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O CLIPPER de Nazaré

Projeto-construção CN

Projeto do CLIPPER de Nazaré publicado em A Província do Pará no ano de 1949 e a fotografia do mesmo edifício erigido (e em uso) componente da matéria MEMÓRIA O Velho Largo de Nazaré de Carlos Rocque publicada no caderno Cultura de A Província do Pará em 1997.

Recorte Carlos - Caderno de Cultura_A Provincia13.04.1997-p.6 Rcque

nmnmRecorte e matéria completa, ampliáveis por clique à leitura, intitulada MEMÓRIA O Velho Largo de Nazaré, escrita por Carlos Rocque no caderno Cultura de A Província do Pará em 1997.

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Jornal de julho de 1951

Requerimento do deputado estadual João Menezes datado de 19 de junho de 1951 publicado em O Liberal do mês seguinte, ampliável à leitura por clique; acima: um recorte do texto que fala sobre a “promessa de destruição” do CLIPPER de Nazaré na campanha política de Zacarias de Assumpção, vencedor das eleições de 1950 para governador do Pará, em confronto com Magalhães Barata.

O material acima é um conjunto indicativo à pesquisa da datação do CLIPPER de Nazaré, tendo como ponto de partida a publicação de seu projeto: em maio de 1949.
O discurso do deputado João Menezes mostra que DESTRUIR o CLIPPER de Nazaré era uma bandeira de campanha de Zacarias de Assumpção contra Magalhães Barata que não passaria de “promessa”;  tal questionamento não esperou que Zacarias completasse quatro meses como governador do Estado pela Coligação Democrática Paraense.
A mesma página do jornal do PSD faz acusações ao prefeito de Belém à época (julho de 1951): Lopo Alvares de Castro.
Então, o CLIPPER de Nazaré já estava construído no ano de 1950, o que corrobora, de certo modo, com o que diz Carlos Rocque: “… no final dos anos 4o a moda em Belém era a Prefeitura autorizar a construção de ‘cliper’… “, contudo, quando afirma que “… o Prefeito era Alberto Engelhard… “, equivoca-se, pois Engelhard, naquele momento subjetivo, poderia estar como governador do Estado (de julho de 1950 a janeiro de 1951) e não prefeito; mas isto não invalida a ideia de que o CLIPPER de Nazaré tenha sido obra de Engelhard, nem que pelas “mãos” de correligionários influentes.
Apesar do CLIPPER Nº1 ser da gestão de Abelardo Condurú na Prefeitura (1936/43), foi Alberto Engelhard o disseminador desse equipamento urbano quando prefeito de Belém, entre 1943 e 1945; em 1947, em rápido retorno à PMB; e, pelo visto na convicção de Rocque, também entre 1950/51, como governador do Pará.
Tudo isso se esclareceria com a notícia da inauguração do CLIPPER de Nazaré em jornal ou revista datados.

O texto tem colaboração informativa da bibliotecária
Regina Vitória da Fonseca e da professora Celma Chaves Pont Vidal.


Postscriptvm (em 01 de agosto de 2014):
Há incongruências entre informações documentadas, verifiquem postagens mais antigas sobre o CLIPPER de Nazaré no BF:
07 de fevereiro de 1965: (CLIPPER) VAI DESAPARECER
1966: autoridades demolem CLIPPER em ritual bizarro


Postscriptvm² (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Arquitetura e Urbanismo Artigos Divulgação

