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Arquitetura e Urbanismo Audiovisual

La Rocque: nome e referência do LAFORA

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Repostagem no Youtube do audiovisual Roberto de La Rocque Soares ─ Um Homem e  Seu Tempo; agora, de modo contínuo e não dividido em 5 partes como incorporado em 2010.
O vídeo foi cedido pela família do professor Roberto de La Rocque Soares à professora Cybelle Salvador Miranda, afilhada de crisma do mestre.

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Expressividade de superfície e composição bidimensional

O Laboratório de Modelos Roberto de La Rocque Soares implementa, neste semestre, uma reformulação na condução didática de suas cinco disciplinas de Representação e Expressão.
Nenhuma novidade excepcional, apenas a modificação na ordem dos conteúdos ministrados.
A exaustiva perspectiva à mão livre deixará de ser abordada em RE I e passará à RE II.
RE I tratará exclusivamente da percepção visual com ênfase na expressividade das superfícies e na composição visual no espaço bidimensional – introdução necessária à compreensão da linguagem plástica*.
Para que os alunos tenham noção do quão significativos são os planos personificados pelos quais eles passam ou convivem no dia a dia, optou-se pela incorporação, à bibliografia do Laboratório, de dois livros/catáglogos dos artistas plásticos paraenses: Emmanuel da Cunha Nassar (o EN) e Pedro Paulo Góes Condurú (o PP).
Os dois bancos de imagens servirão como referência ao ato de universalizar o regional a partir da simplicidade compositiva associada a complexidade das informações gráficas presentes nas texturas casuais e intencionais.
No decorrer do semestre tentaremos trazer ao Ateliê de Arquitetura e Urbanismo  tanto o Emmanuel, quanto o PP, para que ambos falem sobre o processo de criação/execução dos seus trabalhos.
Abaixo as capas dos dois livros/catálogos e algumas imagens que os compõem, exceto a do Alvi Azul, um guache sobre Fabrianno de 1985, acervo deste editor, que não nutre nenhuma paixão por futebol.


*Referente à matéria que pode ser transmutada de modo visual e/ou táctil; moldável, modelável, manipulável.

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A necessidade de “limpar” a Maquetaria


A antiga Maquetaria, Laboratório de Modelos  oficialmente batizado com o nome do Mestre Roberto de La Rocque Soares depois da reforma do Ateliê, é o único espaço da Faculdade capaz de propiciar a confecção de peças tridimensionais reais; mesmo que o barulho, na maioria das vezes, perturbe a concentração da vizinhança teórica.
Essa ampla sala dotada de pias e bancadas é uma das raras que mantém a configuração do projeto original do prédio, por isso não é de uso exclusivo das cinco disciplinas Representação e Expressão ministradas às terças e quintas e abriga outras práticas imprescindíveis à formação acadêmica ao longo da semana.
O acúmulo da produção não retirada pelos alunos sempre atrapalhou, de modo contornável, o início dos semestres subsequentes, contudo, com o acréscimo de 20% nas vagas deste ano, que passaram de 50 para 60,  algo urge ser feito: “limpar” o lugar.
Para que isso ocorra de modo sensato e democrático solicitamos aos estudantes que retirem seus trabalhos e os guardem em suas residências ou que a eles dêem outro fim razoável.
Acolher mais 10 alunos sem a devida ampliação de espaço físico requer planejamento e, se possível, a plena participação da coletividade.

Atividades do Laboratório de Modelos

A disciplina Representação e Expressão III (tarde), integrante do Laboratório de Modelos Roberto de La Rocque Soares, finalizou suas atividades com uma oficina de serigrafia.
Uma experimentação interessante que tem diversas utilidades: de um simples cartaz ou camiseta à programação visual de um prédio ou cidade.
Partindo dessa premissa o professor Ronaldo Moraes Rêgo* acrescentou ao programa de sua disciplina a instrumentalização básica à técnica de reprodução também nominada silk-screen.
Ronaldo, arquiteto e artista plástico, é professor da UFPA há 26 anos, desde a época do extinto Departamento de Arte e Comunicação do Centro de Letras e Artes, anterior a cisão departamental; dedica-se ao ensino e à natutal pesquisa da pintura, da xilogravura e da calcografia na Faculdade de Artes Visuais (FAV) do ICA – Intituto de Ciências da Arte.
Há muito que o artista não ministrava aulas para o curso de arquitetura e urbanismo, contudo, por solicitação da direção da FAU e concordância da FAV, ele aceitou dar cobertura a essa demanda.
O Blog da FAU agradece ao Ronaldo pela dedidação e trabalho produtivo,  esperando que novas oportunidades surjam e que possamos conviver mais com sua presença.

