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Arquitetura e Urbanismo Divulgação Revista Científica

Divulgação/convite à FAU

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Imagem-link à Revista.

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Arquitetura e Urbanismo Ficção HQ

HQ – Clippers & lanches; por Fabiano Homobono

Cena do filme.

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Registro dos takes da cena que se discute, ampliável à leitura.

O herói das historias em quadrinhos “O Fantasma” foi levado ao cinema pela “Paramount” em 1996 (“The Phantom”). Os locais originais do aparecimento do herói foram as praias, e a floresta de Bengala, na Índia. O filme conta uma parte da vida do Fantasma, ambientada no ano de 1938 e também relata a viagem da namorada do herói, Diana Palmer, de New York até aquele país da Ásia, utilizando os serviços da Pan American Airways System.
A relação existente entre os “Clippers” (hidroplanos da Pan Am) com os seus lugares de pouso, localizados à beira de rios ou baias, está bem caracterizado no filme, mostrando este tipo de aeroporto que era equipado com: um estacionamento para carga e descarga, um pequeno edifício administrativo, onde se encontrava a sala de embarque, conectada aos hidroaviões através de uma passarela em rampa ou escada, e um trapiche de madeira que dava acesso à porta do hidroavião. Um detalhe importante, e que serve para comparações, era a localização de uma lanchonete em um dos extremos do edifício.
Em Belém do Pará, no final da década de 1930, infraestrutura semelhante pode ter sido utilizada no aeroporto que servia para os hidroaviões da companhia aérea alemã Condor, situado à beira do Rio Guamá, o que deu origem ao nome do bairro onde ele se localizava. O restaurante existente ou grande lanchonete bar (ver Baleixe) devia servir também como ponto de refeições, despedidas e/ou espera de passageiros para embarque, naquela companhia aérea.

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Arquitetura e Urbanismo Belém História Reprodução de artigos

Projeto de CLIPPER comparado ao Taboleiro da Bahiana

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O recorte do jornal O Estado do Pará de 18 de fevereiro de 1939 praticamente replica o que diz a Folha do Norte do dia 17, que pode ser acessada na postagem Clippers – Theodoro Braga confirma suposições do BF.
Em sua matéria a Folha chama o projeto desse abrigo de “outro”, já que o primeiro estava em obras desde 1938 defronte à Praça do Relógio, mesmo que não inaugurado em 22 de junho de 1939 e com problemas de escoamento d’água na laje de cobertura.
Infelizmente, por ora, não temos documentação imagética suficiente para garantir que esse plano arquitetônico mostrado pelo clichê de O Estado do Pará tenha sido executado no local mencionado (15 de Agosto com Boulevard Castilhos França), ou se é ele o que consta da publicação CLIPPER da Castilhos França em 1965, defronte ao galpão Mosqueiro e Soure (beirando o canto da 1º de Março).
Todavia a questão necessária a ser tratada aqui é:

Esse melhoramento, que a cidade fica devendo a laboriosa e patriotica administração do sr. dr. José Macher, será localisado, inteiramente, sobre o passeio do boulevard sem prejudicar o transito do mesmo e a esthetica do jardim, não é mais que exemplo do que se vem fazendo em todas as capitais brasileiras. Agora mesmo está sendo construído um abrigo de grandes dimensões, na capital da República, no Largo da Carioca, por detraz do Hotel Avenida (Trecho do jornal O Estado do Pará, publicado em 18/02/1939, p.6.).

De fato no ano de 1939, comprovadamente, inaugurou-se dois abrigos em cimento armado em importantes cidades brasileiras: Capital Federal, Rio de Janeiro e Salvador, Bahia:

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A fotografia que ilustra o Abrigo da Graça foi retirada de Fotos Antigas de Salvador e as do Taboleiro da Bahiana, do SKYSCRAPERCITY.COM.

