Categorias
Arquitetura e Urbanismo Divulgação Especialização Iluminação

Divulgação

PALESTRA THAIZA

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Cotidiano da Cidade

Depois de Belém, só o além

20130328_145530[1] 20130328_145535[1]

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

Cartaz fodaço

Cartaz fodaço

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos

Só Belém possuía CLIPPERS?

praca_joao_lisboa3  praca_joao_lisboa2 bonde

93_big

São Luís – MA.
FAU
fortal20ur8

Fortaleza – CE.
FAU
Salvador - Praça Municipal

Salvador – BA.
FAU

abrigo de bondes

Rio Grande – RS.
FAU

Projeto Especial AOG - Rio Antigo

Rio de Janeiro – RJ.
FAU abrdebondesprsete

Belo Horizonte – MG.
FAU

santos

 5242376

abrigobonde

08012011087

Santos – SP.
FAU

carto-postal-porto-alegre-enm-abrigo-bonde-circulado_MLB-F-3348755557_112012

Porto Alegre – RS.
FAU

Parece que com essa nomenclatura estrangeira sim, de resto são tratados como abrigos para bondes (ou ônibus) – fazer buscas na Internet com os termos citados.
Esta seria uma justificativa ao apelido adquirido pela semelhança do primeiro abrigo proto-modernista Art Decó com os hidroaviões CLIPPERS da PANAIR que cruzavam baixo o céu do centro de Belém na década de 1930.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos Transporte Urbano

Os nossos ZEPELINS na história do transporte coletivo de São Luís

mar05

“Os nossos dirigíveis foram, na verdade, criação da Viação Sul Americana, de propriedade do contador do Banco Ultramarino Clóvis Ferreira Jorge & sócios. E eram construídos na São Jorge de Ribamar Ltda., igualmente de sua propriedade. Tinham carroceria de madeira, ferro e flandres, pintados externamente na cor alumínio. O interior era em couro, alcochoado. Em vez de cobradores, eram tripulados por ‘aeromoças’. No início dos anos 60 foram vendidos para Manaus e São Luiz. Antes disso, porém, inspiraram ainda uma marchinha carnavalesca assinada pelo Prof. Clodomir Colino: ‘Mamãe eu quero, quero / andar de zepelim, / com tanta mulher boa / dando sopa, está pra mim’.” (Do livro A Cidade Transitiva, de Armando Dias Mendes)

Um paraense importante no transporte coletivo do Maranhão:

ScreenHunter_72 Mar. 25 22.12

Registro do ônibus “Zepellin” em São Luís contradiz Armando Mendes na datação:

ScreenHunter_73 Mar. 25 22.32

Curiosidade:

mar04
São Luís também possuiu abrigos para passageiros de bondes e ônibus sem que esses fossem chamados de CLIPPERS.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos

Os nossos ZEPELINS na história do transporte coletivo de Manaus

1702
Na paisagem urbana de Manaus a supremacia do ônibus com carroceria de madeira (1947-1957); por Soraia Magalhães.

Material enviado por Igor Pacheco.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos

Na busca da datação do CLIPPER original

2412 - Praça do Relógio3
Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém, nos enviou uma fotografia que pertence à Biblioteca Vitual do IBGE; seria a Praça do Relógio, em 1951.
Contudo, se observarmos os dois únicos ônibus estacionados, encontraremos semelhanças com o design do ACF MODEL P-516, do ano de 1933.
A imagem também sugere que os coletivos de sete janelas são novos, talvez um investimento na mudança de comportamento dos cidadãos e do “alto commercio” que premiara o intendente senador Facióla, em 1929, com um automóvel Cadilac, pelo fato daquele ter aberto e pavimentado vias antes da Revolução de 1930; tal feito repercutiu junto à classe dos Chauffeurs, que o presenteou com um retrato em tamanho natural.
Não há, na imagem do IBGE, nenhuma estrutura para um terminal rodoviário, nem mesmo o CLIPPER que acreditamos ser a primeira construção que já respondia à necessidade de abrigo e serviços para passageiros, tanto dos bondes quanto dos primeiros ônibus.
O calçamento ainda é o original, sem ou “dentes” de 45º, como mostra a foto da coleção Allen Morrison, em âgulo oposto:

