notícia sobre duas adolescentes obesas que estavam processando a rede de fast-food McDonald´s. Roteirista de sucesso, ele trabalhou em vídeo-clipes, comerciais e shows de TV. Este foi seu primeiro filme de longa-metragem. O filme começa mostrando fatos e dados sobre o crescente aumento da obesidade na América. 37% das crianças e adolescentes americanos são obesos, e 2 em cada 3 adultos estão acima do peso ou obesos.A Organização Mundial da Saúde declarou a obesidade como uma epidemia global. Se nada for feito, a obesidade irá superar o fumo como a maior causa evitável de morte da América. De quem é a culpa: da pessoas que não conseguem se controlar, ou das corporações de fast-food? Ele então anuncia sua decisão de passar um mês se alimentando exclusivamente de produtos vendidos em lojas doMcDonald´s. Ele determinou para si mesmo algumas regras:1: Sem opções: ele só poderia consumir o que viesse das lojas (incluindo a água);2: Só consumir as porções super size quando fossem oferecidas (e ele não as poderia recusar);3: Sem desculpas: ele deveria comer cada item do cardápio ao menos uma vez.Antes de começar a maratona, ele visitou três médicos (um cardiologista, um gastro enterologista e um clínico geral) e uma nutricionista,que o monitorariam periodicamente durante o mês da experiência, e fez um check-up completo. Seu peso era normal, sua saúde boa, e todos os profissionais concordaram que a idéia era uma estupidez completa. O estilo de vida americano, incluindo a dificuldade de se fazer as refeições em casa, fazem que 40% das refeições dos americanos sejam feitas fora de casa (1 em cada 4 americanos visitam um restaurante fast-food por dia. O McDonald’s representa 43% deste mercado). Vemos lojas McDonald´s até em um hospital (segundo Morgan, fica mais fácil conseguir auxílio médico quando sua saúde se estragar por causa da comida).
O documentário mostra como a comida fast-food pode viciar, como uma droga (O McDonald´s chama as pessoas que consomem muito de seus alimentos de Usuários Pesados); mostra os muitos problemas sérios de saúde que podem ser causados pela obesidade (hipertensão, doença coronariana, diabetes adulto, derrame, doença na bexiga, osteoartrite, apnéia do sono, problemas respiratórios, câncer no endométrio, de mama, de próstata e de cólon, dislipidemia, esteatohepatite, resistência à insulina, falta de ar, asma, hiperuricemia, irregularidades hormonais, síndrome do ovário policístico, infertiliade e dor nas costas. Acham pouco?), e como algumas pessoas recorrem a cirurgias de estômago na tentativa de controlar uma obesidade mórbida. Um mês depois, Morgan estava 11 quilos mais gordo, estava com disfunção hepática,com sintomas de depressão, seu nível de ácido úrico subiu às alturas e seu condicionamento físico e sua libido despencaram (ele combinou que não andaria mais que o americano médio consumidor de Big Macs anda por dia, o que reduziu sua atividade fisica quase a zero).Ele levou um mês desintoxicando o organismo (com a ajuda da namorada, uma chef vegetariana, que criou uma dieta desintoxicante para ele), e mais 9 meses para retornar ao peso anterior (84 kg). Nas notas finais, ele explica que, após o filme ser exibido em Sundance (onde ganhou o prêmio de melhor Diretor), o McDonald´s retirou a porção super size dos cardápios. E as garotas que processaram o McDonald´s… bem, elas perderam o processo, pois não ficou provado que os problemas de saúde foram causados pelos Big Macs ingeridos.Ao final do documentário, ficamos com vontade de comer um grande prato… de salada. Sério, as refeições desintoxicantes preparadas pela namorada de Morgan parecem muito mais atraentes que os inúmeros big macs, milk-shakes, mac chickens, quarteirões e fritas que vimos na última hora e meia. E são mesmo.

Fonte: SHVOONG.COM

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Reprodução de artigos

BF possui os 22 artigos citados em matéria do Diário do Pará

UM REPÓRTER NA ROTA DO CONTRABANDO* (Reportagem de José Leal para o Jornal O GLOBO, em 22 partes, publicadas diariamente, de 25/02 a 23/03/1957; Fotos de Indayassu Leite.) integra postagem de 09/06/2011 intitulada 1957: a História recente do Pará em O Globo.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo

Marcação de férias 2012/13 na UFPA será até 7 de novembro

A senha é a mesma do e-mail @ufpa.

