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FISIONOMIA DA CORDA prorrogada até 19 de dezembro

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FISIONOMIA DA CORDA; por Patrick Pardini e Biratan Porto

CONVITE ELETRONICO FINAL REVISADO

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UFPA 1982: a medalha comemorativa dos 25 anos

No ano de 1982, entre os meses de setembro e outubro, a Universidade Federal do Pará realizou Concurso Público à elaboração da medalha comemorativa de seu 25º aniversário (1957/1982)  — RESOLUÇÃO nº542, de 21 de junho de 1982.
O mandato reitorial era de Daniel Queima Coelho de Souza e a Comissão do Concurso coordenada por João Paulo do Valle Mendes, Vice-Reitor.
Dois alunos do 8º semestre da graduação em Arquitetura da UFPA, que em conjunto elaboraram um projeto à peça, ganharam o primeiro prêmio  — em dinheiro.
Os estudantes: Jorge Leal Eiró da Silva e Luciano Pinto César de Oliveira; hoje professores da FAU.
Não conseguimos a imagem do diploma dado ao Luciano Oliveira, mas aqui publicamos parte dos estudos, o memorial da proposta e a certificação conferida ao Jorge Eiró pela então autoridade máxima da instituição; aguardamos fotografias do resultado da cunhagem.
Curiosamente os autores elegeram a cerâmica marajoara como ornamento, seguindo os passos do idealizador do primeiro símbolo da UFPA, à epoca de sua criação, no ano de 1957; contudo, Luciano e Jorge jamais viram o brasão verbalmente atribuído a Manoel de Oliveira Pastana pelo falecido médico José Luiz de Araújo Mindello  antes de sua postagem neste blog, em 28/07/2010.

O resultado da cunhagem (postado em 24 de agosto de 2010):

Medalhão da UFPA: especulações e derivativos

A diretora do Museu da Universidade Federal do Pará, Jussara Derenji, arquiteta e professora aposentada desta FAU, observou, com lupa, o verso do medalhão da UFPA; onde há a efígie do brasão d’armas da República; e encontrou a gravação “Maÿr”, com “y” tremado — ainda não possuímos tal imagem.
O fotógrafo e pesquisador Patrick Pardini, que atualmente desenvolve trabalhos junto à Primeira Comissão Demarcadora de Limites, lembrou-se de  homônimo  constante em documentos da P.C.D.L, sobretudo por se tratar de um desenhista.
No “Relatório da Expedição do rio Macajaí, no período de 1942/43, apresentado ao III.mo.  Srn. Capitão de Mar e Guerra Braz Dias de Aguiar pelos ajudantes Técnicos Rubens Nelson Alves e Oscar Dias Teixeira” (SIC);  procedimento protocolar, da então “C.B.D.L.1ªD” — Comissão Brasileira Demarcadora de Limites 1ª Divisão —; há um mapa, assim assinado: “‘Des. por Mayr S. Fortuna’ Aux. Tec. 1ª Clas.”, datado aparentemente de “13-9-43”.
Na realidade; por informações coletadas com Maria de Nazaré Lopes Neves — a NAZITA —, secretária da Escola Primária da Universidade do Pará desde a sua formulação em 1962 e que assessorou sua diretora, Osmarina de Melo Fortuna; “Mayr S. Fortuna” seria Mayr Sampaio Fortuna, irmão de Frederico Sampaio Fortuna, esposo de Osmarina; isto estabelece uma relação, mesmo que indireta, com a Universidade (Federal) do Pará. 
Pardini procederá pesquisa mais acurada na atual P.C.D.L. ligada ao Ministério de Relações Exteriores
Todas as pistas devem ser checadas, por mais que se as concluam como lucubrações ou desvios de rota. 
Manoel de Oliveira Pastana segue no páreo dos autores do Brasão, não está completamente descartado.

NAZITA nos forneceu outros dados que interessam à postagem Cine Notícias: “Universidade do Pará inaugura Escola Primária” (7 de março de 1963) do Blog, como testemunha viva da história da Escola Primária da UFPA:
“Em 1963 a Escolinha funcionou em uma casa situada na Quintino Bocaiuva; entre as avenidas Braz de Aguiar e Nazaré; depois ocupou o Palacete Rita Bezerra; o Serviço de Teatro Universitário instalou-se em 1964 naquele lugar, hoje inexistente, demolido junto com outras edificações para dar espaço à sede da FIEPA — Federação das Indústrias do Estado do Pará.”; isto preenche uma lacuna do depoimento histórico UM INDÔMITO TIMONEIRO escrito por Alcyr Meira compondo, junto com Clodoaldo Beckmann, “José da Silveira Neto e o ensino superior no Pará”. 

Imagem da derivação, será postada como complemento de Cine Notícias: “Universidade do Pará inaugura Escola Primária” (7 de março de 1963):

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Silveira Neto: ordinário medalhão sobre suntuoso capelo

Fotografias ampliáveis do segundo MAGNÍFICO da UFPA enviadas por Patrick Pardini. Tais imagens pertencem ao acervo do Museu da UFPA, parceiro fundamental nesta informal investigação.

Em sua posse (02.07.2009) o Reitor da UFPA, Carlos Edilson de Almeida Maneschy, usou os atuais Capelo e Colar Reitorial (ou Reitoral).
No púpito em acrílico preparado à oratória vê-se o adesivo do ESCUDO idealizado por Alcyr Meira, jamais adequado à Resolução Nº17/1969; um pragmatismo de plástico incongruente à liturgia. 
Esperamos que Maneschy restaure, de modo sensato, o flanco destro das tradições na Universidade Federal do Pará; para tal, restam-lhe, na pior das hipóteses, pouco menos que três anos.