PRAA_D~1

Em 1951, segundo folhinha de 1952, parte da estrurura para um terminal roviário já coexistia com o primeiro CLIPPER (só não se pode afirmar, pela imagem, que já estivesse duplicado):

clipper192

Em outras palavras: a datação da foto do IBGE tem tudo para estar equivocada.

Postscriptvm (25/mar/2013):

ScreenHunter_71 Mar. 25 19.50
No detalhe da fotografia de 1951, que mostra o CLIPPER sem provocar certeza de sua ampliação (apenas sugere), vê-se ônibus de modelos mais modernos que os da imagem do IBGE.
De todo modo, o que é possível ser visto neste pormenor, dá subsídios ao dimensionamento do equipamento urbano há muito demolido.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos

A adoção da palavra CLIPPER

ScreenHunter_64 Mar. 22 15.17
xzxe

Camparação 2Fotografias que mostram o calçamento original da praça Siqueira Campos (do Relógio), com as mesmas pedras da inauguração; na comparação, a imagem que tem o rapazola é a mais recente, comprovada pelo crescimento da vegetação.

ComparaçãoOs círculos em vermelho, apostos nos detalhes fotográficos da Parada, mostram que a palavra CLIPPER não surgiu com a construção, mas, foi a ela acrescida, como que “oficializando” tal apelido.

Com a fundamental ajuda do Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém, o Blog da FAU parece ter argumentos imagéticos que tendem confirmar a hipótese de que o termo inglês CLIPPER, de frequente uso da população de Belém para se referir às PARADAS dos ônibus durante décadas, teve sua origem no abrigo defronte à praça Siqueira Campos – ou praça do Relógio, como está consagrada.
Acreditamos que esse CLIPPER tenha surgido nos últimos anos de 1930 – o tempo está registrado nas fotografias que mostram o desenvolvimento da vegetação da praça -; isso, entre 1930 e 1939.
De linhas incomuns, ou mesmo distintas dos telheiros dos bondes e dos pequenos quiosques, há a possibilidade de ter sido apelidado pelo povo com o nome dado aos hidroaviões da PANAIR que começaram a voar sobre a cidade ainda no governo de Eurico de Freitas Valle e intendência de Antonio Facióla – há semelhança formal entre o abrigo e o Sikorsky S-38, salvo as peculiaridades dos materiais de manufatura.
Como havia outras paradas, os antigos telheiros, é provável que as pessoas usassem o ponto como referência, daí a explicação à inscrição tardia da palavra CLIPPER no equipamento público.
Pelo que se observa em outra imagem que será publicada abaixo, aquela área indica ter passado pelo planejamento que implementou um terminal rodoviário central anos à frente.
Na foto se percebe que o calçamento da praça, em mosaico de pedras que formavam ondas perpendiculares à baía, foi substituído por dentes de 45º no nível da pista, racionalizando espaço ao estacionamento dos ônibus, transporte público em ascensão.
Também se pode enxergar, pela cobertura, o resultado da duplicação do CLIPPER (original) que intuímos ter servido de modelo para muitos outros, em diversos lugares da cidade.
O Ver-o-peso ficou cercado por esses equipamentos públicos que apareceram gradativamente no decorrer de 30 anos; naquele perímetro dois deles serviam ao abastecimento de combustíveis.