Vê-se que Belém, apesar de seu isolamento territorial remediado pelo fluxo dos hidroaviões da Pan Air e da Condor, acompanhava a “preocupação” com a esthetica das cidades que compunham o cenário urbano nacional.
O primeiro abrigo moderno de Belém, que serviu aos passageiros dos bondes e ônibus, nasceu nomeado CLIPPER, não sendo alcunhado pelo povo; informação esta que suscitou nova hipótese: de que ele, já em sua concepção gráfica, possuía a forma estilizada, por algum construtor adepto da corrente estadunidense de design Streamline, de um hidroavião da PAN AIR, possivelmente o Fairchild Model 91, batizado Baby Clipper, que fazia a rota Belém-Manaus-Belém.
As notas dos jornais pesquisados até o momento confirmam que a palavra inglesa CLIPPER só em Belém do Pará designava esse tipo de equipamento público politicamente multiplicado na cidade e no interior do estado por décadas; noutras cidades do país adaptavam nomes, ou davam apelidos, de acordo com a conveniência popular, como no caso do Abrigo da Graça (do Largo da Graça) em Salvador e do Taboleiro da Bahiana (do Largo da Carioca) no Rio de Janeiro.
O difícil é compreender o porquê de O Estado do Pará enaltecer um projeto em detrimento de uma obra em execução (a do CLIPPER Nº1), suprimindo-a cabalmente de seu texto, como se ela não existisse.

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Informação que O Estado do Pará suprimiu em sua matéria.

Postagem com colaboração de Aristóteles Guilliod de Miranda e
Regina Vitória da Fonseca.


Postscriptvm:

Para melhor entendimento das investigações do BF sobre os CLIPPERS de Belém, acessar CLIPPERS ‒ sui generis PARADAS da Belém dos hidroaviões.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

CAU do Pará manifesta-se sobre a polêmica Reserva Técnica

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Material enviado pelo professor José Maria Coelho Basalo.

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Administração Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Portaria nº4637/2014 institui nova direção à FAU

Portaria Fabiano Cybelle

 

Para saber mais sobre o assunto acesse a postagem A nova direção da FAU para o biênio 2014/16.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação Literatura Livro

Divulgação/convite à FAU

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O poeta Ruy Barata aos 19 anos.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Reprodução de artigos

Do Fragmentos de Belém

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Arquitetura e Urbanismo História

Belém, 1979 – Palácio dos Bares; por Plano Geológico

O Palácio dos Bares 40 anos depois de sua inauguração como restaurante Bar Condor: em 1979 “o puteiro” de Belém.

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Arquitetura e Urbanismo Belém História Reprodução de artigos Sociedade

O restaurante Bar Condor e suas festas

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 Transcrição da página microfilmada ampliável à leitura.


O colaborador do Blog da FAU, Aristóteles Guilliod de Miranda, médico e escritor,  nos enviou mais duas fontes primárias que se reportam ao Bar da Condor (ou Bar Condor):
A primeira, de janeiro de 1939, noticia que “… brevemente será inaugurado o novo restaurante ‘Bar Condor’… “; a segunda: refere-se a “Uma festa simphatica na ‘Condor'”, já em setembro do mesmo ano.
As duas notas, somadas à que ilustra a postagem: Os boêmios da Condor no final dos anos 1930, de julho de 1939, mostram que o Bar da Condor fora inaugurado em meados daquele ano — falta-nos a data precisa — , sem vestígios de uma zona de prostituição.
Há de se pedir desculpas aos leitores do BF, pois na postagem Os boêmios da Condor no final dos anos 1930, acreditamos que apenas homens ditassem a moda do menu daquele restaurante; houve um equívoco, pois a mme. (madame) tenente-coronel Othelo Franco, mesmo que destituída de seu próprio nome, chegou a simbolizar o frio guaraná Soberano.
Também as senhorinhas da melhor sociedade iam à Condor para dar de esmola saquinhos de bom-bons e doces  às creanças pobres da redondeza.
Curiosa a oferta do comerciante sr. Manoel José Cardoso: uma única moeda de 5.000 Réis que, mesmo de prata, possivelmente não desse para comprar os ovos estrelados  do dr. Hugo Santos.
O texto, além de revelar a estratificação social dos frequentadores dessa grande festa popular e a miséria circunvizinha,  mostra que à classe trabalhista estava reservada a ponte para um baile ao ar livre animado por uma banda marcial, que mesmo sustentada com dinheiro público, fazia parte do pacote  oferecido pela mulher do comandante do 26º Batalhão de Caçadores do Exército que, possivelmente, deliciava-se, abrigada no Bar, ao som de uma oschestra.
A Condor, recanto do meretrício em Belém do Pará minguante nos anos 1990, não possuía tal perfil quando o Bar fora inaugurado; contudo, a “caridade” ceia das moças, pode esconder o marco desse comércio sexual.