(Alguém já viu, no planeta, ambiente mais asséptico à prática da serigrafia artesanal? Só o Ronaldo!)

 
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*Rêgo, Ronaldo Moraes (1956)
Críticas
“Os desenhos e os óleos de Moraes Rêgo valorizam esteticamente certas espécies humildes da matéria: a dos vegetais – troncos, lenho, caule, folhas – e a dos artefatos populares, pobres e rústicos, vegetalizados por força do inconsciente filotropismo que parece dirigir a visão do artista, impregnada pelas sugestões do mundo florestal circundante, de que ele aprendeu a distinguir a riqueza cromática, para além das mudanças verdes da hiléia. As formas traçadas pelo autor recorrem vagamente a arquétipos da arte indígena e primitiva, sendo, apesar disso, elaborada e sugestiva, lembrando o fundo sombrio e úmido das selvas tropicais, de onde emerge uma figura de colorido mais quente, como contas ou esculturas construídas toscamente. Fundada na identificação de matéria pictórica com os materiais trabalhados, a arte material de Moraes Rêgo, que ultrapassa o paisagismo sem cair na ornamentalidade, confere a objetos artesanais a aparência de coisas naturais e a coisas naturais a aparência de objetos fabricados.”.
Benedito Nunes
LOUZADA, Júlio. Artes plásticas: seu mercado, seus leilões. São Paulo: J. Louzada, 1984.

Maÿr Sampaio Fortuna criou o símbolo da FADESP

“Meu pai foi o Sr. Maÿr Sampaio Fortuna e gostaria de acrescentar alguns esclarecimentos à produção artística dele.
Ele produziu inúmeros trabalhos em metal, cuja confecção presenciei e dos quais ainda tenho dois exemplares feitos para mim.
Foi durante muitos anos desenhista da então Comissão Brasileira Demarcadora de Limites em cujo acervo devem constar seus trabalhos.
Por ocasião da instalação da UFPa, meu pai foi convidado por seu irmão Frederico Fortuna, então secretário do Reitor, para fazer o trabalho do escudo da UFPa que foi gravado em uma placa que ficava à porta da reitoria na Av. Governador José Malcher.
Também foi de sua autoria o símbolo da FADESP (Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa) criado especialmente por ele, sem nenhuma remuneração.
A emoção de vê-lo lembrado como um artista que era, impede de continuar as reminiscências no momento.
Sem mais, Albertina Fortuna de Oliveira — Professora Adjunta da UFPa — aposentada”.

O comentário acima reforça uma hipótese lançada no Blog da FAU: que a autoria do Brasão Original da UFPA, poderia ser de Maÿr Sampaio Fortuna.
Três nomes vigoram (ou vigoraram) nas investigações: Manoel de Oliveira Pastana (hipótese de Jussara Derenji a partir de José Luiz de Araújo Mindello), Maÿr Obadia (hipótese de Sueli Fraiha a partir de sua memória) e Maÿr Sampaio Fortuna (nossa, a partir de Patrick Pardini e da retomada de um desenho de 1949).
Albertina Fortuna de Oliveira afirma que a simbologia utilizada pela FADESP — Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa — fora uma das criações de seu pai.
No site da FADESP, especificamente onde se fala do logotipo da Fundação, não há nenhuma alusão ao elaborador da imagem de 34 anos que convive com a tipologia recentemente reprogramada, o que trai a função daquela instituição:
“No entanto, a cerâmica indígena, um dos maiores símbolos da Fundação, foi mantido. Presente na identidade visual da Fadesp desde 1977, a cerâmica remete à cultura paraense e indica uma propulsão de ações de forma cíclica, rumo ao crescimento infinito.”
Se Maÿr Sampaio Fortuna desenvolveu a estampa que a FADESP ostenta — de elemento concernente à arqueologia amazônica —, não será difícil comprovar que o Brasão Original da UFPA veio do mesmo repertório desse artista-pesquisador olvidado em seus feitos ornamentais neo-marajoaras (um estilo reconhecido em Theodoro Braga e seu discípulo Manoel Pastana que muito nos confundiu nessa míope busca).
Parece que estamos diante de uma angustiante amnésia da Universidade Federal do Pará.
Que as injustiças sejam reparadas por pesquisas confiáveis de participação coletiva; esta é e sempre será nossa proposição diante de omissões cruéis.

