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Bombando na Internet

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

3 Lamas (Ai, pareciam eternas!) e O globo da morte de tudo; por Nuno Ramos e Eduardo Climachauska

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O globo da morte de tudo – Release. (PDF)

Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

URGENTE!

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Arquitetura e Urbanismo Patrimônio Público

O Chapéu Virado e a licenciosidade da PMB

A bela praia do Chapéu Virado, na ilha do Mosqueiro, está sendo emparedada pela falta de senso nas reconstruções das barracas em sua orla, referendado o uso da alvenaria; parece não haver regras, ou, se existem, gente ligada à própria Prefeitura Municipal de Belém as descumpre, como é o caso da barraca ASMUM, pertencente à Associação dos Servidores Municipais do Mosqueiro, conforme a sigla.

A barraca Chegada da Ilha, que ainda guarda elementos do estilo original¹, com exceção da telhadura, foi construída na administração de Almir José de Oliveira Gabriel na PMB (1983/86) em substituição aos poucos trailers e baiucas que exploravam comercialmente a orla do Chapéu Virado e também em seguimentos de maior e menor aglomeração por toda a beira rio; ora em início de remodelação, registrada pela fotografia.

m09O projeto dessas edificações, propositalmente simples, saiu da prancheta de uma equipe de arquitetos  intitulada  Assessoria de Arquitetura e Urbanismo² que era coordenada por Jaime de Oliveira Bibas em apoio a Paulo Chaves Fernandes, homem da extrema confiança de Almir Gabriel.

m07Tomada mais próxima para guardar na memória a pequena construção em madeira com sótão-depósito que em breve terá outra configuração, provavelmente anárquica, já que tudo a Prefeitura permite para afear Mosqueiro; se bem que, pela demarcação do baldrame,  o concessionário não demonstra nenhum apadrinhamento político-administrativo.

m02Barraca Chapéu Virado na proporção aparentemente padrão: entre dois postes de iluminação pública com espaçamento de 15 metros.

m03Barraca Lambretta 62, à semelhança da Chapéu Virado em dimensões e estilo construtivo; um sinal de regra a ser cumprida, inclusive com espaço destinado, na fachada, à identificação de quem detém a concessão pública.

aqw323A barraca ASMUM, da Associação dos Servidores Municipais do Mosqueiro, além de ultrapassar em demasia a metragem, modificando o desenho da fachada e telhado, construiu um anteparo ao vento em tijolos para o chuveiro, reduzindo ainda mais a visão do transeunte à praia. (Essas dimensões foram estimadas a partir da medição da distância entre os postes: 15 metros.)
Se a Prefeitura Municipal de Belém não corrige os erros de quem veicula o nome de seus “Servidores Municipais do Mosqueiro”, como poderá ela exigir de outrem um comportamento passivo, já que a norma de conduta, em tese, serve para todos, indistintamente.

A bela vista do Chapéu Virado ao Farol, com a Ilha do Amor ao Fundo; cena impedida de ser apreciada por uma estupidez do passado que criou raízes e disseminou o caos na orla do Chapéu Virado.

m08A dissimulação que burla a percepção do cidadão incauto: cobertura primitiva da invasão sob um telhadão que pereniza-se triplicando a área da ilegalidade; churrasqueira e freezer empilhado em pleno passeio; aberrações que deveriam ser punidas com demolição sumária.

É a barraca Pinguim, a mais absurda das contruções do perímetro; instalou-se, sem qualquer permissão, da noite para o dia, ainda no início da década de 1990, contrariando comerciantes e moradores vizinhos, mas rapidamente ocupou enorme espaço municipal que poderia ser uma praça com vista panorâmica à orla do Chapéu Virado e Farol; lugar privilegiado do alto terraço na fronteira com o Porto Arthur.
A influência política de seu proprietário, já falecido, parece ter sido o maior exemplo, de longa data, à anarquia que hoje impera na praia que banhou o escritor modernista Mário de Andrade.

Mário de AndradeMário de Andrade em 1927 defronte ao Caramanchão, marco limítrofe entre Farol e Chapéu Virado; ao fundo os trapiches particulares que levavam aos antigos chalés (só restou o “Cardoso”, de Francisco José Cardoso) depois de desembarques ou mergulhos nas águas do Chapéu Virado.

