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Arquitetura e Urbanismo

O quarto aniversário do BF

BF
Hoje o Blog da FAU completa seu 4º ano de existência com 395.000 visitas a 2.578 postagens diversas.
A média mensal de visitas ao BF é superior a 8.000 e a de posts vai além de 53 por mês ao longo desses quatro anos.
Esta extensão marginal que auxilia no ensino e na pesquisa públicos não tem patrocínio privado ou apoio de instituições federais de fomento, salvo pequena carga horária franqueada aos seus editores pela Reitoria da UFPA.
Em 2012 este canal de comunicação ganhou o primeiro prêmio na categoria Prática Inovadora no concurso Ideias e Práticas Inovadoras em Gestão Universitária da UFPA, mas, por vacilo do edital, nunca viu a cor do dinheiro; aliás, nem a cerimônia, nem a prometida publicação impressa do relatório eleito à época, ocorreram.
Mas há o que se comemorar: a boa relação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA com as pessoas que compõem o mundo virtual, este, sem fronteiras ou atrapalhos ao conhecimento.

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Arquitetura e Urbanismo Depoimento

Lelé; por Cicerino Cabral

LELÉ-baixa[8]
Material coletado e diagramado pelo editor chefe: professor Jaime Bibas.

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Arquitetura e Urbanismo Documentários

O Complexo de Vira-Latas; por Leandro Caproni

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Arquitetura e Urbanismo Equipamentos urbanos Fotografia Fotografia antiga

Um equipamento urbano inusitado: Garage Jabuti e Garage Popular

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A bibliotecária Regina Vitória da Fonseca, colaboradora do Blog da Fau, após garimpagem no setor de obras raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna, nos enviou 15 fotografias, das quais apenas uma não é inédita, pois já ilustrara a postagem A construção do CLIPPER defronte à Praça D. Pedro II, contudo, agora a temos em altíssima resolução.
A fotografia em questão revela a existência de um equipamento urbano que, por comprovação documental do Fragmentos de Belém, abrigava dois pontos de carros de praça: a Garage Jabuti e a Garage Popular; possivelmente contemporâneo ao CLIPER Nº1, já que estava pronto quando construíam o abrigo defronte à 13 de Maio, na gestão Engelhard (1943/1945).
Detalhes de outras imagens, das 14 restantes que não possuem datação e estão sendo analisadas, dão a localização, no calçamento da praça D. Pedro II, do pequeno posto, que  que estabelecia, por intermédio das duas garages, valor prévio às corridas feitas pelos chauffeurs:

cvbnm

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Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Reprodução de notícias

Luiz Braga no Estadão de ontem

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Colaboração: Stella Pessôa.

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Arquitetura e Urbanismo Memória Reprodução de artigos

Manoel Leite Carneiro: O Professor; por José Maria Filardo Bassalo

shot013_thumb[2]Parece que o grande filósofo holandês Baruch Spinoza, que viveu no Século 17, seria o autor da seguinte frase: VIVER É PERDER AMIGOS. Essa frase, pelo menos para mim, tem sido um axioma, pois a tenho vivenciado durante os quase 79 anos de vida (nasci em 1935). Porém, dos amigos que perdi durante esse tempo de vida, a morte de um deles marcou-me (no dia de hoje: 26 de maio de 2014), de maneira especial. Trata-se de Manoel Leite Carneiro, dois anos mais velho que eu, a quem devo o início de minha carreira de professor de Física, ao indicar-me para professor dessa disciplina, no lendário Colégio Estadual “Paes de Carvalho”(CEPC), em 1955, e para o então Núcleo de Física e Matemática (NFM), da então Universidade do Pará, em 1961. Eu o conheci, em 1954, quando ensinava Matemática no ex-Colégio “Abraham Levy”. Desde aí, nossa amizade tornou-se uma irmandade.

