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Artes Gráficas

Camiseta Círio 2022

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Livro Livro digital

Impressões do Brazil no Século Vinte (by Google)

Conteúdo digitalizado (passível de busca interna) pelo Google

Já havíamos publicado a parte referente ao Pará em Biblioteca da FAU: “Impressões do Brazil no Seculo Vinte”, de 1913 em 2011 – infelizmente sem possibilidade de busca interna.

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Artes Gráficas Artes Plásticas

Camisetas Círio 2022

Estampa da turma vespertina e estampa da turma matutina – 2022 – de Representação e Expressão II (imagem ampliável à leitura)

Arquivos em pdf à reprodução livre: Estampa Tarde e Estampa Manhã.

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Animação Audiovisual

Experimentos de Representação e Expressão II

Trabalho parcial das duas turmas de Representação e Expressão II – manhã e tarde.
Gif montado com a colaboração voluntária dos alunos Luiz Felipe Martins Gouvea (manhã) e Paulo Guilherme Souza Chaves Filho.

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Exposição

Divulgação/convite à Fau

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Artes Plásticas Moda

Divulgação/convite à FAU

Nesta quinta-feira, 18/08, às 19h, na Galeria Graça Landeira, teremos mais uma Roda de Conversa na programação paralela à mostra “Contemporâneos Modernos”, sobre o tema “Fronteiras do Moderno e Contemporâneo: Moda e Arquitetura”, com as pesquisadoras Susanne Pinheiro e Ingrid Mendes.
O encontro interdisciplinar entre Arte, Arquitetura e Moda é uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura e do Curso de Artes Visuais da Unama.
Esperamos você!
(Release.)

UNAMA (endereço ampliável)

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Laboratório

Liberal Comunidade – 14AGO2022 – LABTEC-FAU-ITEC-UFPA

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Fotografia antiga

Grande Hotel em 1957

Veja a publicação original para mais.

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Restauração

Palacete Silva Santos/Faciola – imagens de referência colorizadas

Site de colorização IMG2GO
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Restauração

O Palacete – experimentos

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Restauração

Palacete Silva Santos/Faciola

Hipótese do Laboratório Virtual: projeto e construção, entre 1895-98, Bento Silva Santos; ampliação e reforma, entre 1916-17, Antonio Faciola
Superposição de quatro imagens: Projeto Bento 1895, Bento 1898, Faciola 1929 e Faciola anos 1990 (gifs ampliáveis)

Bento é Bento José da Silva Santos, proprietário desde o projeto de José de Castro Figueiredo, ficando o imóvel com a família até o ano de 1916, quando Faciola (Antonio d’Almeida Faciola) o adquire no nome de sua mulher Servita d’Almeida Faciola.

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História da Arquitetura Restauração

Palacete Silva Santos/Faciola – a dinâmica da investigação

As duas únicas fotos fiáveis em datação dão certeza visual à propriedade de Bento (1895-1916) e de Antonio (1916-desapropriação) – os registros foram feitos em períodos distintos do domínio do Palacete; assim, conjugadas, são parâmetro à percepção de outras estampas que porventura apareçam (jpg ampliável)
A fotografia de 1899 – a de 1930 tem o ponto de interesse escondido – comparada a um cartão postal publicado no Belém da Saudade sem datação (jpg ampliável)