1. A estrura possuía pilotis e vigamento de variadas madeiras resistentes — ditas de lei —; as paredes eram fechadas em paxiúba, com frestas para ventilação; o assoalho montado com tábuas de sucupira; e o telhado, com duas águas longitudinais, feito em cavaco vedado com massa de calafetação de barcos; tudo envernizado tanto para a conservação da textura e coloração originais do material natural empregado, quanto à proteção contra intempéries.
2. Compunham a equipe de Assessoria de Arquitetura e Urbanismo: Conceição (já falecida), Stélio, Fátima, Mariângela, Rosário, Mena, Osmarzinho e o “velho” Osmar (pai de Osmarzinho) como consultor de engenharia; Archimino Athayde (o Chimico), apesar de não integrar a equipe oficialmente, era o responsável pelo cálculo estrutural que manteve a Chegada da Ilha em pé, mesmo com um telhado cerâmico desproporcional.

Postscriptvm:
As informações técnicas do texto foram prestadas pelo nosso editor chefe, professor Jaime Bibas, e podem ser modificadas, caso sua memória seja contestada por ele próprio, por alguém do grupo ou por internautas que possuam registros fotográficos de época.

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Arquitetura e Urbanismo Patrimônio Histórico

Recuperação de um chalé em Mosqueiro


Fonte das imagens acima: CLALÉS DE MOSQUEIRO.

O Chalé Lusignan Dias, assim identificado na placa da obra,  está localizado à Beira Mar, na paia do Murubira e permanece em recuperação; aqui em fotografia recente, feita pelo BF na semana passada.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Confraternização do ITEC: confirmar presença até o dia 07 de dezembro

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia recente Patrimônio

Gaspar Vianna vive, com as árvores ao fundo


O monumento, que já completou 25 anos, há muito carece de restauração; dentre os responsáveis por sua execução, todos professores da UFPA, um já foi ao encontro de Gasparzinho, o Osmarzinho, artista cuja obra pagou o preço do descaso (e rivalidades políticas) no poder público, haja vista a incompreensível “perda” dos Velames do Ver-o-Peso e seu mural da esquina da Castilhos França com a Portugal, apagado para dar espaço ao grafite de um paulista da hora: Eduardo Kobra.
Cuidar da memória faz parte da educação e da cultura de uma sociedade, portanto, canditados únicos a Reitor e Vice-reitor da UFPA, mirar o futuro  não significa, em hipótese alguma, cegar o passado.

Fonte do recorte: Beira do Rio nº13 de 1987.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Nota: doutorado do NAEA

O Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) divulgou sua lista de 19 selecionados para o Doutorado de 2013.
Entre os aprovados, Stella Pessôa (foto), que em algumas oportunidades colabora com o Blog da FAU.
Stella é a primeira colocada na linha de pesquisa “Sociedade, Urbanização e Estudos Populacionais” com o projeto “Benedito Nunes e o pensamento social”, trabalho que terá a orientação de Edna Castro.
Parabéns à escritora, engenheira civil de formação.
Veja o “listão” na imagem-link:

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Arquitetura e Urbanismo História Memória

As águias políticas da UFPA (3)

No site do Atelier Heráldico, como exemplo nº28, encontramos o resultado da encomenda feita pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará: um brasão com custo de 150 Reais (à época do pedido) para falsear-lhe a imagem de uma tradição mais que centenária.
O emblema (dito respaldado pela heráldica) do TJE-PA exalta a águia guianense estilizada que pousou no escudo da Universidade Federal do Pará de modo apócrifo e silente, mas que caiu nas graças da Instituição (UFPA) e por ela é veiculada oficial e ignorantemente há um bom tempo — para não sermos taxados “do contra” a usamos na página do UFPA 2.0 como imagem-link ao Portal que lhe dá nonsense* chancela.
Ao que parece há duas correntes invisíveis na Universidade: uma adepta da tradição, outra, da modernidade; isso justificaria que no contraponto desse maniqueísmo sobrou largo espaço a esse desenho não autoral: não é de Maÿr, não é de Alcyr, não é de ninguém.
O portal da UFPA guarda uma vergonha nacional: “Concurso Logomarca da UFPA sem vencedor” (notícia veiculada em 30/10/2006); ou seja, 806 pessoas de todo o país foram ludibriadas porque acreditaram que a Universidade estivesse verdadeiramente interessada em modificar sua identidade visual por 15 mil Reais (valor do prêmio).
Talvez a banda que vê na simbologia águia o retrato da Ditadura Militar (ou simplesmente do déspota universal) ou da americanização imposta pelo império estadunidense — reforçada pelas cores vermelha, azul e branca — quisesse vencer a trupe da nostalgia que coleciona velhos souvenirs como broches, abotoaduras, medalhas, etc.; não conseguiu.
Outros atos domésticos, obscuros e atrapalhados se seguiram ao Concurso, feios por assim dizer, mas também não lograram êxito e a águia não foi derrubada.
Possivelmente a Universidade Federal do Pará do hoje nada tenha a ver com o ontem, mas dele não pode se desvencilhar, porque seria um ato injusto com a Memória e a História institucional.
Mexer nesse vespeiro é perigoso e não acreditamos que um reitor consiga equacionar esse melindroso problema diplomático sem a astúcia de uma Águia de Haia.