Logomarca revitalizada negligenciando a autoria da “cerâmica indígena”.


Comparação de estilos: há a presença do “neo-marajoara” nas duas peças.

Inscrições às bolsas do IAP

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Onde está a L.H.?

Divulgação — Coral Vozes da Amazônia

Divulgação — Acúmulos na ELF

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“Aparências nada +”; por PP Condurú

Procure por Pedro Paulo Góes Condurú.

Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil: A Experiência de Belém

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Nico, uma celebridade de Warhol

NICO: Corazón Vacío
‘La historia es una verdad que a la larga acaba siendo mentira, mientras que el mito es una mentira que acaba siendo verdad’. Jean Cocteau.
Hace ya muchos años nació en Alemania una niña llamada Christa Paffgen. Cuando se convirtió en adolescente decidió cambiarse de nombre y colocarse en determinados lugares estratégicos donde a veces ocurren cosas (puertas de bares, museos, tiendas de ropa). Así fue como Christa se convirtió en NICO, un personaje indolente y mentiroso, que a partir de ese momento se dedicó a construírse un nombre y un entorno, primero en el mundo de la moda (trabajando para grandes nombres como Chanel) y después en el cine underground o comercial (desde Fellini a Warhol) o en lo que saliese. Y lo que salió fue la música, primero junto a los primeros VELVET y después junto a John Cale, THE FACTION… pero componiendo ya sus temas y definiendo un estilo indefinible.
Su música es un reflejo de su alma por lo que resulta igual de hermética que ésta, lo único que queda claro es que supo lo que es la tristeza y la belleza. De hecho ella misma fue bella y triste. La importancia de su música es idéntica a la importancia de su personalidad. Alguien que sabía ser tonta o intelectual según le interesase. Alguien que sabía no sentir y hacer sentir. Alguien que influyó en artistas de su generación más que cualquier tendencia (que se lo pregunten a Bob Dylan, Jim Morrison, Ernest Hemingway o Jean Baudrillard), por no hablar de otras generaciones (el punk, los nuevos románticos, el slow rock…desde Siuxie Sioux a CAMERA OBSCURA, pasando por THE CURE). En definitiva, una personalidad compleja y controvertida que tuvo un hijo con Alain Delon, contactos con la banda terrorista Baader Meinhoff y que supo estar en todos los sitios donde ocurría algo durante tres décadas (los sesenta, los setenta y los ochenta), rodeada siempre de un aura de malditismo (su música no es precisamente comercial) y fracaso.
Pues bien, las claves para entender a NICO y ver más allá de una vida cargada de sucesos y excesos están todas en sus discos. Discos que están por encima de cualquier catalogación estilística y más allá del tiempo y del espacio (¿alguien que no conozca a NICO podría fechar y localizar aproximadamente alguno de sus discos después de escucharlo?).
Su primer disco largo fue ‘Chelsea girl’ (1967), una maravillosa colección de canciones en su mayoría ajenas (de Bob Dylan, Jackson Browne, Lou Reed…) que NICO convierte a un minimalismo preciosista que arrulla al oyente envolviéndolo en un aura melancólica e ingenua por momentos y ruidosa y triste en la formidable ‘It was a pleasure then’, compuesta por la propia NICO junto a Lou Reed y John Cale. Se trata de un disco desnudo e intenso que se desmarca tanto del movimiento hippy como del rock transgresor de los VELVET erigiéndose como un rara avis en el panorama musical y adelantándose en décadas al pop ralentizado y ruidista que surgiría en los noventa. Pero más allá de su importancia histórica es un disco conciso y cargado de una extraña emoción (la voz de NICO es fría y asexuada pero conmovedora).