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A moeda de 5.000 Réis, lançada em 1936, é ofertada hoje, por alguns vendedores, por 15 Reais no Mercado Livre.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Fotografia

Making off da Fotografia no Mosqueiro — dia 15/11/2014

Sábado passado os alunos da optativa Fotografia, ministrada pelo professor Jorge Eiró, estiveram na Ilha de Mosqueiro, na penúltima jornada da captura coletiva de imagens; falta-lhes a derradeira, que será no próximo 29, pela parte da tarde, na, às vezes, calma Belém, dos finais de semana.
A programação do dia 15 cobriu a abandonada Fábrica Bitar, na ponta do Areião; o Canto do Sabia, na escadaria do Bispo; e, o Hotel Farol, na praia de mesmo nome.
Os que não se alinharam ao grupo reunido às seis e meia da manhã em um café da BR, fizeram carreira solo, traçando seus próprios itinerários em um belo dia de esplêndida luz solar na bucólica.
O resultado imagético das planejadas etapas é paulatinamente postado em um grupo fechado no Facebook para que seus componentes possam trocar experiências técnicas e estéticas.
Essa produção, após acurada curatela, será exposta no hall do Ateliê de Arquitetura, com data prevista de montagem em 04 de dezembro.

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Cenas capturadas pelo BF com o auxílio do fotógrafo Wisfredo Gama que acompanhou o passeio e auxiliou a turma: making off  casual em  fotos aleatórias, sem sequência lógica.

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Pausa para uma gelada, afinal: ninguém é de ferro; senão enferrujava, como a barcaça encalhada na praia da Fábrica Bitar, defronte à baía de Santo Antônio.

As fotografias podem ser ampliadas por clique à melhor visualização.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Fotografia antiga História

Arquiteto Hugo Edmund Kuhl — pupilo de Theodoro Braga; por André Speck

Prescriptvm:
A postagem Enfim: uma nova foto de Theodoro Braga só foi possível porque AndréHEK Roberto Speck tem franco acesso ao acervo da viúva de um ex-aluno do artista plástico paraense Theodoro Braga no curso de arquitetura da Mackenzie: Hugo Edmund Kuhl.
Como Speck, em seu primeiro e-mail de envio de imagens, abreviou o nome para Hugo E. Kuhl, procedemos uma pesquisa nos diários do JusBrasil tendo como resultado três grafias distintas para o que fora suprimido: Edmundo, Edmund e Edmond.
Uma ocorrência nos chamou a atenção: seu registro de diploma de arquiteto — obtido em 19 de dezembro de 1942 na Escola de Engenharia da Mackenzie — foi unanimemente REJEITADO pelo Ministério da Educação e Saúde, através da Diretoria do Ensino Superior, com parecer do Conselho Nacional de Educação assinado por Clemente Mariani.
A crueldade de Mariani (e do Conselho) com Kuhl nos pareceu extremada, uma vez que o argumento não se dá por falhas em sua trajetória na academia, cursada entre 1935 e 1942, mas, no secundário, no dito Curso de Preparatórios, realizado entre 1931 e 1934 na mesmíssima Mackenzie College.
Como estamos em 1947, supõe-se que Kuhl tenha aguardado 5 anos para protocolar o requerimento.
O legalismo apontado por Mariani na análise dos documentos constantes no processo 48.295-47 demonstra que a intolerância do governo brasileiro com os estrangeiros vistos como Súditos do Eixo* se estendeu pelo pós-guerra:

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O resultado da investigação foi enviado ao André Speck que procurou a família Kuhl para os devidos esclarecimentos.
Abaixo, nos formatos JPEG e PDF, arrumamos a resposta dada por André junto às fotografias por ele anexadas em e-mail e a ela acrescentamos um título-síntese  para facilitar sua busca na Internet.