EU TIVE UM SONHO…; por Dulce Rosa Rocque

screenhunter_04-dec-07-15-04SONHAR NÃO CUSTA, e eu tive um sonho…
Bem antes de começarem a  falar dos 400 anos de Belém, do que fazer e  como festejar essa  data, eu comecei a  pensar e sonhar.
– a primeira coisa foi a data, pois até menos de 100 anos atrás ainda se discutia se era dia 12 ou 26 a data exata da fundação de Belém;
– depois comecei  a pensar que, qualquer fosse a data, quem nasceu foi a Cidade Velha.  De fato, Belém se concretiza quando doaram a primeira légua; quando teve um território estabelecido, determinado. A ilha Pará, passou então a ser chamada de Cidade Velha, pelos moradores da Campina, depois que começaram a popular o lado de lá do Piry;
– e assim, para festejar a Cidade Velha  comecei a pensar, a sonhar em melhorá-la. Convidei um amigo arquiteto em casa e lhe propus um plano para a futura aniversariante e juntos o transformamos numa coisa linda, feita no respeito da nossa memória e de todas as leis, regulamentadas ou não.
Naquele  ‘sonho’ a Cidade Velha tinha suas calçadas de liós todas bem arrumadinhas para uso exclusivo dos pedestres;  tinha  lixeiras que iriam ser distribuidas em praças e calçadas, quem sabe até financiadas por firmas locais; tinha sua orla toda bem tratada, com um shopping na beirada com os produtos que os  ribeirinhos vem comprar aqui; tinha porto para os pópópós e pronto-socorro, logo ali;  as ruas fechadas abusivamente seriam reabertas e preparadas para o uso dos cidadãos; a fiação elétrica  passaria a ser subterrânea, assim as calçadas ficariam livres dos postes que impedem o seu uso por pedestres; as placas com os nomes das ruas diriam também quem era aquela pessoa ou aquela data a que se referia; as casas dos moradores famosos do bairro teriam uma placa de identificação sobre quem ali morou;   tinha um bonde que passava pela Dr. Assis, saindo da Praça do Relógio, dando a volta na Praça do Arsenal e voltando  ao ponto de partida, como a antiga linha Bagé; os moradores da baixada do Carmo iam morar nos arredores do Mercado do Sal e ali nasceria um ‘orgão’,  movido pela agua do rio; as cores das casas voltariam a ser aquela da nossa memória; atrás do palacete Pinho, nasceriam áreas para atividades esportivas destinadas a todas as idades; do lado de lá da área tombada, seria incentivado  o nascimento de bares/restaurantes;  nas praças seria prevista  a venda de   tacaca, garapa e os doces regionais; nos arredores do canal da Tamandaré nasceriam estacionamentos e ele  iria receber paisagismo, iluminação e limpeza constante;  concursos de “flores na janela” iam ajudar a colorir as ruas;  os 200 metros de distancia de igrejas e colégios, previstos no Código de Postura, para a realização de eventos, iriam ser respeitados;  para salvaguardar as ‘herdades’ da trepidação, ficaria proibida bandas  rumorosas (e afins) no bar das 11 Janelas e no  entorno de monumentos tombados;  seria incentivado o carnaval de bandinhas e mascarados;  a Guarda Civil iria cuidar das praças durante o dia e a Policia Militar, durante as noites;…
O sonho continuava determinando até a roupa das vendedoras de comida, ou seja, a mesma roupa que usam as personagens que  a nossa pintora Feio imortalizou  nos seus quadros em visão no MABE….. mas daí, eu acordei.
Na Comissão dos 400 anos e mesmo nas sub comissões não tem espaço para sonhos. As duas ou três propostas que ousamos fazer, juntamente com muitas de outras pessoas, foram eliminadas. Até as  campanhas educativas maciças  e permanentes nas escolas municipais,  para criar ou levantar  nossa autoestima desapareceram; as aulas sobre patrimônio histórico e ambiental, idem. Resta saber se essa eliminação é uma transferência das propostas às Secretarias competentes por argumento. Quem dera, mas quando saberemos disso?
Acho que esse ‘sonho’ acabou mal… através dessa Comissão, não vamos ter nada disso. A salvaguarda, a defesa, a preservação e a valorização da nossa herdade, são argumentos que vamos ter que nos ativar para continuar cuidando de algum modo e bem de perto, para evitar de perder totalmente nossa memória… e a Cidade Velha, seus moradores e as leis, coitados, vão continuar sendo ignorados.

Publicado originalmente em CiVViva.