Manoel “Fogueteiro” como eu o chamava (pois vivia sempre “soltando foguete” em busca de um ensino de melhor qualidade, quer público, quer privado), tinha um talento ímpar para a Matemática, talento esse que se manifestou quando o saudoso professor Ruy da Silveira Britto, em 1962, nos ministrou um Curso de Espaços Vetoriais Finito-Dimensionais, tendo como livro-texto o escrito pelo matemático Paul R. Halmos, em 1958. Depois de uma das aulas desse Curso, o Ruy Britto me chamou e disse-me: – Bassalo, não se zangue comigo, mas o Manoel Leite é a melhor cabeça de vocês cinco (Manoel Leite, Manoel Viégas Campbell Moutinho, eu e os saudosos Rui dos Santos Barbosa e Leão Samuel Benchimol).

Além de ser um Professor nato (ele praticamente morreu em uma sala de aula, pois ministrou aulas até alguns dias antes de sua morte em seu querido Colégio Ideal) estava sempre em busca de jovens talentos, incentivando-os a estudar cada vez mais e, para aqueles que não tinham posses, ele arranjava bolsas de estudo. Aliás, essa foi a característica de sua vida: ajudar os outros, no que podia e mesmo no que não podia realizar diretamente. Eu sou testemunha disso, pelas várias bolsas que me arranjou.

Depois de mais de sessenta anos de Ensino, Manoel Leite começou a escrever um livro de sua disciplina preferida: Álgebra Linear. Com a ajuda de seu filho Manoel Leite Carneiro Júnior, ele começara a escrever o texto usando um “tablet”. Quase no leito de morte, Manoel repetiu o que o grande astrônomo polonês Nicolau Copérnico fez: corrigiu as provas de seu famoso livro: Das Revoluções dos Corpos Celestes, publicado dias depois de sua morte em 1543. O “Tio Patinhas” (outro apelido que seus amigos deram a ele, porque ele gostava sempre de ganhar no tradicional jogo de dominó no NFM), dias antes de morrer estava com o “tablet” aprendendo a operar com matrizes.

Por fim, é oportuno destacar que meu agora saudoso amigo Manoel teve todo o carinho de sua família, principalmente de sua filha médica Francisca Regina Oliveira Carneiro, bem como de todos os seus amigos, inclusive de os médicos (em especial: Ana Virgínia Van den Berg, Flávio Porpino, Nazaré Martins, Murilo Azevedo e Salomão Kawhage) e enfermeiros/as que o atenderam.

Nota: Publicado em Diário do Pará, 27/05/2014

Fonte: Bassalo.

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Arquitetura e Urbanismo História Pesquisa

CLIPPERS: a fotografia que confundiu a pesquisa

Clipper 1 - duplicado final dos anos 1940
Foto do final da década de 1940 erradamente considerada como de 1935.

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Laje e viga, no detalhe,  interrompem visualmente a continuidade do poste.

A investigação pública, com profícuo auxílio dos internautas, feita pelo Blog da FAU sobre CLIPPERS, foi atrapalhada, sobremaneira, pela fotografia acima.
A imagem, integrante de um conjunto envelopado datado de 1935,  induziu interpretações equivocadas de outras fotos, retardando conclusões óbvias.
Na realidade, o pacote de registros é do final da década de 1940, possivelmente no ano de 1949.
O que temos acima estampa o CLIPPER defronte à Praça do Relógio já duplicado na gestão de Alberto Engelhard (1943/1945).
No detalhe podemos observar um ônibus escuro nele estacionado, à esquerda; por trás, o poste, que permite entender que há laje e viga sobre seu teto.
A “lupa de Holmes” pode garantir que o poste é o mesmo que protagoniza CLIPPER Nº1: quanto custava um poste na 2ª Guerra?.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Arquitetura e Urbanismo Reprodução de notícias

CELPA: o golpe da CAIXA PADRÃO (12 de abril de 2013)

Video denúncia publicado há mais de 1 (um) ano no Youtube:

O material acima foi enviado pelo internauta  Augusto César Ribeiro, comentarista da postagem CELPA: entre “olhões” e “porta-pães”.
No vídeo, publicado em 12/04/2013 no Canal Diogo de Oliveira Silva do Youtube, o deputado federal Wladimir Afonso da Costa Rebelo, vulgo Wlad, denuncia “… que há uma curriola, uma verdadeira quadrilha, um esquema armado, porque os principais fornecedores desses sistemas de Caixa Padrão, de aterramento, é… do disjuntor, dos isoladores, da Caixa Padrão, tudo é farinha da mesma saca, ou seja, pertence tudo ao time da CELPA. Isso daí gerará em torno de 60 a 70 milhões de Reais fraudulentamente, escandalosamente, vinda do bolso do sofrido batalhador paraense para os cofres da Rede CELPA, Newton.”
Pelo que se pode compreender, a questão das Caixas Padrão, colocadas e retiradas das residências da Cidade Velha depois de manifestação popular apoiada pelo IPHAN  − Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional −, tem raízes mais profundas.
Então: onde estão os órgãos competentes de defesa da população aos desmandos do monopólio privado?


