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Arquitetura e Urbanismo Conservação Restauração

Divulgação/convite à FAU

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PROGRAMAÇÃO DO WORKSHOP

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO DO WORKSHOP

Para se inscrever basta preencher a ficha e enviar para lacoreufpa@gmail.com.
O evento é gratuito e contará com a participação de convidados internacionais, nacionais e locais.

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Arquitetura e Urbanismo Filosofia

Benedito Nunes no Jornal Nacional de 2006

O vídeo foi editado e postado no Youtube com o título “Benedito Nunes JN 2006” para facilitar a busca na Internet.
O material original, enviado pela escritora Stella Pessôa, pode ser visto em http://www.youtube.com/watch?v=Iz24X5OsKAA.

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Arquitetura e Urbanismo Desenho

A importância de desenhar; por Álvaro Siza

corel463 Imagem ampliável por clique.

Fonte: peganarquitetura.

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Arquitetura e Urbanismo Cinema Documentários

PANAIR DO BRASIL, Uma história de glamour e conspiração; por Marco Altberg

 2007 – Brasil – 70 min

panair-do-brasil-poster01t“O filme resgata a história da empresa Panair do Brasil S/A, simbolo de modernidade e eficiência, foi uma das companhias aéreas pioneiras do Brasil nascida em 1930, viveu o seu auge nas eras JK e Jango (1956/1963). Ao tomar o poder, o regime militar perseguiu a Panair e seus dirigentes, o que resultou na cassação de suas linhas aéreas em 1965. Tudo levava a crer, nos bastidores do poder, que a Varig naturalmente se envolveria na aquisição de parte da Panair, porém, ela acabou nas mãos dos grandes empresários Celso da Rocha Miranda e Mário Wallace Simonsen. Tal desfecho incomodou a Varig, que dava como certa mais uma aquisição de outra empresa aérea nacional. Entretanto, em seu apogeu acabou por ter suas operações aéreas abruptamente encerradas em 10 de fevereiro de 1965, devido a um decreto do governo militar, que suspendeu suas linhas. A opção pela suspensão, ao invés da cassação, foi um mero artifício técnico encontrado pelo governo militar. Assim as operações poderiam ser, na prática, paralisadas de imediato, sem o decurso dos prazos legais de uma cassação. Até hoje suas linhas encontram-se tecnicamente suspensas. Imediatamente após à suspensão, estranhamente os aviões e tripulações da Varig já se encontravam prontos para operar os principais voos da Panair nos aeroportos do Brasil e do mundo, evidenciando que a Varig havia sido comunicada do processo de cassação antes mesmo que a própria Panair do Brasil. Nos dias seguintes, a empresa entrou na justiça com um pedido de concordata preventiva, já que possuia boa situação patrimonial e financeira, e uma inigualável imagem de confiança e bons serviços prestados ao londo de décadas. Assim a recuperação judicial seria possível caso o decreto do governo fosse revogado. Porém, o Brigadeiro Eduardo Gomes, então Ministro da Aeronáutica, teria interferido no caso, pressionando o juiz responsável pela avaliação do caso, e, fardado, pressionou-o a indeferir a concordata. Assim, em um caso inédito na justiça brasileira, deu-se o indeferimento da ação no prazo recorde de 24 horas. O magistrado, em sua decisão, alegou que a Panair do Brasil não conseguiria recuperar-se, pois sem a operação de suas linhas não haveria receita. Essa decisão não levou em consideração, pela evidente pressão, que a empresa teria receitas provenientes de suas grandes subsidiárias, que atuavam nas mais diversas áreas de aviação civil, manutenção de turbinas ou, ainda, das receitas do conglomerado que a controlava, que incluía desde seguradoras, imobiliárias, fábricas do setor alimentício, exportação de café e telecomunicações e aeroportos da própria Panair. O fechamento total da empresa pela ditadura militar, só se deu definitivamente em 1969, através de um ato até então inédito na história do direito empresarial brasileiro, um “decreto de falência” baixado pelo Poder Executivo, durante o governo do General Costa e Silva. O principal beneficiário deste processo foi Ruben Berta, proprietário da Varig, que apoiador do regime militar e amigo pessoal de diversos militares de alta patente, acabou recebendo as concessões das linhas aéreas internacionais da Panair do Brasil e incorporou parte dos qualificados funcionários da empresa sem custo algum.”