*“Mentiras, repetidas à exaustão, viram verdades”; ou, algo à semelhança de, apregoado por Joseph Goebbels.

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Arquitetura e Urbanismo

Relatório do BF inscrito e premiado como Prática Inovadora em Gestão Universitária da UFPA

Capa do Relatório (imagem-link)

BLOG DA FAU — Prática Inovadora em Gestão Universitária. (PDF)

De acordo com o site da PROPLAN — Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional —, em publicação do dia 13 de novembro, o Blog da FAU ficou classificado em 1º lugar no Prêmio Práticas Inovadoras em Gestão Universitária.
Aqui damos ao conhecimentos dos internautas o conteúdo do Relatório do Blog da FAU ajustado ao Edital de Concurso (NBR 10.719).
O BF não participou de nenhum edital de extensão ou pesquisa pelo fato de seus editores possuírem, no máximo, a titulação de especialista; o que implicaria na busca e aquiescência de um coordenador com, no mínimo, o título de mestre — uma figura decorativa de respaldo acadêmico.
A amplitude e democracia do edital do Prêmio deu liberdade (ou oportunidade) à inscrição e ao consequente reconhecimento do trabalho — implementado em 30 de maio de 2010 — pela Instituição.
Como não houve recursos ao Concurso, amanhã, dia 27 de novembro, o resultado final deverá ser publicado no Portal da UFPA, segundo informações do Pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da UFPA, professor Erick Nelo Pedreira.
O laurel só será entregue no dia 22 de dezembro em solenidade coletiva com os classificados no Prêmio Professor Camillo Vianna.

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Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo História Pesquisa

As águias políticas da UFPA (2)

O Estatuto Original da Universidade do Pará.,  aprovado pelo DECRETO Nº42.427 de 12 de outubro de 1957, dizia, em seu artigo 26: “O Reitor usará, nas solenidades universitárias, vestes talares com o distintivo de seu cargo”.
A Universidade do Pará foi instalada em cerimônia oficial no Theatro da Paz no dia 31 de janeiro de 1959 — sua criação se deu pela Lei nº 3.191 de 2 de julho de 1957 e seu primeiro estatuto aprovado pelo Decreto nº 42.427 de 12 de outubro de 1957.
Pela ausência de documentação comprobatória não podemos afirmar com precisão quando o medalhão reitoral foi manufaturado (resultado de um trabalho manual) por Maÿr Sampaio Fortuna; possivelmente essa data se localiza entre a publicação do Estatuto Original  (12/10/1957) e a festa do Theatro da Paz (31/01/1959), já que o primeiro reitor, Mário Braga Henriques, o ostentava ao peito naquela ocasião.
O distintivo do reitor é uma reprodução, fundida em metal, do brasão registrado em fotografias do ambiente, inclusive impresso em flâmulas sobre a mesa oficial daquela solenidade; como as imagens são em preto e branco, é impossível saber quais as cores que compunham a identidade visual da Instituição à época
O medalhão de Maÿr Sampaio Fortuna foi abandonado em meados da década de 1960 e hoje é peça do Museu da UFPA.
A “joia” esmaltada que o atual reitor utiliza como distintivo é um projeto (desenho) do engenheiro-arquiteto Alcyr Bóris de Souza Meira executado pela Distintivos Randal LTDA, provavelmente no ano de 1965, em obediência à Lei 4.759 de  20 de agosto de 1965, que obrigou o uso da nomenclatura “federal” a todas as universidades e escolas técnicas da União ligadas ao Ministério da Educação e Cultura.
Quando Alcyr Meira, em 1964, criou  o “novo” escudo da Universidade (ou “enxugou” o original de Maÿr), o fez com a inscrição Universidade do Pará e não com Universidade Federal do Pará.
É visível que Meira modificou sua própria águia guianense com vistas à conformação tridimensional de medalha a ser cunhada industrialmente no Rio de Janeiro — ao contrário de Maÿr, que procedeu de modo artesanal e local, buscando semelhança à sua concepção na materialização do medalhão (original), apondo a ele assinatura: “Maÿr”.