Na foto se verá o CLIPPER pioneiro ampliado e reformado, um telheiro antigo no centro e um novo Clipper construído às margens da praça D. Pedro II, na lateral da avenida Portugal:

Terminal Rodoviário do Ver-o-peso

Observamos aos leitores que esta publicação não tem caráter científico, são apenas lucubrações suscitadas pela riqueza de conteúdo existe em imagens que são disseminadas todos os dias na Internet; entretanto, pode funcionar como guia de pesquisa tanto para a graduação quanto à pós de qualquer área do conhecimento; bem como pode servir, inclusive, aos romances.
As novidades que surgirem sobre o assunto serão aqui divulgadas e toda contribuição para reforçar ou derrubar tal tese, será bem vinda.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Fotografia Fotografia antiga

A duplicação do CLIPPER

PR Foto Clipper detalhe D

O cartão postal acima, junto ao detalhe, pode ser encontrado no Mercado Livre; dele tomamos conhecimento pelo Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém, parceiro do BF.
A imagem, capturada não muito tempo após a inauguração da praça Siqueira Campos (sempre do Rélógio do Facióla), muda a rota de uma investigação que o Blog da FAU está longe de concluir sobre os CLIPPERS − abrigos com comércio que acreditamos estar diretamente relacionados às formas dos hidroaviões da PANAIR.
A novidade é que em comparações fotográficas fica evidenciado que a construção fora ampliada, em quase simétrica duplicação.
Outra  hipótese que a fotografia suscita é que essas PARADAS tenham surgido ainda para os usuários dos bondes; no detalhe se vê um bonde e não um ônibus, apesar dos dois transportes públicos coexistirem nesse período.
Na sequência das fotos é possível observar o surgimento e a ampliação do equipamento público para satisfazer, tal qual os dentes  que reduziram a área da praça para o estacionamento de coletivos, as demandas de um terminal rodoviário central:
C01

As intervenções  no cenário urbano acompanham o crescimento natural da vegetação da Siqueira Campos.

C02

Fotos do final da década de 1960 e início de 1970 comprovam que houve ampliação do Clipper, possivelmente o primeiro batizado com o termo em inglês quando construído, em meados da década de 1930 anos.

Trabalhamos com a hipótese do primeiro Clipper (Parada) ter sido erigido ainda na década de 1930, apogeu dos sobrevoos dos hidroaviões, também chamados clippers, sobre Belém.
Abelardo Condurú (1932/1933) e José Carneiro da Gama Malcher (1933/1934), foram dois ex-prefeitos que tiveram mandatos coincidentes durante o período do Estado Novo de Vargas.
Condurú voltou à Prefeitura (1936/1943)  e Malcher tornou-se Interventor (1935/1943); ambos encabeçam a lista dos possíveis executores, principalmente pelo estilo arquitetônico Decó das obras públicas do governo do Estado, como mostra o Ábum da Polícia Civil (1937/1940).
O fato de não encontrarmos os relatórios dessas administrações faz com que a pesquisa ande a passos de cágado; contudo, o “novo” documento imagético é peça fundamental nesse quebra-cabeças que pode desvendar a autoria do projeto original.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Divulgação