Postscriptvm:
O Blog da FAU não possui nenhuma relação com políticos profissionais e seus partidos, a postagem é mera “reprodução de notícias” com o intuito de clarificar a questão CAIXAS PADRÃO da CELPA, notoriamente desfiguradoras da Cidade e do Estado.

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Arte Decorativa Aplicada História Reprodução de jornais antigos

A inauguração do Manoel Pinto da Silva

Ed. Manuel Pinto da Silva_OLiberal-26.12.1951.p.3
Clique sobre a imagem para ampliá-la.

A inauguração do Manoel Pinto da Silva (PDF).

Fonte: Hemeroteca Digital Brasileira (FBN).

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Arquitetura e Urbanismo Cidades Denúncia

CELPA: entre “olhões” e “porta-pães”

dfg
Belém não necessita de inimigos, a CELPA − Centrais Elétricas do Pará S. A. − há muito o é: desde a época do Barata, como Pará Electric, quando fazia a arquitetura desviar dos seus postes.
Antes eram os “olhões”, junto com o emaranhado de fios, a enfear a Cidade; agora, a plena falta de juízo da Companhia, inventou uma novidade, tão vagabunda quanto um porta-pão de acrílico de R$1,99   − que no caso é feita do mesmo frágil acrílico e tem desenho similar −: um contador para ser afixado nas fachadas das residências com os dutos dos fios expostos.
Essas caixas, de modo nonsense, além de pavorosas e descartáveis, têm custo aos consumidores: é a situação absurda de uma das fotos acima, tirada defronte à residência nº61 da Passagem Bolonha, onde o proprietário, além de pagar por toda a parafernália necessária para usufruir da eletricidade doméstica, contratou um pedreiro para esconder os grossos conduítes e um eletricista para botar a chave geral do lado de dentro da casa − qualquer pessoa na rua pode apagar sua luz ou mesmo destruir o ordinário equipamento e o problema é seu.
Postes e fios há muito deveriam ter desaparecido do cenário das cidades, mas a CELPA nos vem, na contramão, com milhões de “porta-pães” horripilantes e inúteis, pois, se a função é a leitura do consumo, o acrílico em breve estará opaco e ninguém enxergará absolutamente nada − isto ocorreu com as lentes dos “olhões” feitas em material menos medíocre.
Em e-mail enviado pela presidente do CiVViva − Cidade Velha Cidade Viva −, Dulce Rosa Rocque, há duas fotos comparativas anexadas de uma casa na Cidade Velha, em área tombada da Dr. Malcher, que serão postadas abaixo para que se tenha dimensão da impossibilidade de compor um Plano de Fachada com esses trambolhos:

Celpa  casa sem medidores 25.5

A fachada da casa antes dos ordinários “porta-pães” de R$1,99.

CELPA - contadores de luz em casa situada em área tombada.
Uma nova fachada desenhada pela CELPA com 9 “porta-pães” de R$1,99 que impedem até mesmo que a conta de luz chegue à residência, pois nem o número pode ser visto.
Imaginemos 20  kitchenets: janelas e portas seriam totalmente cobertas pela imbecilidade.

Um alerta: de uns tempos para cá os “olhões” começaram a pegar fogo, com frequência, nos postes, fazendo com que residências e comércios passassem a pagar taxas de consumo em vez de gasto aferido, o que deve ter gerado prejuízos à CELPA; será que esta ação da Companhia não pretende salvaguardar os postes e transferir os incêndios aos imóveis?

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga História Pesquisa

CLIPPER Nº1: quanto custava um poste na 2ª Guerra?