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Arthur Vianna disponibiliza parcialidade de obras raras digitalizadas

A Biblioteca Pública Arthur Vianna está disponibilizando parte de seu acervo de obras raras já digitalizado, contudo, pelo argumento que se lê acima, o conteúdo desse material é incompleto, mesmo no caso do Relatório do Intendente Antonio Facióla, uma satisfação pública de um homem público à sociedade da época.
Abaixo algumas fotografias de S. Oliva* que ilustram o Relatório da intendência apresentado ao Conselho Municipal em 20 de maio de 1930:

“Praça Baptista Campos Trabalhos de restauração”

“Bosque Municipal Entrada”

“Bosque Municipal Interior”

“Praça Baptista Campos Depois dos trabalhos de remodelação”

“Avenida Serzedello Corrêa Espalhamento de betume”

“Avenida Serzedello Corrêa Remodelação das sargetas como trabalho preliminar para o calçamento de macadam betuminoso”

“Prolongamento da travessa São Matheus entre o Boulevard da Rpública e o litoral”

“Drenagem da Bacia do Reducto. Caixa de ligação do collector principal com a parte canalizada do corrego, com aumento de secção de vasão d’esta”

“Avenida Independência”

“Praça Ilha Moreira Trabalhos de drenagem e construção de calçamento”

“Britador em Serviço Municipal”

“Praça Baptista Campos Visita do Exc. mo Snr. Dr. Eurico Valle, Governador do Estado e  Senador Antonio Facióla, Intendente de Belém”

“Praça da República Depois dos trabalhos de restauração”

“Horto Municipal Visita do Exc. mo Snr. Dr. Eurico Valle, Governador do Estado e  Senador Antonio Facióla, Intendente de Belém”

“Avenida Tito Franco Trabalhos de macadamisação”

“Avenida Tito Franco Compressor de 6 toneladas em trabalho”

“Macadamisação da Avenida Tito Franco”

*S. Oliva é um objeto de pesquisa do BF, por ora sem nenhuma informação.
Sabemos apenas que, como mostra a postagem A polícia ART DECÓ de Belém (mas…e os CLIPPERS?), suas fotografias também compuseram o Álbum da Polícia Civil 1937-40.

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As águias políticas da UFPA

Poucos sabem que o  advogado e professor da antiga Faculdade de Direito, Octávio Augusto de Bastos Meira, seria  o primeiro reitor da Universidade (Federal) do Pará em 1957.
Ao retornar de sua primeira viagem à Europa, Octávio viu seu colega da cátedra de Direito Administrativo, Mário Braga Henriques (mandato 1957-1960), empossado por pirraças políticas: o caudilho Joaquim de Magalhães Cardoso Barata desforrara-se, por motivo não sabido, do  ex-correligionário do Partido Liberal, que lhe fora fiel em abril de 1935, no episódio conhecido como Dissidência do PL.
Após os três anos do mandato regular de Henriques assume a reitoria o médico e professor José Rodrigues da Silveira Netto (mandato 1960-1969) que manteve-se no poder entre o governo de Juscelino e a Junta Governativa Provisória de 1969.
Silveira Netto contou com a colaboração do engenheiro civil, depois engenheiro-arquiteto, Alcyr Boris de Souza Meira, filho de Octávio, durante todo o seu período reitoral e em 1969, pelo Anexo II da Resolução Nº17/69, sacramentou a marca de Alcyr,  pública e em uso deste 1965 perdurando até hoje – tal Resolução jamais foi revogada.
O trabalho gráfico de Alcyr consistiu na “limpeza” do brasão original criado e confeccionado em 1959 por Maÿr Sampaio Fortuna; um talentoso artista filiado ao PSD e baratista convicto – poder-se-ia dizer, por interpretação: “vingança é um prato que se come frio”.

