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Mercados e Feiras – Belém do Pará

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Análise da arquitetura funerária do cemitério da Soledade – topografia de 1969

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Análise da arquitetura funerária do cemitério da Soledade – 1969 (pdf de 25,3 MB) foi um trabalho desenvolvido ao Departamento de Formação Histórica no setor da História da Arquitetura no Brasil por uma equipe de seis estudantes do 3º ano do curso de Arquitetura da Universidade Federal do Pará em 1969.
Tal material compunha o acervo documental da professora Célia Coelho Bassalo e foi recentemente doado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA por seu filho: professor José Maria Coelho Bassalo – certamente esse raro levantamento foi salvo da incineração do arquivo morto do antigo Centro de Letras e Artes quando Célia dele fora diretora na década de 1980.

Topografia Planimétrica do Soledade em 1969 (jpeg ampliável):

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 Topografia Planimétrica do Soledade em 1969 (pdf).

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Imagem-link ao IPHAN

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Localização aproximada da Casa da Ópera de Belém

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Em  A Casa de Ópera de Belém – edificação de 1775 dissemos que a Casa de Ópera (nos mapas: Casa da Ópera) estaria erigida onde hoje é o Palácio Antonio Lemos.
Duas cartografias de Belém do ano de 1791 enviadas pelo arqueólogo Fernando Marques do Museu Goeldi mostram, pelos detalhes aqui publicados, que não; mas, nas cercanias daquele Palácio.
Na representação nas plantas da cidade a Casa da Ópera estaria defronte aos jardins projetados do Palácio dos Governadores do Grão-Pará e não ao próprio Palácio; se comparadas ao mapa gerado por satélite no Google, ela fora edificada onde hoje está a via pública (rua Coronel Fontoura), defronte ao Fórum Civil.
Faremos a correção na postagem original para evitar confusões aos ledores desta página virtual; do mesmo modo que apresentados nossas escusas pelo equívoco na leitura da estampa.

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Confra tardia da FAU na AP

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Marina, Moa, Tainara, Jesus, Bassa, Fábio, Klaudia, Eiró, Fabiano, Haroldo, Vanessa e Euler; ontem, no clube Assembléia Paraense.

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Brazil the Amazons and the Coast; by Herbert H. Smith

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Brazil the Amazons and the Coast; by Herbert H. Smith – 1879 (pdf do BF).

Material enviado pela bibliotecária Regina Vitória de Andrade Alves.

Fonte: Internet Archive.

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Ilustração do livro Theatro da Paz de 2013

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A Casa de Ópera de Belém – edificação de 1775

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A Casa de Ópera situava-se ao lado dos jardins (nos fundos) do Palácio dos Governadores do Grão-Pará; veja a Localização aproximada da Casa da Ópera de Belém.

Ilustração retirada do artigo do escritor Márcio Souza:  Afinal, quem é mais moderno neste país?

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Sociedade do Descanço – Empreza de Bertino Barboza de Lima

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A curiosa Sociedade do Descanço – depois pela mudança da grafia: Descanso – de Bertino Barboza de Lima instalou-se em 1860 no Arraial de Nazareth,  um ano depois de um anão índio ser exposto no Hotel Apollo; Bertino fora testemunha ocular das transformações materiais e imateriais ao redor da igreja de Nossa Senhora de Nazareth do Desterro, paróquia correspondente ao 4° distrito da capital, por 61 anos – salvo a possibilidade de alguém tê-la assumido nos últimos anos que não seu notório fundador e diretor –; por ora não encontramos a data de seu falecimento.
Bertino lá já estava quando implementaram o Jardim Mythologico e a Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense, um defronte ao outro, depois (dos fundos) da ermida, na Estrada da Independência; a Sociedade do Descanço não viu surgir o Pavilhão de Flora, em 1851, mas o de Vesta (1891) há certeza.
O emprezario deve ter tomado sorvetes, ou mandado buscá-los (por criados decentemente vestidos) aos seus assinantes, na A Siberia, quando esta sucursal do Mytologico ocupou uma casa no Largo de Nazareth, em 1871; certamente Bertino assistiu a construção e funcionamento da Fábrica de Cerveja Paraense dentro do terreno do extinto Mythologico.
A Sociedade do Descanço, segundo os periódicos que a cobriram por mais de meio século (até 1921 nas ocorrências da Biblioteca Nacional), não era mero ponto de alugar cadeiras e sofás de distintos modelos, mas um lugar notório do Arraial, ao lado esquerdo da igreja, que utilizava-se do passeio público a ela fronteiro à arrumação do comércio a céu aberto.
Bertino, que n’alguns casos de grandes eventos fora do Arraial transportava seus equipamentos, agregava serviços à Sociedade conforme O Liberal do Pará de 28OUT1870:

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Fonte: recortes de jornais da Hemeroteca Digital Brasileira  Biblioteca Nacional.


Sugestão de leitura:

A Música e o Tempo no Grão-Pará de Vicente Juarimbu Salles; mais especificamente TABLADOS POPULARES, pois neste tópico Vicente trata das festas profanas no Arraial de Nazareth desde o estabelecimento do Círio.


O clichê dos anos 1870 comporá a futura Boutique Virtual da FAU:

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Estatística de 2016 (BF)

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Os números, no geral, batem com as projeções feitas em maio de 2016 quando o Projeto Blog da FAU completou 6 anos de existência.

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Marquês de Pombal; vulgo Porto do Collares

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O Porto do Collares (travessa do Seminário, depois travessa Marquês de Pombal até o momento), no século XIX, estendia-se à rua Calçada do Collegio (rua Pedro Rayol, hoje rua Padre Champagnat); aqui, pelo Google Maps e acima em fotograma de 2015.
Alguns comerciantes estabelecidos nessa área, mesmo que nas atividades varejistas específicas de suas firmas, negociavam escravos da capital e do interior da Província.

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Do projeto de extensão Sampleados da FAP (2015)

Material enviado pelo professor Marcellino Milhomem Moreno.

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A escrava Clara confirma conexão Jardim Mythologico-Museu Goeldi

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A nota acima – inserida nos recortes da publicação Especulações da área do Jardim Mythologico apenas como referência de lugar  – comprova a relação do Jardim Mythologico com a propriedade de  Bento José da Silva Santos adquirida em 1895 pelo Governo do Estado do Pará para sediar o Museu Paraense Emílio Goeldi.


Postscriptvm:
Porto do Collares era o nome vulgar dado à travessa Marquês de Pombal onde comerciantes ali estabelecidos negociavam escravos.

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Especulações da área do Jardim Mythologico

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Ampliável à leitura

Em Onde ficava o Jardim Mythologico de Belém do Pará? aventouse a possibilidade da Fábrica de Cerveja Paraense ter ocupado parte da área pertencente ao Jardim Mythologico – sítio privado destinado ao divertimento público localizado na Estrada da Independência de propriedade da firma Gomes Junior & C.ª .
O Jardim Mythologico, referência comprovada de lugar da cidade pelo menos até 1882, surgiu no final de 1870 como Circo Olympico sendo rebatizado em 04 de junho de 1871.
As investigações revelaram notas que nos fizeram arriscar uma conformação – hipotética pela falta de dados – do terreno defronte à estação da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense, uma sociedade anônima concomitantemente implementada à integração e expansão de Belém na direção da Estrada de Bragança (antes da Estrada de Ferro de Bragança); em 1871 os trilhos urbanos já circulavam a cidade e chegavam ao Largo de São Brás, além do Mythologico.
Os anúncios no conjunto gráfico trazem à tona a figura do pai de Manuel Raymundo Gomes Junior* (Gomes Junior & C.ª) como negociador dos terrenos em seu cartório; Manuel Raymundo Gomes** fora serventuário vitalício até 15 de dezembro de 1874.
O fato da família Raymundo Gomes por à venda partes do Mythologico pelas extremidades nos faz crer no primeiro fatiamento e subtração da superfície original de sua propriedade: possivelmente compreendida, pela frente, na Estrada da Independência, entre as travessas 14 de Março e 09 de Janeiro; já pelos fundos, limitada na Estrada da Constituição (Gentil Bitencourt).
Vale destacar o dito na conclusão do relatório da Urbana Paraense (Anno I): … o assombroso augmento de valor nos terrenos no bairro de Nazareth e na linha do Marco, nos dão a firme convicção de que um brilhante futuro aguarda  a nossa nascente empreza… como justificativa ao desfalque geográfico na chácara Jardim Mythologico.
Se conseguimos interpretar satisfatoriamente as informações o quarteirão do Museu Paraense Emílio Goeldi estaria, em 1871, totalmente inserido na Quinta dos Gomes que possuía plantação de laranjas, as quais se vendia no local aos centos.
Observamos que esta postagem foi baseada em suposições, portanto, há possibilidades de erro – à correção em postscriptvm ou novas publicações se necessário.
As buscas permanecem, mas o que temos de novidades pretéritas ao entretenimento, por ora, pode ser acessado em recortes de jornais (arquivo pdf), um hiperlink às fontes primárias.