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Novamente a “lupa de Holmes” foi usada em duas fotografias para tentar comprovar que a CONSTRUÇÃO “…de um abrigo na Avenida Portugal, em frente à Praça do Relógio…”, alardeada politicamente no relatório de Alberto Engelhard, prefeito de Belém entre 1943 e 1945, não passou de uma duplicação por rebatimento da forma original do CLIPPER Nº1.
Observemos a incongruência no encontro das duas lajes: há um dente, com significativa redução do alinhamento da cobertura anexada, claramente em desvio a um poste da Pará Electric, nos anos em que Magalhães Barata, interventor federal de 1943 a 1945, fez campanha nacionalista com o objetivo de desmoralizá-la e estatizá-la, o que viria a ocorrer em 1947, no governo do major Luís Geolás de Moura Carvalho.
Possivelmente, e só de sacanagem, os funcionários da Companhia, à época (1943, 1944 ou 1945), não foram tirar o poste, que lá ficou, no mínimo, por 27 anos − se considerarmos o último ano Barata/Engelhard.
Para entender melhor essa história, vale a pena ler a página 157 da tese de  Chélen Fisher de Lemos:

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga

CLIPPER Nº1: qualquer semelhança é mera aparência

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Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga História

Por quê o Clipper Nº1 deve ser da década de 1930?

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Há uma certa teimosia, o que obviamente não é acadêmico, em afirmar que o Clipper da foto, o revelado nº1, deve ter sido construído entre 1936 e, no máximo, 1939 − as fotos de Robet Platt já descartaram 1935.
Ainda não encontramos documentos oficiais, nem publicações de jornais ou revistas de época que comprovem o aqui dito e redito  em especulações desse tempo da amnésica Cidade enviuvada da borracha − acreditávamos achar algo relevante no relatório do interventor federal José Carneiro da Gama Malcher (1935/1943), mas lá nada há sobre o assunto; muito menos sabe-se, nas bibliotecas públicas, dos feitos do  professor Abelardo Condurú  (1936/1943) na Prefeitura.
Mas o raciocínio é simples, se observarmos a fotografia: dois bondes* se destacam, um a passar pelo Clipper e outro parado no Fidalgo Telheiro; nenhum ônibus (ou automóvel) transita pelas cercanias, o que nos faz supor (se não é domingo, feriado ou cedo) que a Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd. ainda não tinha adquirido, por meio de sua subsidiária Companhia Paraense de Viação Geral Ltda, os 7 ônibus que fariam frente ao seu costumeiro sistema de transporte urbano a partir de outubro de 1937.
No entanto, se já os possuía − até então sinal de saúde financeira para investimento em modernização −, esses poderiam, em estratégia de cobertura à demanda, manter itinerários distintos aos traçados para os seus bondes.
A informação, com a qual trabalhamos, está à página 154 da tese de doutoramento de Chélen Fisher de Lemos, defendida e aprovada em 2007 no IPPUR/UFRJ:

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Lembremo-nos que a Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd., em 1933, possuía 120 km de extensão em linhas de bonde e 100 carros em serviço.
Parte da redução da extensão em 1939 pode ser consequência do uso dos 7 ônibus, de maior mobilidade e número de passageiros.

*Dois bondes  em uma fotografia não denotariam a decadência ou falência da Pará Electric, se considerada a dimensão da malha viária desenhada em Belém (menos ainda se fosse domingo, feriado, ou cedo):

Mapa bondes

Fonte do mapa: Biblioteca da CODEM.


Postcryptvm (em 24-05-2014):
O horizonte da imagem do CLIPPER é limpo, sem edificações modernas altas, só se vê o observatório no topo do reservatório Paes de Carvalho; o prédio do Armazém Âncora, correspondente a 5 pisos, da Importadora de Ferragens, ainda não fora construído.
Só nos resta a data dessa edificação e, quem sabe, a autoria de seu projeto; afinal, é uma obra emblemática da história arquitetônica de Belém, já que provocou uma nomenclatura sui-generis às PARADAS de ônibus na capital, em seus distritos e nos municípios do interior do Estado do Pará.


Postscriptvm² (o1/11/2014):
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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga Reprodução de artigos Reprodução de documentos antigos

Em 1972 o Clipper Nº1 ainda estava de pé

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Material enviado por Igor Pacheco.


