Um devido reconhecimento institucional a Alcyr Boris de Souza Meira

O levantamento feito por este Blog sobre o ESCUDO da Universidade Federal do Pará, tendo primoroso auxílio da Biblioteca Central e outros colaboradores, dá subsídios imprescindíveis a revitalização e consolidação da imagem criada pelo engenheiro-arquiteto Alcyr Meira.
A diretora da BC, Maria das Graças Pena, encabeçará campanha junto ao Magnífico Reitor, Carlos Edilson de Almeida Maneschy, propondo a formatação digital do trabalho gráfico concebido pelo professor titular aposentado desta Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
Uma moção de apoio à iniciativa será apresentada pela Direção da FAU à votação do Conselho da Faculdade e consequentemente à Congregação do ITEC, ratificando a necessária homenagem a um dos fundadores da Universidade (Federal) do Pará.
A ideia é simples e INDEFECTÍVEL:
A partir do desenho original publicado nos Anais Científicos e de acordo com as determinações de feitura e cor da Resolução Nº17 de 1969, será possível, por intermédio de profissionais competentes em programas gráficos, criar uma estampa digital fidedigna aos documentos, blindada às ações ignóbeis, que sobreviva aos futuros 50 anos da Instituição de Ensino Superior.
O Blog da FAU agradece a contribuição da Graça Pena, diretora da Biblioteca Central da UFPA; do Ivan Brasil, ex-diretor aposentado da Gráfica e Editora Universitária; do Jaime Bibas, arquiteto e professor cedido pela FAU à presidência do Instituto de Artes do Pará; e do Juliano Ximenes Ponte, diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
Damos destaque especial a dois professores que provocaram tal investigação: Celma Ponte Vidal e Fabiano Homobono.

O Blog permanece em diligência à origem do escudo ora usado como imagem-link ao Portal da UFPA; pelo visto, um outro assunto, que poderá recuperar dois brasões da época de Mário Braga Henriques, mas que em nada afetará o enaltecimento a Alcyr Meira, autor da patente e difundida marca da UFPA.
Do sábio jargão: “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!”.

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