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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Reprodução de documentos antigos

Antonio Lemos e greves

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Lemos 1909
O sonho de Lemos era substituir todos os bondes movidos à tração animal por elétricos, a inglesa Parah Electric Railways and Lighting Company Limited entendeu o recado e aplicou a regra da remuneração do capital reduzindo custos pela razão das cavalgaduras necessárias: conductores e motorneiros deveriam comer capim e beber água na proporção exata da força motriz abandonada em nome da higiene e modernidade.
Pensemos nisto quando acharmos o passado glamouroso e os bondes bonitinhos; lugar comum que em nada ajuda o presente, tampouco um futuro justo.

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Arquitetura e Urbanismo História Literatura

A Correspondencia dum Maire (Cartas á Cuné); anônimo, 1906

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A Corespondencia dum Maire (Cartas á Cuné); Anônimo, 1906

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Livro em pdf do Laboratório Virtual (antigo Blog da FAU).

Material digitalizado e enviado pela professora Ana Margarida Leal.


Postscriptvm (05/04/2015):

Aluizio Leal fala sobre o livro digitalizado por sua irmã Ana Margarida ―  tal escrito fazia parte da biblioteca de dona Maria de Nazaré Leal, mãe de ambos, entretanto, possui dedicatória a Joaquim Antunes, datada de 20 de janeiro de 1906, mesmo ano da publicação, assinada por alguém de sobrenome Marques.
O livro demanda pesquisas em documentos históricos que chequem a veracidade e datação dos fatos e dos nomes nele citados, essência das galhofas; mais ainda: dos termos empregados à época, cifrados na cultura e na ignorância, em um só tempo.
Nas cartas de Polycarpo e a Polycarpo, “coronel de barranco” como diz Aluizio,  sabe-se dos acontecimentos pelos bastidores (em intimidades) dos poderosos, já que o Capitão era um maire (de um interior fictício do Pará), prefeito na língua francesa ― o que a ele pareceria chique.
O ex-furturo major e seus interlocutores (Cuné é uma dentre eles) dão à imaginação as touradas, os banquetes no Bosque, o Carnaval na Batista Campos,  o lança-perfume (produto francês que apareceu no Carnaval  de 1904 no Rio de Janeiro), a viagem de Lemos ao Rio de Janeiro, um voo de balão mal sucedido, as animosidades políticas entre Lemistas e Lauristas, mais outras coisas que melhor se alcançaria pelo entendimento da linguagem.
Botá-lo [o livro (por suas expressões)] “ao dia”, como diz Leal, estaria aberto a uma bela tese.

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Arquitetura e Urbanismo Reprodução de artigos

Do Fragmentos de Belém, site parceiro

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga

Arredores da Praça do Pescador (1935); por Robert Swanton Platt

corel929corel936pp2pp3 “Brazil, transporte de bolas de borracha em rua à beira-mar em Belém.”

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Detalhes.

Fonte: UWM Libraries.

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Arquitetura e Natureza Reprodução de artigos

O grande lençol de Siza

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“O Pavilhão de Portugal, projectado pelo arq. Álvaro Siza Vieira para a Parque Expo 98, SA, ficou concluído em Janeiro de 1998, tendo recebido, nesse mesmo ano, os Prémios Valmor e Municipal de Arquitectura (ex-aequo com o Pavilhão do Conhecimento dos Mares e com o Espaço Público da Parque Expo), assim como o Prémio Leca de Construção. Encontra-se, também, classificado como Monumento de Interesse Público. Localizado a Noroeste da Doca dos Olivais, é uma referência emblemática da EXPO’98, ocupando uma posição central no recinto e tendo acolhido funções de recepção e de espaço expositivo durante a mesma. Trata-se de uma construção organizada segundo um eixo Norte-Sul, composta por dois corpos: o Pavilhão propriamente dito, de planta rectangular, com cave e dois pisos, que se desenvolve em redor de um pátio interior cheio de terra, para permitir a plantação de árvores; e a Praça Cerimonial, uma ampla área aberta sobre a doca, flanqueada a Norte e a Sul por dois grandes pórticos, revestidos de azulejos polícromos, entre os quais se estende uma placa fina de betão armado, descrevendo uma curva, suspensa por cabos de aço, que cobre um vão de 65m de comprimento por 50m de largura, atingindo uma altura máxima de 13m e mínima de 10m. O traçado original e de grande leveza desta cobertura resultaram da articulação de uma tecnologia de construção inovadora com a força expressiva dos contrafortes de amarração. Após a EXPO’98, o edifício tem acolhido vários eventos e exposições. Embora sejam vários os destinos apontados para este imóvel, ele permanece, todavia, sem uma função específica.” (CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA)

Fotos: Internet.