A descoberta de Bento José da Silva Santos como primeiro proprietário e construtor do palacete da equina da Avenida Nazaré com a Doutor Moraes tirou de Antonio d’Almeida Faciola a responsabilidade por tudo que tenha ocorrido desde o projeto do prédio em 1895 – aqui publicado – até sua posse como proprietário em 1916.
Esses dois períodos, já demarcados, de ocupação residencial por duas famílias abastadas, de gerações distintas, trazem questionamentos inexistentes quando se acreditava que Antonio Faciola fora o único dono – história oficial anotada na popular Wikipédia.
Saber que Bento contratou José de Castro Figueiredo foi novidade, mas endossou a presunção de Jussara Derenji como guardiã do projeto que agora revela as iniciais BJSS (de Bento José da Silva Santos) antes, sem sentido, imperceptível no meio das flores de ferro designadas.
O Laboratório Virtual, baseado em evidências sutis, dá como hipótese uma reforma significativa ocorrida com a chegada de Faciola ao casarão, em 1916; tal obra, certamente estendida ao ano de 1917, seria um marco da ocupação da família Faciola – ou seja: Antonio fez o que está na fotografia datada de 1930.
Trabalhamos com essa possibilidade; contudo, não intencionamos fabricar verdades, apenas estabelecer parâmetros que nos facilitem analisar e compreender diferenças em imagens que porventura surjam como no caso do cartão postal acima, publicado no álbum Belém da Saudade, que não possuí datação.
Independentemente das interpretações possíveis do entorno: prédios vizinhos, árvores, bonde… comparamos o postal com a estampa publicada em 1899 – como o prédio foi entregue a Bento:

Anos das imagens: 1899 – sem datação – 2008 (jpg ampliável)

O que se percebe no detalhe do cartão postal, donde se enxerga o Palacete em escorço, é uma pequena reforma para assentamento de ladrilhos no embasamento da fachada projetada à Avenida Nazareth; mas o sobrado, tal qual foi entregue a Bento, permanece pintado – sem os azulejos que revestiriam as duas fachadas num porvir ainda dessabido -; bem como: as soleiras das janelas continuam individualizadas, sem o friso contínuo, interrompido pelo vão da porta, que as camuflaria; permanecem, também, as molduras nas gateiras (ou óculos) do porão.
Observamos que o assentamento de azulejos, a confecção do friso e a retirada das molduras já são vistos na fotografia de 1930 – dentre outras mudanças até mais significativas.
Por pequena que tenha sido a intervenção vista no postal, antes de uma especulativa “grande reforma”, ela chegou aos dias de hoje, talvez como marca indelével da família Silva Santos na construção de Castro Figueiredo.


Postscriptvm:
O bonde elétrico presente no postal afirma que a imagem é de 1907 para mais – Bento José da Silva Santos faleceu em 1908, deixando o palacete como herança ao filho Bento Júnior que morreria em 1915.
Diante da imagem analisada a hipótese da grande reforma entre 1916-17 não foi refutada.

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Falecimento

Divulgação do adeus à Dona Antônia

Dona Antônia: sogra do professor Jorge Eiró – amiga
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Falecimento

Divulgação do adeus ao Albertinho

Albertinho: uma das excentricidades da Cidade: o maior varredor da Quintino – amigo
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História da Arquitetura

A sede da agência de Correio e Telégrafos em Belém; por Celma Chaves Pont Vidal

A sede da agência de Correio e Telégrafos em Belém – avenida 15 de Agosto

Na Belém de final dos anos 30, entre as arquiteturas que se modernizavam na Avenida 15 de Agosto, encontra-se a da sede da agência de Correios e Telégrafos. O projeto, segundo as evidências encontradas até o momento, seria do engenheiro e arquiteto ex-diretor da ENBA Archimedes Memória, que havia vencido o concurso para o Ministério de Educação e Saúde em 1936, com uma proposta que apresentava as linhas decorativas e grafismos do então chamado “estilo marajoara”. A construção de edifícios capazes de estruturar uma imagem clara da ideologia do poder vigente, era uma das estratégias da política de Getúlio Vargas e visava, entre outros objetivos, uniformizar e fortalecer a imagem de instituição públicas das principais capitais brasileiras entre os anos 1930 e 1940. Nesse período foram construídas 141 agências cujos projetos eram elaborados na então capital federal Rio do Janeiro, e enviados às respectivas sucursais. O projeto de Belém como os de outras cidades como Belo Horizonte e Curitiba, alude a essa vontade de transpor o tradicional, em um corpo volumétrico que conforma um conjunto com três partes distintas, marcadas por ritmos e simetrias. A esquina esquerda é um bloco de superfície curvilínea, prescindindo de qualquer ornato decorativo, em clara alusão às composições da nova objetividade. O corpo central reaviva os arabescos de inspiração marajoara, nas grades de portas e janelas, motivos que já tinham aparecido no projeto do suposto autor para o MÊS, porém emolduradas por uma superfície limpa e geométrica. A partir de álbum encontrado no blog http://antiguinho.blogspot.com/2018/06/antigo-edificiosede-dos-correios-e.html, observa-se um interior onde predominavam espaços amplos, pisos em ladrilho hidráulico, estrutura inovadora, com uso do concreto, e algum decorativismo déco, o que determinava um claro contraste entre exterior e interior. Escadas com desenhos orgânicos e elegantes, as aberturas moduladas em vãos com basculantes em vidro e outras, ao que parece, em persianas de madeira, evidenciam uma linguagem que oscila entre um tradicionalismo e as novas soluções formais do racionalismo.


