Doca do Reduto ― aterramento: 1910(?)

screenhunter_07-nov-26-10-32Vista da 28 de Setembro à Ilha Moreira e ao Porto de Belém, já construído em 1929/30

sdeVista inversa: da Praça Ilha Moreira (hoje Magalhães) à 28 de Setembro em 1929/30

Supomos que a Doca do Reduto fora canalizada e aterrada com o fechamento do acesso à Baía do Guajará pelo Porto de Belém.
A área tampada, que sofria constantes alagamentos, obteve reparos na administração de Antonio Facióla (último intendente de Belém) e compunha a “Bacia do Reduto”; por ora não sabemos quando tal canal transmutou-se a céu aberto, como hoje está.

À “evolução” [acessar A Doquinha (ou The Trach Place) antes e depois do Porto]:

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Postscriptvm (31/03/20150:
Veja mais imagens antigas do lugar em Belém da Saudade 1998 – Doca do Reduto.
Até o presente momento não encontramos documentação que assinale a inauguração da Doca do Reduto; nem conseguimos localizar, nas imagens disponíveis, o prédio que serviu à sucursal do mercado do Ver-o-Peso no bairro do Reduto.
Leia também: Doca de Souza Franco e Mercado Municial do Reduto (1935); por Robert Swanton Platt.

Sobre o Projeto Laboratório Virtual - FAU ITEC UFPA

Ações integradas de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará - em atividade desde maio de 2010. Prêmio Prática Inovadora em Gestão Universitária da UFPA em 2012. Coordenação: professor Haroldo Baleixe.
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2 respostas para Doca do Reduto ― aterramento: 1910(?)

  1. Paulo Andrade disse:

    Um esclarecimento oportuno seria a respeito do tal “igarapé das armas ” ou “igarapé das almas”. Até hoje não se sabe ao certo qual a grafia correta e se o local é essa “doquinha” ou se é a Doca de Souza Franco. A ignorância agradece.

    • fauitec disse:

      Paulo:
      Segundo o álbum Belém da Saudade, publicado virtualmente com autorização do Paulo Chaves no UFPA 2.0, à página 71:
      “O Igarapé das Almas foi canalizado, a área aterrada, e no local encontra-se construída a Avenida Visconde de Souza Franco. (VCM)”.

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