Referência:
“Prezado(a) Senhor(a),
Boa tarde!
Deduzo que todos receberam uma mensagem da PROGEP, dizendo o seguinte: A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal informa que o período para marcação, alteração e homologação de Férias no SIG-RH referentes ao mês de dezembro de 2012 e para o exercício de 2013 será de 22 de outubro a 7 de novembro de 2012. Ressalto que seria importante aos interessados a marcaem as férias para o mês de janeiro/2013 e etc.. referente ao exercicio 2013, que o façam, para que ninmguém fique de fora da folha do mês de dezembro, referente as férias de janeiro/2013
Fernando Pereira Cardoso
Diretor da Divisão de Pessoal do ITEC”. (e-mail enviado em 22/10/12 às 14:13:16)

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Plano Diretor de Belém

Festividades da CMB permanecem sem quórum

Até que o povo saia das galerias para, na surdina, a vereança sambar ao som de Pinta sete, sete cores/no meu coração/vem comigo meu bem, no arco-íris/colorir a multidão…

Fonte: TRANSPARÊNCIA CMB.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Plano Diretor de Belém

Os projetos e atitudes polêmicas de Morgado (Domingo, 01/04/2012, 07h44)

Por trás de toda grande polêmica na Câmara Municipal de Belém (CMB), há sempre um nome em evidência: Gervásio Morgado. O vereador do PR, que é o segundo vice-presidente da casa, se tornou uma espécie de inimigo público número um de urbanistas, ambientalistas e defensores da liberdade de expressão na capital paraense.
Seu nome é alvo de críticas severas nas redes sociais e entre colegas da própria CMB, que o apontam como sendo uma pessoa “de temperamento difícil”. Mas não é apenas o temperamento de Morgado que está no alvo da polêmica. O principal motivo das críticas é mesmo a opção do vereador por projetos de lei que geram uma saraivada de dúvidas.
O DIÁRIO analisou os oito principais projetos de lei apresentados pelo vereador desde que iniciou o primeiro mandato, em 1995. Em todos eles, a tônica tem sido a flexibilização das normas para construções, funcionamento do comércio e até de regras do trânsito, como no projeto em que autorizava a parada em frente a farmácias, bastando para isso fazer uso do sinal de alerta do veículo.
A polêmica da hora a envolver o vereador é o projeto que altera o Plano Diretor Urbano (PDU) do Município de Belém, mas precisamente para aumentar o gabarito das construções na avenida Almirante Barroso – a principal via de entrada e saída para o centro de Belém.
Caso seja aprovado, o projeto vai permitir que a área construída na avenida seja até três vezes a extensão dos terrenos. Na prática, um terreno de dois mil metros quadrados poderia ter uma construção de seis mil metros quadrados. Isso significa que estaria aberto o caminho para torres de até 40 andares. Especialistas afirmam que isso acarretaria “acréscimo de atividades urbanas na região, sem que tal área tenha estrutura”. Além do aumento do fluxo de veículos, haveria crescimento do consumo de energia, água potável e esgotamento sanitário.
GABARITO
A tentativa de aumentar o gabarito para construções em Belém não é novidade. A ação mais agressiva foi a de 2005, encabeçada pelo próprio Morgado, que apresentou projeto que alterava a lei de número 7.709 de 1994, que trata da preservação do patrimônio histórico, artístico, ambiental e cultural do município de Belém. O alvo do projeto era justamente a alteração do gabarito que permitiria aumentar a altura das construções na área onde fica a maior parte dos prédios históricos da cidade.
O aumento previsto era de mais de 300% e, segundo urbanistas, seria um golpe fatal ao já combalido centro histórico da capital paraense. A lei chegou a ser aprovada, mas acabou vetada pelo então prefeito Edmilson Rodrigues.
Outra grande polêmica envolvendo o vereador foi a lei que permitiu a abertura do comércio aos domingos. Em tese, o projeto levaria benefício para os empresários, mas também para os trabalhadores, uma vez que poderia gerar aumento de empregos. O problema estava no fato de que a proposta original não previa a necessidade de acordo coletivo entre patrões e empregados para que a norma passasse a valer. Como esperado, Morgado foi alvo de uma saraivada de críticas dos comerciários.
Críticas na internet e manifestação na CMB