Obs.: Nas imagens das plantas e elevações que tivemos acesso não está legível a assinatura nem data do projeto, no entanto, a notícia publicada no jornal Folha do Norte afirma que o projeto já havia sido aprovado pelo governo e que era de autoria de Archimedes Memória.

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Avaliação

Representação e Expressão I 2022 – trabalho final: Camiseta do Círio

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Entrevista de professor

Entrevista com o professor Jorge Eiró

Entrará no ar às 14 horas de hoje, sábado, 30JUL2022
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Arquitetura Restauração

O Palacete Silva Santos tinha suas fachadas pintadas

Página 154 do Álbum do Pará em 1899 – colorizada pelo LV

A analise acurada da fotografia publicada no Álbum do Pará em 1899 (provavelmente de 1898) mostra que as fachadas do Palacete Silva Santos (Nazareth 28) – e da casa vizinha (Nazareth 26) – eram revestidas de material pictórico e não por azulejos como se conhece hoje o Palacete Faciola.
Questão: os azulejos foram aplicados quando virou Palacete Facióla, entre 1916 e 1917?

Comparativo ampliável à percepção das diferenças no intervalo de 31 anos

Foto colorizada (pdf).

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Arquitetura Restauração

Centro Cultural Palacete Faciola: a casa de Jovita

Comprovou-se que Antonio d’Almeida Faciola ocupou, como proprietário, os dois imóveis, o 26 e o 28 da Avenida Nazareth em 1916; sobrou a última casa (Nazareth, 24) dentre as restauradas e revitalizadas pelo Governo do Estado, esta agora descoberta como de José Jovita Corrêa da Silva.
José Jovita Corrêa da Silva era genro de Bento José da Silva Santos – citado nas publicações anteriores -, já que casado com Adélia Augusta de Lemos Santos (nome de solteira), que passou a se chamar Adélia Santos Corrêa da Silva – vide Inventário de Bento José da Silva Santos.
Ou seja: todo o complexo (palacete e duas casas) que abriga o Centro Cultural Palacete Faciola teve origem na família Silva Santos.
Talvez a maior homenagem ao Bento seja a recuperação do conjunto com a interligação que lá há; seu propósito de união familiar – quem sabe se o acesso franqueado às três casas seja algo do passado?


A mesma nota reforça a propriedade de Faciola com a cobrança do Imposto Predial para o ano de 1917 no nome de Servita Almeida (que deveria ser Servita d’Almeida Faciola) titular do pagamento ao tributo do número 28 de Narareth.
Já o imóvel 26, o primeiro a ser ocupado por Antonio Faciola, permanece no nome da segunda mulher de José Bento da Silva Santos, Marianna Fernandes da Silva Santos, casada com separação de bens e única dona do imóvel – tal atraso na retificação, possivelmente, se deve ao fato de Marianna ser a única proprietária do imóvel, não causando preocupações ao Faciola que já tinha a posse – o jornal em questão é de novembro de 1916.
Esse assunto se torna secundário porque a casa de número 26 foi deixada à filha de Antonio Faciola, Inah Faciola, e vendida por seus sucessores em 1991.