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Arquitetura e Urbanismo Reprodução de artigos

corel932(“À merda” tem crase, um vacilo de origem.)

 Ler matéria completa na B9.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga História

Estação Ferroviária de São Brás (1935); por Robert Swanton Platt

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Janelamento da primeira foto de Platt.

Fonte das imagem de 1935: UWM Libraries.

Ver também a postagem Estação Ferroviária de São Brás; por Dmitri Kessel (Abril de 1957).

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga

Fábrica Santa Maria (1935); por Robert Swanton Platt

corel890“Brasil, criação de gado no campo perto da Fábrica Santa Maria em Belém”.

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Detalhe da marca da Fábrica Santa Maria: cruz de malta.

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Referência à localização da Fábrica Santa Maria encontrada na Internet: “… rua da Municipalidade, esquina com a Travessa Rui Barbosa, onde hoje funciona neste local, o estacionamento de uma Academia de Ginástica de Belém.” (sic)

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Vista da Rui Barbosa à Municipalidade pelo Google Street View: à esquerda o galpão que ocupou o terreno da Santa Maria, à direita 1/4 da chaminé da Usina da Pará Electric preservado.

Fonte da imagem de 1935: UWM Libraries.

Fonte da informação: Revista Pará +, Edição 38, p.32.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga História

Doca de Souza Franco e Mercado Municial do Reduto (1935); por Robert Swanton Platt

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As fotografias acima, feitas pelo geógrafo estadunidense Robert S. Platt, mostram a Doca de Souza Franco ainda com a comunicação do Igarapé das Almas à baía do Guajará livre à navegação de canoas.
Na segunda imagem aparece o Mercado Municipal − possivelmente o “… verdadeiro Mercado e, não simples sucursal … ” do Mercado do Ver-o-Peso que antes se localizava na Doca do Reduto, tendo sua construção aprovada pela Lei Nº173, de 30 de dezembro de 1897, mas que sofreu incêndio em seu edifício de ferro na madrugada de 21 de julho de 1907 − ver parte do Relatório de 1909, que trata do assunto.
O Intendente de Belém, Antonio José de Lemos, no tópico Terrenos de Marinha (1909), dá conhecimento da “grave questão” suscitada pela Companhia Port of Para que reclamava “… sua immissão na posse definitiva dos terrenos de Marinha e acrescidos, situados no porto de Belém, do que resultaria forçosamente a demolição daquele Mercado (no caso a sede do Ver-o-Peso no boulevard Republica), construído no caes que assenta sobre os mencionados terrenos.”.
No mesmo relatório Lemos demonstra sua intenção na construção do Mercado Municipal do Reduto, mas esbarra na aquisição de “… um bom terreno.”:

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As investigações continuarão com o intuito de apurar detalhes como o ano da construção e/ou reformas que esclareçam o estilo arquitetônico do Mercado Municipal do Reduto fotografado em 1935.

Errata: em vez de “Lemos, 1908, p.153”, leia-se “Lemos, 1909, p.153” – o Relatório em questão refere-se ao ano de 1908, mas foi publicado em 1909.
Consultar tais publicações na íntegra em  Os relatórios de Antonio Lemos.

Com colaboração de Igor Pacheco e Regina Vitória Alves.

Fonte: UWM Library Digital Collection.

Postscriptvm (em 16-04-2014):

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“A ponte de madeira era na 28 de Setembro (margem esquerda do canal) / Senador Lemos  (margem direita do canal), e o Mercado Municipal do Reduto na esquina da Gaspar Viana.” (Professor Fabiano Homobono, por e-mail.)


Postscriptvm (em 03-02-2016):

Ver as novidades investigativas sobre o assunto em: Nova Belém (1910); por Antonio Salvador Ferreira Costa.

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Ver-o-peso e arredores (1935); por Robert Swanton Platt

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Calçadão Praça Relógio

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Colaboração: Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém.

Fonte: UWM Library Digital Collection.