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Arquitetura e Urbanismo Cota Racial Divulgação Quilombolas

Canal Futura: Zélia Amador de Deus

Políticas de ações afirmativas, Zélia Amador de Deus – Entrevista 2013:

FAU

A pobreza das populações quilombolas, Zélia Amador de Deus – Entrevista 2013:

FAU

Fonte: Canal Futura.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Educação Reprodução de notícias

Do Estadão

dvfO material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,jovens-apostam-em-doutorado-informal-imp-,1531370O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,jovens-apostam-em-doutorado-informal-imp-,1531370O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,jovens-apostam-em-doutorado-informal-imp-,1531370

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História

Remodelação do Largo da Trindade

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Tal qual na postagem anterior essas fotos pertencem ao acervo de Obras Raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna e também não possuem autoria ou datação.
Na primeira imagem, que não sabemos se é um registro das ações preliminares à outra foto, enxerga-se a cúpula da sinagoga Shar Hashamaim inaugurada em 1940 e nada se percebe da subida do Manuel Pinto da Silva, à esquerda, se havia ângulo para enquadrar tal obra.
A segunda fotografia, do Largo da Trindade reformado, guarda bastante informações para uma datação aproximada, principalmente pelos edifícios na Presidente Vargas vistos ao fundo, à direita do Reservatório Paes de Carvalho.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História

Mercês: estacionamento e Clipper

001 01 03 Nota relatório Engelhard
As três fotografias que compõem esta postagem pertencem ao acervo de Obras Raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna, entretanto, não possuem autoria e datação.
O que encontramos de concreto sobre a “remodelação” no Largo das Mercês é a descrição da obra no relatório do prefeito Albert Engelhard publicado no número 164 de O Liberal em 2 de junho de 1947, prestando contas políticas ao seu governador e líder partidário, Magalhães Barata; tal relatório se refere aos anos de 1943, 1944 e 1945 quando ambos ocupavam, respectivamente, o poder municipal e o estadual.
A questão é: essas mudanças foram realizadas na primeira gestão da dupla ou em uma sequência administrativa, a partir do retorno do próprio Engelhar à PMB em 1947 como noticia o jornal?


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Arquitetura e Urbanismo História Reprodução de jornais antigos

O Pará em fóco – reportagem fotográfica do FON-FON! em 07/09/1912

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Postagem com colaboração da bibliotecária Regina Vitória da Fonseca.
Fonte: BN ‒ jornal FON-FON!, edição Nº0036, de 07/09/1912.

Ler:  Jonalismo, História: Belém nos relatos do Jornal “O Estado do Pará” de agosto de 1912.

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Arquitetura e Urbanismo E-books Livro digital

Aprendendo com Las Vegas; por Robert Venturi, Denise Scott Brown e Steven Izenour

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Aprendendo com Las Vegas; por Robert Venturi, Denise Scott Brown e Steven Izenour (PDF do BF).

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Arquitetura e Urbanismo Economia Entrevista de professor História

Entrevista com Aluizio Leal: FORDLÂNDIA

Aluizio Lins Leal é professor aposentado da UFPA.

Entrevista concedida à professora Ana Margarida Leal,
do ICA (Faculdade de Música da UFPA), exclusivamente para o Blog da FAU.

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Arquitetura e Urbanismo História Reprodução de revistas e jornais antigos

MERCADO MONUMENTAL (1911) ‒ Renascença ou São Brás

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Postagem com colaboração da bibliotecária Regina Vitória da Fonseca.
Fonte: BN ‒ jornal FON-FON!, edição Nº0020, de 20/05/1911.

Esta matéria do FON-FON! precede a publicada na postagem anterior, o que justifica a imagem da planta do Mercado Renascença na mesma.
Leia-se, em ambos os textos: SANTORO, DA COSTA & C.

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Arquitetura e Urbanismo História Reprodução de revistas e jornais antigos

Avenida Municipal de Lemos (1911) ‒ à semelhança da galeria Vittorio Emanuele, de Milão

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Postagem com colaboração da bibliotecária Regina Vitória da Fonseca.
Fonte: BN ‒ jornal FON-FON, edição Nº0021, de 27/05/1911.

Ler: A propósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itália meridional às “outras Américas”; por Vittorio Cappelli; páginas: de 21 a 27.


Galeria Vittorio Emanuele II atualmente:

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Fonte destas duas imagens: passaporte do luxo.