 Fonte: GGN O JORNAL DE TODOS OS BRASIS.
Ver ficha técnica do documentário em cinemabra[sz]il.

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Arquitetura e Urbanismo Construção Civil

Tucuruí 1979; por Fragmentos de Belém

Fonte: Canal Fragmentos de Belém do Vimeo.

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Arquitetura e Urbanismo Filmes

Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*


FAU
O filme é mudo, mas apresenta letreiros explicativos, a exemplo: “Chega o iate São Cristovão de propriedade do Snr. Rodolfo Chermont, conduzindo convidados especiais.”.

Ver postagem original, com três anos, no Vimeo, sob o título Ilha do Mosqueiro (Belém Para); sem menção à época ou à autoria, possivelmente postado nos EUA.

Observações:
Logo no início da película há uma placa pendurada ao pórtico anunciando CHÁCARA e dois outros nomes sem leitura, possivelmente: SANTA XXXXXXX.
No ponto 9:57 se vê o edifício Lilian Lúcia ao fundo, dando referência à localização da residência Chermont ─ apesar do documento se referir à Vila do Chapéu Virado, hoje se entende aquela praia como do Farol.

*Ilha O título original era Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) na década de 1950; contudo, por plena concordância à observação do professor Fabiano Homobono de que o automóvel Willys, primeiro Aero a ser fabricado no Brasil, à semelhança do que aparece na Chácará ainda icógnita, só surgiria no ano de 1960, com a montadora Willys Overland do Brasil.


Postcriptvm (05/06/2015):
Professor, após visualizar o post “Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*” (http://fauufpa.org/2013/11/27/23955/), por curiosidade, resolvi buscar o nome Ana Júlia Chermont no Facebook, e lá havia a foto de uma criança muito parecida com a do vídeo. Lendo os comentários, vi muitas pessoas perguntando se era ela a criança aniversariante de tal vídeo. A própria Ana Júlia, em resposta a um dos amigos, comentou: “Ei Pepipito era sim meu aniversário de 7 anos, no Mosqueiro, filmado pelo Fernando Melo.”.
Como vi que não havia informações sobre a autoria desse vídeo, nem no blog e nem no vimeo, achei relevante trazer essa informação.
Abraços, professor!
At.te
Rebeca Rodrigues
Graduanda em Arquitetura e Urbanismo | Universidade Federal do Pará

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Arquitetura e Urbanismo História Palestras

PALESTRA 03/12, terça-feira, às 9:30h

TRAJETÓRIA DE 400 ANOS DOS CONSTRUTORES EM BELÉM
FAU
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A palestra será no auditório Daniel Campbell do Ateliê de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.

Oswado Coimbra no Blog da FAU.

Oswaldo Coimbra na Plataforma Lates.

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Arquitetura e Urbanismo Política

Penso da seguinte forma:

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Por Juliano Pamplona Ximenes Ponte
FAU
Há algum tempo a administração da UFPA vem regulamentando instrumentos de  controle, de planejamento, monitoramento e reavaliação de atividades  acadêmicas. Este esforço, posto que demanda trabalho, reflexão ao mínimo administrativa e execução institucional, sugere a tentativa de  profissionalizar as atividades-fins da Universidade. Em tempos de rápido giro na produção do conhecimento, de revisão das teorias e de uma  realidade cuja concretude e velocidade surpreendem os analistas, pensar o conhecimento com volume equivalente e agilidade coerente com a  realidade é, antes de tudo, um compromisso com a própria missão da UFPA.
Penso, contudo, que grande parte do conteúdo destas medidas de monitoramento e controle possui uma raiz, uma matriz conceitual e uma postura política equivocadas. Esta matriz é a ideia de que, de modo inadvertidamente  conservador, se obtém qualidade a partir de um ambiente generalizado de  competição e a partir da instalação de regras claras, inicialmente tidas como legítimas, que chancelam uma meritocracia acadêmica.
Sabemos que o atual regime de incentivo e desincentivo da pós-graduação e da  pesquisa no país se baseia nas concepções de ciência & tecnologia  que grassam nos Estados Unidos e em parte da Europa, sobretudo em locais como a Inglaterra, a França e a Alemanha. Somos, contudo, muito  diferentes destes locais, a começar pelo nosso PIB per capita,  pelo volume de recursos públicos e privados investidos regularmente em  incentivo à pesquisa e pela estrutura física das instituições de ensino e pesquisa. Somos, nestes aspectos, mais pobres, mais frágeis e menos  equipados. Somos, contudo, consumidores e receptores da difusão de um  modelo de cabresto, onde a submissão às regras do jogo é a base, onde o  cumprimento de metas de produtividade seria, em tese, o caminho para a  excelência acadêmica.
A produção de conhecimento é, por vezes,  errática. Até nas ciências ditas duras, exatas, naturais ou congêneres é assim, historicamente. É óbvio que o conhecimento também se faz com  esforço sistemático e acúmulo intergeracional, com crítica e com  reflexão duras. Mas submeter a produção científica a certos ditames,  tornados absolutos, do relógio, do cartão de ponto e do controle  produtivo soa como usar a capatazia industrial do século XIX para  produzir a ciência do XXI. É claro, cristalino, que a simultaneidade e o começo-meio-fim dos atos devem ocorrer em algum momento; entrega-se o  relatório de pesquisa, encerra-se o período de concessão de bolsas,  publica-se o artigo que tenha o que dizer, entregue em prazo razoável  para o editor. Tais atividades corriqueiras têm dia e hora. E devem ter.
Por outro lado, não podemos pensar em atingir a excelência dos ricos, com  seus séculos de investimento, mimetizando seus mecanismos de controle.  Existe, podemos pensar, um equívoco de fundamento; espremer a comunidade acadêmica em um vidro fechado, esperando que na disputa acirrada  (oficialmente) por recursos saia qualidade, é torcer para que em um  ambiente de eliminação saiam os bons. Como nas metáforas da selva.  Competição implica em eliminação e em antagonismo, em construir o  oponente vendo nele, através das regras do jogo, um impedimento para se  atingir o objetivo.
A disputa corporativa pelo critério da  progressão funcional ilustra esta contaminação da lógica competitiva no  interior da Universidade. Colocamos o rabo balançando o cachorro; vamos  obter excelência acadêmica colocando pontos a atribuir por artigo  publicado (artigo em periódico, já que capítulos de livros e livros  contam menos, provavelmente porque a área científica de quem elaborou o  conceito assim o entende, ignorando solenemente todo o resto do  conhecimento humano à sua volta), por orientação de pós-graduação stricto-sensu (onde estão os recursos hoje em dia, embora se fale de modo  paternalista, voluntarista e condescendente em fortalecer a graduação,  segundo o MEC) concluída, por tantos quantos forem os nossos  penduricalhos no mural. O cumprimento de carga horária de trabalho e o  desempenho de atividades-padrão (ensinar, orientar) não seriam mais  básicos e suficientes; torna-se necessário construir e pontuar o mérito. Merecer, contudo, implica no merecimento aos olhos de outrém que, como  vemos, não vê o mundo como nós, os avaliados. Como na selva da sociedade do livre-mercado, a frustração potencial é toda nossa; se não lograrmos êxito, provavelmente, é porque não somos “competitivos” o suficiente.
A lógica competitiva, arraigada como ideologia ou como fanatismo  quase-religioso-porém-laico-instrumental-pragmático, já criou seus  filhotes. Conhecemos aqueles colegas que se aquartelaram, ou se  aquadrilharam nos departamentos, institutos e faculdades, assediando ou  presidindo comissões de seleção de alunos de pós-graduação, fazendo de  seus asseclas aprovados, sem maiores critérios ou fundamentos. Do mesmo  modo ocorre com comissões de seleção de docentes para a carreira.  Monta-se uma claque, e dali para a criação de uma unidade acadêmica da  claque, é apenas uma questão de tempo. É a lógica da máfia, em síntese.  Mas é tudo institucionalmente legítimo e “meritocrático”. Basta  formalmente dançar conforme a música. Em alguns periódicos científicos  qualificados a lógica se reproduz, e os dissidentes científicos,  críticos, são “malditos” por sua dissidência ou porque não se associam,  tribalizados. A qualidade deve ser valorizada, sempre; a disputa  predatória, eliminatória, entre pares, talvez deva ser repensada. Por  que não pode haver fluxo contínuo em certos tipos de apoio e calendário  em outros? Por que todo tipo de subsídio e viabilização de pesquisa se  submete tão estritamente à lógica de edital?
Atribuir pontuação  como critério praticamente principal para a progressão funcional docente equivale a declarar insuficiente o cumprimento do trabalho básico no  interstício; equivale também a criar, internamente e entre colegas,  dificuldades adicionais para o aumento de salário, a pretexto de fazer  subir, pelo sofrimento, a qualidade e a “produtividade” do corpo  docente. A quem isso interessa? Ao orçamento do Ministério da Educação,  que concederá menos aumentos? Devemos nos contentar com a mediocridade  do feijão-com-arroz de dois em dois anos e, ao final, obter a  progressão? Não se trata disso; trata-se da necessidade de se criar uma  política cooperativa, gregária, e não competitiva-fragmentadora,  alimentando animosidades e atomizando o professor, destituindo-lhe a  ideia de categoria, deixando-lhe a figura do réu, sendo avaliado por uma famigerada banca que o julga, se “produtivo” ou “improdutivo”. Não  seria mais adequado pensar em formas positivas de aumentar a produção  acadêmica, e de valorização das diferentes competências dos docentes? É  mesmo através do sofrimento e da opressão, entre pares, que se obtém  qualidade? Ou se obtém elitismo, segregação, e um subsequente discurso  encastelado no qual a excelência acadêmica é um espectro, quase sempre  externo à grande maioria da comunidade acadêmica, que o observa e/ou  deseja de longe, como uma meta quase impossível de se atingir na  prática?
Atribuir pontos e pensar a profissionalização das  atividades acadêmicas é alçar o utilitarismo à qualidade de critério  político de condução institucional. A administração superior da UFPA tem se mostrado, há anos, politizada, articulada, capaz de dialogar  irrestritamente com segmentos internos e externos, relacionados ou  interessados na comunidade universitária e seu fazer. Acredito que seja  possível um debate crítico e produtivo sobre como refazer, radicalmente, estes critérios, de modo a atingir sim, de modo solidário, os patamares de excelência que desejamos, todos, de formas diferentes. Mas sem  fomentar a selva do livre-mercado como mecanismo para dourar essa  pílula. Sejamos inventivos e democráticos, a favor da ascensão dos  colegas e dos grupos de pesquisa, e não a favor da competição geral como se dela a qualidade surgisse, como dádiva.
FAU
Juliano Pamplona Ximenes Ponte é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará.
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Arquitetura e Urbanismo Design