Su segundo disco, titulado ‘The marble index’ (1969) es para muchos su mejor trabajo. Se trata de uno de los álbumes más tortuosos y densos de la historia de la música, con una cuidadísima producción de John Cale, que envuelve las sencillas melodías arcaicas (casi medievales) de NICO en una impecable atmósfera carente de ritmo (NICO odiaba las baterías y los bajos) y repleta de chirriantes cuerdas que se desacen en épicos crescendos (increíble ‘Evening of light’). El disco posee un tono como de cuento de hadas depresivo y adusto que se pierde en laberínticas profundidades ‘Frozen warnings’ y una absoluta unidad reforzada por las pistas contínuas. Las letras están cargadas de referencias mitológicas y surrealismo, apreciándose la influencia de los poemas inspirados por el opio de Coleridge (admirado por NICO) o de la obra de William Blake y los poetas románticos. Lo increíble de este disco es ser consciente de en qué año fue publicado y lo que significa, no ya de transgresión sino de obra única sin precedentes ni continuidad. Un disco que parece totalmente intemporal y aislado en cuanto a influencias (algo que a veces se considera utópico en el arte).
Su siguiente disco saldrá en el 1971 con el título de ‘Desertshore’. En su portada vemos un fotograma de ‘La cicatrice intérieure’, película dirijida por su pareja de entonces, el cineasta maldito Philippe Garrel. NICO actuaba y ponía música en ésta y otras películas del realizador francés, muchas de ellas mudas (era como la vanguardia dentro de la nouvelle vague).
El disco contiene un puñado de oscuras canciones, tanto en inglés como en alemán o en francés, destacando una pequeña pieza compuesta por NICO para que la interpretase su hijo Ari, resultando de una perturbadora belleza naif. En general se trata de un álbum que expresa una total desolación, sin duda similar al aspecto que presentaba el ático donde vivían NICO y Garrel en París, donde al parecer sólo había cuatro paredes pintadas de negro, unas velas, palomas muertas y un armónium. Es curioso que un disco tan triste irradie a la vez tanto amor y trate el tema de la familia con tal carga emotiva. Considero que las tres canciones dedicadas a su familia son el hilo conductor y la auténtica base conceptual del disco. Especialmente con el tema dedicado a su madre, NICO parece buscar la reconciliación y por fin desnuda sus sentimientos. Estos aspectos personales aparecen recubiertos de símbolos de la tradición romántica alemana (castillos, halcones, trompetas militares…). Al parecer John Cale se dejó influír por Gustav Mahler en su forma de producir y aderezar las composiciones de NICO.
En el 1974 y como homenaje a Jim Morrison graba ‘The end…’ una colección de temas propios más una versión del ‘The end’ de los Doors y otra del ‘Das lied del deutschen’ de Haydn. En esta época el pilar sobre el que se construye su sonido es el armónium con el que NICO componía y tocaba en directo, su instrumento predilecto y recurrente. Cuando, más adelante le roban el armónium, se derrumba psicológicamente hasta que PATTI SMITH le regala uno nuevo. Es también la época en que empieza a ser conocida como la ‘diosa de la luna’, debido a su cambio estético y su estilo cada vez más siniestro. El disco refleja su creciente obsesión por la muerte (provocada por el fallecimiento de tantos miembros de su generación, desde Edie Sedwick a Jimi Hendrix). La prensa le dedicó titulares como ‘Nico más triste que nunca’ o comentarios como ‘Su versión de The End constituye la banda sonora de una caída libre hasta el fondo del abismo. Nico es como ese mármol puro y muerto de una acrópolis en ruinas, una columna desmoronada de la ribera subterránea de la laguna Estigia de Morrison’. Parece ser que NICO se quedó absolutamente conmocionada al ver a Morrison en un coche por las calles de París, con el rostro hinchado y la mirada perdida, días antes de su muerte.