*Sobre Súditos do Eixo:
O ESTADO DO PARÁ ─ Domingo, 4 de outubro de 1942
Fonte primária cobre intolerância da 2ª Guerra Mundial no Pará
Fonte primária cobre intolerância da 2ª Guerra Mundial no Pará (2)


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Blog da FAU
Arquiteto Hugo Edmund Kuhl — pupilo de Theodoro Braga; por André Speck (pdf).

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Arquitetura e Urbanismo Belém Culinária Cultura Fau Ufpa

Documentário — Mosqueiro Ilha dos Sabores

Publicado em 18 de nov de 2014 (no Youtube)

Uma expedição gastronômica pela Ilha de Mosqueiro – Pará – Brasil. Este é o documentário Mosqueiro: Ilha dos Sabores. Neste passeio, você conhece não só as delícias da Ilha, como também histórias muito especiais que só poderiam ser contadas por quem vive em Mosqueiro, nome que deriva inclusive de uma técnica indígena de preparação do peixe, o Moqueio.

O documentário estreou na TV Cultura do Pará na faixa Cultura.DOC, no dia 01 de março de 2014.

Ficha Técnica:
Direção, roteiro e apresentação: Roger Paes
Direção de Fotografia: André Mardock e Jacob Serruya
Produção: Felipe Cortez
Luz e Maquinária: Luciano Mourão
Assistente de Produção: Marcela Cabral
Som Direto: Agostinho Soares
Trilha Original: Allan Carvalho e Ronaldo Silva
Motoristas: João Filho e Márcio Borges
Supervisão de Operações: Francisco Gonçalves
Gerência de Logística: Jacqueline Schalken
Diretoria de Técnica: Abílio Martins
Diretoria de Marketing: Betty Dopazzo
Produção Musical: Beto Fares / Rádio Cultura FM
Diretoria de TV: Tim Penner
Presidente Cultura Rede de Comunicação: Adelaide Oliveira

Sugestão de publicação: Jorge Eiró.

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Arquitetura e Urbanismo

Domínio do Blog da FAU renovado por mais um ano

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Fotografia antiga

Enfim: uma nova foto de Theodoro Braga

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Theodoro Braga à frente do quadro que pintou de sua esposa: a alemã Maria Hirsch da Silva Braga em fotografia tirada por Hugo Edmundo Kuhl.

André Roberto Speck, da Universidade Federal de Santa Catarina, pôs-se a fazer um trabalho invejável: virtualizar obras e documentos do artista plástico paraense Theodoro Braga constantes no acervo do falecido arquiteto Hugo Edmundo Kuhl  — herdado por sua esposa, ora bastante idosa, Anna K. Kuhl.
Hugo, que diplomou-se em 19 de dezembro de 1942, provavelmente fora aluno de Theodoro na Escola de Engenharia  Mackenzie.

Qualquer pesquisa na Internet sobre Theodoro Braga dava como resultado uma única foto do artista, sem datação ou autoria:

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André promete novidades ao BF na proporção que escanear e fotografar o exclusivíssimo material.

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Arquitetura e Urbanismo

ENADE 2014 — discussão da prova de 2011

No reunião do Conselho da FAU, hoje pela manhã — a primeira na gestão de Fabiano Homobono Paes de Andrade e Cybelle Salvador Miranda, respectivamente diretor e vice —, estabeleceu-se que no dia 20 de novembro, quinta-feira, a partir das 15 horas, alguns professores, voluntários, estarão disponíveis para conversar sobre a prova do ENADE 2014 que será aplicada no próximo dia 23 de novembro, domingo.
O professor José Júlio Lima, que em 2011 analisou o exame de 2008, confirmou presença nessa data e hora para fazer o mesmo com o último material (2011).
Na sequência desta postagem publicaremos o acesso à página do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) que contém os arquivos em PDF da prova, do gabarito e do padrão de respostas.
A sugestão é que se faça o teste sem consultar o gabarito, para que, depois da aferição, as dúvidas surgidas com os erros possam ser dirimidas ou discutidas entre discentes e docentes da Faculdade.