Tulipa OFFLINE

Material enviado pelo professor Jorge Eiró.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga

A castanheira da Curva da Castanheira

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Arquitetura e Urbanismo Arte Pública Artes Plásticas

The Art of Denim Live Art La Reggia Designer Outlet 2013

Silvia Pelissero (Agnes-Cecile).

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Arquitetura e Urbanismo História

Os relatórios de Antonio Lemos

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screenhunter_09-jul-09-08-31De acordo com o recorte acima, retirado da página 339 da publicação 1897-1902 O Município de Belém; pelo Intendente Senador Antonio José de Lemos, a complementação ilustrativa do primeiro Relatório (impresso como livro) de Lemos, que não possui fotografia alguma, se dá pelo seguinte Album de Belém (ou seja: um é nada sem o outro):

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Os relatórios subsequentes:

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Fonte: UFPA 2.0.


Postscriptvm (21/02/2016):

Documentos em pdf do Blog da FAU:

Relatório Lemos 1897-1902 (55,0 MB) + Álbum Lemos 1902 (29,1MB)

Relatório Lemos 1903 (59,6MB)

Relatório Lemos 1904 (51,6MB)

Relatório Lemos 1905 (65,9MB)

Relatório Lemos 1906 (44,7MB)

Relatório Lemos 1907 (36,5MB)

Relatório Lemos 1908 (66,4MB)

O carregamento dos arquivos dependerá da velocidade de conexão à Internet; depois que o arquivo estiver completo é só pedir para salvar em sua máquina.

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Arquitetura e Urbanismo E-books História Livro digital

O Pará 1908 (Augusto Montenegro)

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Fonte: UFPA 2.0.

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Arquitetura e Urbanismo Congresso

Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo

Construindo um Império – Os Astecas (History Channel)

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga

Recortes de A Província ─ 22/10/1950

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Material enviado pelo professor José Maria de Castro Abreu Júnior.

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Arquitetura e Urbanismo Literatura

Do Blog do Bassalo

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação/convite à FAU

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2013-10-29 PROGRAMA ECOGERMA – Divulgação (PDF).

Material enviado pelo professor Irving Franco.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

O domínio do espaço em P. P. Condurú

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Mais de P. P. Condurú.

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Arquitetura e Urbanismo Falecimento

PESAR

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