A imagem mostra justamente a parte NOVA do Clipper nº1  obtida pelo rebatimento da forma original à imprescindível ampliação do abrigo que serviria aos surgentes passageiros de ônibus do início da década de 1940 com a progressiva ruína dos bondes.
Acreditamos que essa ampliação, para efeito político, foi tratada como CONSTRUÇÃO “… de um abrigo na Avenida Portugal, em frente à Praça do Relógio…” no relatório de Albert Engelhard, prefeito de Belém entre 1943 e 1945.
Há outra foto − já publicada no BF, sem datação precisa, mas que sugere a virada da década de 1960 para 1970 −, que mostra um conjunto de três clippers ao redor da Praça do Relógio, junto ao velho telheiro de bondes (com ponta visível no canto superior direito) que jamais perdeu sua fidalguia:

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Postscriptvm (o1/11/2014):
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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga

Alberto Engelhard e a multiplicação dos CLIPPERS

O LIBERAL, “Órgão do Partido Social Democrático (Secção do Pará)”, jornal fundado em 1946, em seu número 164 de 2 de junho de 1947, uma Edição Especial de 32 páginas dedicada ao aniversário natalício de seu dono e presidente do P.S.D., Magalhães Barata, traz em seu conteúdo o relatório do deputado Alberto Engelhard quando prefeito de Belém durante os anos de 1943, 1944 e 1945.
Os feitos pretéritos de Engelhard, que reassumira a Prefeitura Municipal de Belém em 09 de maio de 1947, menos de um mês antes dessa Publicação Especial, mesmo que enaltecidos pelo tabloide político de seu partido, elucidam muitas questões sobre a investigação dos CLIPPERS, nomeados no documento como ABRIGOS.
As páginas, aqui apresentadas e restritas ao assunto, provocarão revisão nas datações de algumas fotografias utilizadas no BF sem que as postagens sejam suprimidas, os avisos serão dados por postscriptvm.
Abaixo do quadro do Scribd, que contém o PDF à leitura dentro da matéria, daremos alguns destaques à discussão; ao final da postagem deixaremos o arquivo para download direto do BF.

Ver este documento no Scribd

Fonte documental: Hemeroteca Digital Brasileira (FBN).

R03

Imagem ampliável à leitura

O relatório de Alberto Engelhard não nos convenceu que o Clipper;  aqui mostrado em fotografias, sem datação ou autoria,  comparativas de sua ausência e presença; fora construído em sua gestão como prefeito nos anos de 1943, 1944 e 1945.
Acreditamos que o termo CONSTRUÇÃO, usado por Engelhard, se refira a um rebatimento para duplicação do espaço coberto obedecendo o mesmo gabarito tipológico do que aqui se vê.
Cremos que esse Clipper, autointitulado e tratado pelos jornais como Nº1, seja um projeto anterior à virada da década de 193o para 1940 que, proliferada a ideia, levou o termo CLIPPER às demais construções com o propósito de abrigar pessoas, já passageiras de ônibus,  e prestar-lhes serviços básicos como nos quiosques concedidos à exploração comercial de Francisco Bolonha nos tempos do Intendente Antonio Lemos.

R01

Imagem ampliável à leitura

O relatório dá como concluídos quatro abrigos para passageiros de ônibus, sendo que o “… abrigo na Avenida Portugal, em frente à Praça do relógio… ” nos parece a duplicação, em rebatimento, de um abrigo para bondes já existente no local, o Clipper nº1.

R02

Imagem ampliável à leitura

Algumas  promessas políticas de Engelhard parecem não cumpridas em seu mandato, mas na gestão de outros prefeitos.
No caso das obras no Largo das Mercês, como a fotografia não possui datação, podem ou não ter sido levadas a cabo em sua administração.

Arquivo do Blog da FAU para downloadRelatório Alberto Engelhard (1943, 44 e 45)

Postagem com efetiva colaboração
investigativa de Igor Pacheco e Regina Vitória Fonseca.