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ENADE 2011 — Arquitetura e Urbanismo

ENADE 2011 — Arquitetura e Urbanismo – GABARITO

ENADE 2011 — Arquitetura e Urbanismo – Padrão de Respostas

ATENÇÃO: não esquecer de ler as NORMAS para 2014:

ENADE 2014 — Portaria Normativa MEC Nº8 de 14 de março de 2014

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Reprodução de artigos

Os boêmios da Condor no final dos anos 1930

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O médico e escritor Aristóteles Guilliod de Miranda, colaborador do BF, enviou-nos a página 7 do jornal Folha do Norte do dia 16 de julho de 1939 em razão da postagem A companhia aérea que batizou o bairro da Condor.
A imagem acima, fotografada de um ledor de microfilmes, dá-nos informações curiosas sobre o Bar da Condor “… à disposição das excelentíssimas famílias… ” belenenses e, em certa medida, faz-nos listar alguns boêmios da Cidade, os quais eram homenageados em refeições, lanches, sobremesas e drinks do lugar comandado pelo cozinheiro Henrique Valentim de Sousa.
Tentaremos reproduzir, ainda infiel pela ilegibilidade, a parte da matéria que se refere ao assunto:

Pato no tucupy, a João Maranhão; leitão assado com farofa, a João Malato; perú à brasileira, a Bruno de Menezes; salada de batatas a Antônio Innocente Amoedo; sandwish americana, a Jorge Malcher;  sandwish de peru com fiambre, a Nunes Pereira; sandwish de gallinha, a Olympio Mendes Contente; sandwish de sardinha, a Narciso Braga; fillet à minuta, a Hilário Pereira; gallinha guisada, a Romeu de Avelar; biffe à [?], a [?] Alves; bolinhos de bacalhau, a Paulo Eleutherio; role [?], a Castro [?]; cerveja Cascatinha, a Avelino Pinheiro; cerveja Antarctica, a [?]; guaraná Soberano, a João de Barros; dose de whisky, a Samuel Costa; dose de quinado, a Paschoal Gomes; creme de abacate, a Julio Guimarães; salada de fructas, a Nelson Bentes; cerveja Brahma, a Mario Rocha, e aperitivos, a Ulysses Sacramento da Veiga (Trecho do jornal Folha do Norte, publicado em 16/07/1939, p.7.).

O interessante, também, é a publicação de duas estrofes de uma poesia-comercial de Bruno (de Menezes):

Para ver o “Flor da Noite”
Boi-bumbá, velho de fama
Só se aprecia melhor
Bebendo cerveja BRAHMA

“Pitauan”, grupo juanino,
O mais bonito, este anno
Tem graça, que a gente goza,
Bebendo só o SOBERANO.

A Folha do Norte nos faz crer na existência de uma confraria, nem tanto informal, já que os “associados” tiveram seus nomes estampados no periódico para dar glamour ao certame que contaria com a presença do prefeito Abelardo Condurú; também, na medida do possível,  inimigos não vão à mesma mesa – neste caso: literalmente.
Vale descobrir a biografia de cada um desses indivíduos – todos homens, nenhuma mulher era comida ou bebida no Bar da Condor – para entender suas relações econômicas, sociais e políticas naquele momento da História: o início da 2ª Guerra Mundial.


Postscriptvm:

O Bar da Condor em fotografias sem autoria nem datação fiável, supostamente tiradas entre 1947 e 1949:

Bar Condor 01Bar Condor 02Bar Condor - hoje Palácio dos Bares_Bar Condor


Postscriptvm² (19/11/2014):

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O engenheiro civil Paulo Augusto Gadelha Alves junto ao amigo engenheiro agrônomo Leonidas Ponciano de Oliveira, funcionário da Primeira Comissão Demarcadora de Limites, no Bar da Condor, em fotografia provavelmente tirada entre os anos 1954 e 1955.
A imagem permite ver detalhes de uma cadeira e do guarda-corpo do reduto boêmio de Belém, à margem do Guamá.

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Divulgação/convite à FAU

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I Encontro de Regularização Fundiária, Habitação e Direito à Cidade – I ERHAD).

 

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