El disco posee de nuevo la impecable producción de John Cale, que adorna las canciones con sonidos que oscilan entre el clasicismo y la transgresión (ejemplo de esto último son los ensordecedores ruídos que anteceden a ‘Innocent & vain’).
Su siguiente disco sale en 1981 con el nombre de ‘Drama of exile’ y debido a unos problemas con los derechos se vuelve a grabar con una producción muy distinta en 1983. Ambas versiones son lo más flojo de su carrera ya que introduce nuevos músicos y da un giro hacia un sonido más cercano al rock convencional (aunque incorpora cajas de ritmos y programaciones). En definitiva intenta modernizar su sonido cuando ella siempre estuvo más allá de las épocas y los estilos. El disco incluye un tema de Bowie/Eno ‘Heroes’ y el ‘I’m waiting for the man’ de Lou Reed.
A mi modo de ver recuerda en algo al sonido de las primeras grabaciones de JOY DIVISION cuando aún se llamaban WARSAW. Incluso Ian Curtis siempre me ha recordado a NICO en su manera de cantar.
En 1985 publica su último disco, titulado ‘Camera Obscura’, junto al grupo THE FACTION. En el vuelve a construír un disco perfecto, el más siniestro y abstracto de su carrera. La producción vuelve a ser magistral y completamente inclasificable, destacando la imponente ‘My Heart is Empty’ y la mortuoria ‘Tananore’. En el tema que da título al disco (y que lo abre) observamos una instrumentación en apariencia caótica y disonante, que envuelve la voz sintetizada de NICO y termina con unas ráfagas de clásica trompeta y piano. Es una especie de introducción que da paso a ese solemne himno mortuorio que es ‘Tananore’, envuelto en atmósferas electrónicas y obsesivos ritmos metálicos. A continuación ‘Win a few’ recuerda en su producción a la electrónica oscura y abstracta que se practica hoy en día en sellos como Download, aunque mucho más etérea y menos agresiva. En mi opinión ‘My funny valentine’ y ‘Das lied von einsanen madchens’ (los únicos temas que no compone NICO) rompen un poco la unidad del disco aunque estén producidos de forma muy similar al resto. Para acabar diré que ‘My Heart is empty’ me parece uno de sus mejores temas y un auténtico resumen de su vida.
Desde la década de los setenta NICO ofreció cientos de conciertos por todo el mundo, acompañada de diferentes músicos y del obligado armónium. Estas actuaciones le sirvieron de sustento económico y le proporcionaron gran cantidad de fans incondicionales en todo el mundo. Aunque no entrase en las listas de los más vendidos, NICO disfrutó en vida de un gran reconocimiento tanto de público como de crítica, de hecho se le dedicaron multitud de alabanzas desde la prensa musical. Algunos de sus austeros y memorables conciertos han quedado inmortalizados en multitud de grabaciones piratas como pueden ser ‘Nico in Europe’, ‘Do or Die’, ‘Live in Tokio’, ‘The Peel Sessions’ y un largo etcétera. Junto a estas actuaciones, NICO realizó colaboraciones musicales con personajes de lo más variopinto, desde KEVIN AYERS, BAUHAUS o MARC ALMOND a los españoles NEURONIUM, un olvidado grupo de rock progresivo al que prestó su voz en un recitado de Edgar Alan Poe titulado por el grupo como ‘Vuelo Químico’.
En 1988 NICO se cae de su bicicleta mientras paseaba por la isla de Ibiza en un día de verano y muere. Este accidente absurdo ponía fin a una vida dura pero siempre cargada de esperanza en un futuro incierto. Muchos pensaban que NICO ya había pasado todo lo peor y que su suerte iba a cambiar, pero el destino le gastó esta pequeña broma, interrumpiendo así la vida de una de las personalidades más fuertes y creativas que surgieron en la década de los sesenta. (escrito por ANXO CUBA) http://www.sysvisions.com/feedback-zine/articulos/a_nico.html