Nossas especulações atuais são sobre uma possível grande reforma e ampliação no palacete (28), capaz de aumentar seu poder ostentativo e marcar visualmente a mudança de dono; certamente iniciada ainda em 1916, motivo de Faciola se ter instalado no 26.
Consideramos que essa obra tenha acrescido dois volumes arquitetônicos encadeados – pela Doutor Moraes -, engastado o frontão na platibanda que existia e, quem sabe, substituído a grade projetada por Castro Figueiredo com a sigla BJSS pelo monograma que lá se vê: SF (de Servita Faciola, a verdadeira proprietária do Palacete Faciola desde 1916).


A sociedade de Bento com o genro José e seu irmão Eduardo Jovita
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Arquitetura Restauração

1916 – Faciola assume o Palacete Silva Santos

Comparação de duas notas de jornal: uma de 17 de setembro e outra de 20 de novembro de 1916

Duas prosaicas noticias publicadas no jornal Estado do Pará, ambas de 1916, revelam quando Antonio d’Almeida Faciola chegou ao Palacete Silva Santos para transformá-lo em Palacete Faciola.
A presença de Armando Chermont no nº26 de Nazareth, mesmo que não listado como filho de Pedro Leite Chermont e Maria da Silva Santos Chermont na nota de falecimento de 23OUT1911, confirma um membro da família Chermont dando como seu o endereço do imóvel colado ao Palacete da equina com a Doutor Moraes.
De outro modo, recebendo parabéns por seu aniversário em 18 de novembro de 1916, estava Antonio Faciola “em sua residência”, no mesmo n°26 de Nazareth, instalado na dita casa dois meses depois: saiu um e entrou o outro (e suas famílias).
Tal edificação, que surgira junto com o Palacete em 1898 (?), de fato (e de direito), era propriedade documentada de Marianna Fernandes da Silva Santos, esposa em segundas núpcias de Bento José da Silva Santos, casada em regime de separação de bens, contudo: estava pública socialmente como moradia do casal Pedro Chermont e filhos – no caso só a viúva, Maria.
Faciola, no que se sabe, adquiriu os dois prédios sem se desfazer de sua chácara e domicílio na Tito Franco, o Bem-bom; possivelmente ocupou o n°26 para gerenciar obras no Palacete de número 28, já que o mesmo fora, por algum motivo, preterido ao velório de Bento Júnior em 11 de maio de 1915, que se deu no 26 – “residência da irmã do morto” – teríamos um sinal de degradação pelos 16, 17 anos da construção?
O fato de Antonio se alojar no 26 e não no 28 dá à imaginação a hipótese de uma considerável reforma no Palacete para onde traria sua família e suas obras de arte; nela poderíamos pensar nos dois volumes arquitetônicos acrescidos, no surgimento do frontão e nas pinturas que decorariam o Palacete em equivalência ao que se vê no Bem-bom.
Por ora estamos diante de possibilidades; para que se tornem reais, carecem de comprovações.

Curiosidade:
Ainda não descobrimos quem é esse Armando Chermont, se um neto do Bento José da Silva Santos, ou outro membro da popular família Chermont, diferenciado pelo sobrenome interno, da mãe (que seria Santos); o fato é que em 1924, a filha de Antonio Faciola, Inah, casa-se com um Armando Chermont – homônimos ou a mesma pessoa?
Armando Chermont, por sorte ou casualidade, apareceu para ajudar na datação que questionávamos; mas, instaurou outras dúvidas.

Um palacete de velórios e festas

A publicação ficará aberta à construção do texto.


Postscriptvm (27JUL2022):
Segundo o jornal Estado do Pará, de 23 de outubro de 1911, que noticiou o falecimento do médico e deputado federal Pedro Leite Chermont, casado com dona Maria da Silva Santos Chermont, o casal tinha 5 (cinco) filhos: Pedro (estudante de engenharia), Edmundo, Rodolfo, Carmen e Ítala – não há Armando na lista.