A Águia Guianense* do escudo da Universidade Federal do Pará é um argumento embasado na simbologia escolhida pelo geógrafo Henrique Santa Rosa, representada pelo arquiteto José Castro Figueiredo em 1903 no Brasão d’Armas do Estado do Pará instituído em 9 de novembro de 1903 pela lei estadual de nº912 e publicado (o Brasão) em cuidada estampa na capa do Álbum de 1908 do governo de Augusto Montenegro:

Veja uma matéria do Globo Repórter sobre a ave de rapina que simboliza o Estado do Pará:


FAU
*O ARCHIVO POPULAR de 1841.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Sarau da ELF Galeria de Arte

Fotografia de um ambiente da ELF em exposição de PP Condurú.

No encerramento da mostra de arte “As Vênus de Müller”, lançamos o convite para o próximo Sarau cujo tema será erotismo e escrita.
Assim, com estes dois significantes em punho, EROSCRITOS – as escrituras de Eros – será o Sarau que, da maneira como por nós vem sendo concebido, consolida-se como um ponto de encontro em Belém entre aqueles que não abrem mão da poesia, da literatura, da música e das artes plásticas… e também, do teatro. Sim, isso mesmo: um ponto de encontro ou de reunião, conectando as diversas facetas da Arte. Por isso, nada melhor do que uma galeria de arte para simplesmente celebrarmos – no melhor espírito de Eros –, a Vida.
Segundo o mito grego, Eros é o deus do amor, cuja principal tendência é a união, a conexão do homem com a sua origem tanto quanto com a sua finitude. Deve-se a ele a criação da Terra, a mãe natureza, inerente ao Cosmos e a tudo o que dele participa. Eros é, portanto, o deus grego responsável pelo ato que faz desabrochar a vida em todo o seu esplendor. Caso contrário, tudo permaneceria na mais absoluta escuridão, em total inércia. O mundo seria silencioso e nu. Caótico. Tudo seria Nada.
Ao invés disso, o ato de criação tributário de sua força renovadora provoca uma virada: a imobilidade do silêncio dá passagem à alegria e ao movimento, e a morte, também escalavrada na origem, imiscui-se de vida.
Por isso, o Sarau Eroscritos: as escrituras de Eros, acontecerá no dia 01/12/2012, na Elf Galeria, das 11h às 14h.
Venha participar conosco.
Lucinha Chaves

Elf Galeria
Passagem Bolonha, 60. Nazaré.
Belém – Pará
CEP 66.053-060
Tel: 55 (91) 3224-0854
www.elfgaleria.com.br
www.facebook.com/elfgaleria

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação

PROGRAMACAO ARQ.DOC 2012 (PDF).

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Administração Arquitetura e Urbanismo

Lançamento de conceitos finda amanhã na UFPA


Procedimentos para professores novos ou antigos que ainda não usaram o SIE (Sistema de Informação para Ensino):
1. Entrar no PORTAL DO PROFESSOR DA UFPA;
2. Preencher o  número de matrícula do SIAPE em LOGIN; e,
3. CPF como senha (depois alterá-la por segurança).

Material enviado pela diretora da FAU: professora Vanessa Watrim.

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Arquitetura e Urbanismo Papel

Padrões Internacionais de Tamanhos de Papel; por André Wander

Imagem-link direto ao PDF da Universidade Cândido Mendes.

Padrões Internacionais de Tamanhos de Papel (PDF do BF).

Material enviado pelo professor Ronaldo Moraes Rêgo.

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Arquitetura e Urbanismo Reitoria

Exclusivo: Maneschy responde a “perguntinhas” do BF

Hoje, pela tarde, junto com outros voluntários, participamos da realização de um audiovisual que será veiculado pelo blog do comité eletoral Maneschy/Schneider, com o propósito de persuadir a comunidade acadêmica da UFPA a ser participativa em processo sucessório inédito na instituição: chapa única concorre à Reitoria/Vice-reitoria.
A postagem “Umas perguntinhas ao Magnífico, ora desincompatibilizado à reeleição” disparou uma sequência de questões ao candidato sobre a assombrosa burocracia que os servidores enfrentam de modo desnecessário.
Ao final do trabalho, depois de Maneschy (ora desincompatibilizado do cargo igual Schneider)  fazer um resumo dos avanços alcançados em sua gestão e uma conexão com as proposições, Flávio Nassar (professor da FAU e Pró-reitor) leu as indagações do Blog da FAU para ele — essas, ao contrário do que se poderia imaginar, foram ouvidas com bom humor, bem como, respondidas com sinceridade.
Àqueles que porventura tenham dúvida da neutralidade desta edição eis a casual “entrevista”:

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