image1

KAMARA KÓ APRESENTA EXPOSIÇÃO DE KEYLA SOBRAL
“Tudo tão breve” abre no próximo dia 20 de março.
FAU
image2
Traços singelos. Tinta preta no papel branco. Poucas palavras: tiro certeiro. Em seus desenhos, Keyla Sobral fala de delicadezas, de desejos, de alguma saudade. Os caminhos poéticos percorridos pela artista extrapolam os limites da página, e alcançam a fotografia, o vídeo, ganham formas outras. A mostra “Tudo tão breve” reúne a recente produção de Keyla na Kamara Kó Galeria, a partir da próxima quarta-feira, 20.
Composta por quatro fotografias, duas instalações, dois objetos, cinco desenhos e um gif, produzidos entre 2012 e 2013, a mostra reúne obras que emulam o universo subjetivo da artista. “Estou nessa construção de ambientes, de mapas afetivos. Elas todas fazem parte desses mapas, ora em desenho, ora em objeto, ora em vídeo. Fazem parte de um grande contexto poético, de um território possível”, diz Keyla.
São tatuagens fictícias que estampam o corpo, uma marca da vivência em recados que surpreendem não pelo exótico, mas pela capacidade de descortinar evidências. “O quase inaudível burburinho ganha ares de estrondo palpitante ao ouvido surdo. De onde viria tal estampido repetitivo? De súbito, atenta que aquele ritmo era seu coração acelerado diante da cena que se descortinava bem diante de seus olhos”, metaforiza Orlando Maneschy, curador da mostra, no texto de apresentação da exposição.
Diante do olhar, a obra da artista provoca espanto pela simplicidade. “É assim, com essa tomada de assalto relampejante que a produção artística de Keyla Sobral se manifesta, no desejo de vida vivida na intensidade, a artista olha o mundo”, completa o curador.
Repleto de subjetividade, “Tudo tão breve” é um convite ao labirinto íntimo de Keyla. “As minhas construções, as minhas ilhas, os meus territórios, os meus paraísos, os meus desenhos, são a forma como percebo, como sinto, como me entrego às vivências”, diz Sobral, que parte de signos particulares para falar de anseios universais. “Procuro experiências que me lancem cada vez mais à vida, experienciando mergulhos interiores. Meu universo transita pela literatura, pelo cinema, pelo teatro, pela poesia. Busco o que me faz sentir viva”.
Por vezes muito próxima, outrora distante para poder melhor observar, Keyla Sobral fala do que vive e do que vê. “De longe ou de perto a artista procura entender o mundo ao redor, e ao olhar, se descobre no caminho, construindo espaços, territórios possíveis, constelações próprias com a serenidade de quem sabe que tudo é tão breve”, diz Maneschy.image3

Sobre a artista
Keyla Sobral é paraense. Artista Visual, editora e fundadora da revista eletrônica Não-Lugar (www.naolugar.com.br). Seu percurso começa no início dos anos 2000 e de lá para cá vem participando ativamente da vida cultural da cidade, em mostras coletivas e individuais, assim como em eventos fora de Belém. Participou e foi premiada no Salão Arte Pará nos anos 2003, 2005 (2º Grande Prêmio), 2007, 2008 e 2011 (Prêmio Aquisição), e foi selecionada no Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, em 2011. Dentre outras exposições coletivas de que participou, destaca “CROMOMUSEU”, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (2012), e Cartografias Contemporâneas (2009, Sesc Santana, SP). Recentemente, realizou as mostras individuais “Meu Álbum de Retratos”, galeria do Ateliê da Imagem, no Rio de Janeiro, e “Economia da Montagem” – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, ambas em 2012.
Recebeu a Menção Honrosa da XI Mostra de Arte Primeiros Passos do CCBEU (2003, PA), foi mapeada pelo Projeto Rumos Itaú Cultural (2005/6, SP), Bolsa para o exterior de Pesquisa, Criação e Experimentação do IAP (2006, Wiesbaden, Alemanha) onde desenvolveu e expôs individualmente o projeto Memories; recebeu ainda a Bolsa de Pesquisa em Arte da Fundação Ipiranga (2008/9, PA) e a Bolsa de Pesquisa, Criação e Experimentação do IAP em 2011. Realizou trabalho exclusivo para a Fundação Iberê Camargo (2011, RS) exposto na Revista Lugares www.iberecamargo.org.br/site/revista-lugares
SERVIÇO
Abertura da Exposição “Tudo tão breve”, de Keyla Sobral, na Kamara Kó Galeria (Travessa Frutuoso Guimarães ,611, Campina), dia 20 de março, às 19h30. Visitação de 21/03 a 27/04, de 15h às 19h (terças, quartas, quintas e sextas), e de 10h às 13h (sábados).
A exposição é uma realização da Kamara Kó Galeria, com apoio da Fast Frame, Sol Informática e Pará Neon.    .
Entrada franca. Informações e agendamentos: 91.32614809 | 91.32614240 kamarakogaleria@gmail.com | www.kamarakogaleria.com
FAU
Kamara Kó Galeria

