Variações gráficas:
Raciocínio gráfico
Referência da pesquisa gráfica: The Origin of the Male and Female Symbols of Biology.
No ESPELHO DE VÊNUS não há alterações; já no ESCUDO E LANÇA DE MARTE a lança é (re)direcionada ao lado sinistro do escudo (vulnerável aos destros) e a ponta da lança invertida: de seta para cálice.
Por mais que seja esse o raciocínio do argumento, a representação gráfica é ilimitada; não necessariamente como as aqui expostas em camisetas e no destaque do LV – contanto que sejam mantidas as tangencias ou proximidades determinantes das individualidades que compõem a parelha.
A coisa é alquímica: em vez de MARTE apontar sua lança para VÊNUS, a ela ele oferece uma flor.
Não esqueçamos que Marte era o Deus da Guerra; portanto: no popular: “um escroto, filho da puta”: “o” estereotipo do macho forte, belo e viril (mas, sagrado):

Vênus e Marte de Botticelli (c. 1485)
Acima se tratou (graficamente) da relação heteronormativa de um casal mitológico romano; já a vida real é campo fértil à violência contra a mulher (o assunto); todavia, seguindo a vertente do desenho: os símbolos básicos incorporados à biologia (macho-Marte, hermafrodita-Mercúrio e fêmea-Vênus) são combinados livremente à composição de panoramas gráficos de múltiplas orientações sexuais:

Síntese gráfica com o áudio

































