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Arquitetura e Urbanismo Reprodução de revistas e jornais antigos

Um estabelecimento Moderno ‒ O curro-modelo de Belém do Pará (1911)

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Postagem com colaboração da bibliotecária Regina Vitória da Fonseca.
Fonte: BN ‒ jornal FON-FON!, edição Nº0017, de 29/04/1911.


Postscriptvm

Icoaraci01 Fotografia, por ora, sem referências.

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Robert Platt, foto de 1935.

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Arquitetura e Urbanismo Equipamentos urbanos Pesquisa

CLIPPER Nº1 no acervo Theodoro Braga; por José Maria de Catro Abreu Júnior

O texto do e-mail enviado pelo colaborador José Maria de Castro Abreu Júnior é o explicativo das imagens desta postagem:

Caro Baleixe:
Ano passado fui ao Arquivo Público de São Paulo em busca do acervo do Theodoro Braga.
É o maior acervo do Pará fora do Pará; são mais de 300 caixas de coisas que o homem juntou a vida toda.
Ele pretendia fazer um dicionário biobibliográfico sobre o Pará.
Passei poucos dias, não deu para revirar tudo, afinal, sou um só.
Não achei o que procurava, mas encontrei outras coisas.
Dando uma remexida, localizei isso e pensei: será que passei ao Baleixe?
Na dúvida aqui vai – é uma página solta, ou seja, não tinha referência, o que é bem a cara do acervo dele: uma zona, ainda mais porque são coisas do Pará e os arquivistas não tem muita noção de como agrupar aquilo.
Se já te mandei… vai de novo: duas fotos de Clipper e a página solta onde estão as fotos. A outra metade da página deve estar em outra das 300 caixas.

Abraços,
JMCAJ.

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O texto do anônimo e não datado jornal parece corroborar com uma das conclusões do Blog da FAU: de que o CLIPPER Nº01 fora construído na interventoria federal de José (Carneiro da Gama) Malcher, estando à frente da Prefeitura de Belém o professor Abelardo Condurú.
Se o Vilhena Alves é de 1938 e aparece como novidade ao tabloide, o Clipper Nº01, mesmo em destaque na página, não é desse modo festejado, portanto, deve ser anterior à inauguração do grupo escolar, um dos marcos do Art Deco paraense.
A tese do BF é que o primeiro Clipper fora construído ainda nos últimos anos da década de 1930: entre 1936 e 1939 (período anterior à Segunda Guerra); isto justificaria-lhe o apelido estrangeiro ambíguo disseminado pelos múltiplos abrigos de passageiros de ônibus no Pará nas, pelo menos duas, décadas seguintes.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
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Arquitetura Arquitetura e Urbanismo Divulgação Reprodução de notícias

FAUUSP disponibiliza acervo da revista ACROPOLE

Notícia:

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ACROPOLE em acervo digital:

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50 Anos da FAU Arquitetura e Urbanismo

No dia 22 de abril passado a FAU completou 50 anos

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Qual o dia do aniversário da FAU? é uma postagem de 25 de março de 2011 em que se especula sobre a data inicial do funcionamento do Curso de Arquitetura no ano de 1964 na ainda Universidade do Pará  ̶  o efetivo aniversário da FAU.
A imagem do Ofício Circular Nº6/66, enviada ao BF pelo médico e professor José Maria de Castro Abreu Júnior, dirime tais dúvidas, pois é documento institucional protocolado na Faculdade de Medicina como convite à comemoração do “2º aniversário de fundação do CURSO E ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ.” realizada no Chalé (de Ferro) da avenida Almirante Barroso hoje remontado no Campus do Guamá.
Então, sabe-se agora que 22 de abril de 1964, também datação do Descobrimento do Brasil, é o marco que se investigava.
Os eventos comemorativos dos 50 anos da FAU estão previstos para o mês de setembro vindouro.

Documento pertencente ao acervo virtual
do professor José Maria de Castro Abreu Júnior.

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Arquitetura e Urbanismo Manutenção

O BF ficará inativo por alguns dias para manutenção

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