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Divulgação/convite à FAU

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Processo Criativo

“Processo Criativo é um curta documental que busca investigar os contextos, as diferenças e as proximidades entre a criação em artes plásticas, design e propaganda, atividades distintas do fazer artístico que apresentam similaridades em suas realizações.
O documentário foi criado a partir de entrevistas com diferentes personalidades atuantes no mercado artístico contemporâneo carioca, os artistas Carlos di Celio “Russo”, Cadu Costa, Charles Watson, Felipe Taborda, Heleno Bernardi e Maria Nepomuceno. Através de suas opiniões procura-se entender as dinâmicas envolvidas em cada uma das três áreas, como se configuram os contextos de criação, o que diferencia a criação entre uma e outra área, ou se os processos se tornam relevantes para o produto final.
Em um segundo nível busca-se apresentar o processo criativo pessoal de cada um dos entrevistados da maneira como ele normalmente ocorre. Seus percursos, os aspectos levados em consideração e a maneira com que se relacionam com os projetos que fazem.
Projeto Experimental | UFRJ | 2011″ (Youtube: Raul Taborda)

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Divulgação

Otoni Mesquita expõe “Memória do Tempo” na Elf Galeria.

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Obras de Otoni: ampliáveis.

“Otoni Moreira de Mesquita, amazonense, jornalista, artista plástico, historiador e professor do Departamento de Arte da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), é o convidado do mês de abril da Elf galeria, onde apresenta uma exposição individual que conta histórias e traduz a poesia em forma de calcogravuras aquareladas, retiradas do seu universo imaginário.
Desenha desde criança e já é bastante conhecido entre os paraenses, quer por sua atuação acadêmica ou mesmo pela participação em salões de arte locais, mas na Elf não expõe desde 1.987, por isso traz para as paredes da galeria suas memórias: “Já nem me lembro de quando foi que fiz o meu primeiro desenho, pois faço isso desde criança, fica difícil lembrar. Despertei muito cedo para as artes. Eu usava a arte para me distanciar das pessoas, era mais uma fuga, a minha vida se reduzia àqueles desenhos e eu sentia acanhamento em mostrá-los.”
Atuando como artista plástico há três décadas, Otoni já participou de mais de uma centena de exposições coletivas e individuais e possui em seu currículo algumas participações em salões de arte nacionais. Em sua formação, o artista possui Graduação em Comunicação Social – Jornalismo, pela Universidade do Amazonas (UFAM), e em Gravura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com mestrado em História e Crítica da Arte (1992) na mesma instituição e doutorado em História Social na Universidade Federal Fluminense (UFF). Desde 1984 atua como professor do Departamento de Artes da UFAM.
Para a exposição ‘Memória do Tempo” Otoni Mesquita criou matrizes em metal das quais reproduziu as calcogravuras, mas produziu um numero razoável de cópias diferenciadas, algumas impressas de forma tradicional e em preto. Fez, também, uma série de provas únicas, a partir de cópias com tons mais suaves e que são aquareladas. Dessa forma, as matrizes geram diferentes resultados, com variações de cores e detalhes, gerando imagens únicas, que foram impressas no formato A3, com duas ou três exceções, que foram impressas no A2.
A exposição inicia no sábado, 12 de abril, e fica aberta à visitações até o dia 30, de segunda a sexta-feira, de 10 às 19h e aos sábados, de 10 ás 14h, excetuando os dias de feriado.”  (Release da ELF Galeria)

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O Cheiro do Ralo; por Heitor Dhalia

 

A Máquina: entrevista com Lourenço Mutarelli, autor do livro que deu origem ao filme.

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Divulgação/convite à FAU

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Divulgação/convite à FAU

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“Sobre o artista:
Otoni Mesquita é artista plástico, professor da Universidade Federal do Amazonas, e historiador. Atua como artista plástico desde 1975, após um curso de iniciação de desenho e pintura na Pinacoteca do Estado com o artista Manoel Borges. Possui graduação em Jornalismo / Comunicação Social – Fundação Universidade do Amazonas (1976-1979); graduação em Gravura / Escola de Belas Artes – Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980- 1983); mestrado em História e Crítica da Arte. Programa de Pós -graduação da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989-1992) e doutorado em História – Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal Fluminense (2001-2005). Entre 1997 e 1998 atuou como Coordenador do Patrimônio Histórico da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas. Publicou dois livros, resultantes do trabalho de mestrado e de doutorado: Manaus: história e arquitetura – 1850/1915 e Manaus: uma cidade entre dois tempos- 1890/1910. Atualmente é professor Adjunto 4 do Curso de Artes Visuais / Departamento de Artes da Universidade Federal do Amazonas. Atuou no Programa de Pós-graduação em História entre 2006 e 2013, orientado trabalhos de pesquisa na área de História e Arte, com ênfase na produção cultural do Estado do Amazonas, concentrando em Manaus; Arquitetura, Memória; Imagem da Cidade; Província do Amazonas e Obras Públicas e História das Artes Plásticas em Manaus. Além das atividades acadêmicas, atua como artista plástico desde 1975, desenvolvendo obras em variados suportes, gêneros e materiais.” (Release da ELF Galeria)