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Antonieta Santos Feio

O MUNDO MODERNO EM ABERTO: O mundo das artes em Belém do Pará e a pintura de Antonieta Santos Feio.

1999: exposição dos alunos da Arquitetura no Ateliê de Arte

No dia 25 de março de 1999 houve uma exposição significativa na Universidade Federal do Pará: Exercícios de Desenho e Design; aqui registrada em VHS pelo aluno Bruno Parente.
Em tempos idos as disciplinas de Representação e Expressão do turno matutino eram ministradas no Ateliê de Arte do antigo Centro de Letras e Artes, daí a cedência do espaço, necessariamente amplo.
No caso específico da exposição Exercícios de Desenho e Design, resultado da produção das turmas ingressantes em 1997 e 1998 que concluíam Representação e Expressão IV e II respectivamente, houve o envolvimento interno da disciplina Soldas e Fundição, ministrada pelo professor Fernando Antonio de Sá no curso de Engenharia Mecânica; e externo, da COPALA Indústrias Reunidas S/A, por intermédio de seu presidente, José Maria Mendonça, engenheiro civil formado pela UFPA.
Com o conteúdo programático de Representação e Expressão IV e II (manhã e tarde) adaptado a uma produção tridimensional utlitária e conceitual, tanto o Laboratório de Solda e Fundição da Mecânica da UFPA, quanto o Laboratório de Solda da Copala foram utilizados pelos alunos; a turma de R.E. II da tarde, por incompatibilidade de horário nas tarefas extraclasse, participou da mostra com aquarelas e mistas feitas a partir de cenas da invasão na Perimetral.
A “sucata”, ponto de partida da criação, foi cedida pela COPALA; bem como a equipe de soldadores.
A Mecânica trabalhou a aplicação de soldagem MIG/MAG (MIG – Metal Inert Gas e MAG – Metal Active Gas) e TIG (Tungsten Inert Gas) em situações projetivas mais elaboradas pelas equipes discentes.
O vernissage, talvez o primeiro no Campus do Guamá, contou com a presença de artistas, empesários e autoridades; em especial destaque a Consul de Portugal que propôs apoio e intercãmbio para empreendimentos futuros, contudo a UFPA não entrou com a contrapartida necessária em tempo hábil.
A exposição foi montada e desmontada no Ateliê de Arte no dia 25 de março de 1999 pela falta de segurança do pátio aberto, problema que, resolvido, seria a compensação a Portugal; posteriormente os estudantes a remontaram em um Shopping Center de Belém.
Outras mostras dessa natureza ornamentaram o Ateliê de Arquitetura, contudo, sem registros.
Haroldo Baleixe e Jorge Eiró foram os professores responsáveis pela ação interativa multiciplinar.
As filmagens, feitas por Bruno Parente, seriam digitalizadas, editadas e postadas no YouTube somente em 2007.

A vizinhança da UFPA em julho de 2007

Do portão principal da UFPA ao Bettina, com filmagem contínua do perímetro do Campus do Guamá; três anos, cinco meses e sete dias antes de hoje.

Do portão Bettina com vista ao lado posterior das avenidas Perimetral e Augusto Corrêa, em sequência ininterrupta; é o retorno em tempo real do videoclipe anterior.

Da Muicatiara à FAU

Na postagem Utilidade Pública traçamos o trajeto e fizemos a filmagem do que chamamos de “Rota alternativa à Perimetral-UFPA”: avenida Primeiro de Dezembro, travessa Vileta, rua Muicatiara e avenida Perimetral.
Na “motofilmagem” abaixo, em pilotagem espontânea, há o complemento: “Muicatiara/Perimetral/UFPA-FAU”:

O videoclipe mostra questões urbanas; tando do tráfego de veículos e pedestres, quanto do casario/comércio (área de invasão) do entorno  (externo) do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá.
Vê-se também nesse material a interdição da pista de parte da orla do Campus Universitário atingida pela erosão que aproxima o Ateliê de Arquitetura, dentre outras edificações, do Rio Guamá. 

Na simplicidade de Volpi

Ora bandeirinhas, ora casinhas; então: por que não evocar a espontaneidade de Alfredo Volpi nos festejos de final de ano?
Uma árvore de natal?
Dois telhadinhos colados?
Sexo, drogas e rock’n roll?
Veja o que quiser: a obra de Volpi é aberta.

Parabéns pelo amanhã

PCT GUAMÁ: registros da FAU no YouTube

Parque de Ciência e Tecnologia GUAMÁ:

10 de novembro de 2009.

05 de julho de 2010.

07 de dezembro de 2010.

Um tributo a PICASSO (composição)

Assista ao filme completo El Misterio Picasso (Le Mystère Picasso) no vodpod.