Em 1999, o vereador apresentou projeto que iria regular o tratamento do chamado lixo patológico, o que passaria a ser obrigação não apenas de hospitais e casas de saúde, mas dos cidadãos em geral. Dessa vez o problema é que o projeto foi acusado de estar direcionado para atender uma única empresa, já que exigia que esse tratamento fosse feito apenas por meio de microondas. A lei também foi aprovada, mas foi vetada pelo prefeito da época.
No histórico parlamentar de Morgado, o que sobressaí são as dezenas de pedidos de licenças do parlamento, a maioria sob argumento da necessidade de tratamento de saúde. No primeiro ano de mandato, 1995, foram três pedidos. Depois, esse número foi aumentando. Em 1996 foram seis pedidos. Em 1997, foram nove e a média se manteve.
O DIÁRIO passou três semanas tentando ouvir o vereador . Na primeira semana, chegou a marcar uma entrevista na CMB, mas Morgado teria tido uma crise de hipertensão e deixara o local para ser atendido em um hospital de Belém. Na segunda semana, a reportagem chegou com minutos de atraso. O vereador mandou informar que havia ido ao dentista. Na semana passada, a reportagem voltou a tentar contato por telefone, mas as ligações não foram atendidas.
Na página institucional na internet, Morgado afirma que tudo o que faz “é pensando na construção de uma sociedade limpa e justa”. “Este é meu compromisso”, garante.
Aos 66 anos, Morgado admite aos amigos que é um homem vaidoso, que gosta de cuidar da saúde, usa ternos bem cortados. A polêmica, parece, contudo, ser seu melhor acessório. Além dos projetos, ela é causada pelo comportamento do vereador, apontado por outros vereadores como um adversário áspero.
Alguns usam o termo “debochado” para se referir a ele. Essa face ficou visível durante votação de um projeto para isenção dos ISS – o imposto municipal sobre serviços – para as empresas de ônibus. Favorável à redução, Morgado foi flagrado na Câmara comemorando com uma garrafa de cerveja na mão. Ele alega tratar-se de guaraná.
Há duas semanas, as críticas que tomam conta das redes sociais contra o vereador atingiram o auge com a realização de uma manifestação em frente à CMB em defesa do direito de expressão. O alvo foram as duas ações movidas por Morgado contra a jornalista Franssinete Florenzano, que assina o blog Uruatapera. A primeira é penal e a acusa de calúnia, injúria e difamação. Outra, civil, pede indenização por danos morais
As ações têm como objeto dois textos publicados por Franssinete no blog em que assina. O primeiro descreve sessão na CMB em que eram discutidas as condições de trabalho na construção civil após o desabamento do edifício Real Class. Fora do microfone, Morgado teria dito “quem mandou não estudar?” numa referência aos operários. O vereador nega a autoria da frase.
Em outro texto, Franssinete divulgou processo a que o vereador responde por não pagamento do IPTU. O juiz da 1ª Vara do Juizado Especial Cível e Criminal do Idoso, Miguel Lima Reis Jr concedeu liminar proibindo a jornalista de postar qualquer informação que cite mesmo indiretamente o vereador.

Fonte: Diário do Pará.
Foto: BF (de ontem).

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia recente

Divulgação/convite à FAU

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Plano Diretor de Belém

Câmara Municipal de Belém 30/10/2012 — Marinor X Morgado

Registo feito pela manhã de hoje, dia 30 de outubro de 2012, que mostra a galeria cheia de pessoas com cartazetes de “Fora Morgado” enquanto o próprio vereador, em final de mandato, discute com a vereadora mais votada à legislatura vindoura, Marinor Brito.
O vereador Marquinho do PT, que como Gervásio Morgado não foi reeleito, participa verbalmente da cena, apenas assistida pela também vereadora eleita pelo PSOL, Meg Barros.
Quando Morgado dirige-se à mesa, para presidi-la e encerrá-la por falta de quórum, o dito dos cartazes é entoado em coro.
A sessão deverá ser retomada amanhã, às 9 horas, com a pretensão de aprovar um projeto de lei proposto por Morgado, que prevê a construção de prédios até três vezes a área de cada terreno no Souza, desconsiderando qualquer opinião técnica de impacto ambiental naquele bairro e suas consequências à Cidade.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Divulgação/convite à FAU