*Manuel Raymundo Gomes Junior em 1871 tinha 26 anos de idade e sua firma, a Gomes Junior & C.ª, certamente era familiar com domínio decisório do patriarca.
**Manuel Raymundo Gomes, o tabelião Gomes, fora casado com Umbellina M. da Conceição Gomes com quem tivera três filhos: Hygino Raymundo Gomes, Manuel Raymundo Gomes Junior (casado com Robina de Araujo Gomes) e Maria M. Gomes Paes (casada com Pedro Antonio Paes); da família nuclear também fizera parte seu irmão: Rodrigo Raymundo Gomes.

Fonte: recortes de jornais da Hemeroteca Digital Brasileira  Biblioteca Nacional.


Material recomendado à leitura:

Relatório da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense – anno de 1872.

Relatório da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense – anno de 1882.

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Resultado MOBIN MOBEX 2016 para Arquitetura e Urbanismo

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Fonte: CEPS – UFPA.

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Notinhas que confundem a História

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Conjunto gráfico ampliável à leitura e observações

As notas guardam semelhanças e suas datações apenas denotariam demora na transação de locação; todavia, os endereços de onde se poderia alugá-las, na Rua dos Mercadores, tinham numerações distintas: 16 e 43 (o 43 não aparece no jornal); ou seja: os recortes compõem uma cilada porque não se referem à mesma rocinha: a do mais antigo anúncio, de 1871, estava na Estrada de São José, já a de 1873, na Estrada da Independência, junto ao Jardim Mythologico, defronte à estação da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense.
Reforçando: a rocinha colada no Jardim Mythologico, situada na Estrada da Independência, era negociada em 1873 pelo próprio dono, Antonio Cardoso da Cunha Coimbra, no sobrado de nº43 da Rua dos Mercadores que sediava sua firma: a Coimbra, Pêgo e C.ª – uma espécie de importadora com armazéns para ferragens e outros produtos… –; já a rocinha da Estrada de São José estava, em 1871, para alugar, nas mãos do advogado Heraclio Vespasiano Fiock Romano, estabelecido em escritório no número 16 da mesma Rua dos Mercadores.
Como um recorte nada tem a ver com o outro, somente o de 1873 pode ser considerado à localização do Jardim MythologicoEstrada da Independência defronte à estação da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense.

Espera-se, com o resultado desta investigação, que não pairem mais dúvidas sobre a publicação Onde ficava o Jardim Mythologico de Belém do Pará? cuja a invariável resposta é Estrada da Independência (defronte da estação da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense, em área do hoje Jardim Independência).

Rua dos Mercadores: João Alfredo; Estrada de São José: Dezesseis de Novembro; e, Estrada da Independência: Magalhães Barata.


Postscriptvm (04JAN2017):
O senhor Antonio Cardoso da Cunha Coimbra, como mostra a lista de débito da décima urbana na rua dos Mercadores, ali esteve, no número 43, pelo menos até 1879:

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