Esta pesquisa tem dois anos, já que  iniciou,  efetivamente, a partir da postagem CLIPPER da Castilhos França em 1965  (20 de maio de 2012), na busca de argumentos que amparassem a resposta dada pelos editores ao comentário do professor José Júlio Lima.
Cronologicamente surgiu no dia 16 com a Praça do Relógio na década de 1960.
É óbvio que não se chegou a uma conclusão definitiva, cabal; mas, pelo revelado nesses últimos dias, há grandes possibilidades de êxito, tanto para comprovações, quanto à aparição de novas hipóteses que entretenham, sem que haja necessidade de correr do horrível monstro, o velho bicho prazo acadêmico; afinal: este espaço é a antítese da formalidade, coisa de urubu do Ver-o-Peso, coisa do marginal LAFORA.


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Arquitetura e Urbanismo

Confirmado: CLIPPER Nº1, Praça do Relógio

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A parceria entre o Blog da FAU e o site Fragmento de Belém é mesmo profícua: mais uma vez se conclui, mesmo que parcialmente, uma pesquisa realizada de modo público, dando aos internautas plena oportunidade de observação das atitudes – dentre os erros e acertos naturais de uma investigação – e efetiva participação.
Há pouco Igor Pacheco nos enviou a comprovação “laboratorial” do que a “lupa de Holmes” havia encontrado em  CLIPPER 1º (primeiro)?.
Como diz o Vicente Cecim: “Quando tu queres – muito – encontrar algo, não és tu que o achas, mas o ‘algo’ é que te encontra…”.
O curioso dessa história é que a fotografia da postagem “CLIPPER 1º (primeiro)?” pertenceu à Inah Faciola – filha do Homem do Relógio – e estava guardada junto a uma planta de reforma assinada por Albert Oswald Massler; quando o projeto foi manipulado para digitalização a foto caiu no chão, daí a ideia de levá-la novamente ao escâner e verificar seus detalhes, então, revelou-se o surpreendente “ER 1º”.
Portanto, está claro que as bruxas existem.


Postscriptvm (o1/11/2014):
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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga História

A Pará Electric entre 1933 e 1934 (álbum da companhia)

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Informações iniciais

PG 02 Escritório Central

Escritório Central

PG 03 Escritório do Gerente Geral

Escritório do Gerente Geral

PG 04 Sala de Mostruários

Sala de Mostruários

PG 05 Escritório do Tráfego

Escritório do Tráfego

PG 06 Escritório do Tráfego - Vista lateral (Mostrando Sala de Descanso dos Emppregados)

Escritório do Tráfego – Vista lateral (Mostrando Sala de Descanso dos Empregados)

PG 07 Escritório do Tráfego - Sala dos funcionários

Escritório do Tráfego – Sala dos funcionários

PG 08 Inauguração do Escritório do Tráfego 17-1-34

Inauguração do Escritório do Tráfego 17/1/34

PG 09 Novo carro de 8 rodas, construido nas Oficinas da Companhia

Novo carro de 8 rodas, construido nas Oficinas da Companhia

PG 10 Ferraria

Ferraria

PG 11 Tornos grandes

Tornos grandes

PG 12 Novo carro de 8 rodas, construído nas Oficinas da Companhia

Novo carro de 8 rodas, construído nas Oficinas da Companhia

PG 13 Novo carro de 4 rodas

Novo carro de 4 rodas

PG 14 Os 4 novos bondes inaugurados bo dia 17-1-1934

Os 4 novos bondes inaugurados no dia 17/1/1934

PG 15 Vista interior de um bonde de 8 rodas

Vista interior de um bonde de 8 rodas

PG 16 Estrado de novo carro em construção

Estrado de novo carro em construção

PG 17 Trucks para novos carros

Trucks para novos carros

PG 18 Secção onde se colocam os aros e rodas

Secção onde se colocam os aros e rodas

PG 19 Tornos pequenos

Tornos pequenos

PG 20 Nova secção de fundição

Nova secção de fundição

PG 21 Usina de Eletricidade

Usina de Eletricidade

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Sala das Caldeiras

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Turbinas de corrente contínua

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Turbinas de corrente alternada

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Linha dupla na avenida Castilhos França

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A Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd. nessa época ocupava três grandes áreas de Belém: o Escritório Central, onde hoje é a CODEM; o Escritório do Tráfego e oficinas de construção e manutenção dos bondes, ao lado do colégio Gentil Bitercurt, atualmente o Complexo da Polícia Civil; e, a Usina de Eletricidade, localizada na Municipalidade, esquina com a Rui Barbosa e adjacências do terreno.