Texto: release da divulgação.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Música

Divulgação

recital 150 anos de ernesto nazareth no Teatro do CCBEU

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Divulgação

Convite Outras Paisagens

A obra reproduzida no convite da exposição é Respingos de Chuva no Largo da Santa, de Acácio Sobral:

Acácio Sobral - Respingos de Chuva no Largo da Santa

 

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Data comemorativa Música

20 de março de 2013: sesquicentenário de Ernesto Nazareth

ENScreenHunter_51 Mar. 20 12.33

As imagens estão linkadas aos respectivos sites.

Material enviado por Lídia Joyce Basile Teixeira Sares, aluna da FAU.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas Divulgação

Se eu tivesse acessado, seria plágio ou identidade? (HB)

Plágio
Imagem-link.

Material enviado por Denilson Riccelli Del Teto Ramos, aluno da FAU.

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Humor

Porta dos Fundos

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

O apocalipse em Acácio Sobral

ECO2

acacio sobral-artista plástico-fotos antonio cicero (34)
Foto: Antonio Cícero.

O artista plástico Acácio Sobral (foto) faleceu no dia 24 de novembro de 2009, poucos meses após a inauguração da obra Olho D’água (desenho), instalação na modalidade Site Specific − emblemática por sua relação com a natureza.
O trabalho de Acácio, meticulosamente planejado para o Campus do Guamá, previa uma dinâmica de integração do homem ao ambiente amazônico, propondo que no centro de sua escultura surgisse uma samaumeira, plantada à época da montagem, que seria abraçada em um tempo que ele sabia já estar ausente.
Esse processo, necessariamente lento para ser reflexivo, foi interrompido pelo progresso que desordena, o mesmo que traz o dinheiro afobado para construir cadeias com microcelas de segurança máxima; onde o Sol, médico, quando aparece, faz visita.
É o controle do homem sobre o homem, ambos, órfãos de Deus − o que vigia e o que é vigiado.
Se todos pensássemos que ter um lugar para contemplar é tão importante quanto um abrigo, compreenderíamos o sentido e o significado do Olho.
Arredar a estrutura de aço para mais próximo do Guamá, garantindo área à construção de um bloco de cinco andares para salas de aula, foi solução espúria; melhor estaria tal bagaceira no fundo do rio, à degradação do Senhor.
O ferro ordenado e pintado não diz mais nada, perdeu contexto porque o desenho tridimensional, que Acácio chamou de Pintura 3D, além de necessitar daquele “abusado” espaço, carecia dos caminhos de terra e da vegetação em tons distintos de verde.
O artista não pensou só em linhas, jogou com manchas de cor ao fundo e justificou um ato de design pictórico; foi profissional em seu inútil serviço.
É tarde demais para se chorar sobre o açaí derramado da cuia, não é possível crer que o bom senso vença um calendário imbecil a serviço da favelização universitária.
Acácio Sobral entendeu que a beleza do Campus do Guamá está no beijo do rio e que espiar é melhor que mal intervir − o metalon, se considerado guardião da samaúma, teria protagonismo efêmero e sua única serventia seria fazê-la reinar sombreira às gerações futuras de necessidades imprevisíveis.
Temos que admitir, indistintamente, nossa MEA CULPA, nossa MEA MAXIMA CULPA, pelo silêncio que dá carta branca às asneiras que mutilam nossa paisagem materna.

Opinião assinada: Haroldo Baleixe.

Postscriptvm:

Estaqueamento da obra Bloco Salas de Aula fotografado em 19/março/2013 às 13:45h:

zxer

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Fragmentos de Belém presta homenagens a Vicente Salles

VS3

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Vicente Salles à Baía do Guajará

VS2

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Moda

LAFORA: Untenable Fashion (4)

001

Categorias
Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Moda

LAFORA: Untenable Fashion (3)

ECO 6