Categorias
Arquitetura e Urbanismo

100% das urnas apuradas em Belém

Categorias
Arquitetura e Urbanismo

Urnas: Zenaldo Coutinho é o novo prefeito de Belém

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Enquetes

Resultado da enquete do BF

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Conforto Ambiental e Eficiência Energética

Iniciada (sexta-feira 26) especialização em Conforto Ambiental e Eficiência Energética na FAU

Para mais informações acesse a página do curso:

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Reitoria

UFPA terá chapa única para reitor

O Prof. Carlos Maneschy será candidato único nas eleições de dezembro de 2012. As inscrições encerraram às 18h de hoje (dia 26 de outubro), tendo a chapa Maneschy e Horácio como a única inscrita. A UFPA tem uma forte tradição democrática e este fato, inédito na história da UFPA, é reflexo da política estabelecida pelo atual reitor, de não fazer caça às bruxas e manter boa relação com os movimentos sociais, pacificando a instituição.

Fonte: Bilhetim.
Foto: Ascom/Andifes e Alexandre Moraes

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Patrimônio Histórico

Divulgação/convite à FAU

Categorias
Arquitetura e Urbanismo História

1966 — estudante da “Escolinha da Universidade” com Meira ao peito

A fotografia acima mostra Maria Regina Faciola Pessôa em seus primeiros dias de ingresso na alfabetização da Escola Primária da Universidade (Federal) do Pará no ano de 1966.
Ampliada a estampa do bolso da estudante vê-se que o desenho do escudo da Universidade, já nominada federal pela Lei Nº4.759 de 20 de agosto de 1965, é semelhante ao publicado nos “anais científicos“, que cobriram o período entre os meses de abril de 1964 e maio de 1965, concebido por Alcyr Boris de Souza Meira.
A Universidade, de modo nonsense, rendeu-se às modernidades gráficas*, desprezando a História institucional:

O Blog da FAU utiliza a águia guianense original, de 1959, presente no primeiro brasão da Universidade do Pará, confeccionado por Maÿr Sampaio Fortuna:

*A atual águia da UFPA não possui identidade alguma, pois, além do redesenho computacional do escudo, que qualquer menino de dez anos é capaz de proceder, fez-se a  estilização, mal resolvida, da águia guianense de José Castro Figueiredo e Henrique Santa Rosa — elemento do Brasão d’Armas do Pará de 1903 —, para substituir a esquisita, mas pessoal,  ave do Boris:

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas Artes Plásticas

Painel Efêmero (ou Dinâmico) — o primeiro fechamento


A fotografia, pela falta de qualidade, deverá ser substituída.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Falecimento

Nossas condolências à Rosa

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Plano Diretor de Belém

Quem votou contra Belém; por Franssinete Florenzano

Eis a lista oficial de votação da Câmara de Belém, na sessão de ontem, que aprovou alteração do Plano Diretor do Município, permitindo a descaracterização do Centro Histórico, projeto de iniciativa do quase ex-vereador Raimundo Castro (PTB), em intentona com seus iguais Gervásio Morgado (PR) e Orlando Reis (PSD), líder do governo e que comanda a panelinha.
Durante décadas, os vereadores se acostumaram a todo tipo de negociata e a votar o que bem entendiam, sem fiscalização popular. Agora os tempos são outros. Devemos usar as redes sociais para reforçar a cidadania e exercê-la em plenitude. Vamos acompanhar todos os dias as pautas e agir com firmeza para impedir que atuem em causa própria em detrimento de Belém. E cassar pelo voto os que continuam a se servir do povo.

Fonte: Blog da Franssinete Florenzano.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Divulgação História

Divulgação/convite à FAU


Categorias
Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação/convite à FAU