Leia a postagem: Acervo de engenheiro contém preciosidades de Belém – Diário do Pará – Sábado, 08/02/2014, 12h52.

Fonte: CODEM.


Para melhor compreensão das questões e processos relativos à usina de força e aos bondes elétricos da concessionária inglesa Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd., sugerimos a leitura da seguinte tese defendida no IPPUR − Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano Regional −; por Chélen Fisher de Lemos:

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Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos

Clippers em notícias de jornais (1947-1951-1989)

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Imagem ampliável para melhor visualização e análise

A fotografia acima, de autor e data desconhecidos, parece ser a mais antiga imagem  pública da construção que pode ter dado origem ao apelido CLIPPER às PARADAS (abrigos com serviços) de bondes e posteriormente ônibus de Belém, seus distritos e municípios do interior do Estado.
O BF trabalha com a hipótese de que a população encontrou nela alguma semelhança com as formas dos hidroaviões que cruzavam os céus do centro da cidade e amerrissavam na baía do Guajará durante toda a década de 1930.
Sabe-se, de modo confiável, que a PARADA não foi levantada antes da Quadra Nazarena de 1935 e supõe-se que antes de 1940 ela já existisse.
Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém e colaborador do BF, nos enviou algumas notícias de jornais dos anos 1947, 1951 e 1989 que se referem aos CLIPPERS e serão apresentadas na sequência; abaixo da caixa do Scribd teceremos algumas consideração a essas publicações; ei-las (as notícias de jornais):

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Resumo:
1. Em 22 maio de 1947 estava em construção, por um comerciante, o CLIPPER Magalhães Barata, em Igarapé-Açu.
2. Em 16 de maio de 1951, quase quatro anos depois (de Igarapé-Açu), o vereador Felinto de Azevedo Lobato propõe à Câmara Municipal de Belém a construção de abrigos (no modelo CLIPPER)  no subúrbio:  “…nos bairros do Telégrafo Sem Fio, Guamá, Curro Velho, Cremação, Jurunas e Cidade Velha…”.
3. Em 22 de agosto de 1951 diz-se que o prefeito João Guimarães, “que se dá ao vício da embriaguez”, fez construir, no largo da igreja, um CLIPPER, para seu filho; isto acontece em São Sebastião da Boa Vista.
4. Em 24 de setembro de 1951 noticia-se que a proposição do vereador Felinto fora rejeitada.
5. Em 11 de fevereiro de 1989 O Liberal publica uma nota que dá conhecimento de um CLIPPER remanescente: o “do trevo da estrada Belém-Mosqueiro”.


Diante das revelações acima percebe-se que os CLIPPERS já estavam bastante popularizados fora dos limites de Belém e assim permaneciam em 1989.
Em 1947 um CLIPPER “chegava” ao município de Igarapé-Açu, justamente no ano em que os bondes pararam de circular em Belém.
A foto da postagem mostra que o CLIPPER da Avenida Portugal, entre a 15 de Novembro e a João Alfredo, estava, ainda, a serviço dos bondes.
Só nos resta descobrir a data exata dessa edificação, de sentido lógico se antes da virada da década de 1930 à de 1940, período pré-Guerra.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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CLIPPER 1º (primeiro)?

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Ainda no governo de Eurico de Freitas Valle (1929/1930), antes da Revolução de 1930 e Vargas, a população belenense via, a cruzar os céus e amerissar na baía do Guajará, os hidroaviões da NYRBA LINE − linha Nova York/Rio/Buenos Aires −, depois, com a queda da bolsa de Nova York, incorporada pela rival Pan Air − Pan American Airways System.
As atividades desses voos eram frequentes e intensas na década de 1930 porque Belém, além de rota do transporte de pessoas e correio, era base da oficina de manutenção dos chamados CLIPPERS.
O termo inglês clipper, dado a hidroaviões de fabricantes distintos, tinha alusão à autonomia de cruzeiro, simbolizada pelos velozes veleiros sem propulsão mecânica do século XIX que singravam (cortavam), desenvoltos, oceanos.
Referência da referência pode ser o mais acertado para avalizar um apelido popular aos abrigos com serviço destinados aos passageiros dos bondes e ônibus da capital paraense: clippers, que viraram Clippers (nome próprio) na História da Cidade.
Estações de bondes e/ou ônibus construídas em concreto armado foram equipamentos urbanos comuns nas cidades brasileiras e no resto do mundo, contudo, pelo que se saiba, ninguém as chamava clippers; só por aqui, assim como “Pana-ir“, em pronúncia parauara à companhia aérea estadunidense, como recordou Haroldo Maranhão.
Apelido, alcunha, ou apodo é, segundo o Aulete Digital, uma “Comparação jocosa, depreciativa”: acreditar que uma edificação necessariamente imóvel para proteção das pessoas fosse uma aeronave,  ou vagaria pelo campo do delírio vindo com a insolação coletiva dos habitantes, ou se justificaria  racionalmente nalguma semelhança formal, como no caso dos folclóricos Arara, Ararinha e Periquito − personagens citadinos das décadas de 1970/80 que tinham grandes narizes aduncos e voz fanha.
Das PARADAS (assim grafadas em caixa-alta por moldes no cimento) de Belém só uma lembra, em nuances, um hidroavião, mais pelo jogo construtivo de encadeamentos que sugere “asas” como no caso da erguida, e posteriormente duplicada no mesmo gabarito, defronte à Praça do Relógio, entre a 15 de Novembro e a João Alfredo, possivelmente a primeira de uma série disseminada nas adjacências e por outros bairros, distritos e municípios do Estado nas três décadas que estavam por vir.
Para que essa hipótese se resguarde na lógica há que ter sido a obra uma novidade no cenário, ainda no limite dos anos 1930, pois na década seguinte o pouso em solo deixaria de ser tendência para virar rotina de interiorização, um aprendizado de guerra.
Na sequência, novas fotos, ou análises recentes de imagens conhecidas, tentarão justificar o dito:

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A Praça do Relógio retratada por Robert Platt no período da Quadra Nazarena de 1935 mostra o calçamento original em ondas, a vegetação aérea ainda baixa sem adensamento e a ausência da PARADA em questão.
As fotografias do geógrafo e professor Platt, que têm o aval da Universidade de Wisconsin, muito ajudam na revisão de datas; neste caso, o único relatório que nos poderia ajudar, seria o do prefeito Abelardo Condurú (1936-1943), resta saber onde encontrá-lo.

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A comparação de detalhes de imagens já utilizadas no BF revela o crescimento da vegetação na Praça do Relógio e a aposição do termo CLIPPER no equipamento urbano, mesmo com a existência de um letreiro superdimensionado em decó com a palavra PARADA modelada na construção − as fotos não possuem datações, mas registram o calçamento original ainda com as ondas; há esperanças que elas (as fotos) tenham sido feitas entre os anos 1936 e 1939, pois quanto mais distantes os voos e as amerissagens ocorrentes nas cercanias, menor a importância do hidroplano para o imaginário popular.

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Por último a novidade que deu origem a esta postagem: a foto, por nós digitalizada, há muito em circulação na Internet, foi novamente escaneada e minuciosamente analisada.
No canto esquerdo aparece a ponta do CLIPPER/PARADA com a inscrição perceptível: “ER 1º”.
Não há como precisar a data, mas o calçamento é outro, dentado 45º em relação ao perímetro da Praça do Relógio, para facilitar o estacionamento de automóveis e a desobstrução da via.
Tanto faz se a foto é da década de 1940 ou início dos anos 1950, o importante é entender a autoafirmação do que estaria escrito naquela viga de envergadura inútil ao planar: CLIPPER 1º (primeiro). Por que isso?
Talvez a busca da identidade perdida, sinal da vaidade do concessionário diante da proliferação de esquisitos nichos com a mesma alcunha glamourosa, dê luz à suposição que perseguimos comprovar.
“ER 1º” pode significar um sussurro de esguelha misturado com desespero: “−Ei! Olha aqui! Eu sou o primeiro e único CLIPPER de Belém; o resto é consequência, nunca alada aparência.”.

Um voo sobre Belém em 1935:


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.