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Memória

Norma Barata — missa de 7º dia, em 26/06/2015

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A professora Norma Soares Barata (ou a singela Dona Norma), companheira do poeta e professor Rui Guilherme Paranatinga Barata, foi uma das primeiras docentes do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Pará, que a homenageou com o nome da biblioteca da Faculdade.
Dona Norma faleceu aos 93 anos.
Os editores do Blog da FAU solidarizam-se, pela perda da singular matriarca, com os seus filhos (Maria Diva, Ruy Guilherme, Paulo André, Maria Helena, Maria de Nazaré, Maria Inez e Tito), demais familiares e amigos.

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Arquitetura e Urbanismo História

Universidade quer criar sua Escola de Arquitetura; por Roberto Jares (1963)

FAU UFPA - 19jun1963

Recorte do jornal A Província do Pará do dia 19 de junho de 1963, enviado pelo colaborador Aristóteles Guilliod de Miranda.

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Arquitetura Artes Gráficas Artes Plásticas

Vilanova Artigas; por André Chiote

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Caros Haroldo e Jaime,
O meu nome é André Chiote e, apesar de ser também arquiteto, tenho-me dedicado à ilustração de Arquitetura.
O vosso blog chegou, em tempos, a fazer um artigo sobre o meu trabalho: Os marcantes contornos gráficos de André Chiote.
Agora, envio em anexo as ilustrações da minha última série, dedicada à obra do arquiteto brasileiro Vilanova Artigas.
João Vilanova Artigas faria, a 23 de junho de 2015, 100 anos.
Para celebrar a ocasião dediquei um conjunto de trabalhos a um dos mais relevantes interpretes do Movimento Moderno Brasileiro (e não só).
De uma enorme expressividade, o trabalho de Artigas, apesar de recorrer a escassos elementos, consegue, graças à sua inteligência e sensibilidade compositiva, obter resultados de uma enorme força arquitectónica.
Combinando a textura natural dos materiais (betão, madeira, etc) com um uso cirúrgico da côr, os edifícios de Artigas conseguem ser obras de uma enorme plasticidade, de grande inspiração.
Espero que este conjunto de trabalhos seja do vosso interesse para publicação no vosso blog.
Atentamente
André Chiote
http://cargocollective.com/andrechioteillustration
https://www.facebook.com/andrechiote.illustration

E-mail de envio do material por André Chiote.

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Administração Arquitetura e Urbanismo

100 anos de Vilanova Artigas (23/06/2015)

João Batista Vilanova Artigas, se vivo estivesse, faria hoje 100 anos (morreu aos 69); esta postagem, em sua homenagem, mostra a integralidade de um Super 8mm feito em 1978 por Eduardo Jesus Rodrigues e Fernando Frank Cabral postado no canal de Alexandre Pinizza no Youtube em 3 partes.

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Fotografia antiga

O americano e o automóvel; por Sarah Bernhart

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SB

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Artes Plásticas Divulgação

Armando Sobral; amanhã, na ELF

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Neste fim de semana receberemos, na Elf, a exposição “Belém Refigurada”, do artista visual Armando Sobral.
Abertura dia 20 de junho, sábado, das 10 às 14h. A mostra permanece aberta a visitação até o dia 4 de julho, de terça a sexta-feira, das 10 às 13h e das 15 às 19h.
Aos sábado, das 10 às 14h.


Do artista, sobre a exposição:
A paisagem, tanto a urbana quanto a natural, tem sido temas recorrentes em meus trabalhos. Nesta série de xilogravuras percorro o trajeto diário em torno do meu atelier, caminhos cruzados onde a pressa do dia a dia encontra o tempo imperturbável e virginal dos antepassados.
O olho embaralha, junta os cantos; transfigura a cidade em tramas simultâneas de lugares sobrepostos, capturados pela urgência em abarcar a totalidade em um único gesto. A cidade é fluxo contínuo, como as águas do rio. É alentador notar que ainda existe, no centro da cidade, a ilusão do contato entre nós e o firmamento: o ponto material mais elevado são as pontas das cornijas sobre os campanários das igrejas.
A xilogravura é o corte sobre a matéria dura, a madeira, que dá forma às estampas que apresento aqui, na Elf Galeria. Cada imagem representa um percurso, que se renova na gravura subsequente. O conjunto monta um diário de impressões do recorte da cidade que vai do ver-o-peso ao Carmo.
A gravura possibilita o jogo com as matrizes, sobreposições sucessivas de camadas de cor em composições resultantes da convergência de espaços, ao ponto de chegar à transfiguração quase que completa da paisagem.
Ninguém precisa concordar comigo, mas é nesse lugar, no recorte ao qual demarco meu raio de representação, que pulsa o coração de Belém. Pelo menos é nele que me perco diariamente.
Armando Sobral, 2015.


Armando Sobral nasceu em Belém, Pará. Graduado em Artes Plásticas pela FAAP, em São Paulo. Criou o atelier público de gravura da Fundação Curro Velho e foi co-fundador do Atelier Piratininga, em São Paulo. Das suas principais exposições, destacamos: The Mominoki Gallery, Tokyo (2008); “Grabadores Brasileños Contemporáneos”, Fundación Sebastián, Cidade do México; “Contemporary Brazilian Printmakers”, Hillyer Art Space, Washington DC (2008); “Contemporary Brazilian Printmakers”, Goloborotko’s Studio, NY (2007); “Contemporary Brazilian Printmakers”, Pratt Institute, Nova York (2007); “Coletiva”, Galeria Engramme, Cidade de Quebec, Canadá (2007); “Gráfica Contemporânea”, participante e organizador, Galeria do CCBEU, Belém (2006); “In Images We Speak”, Galeria da AGA, Holanda (2005); Artista convidado para “Vème Bienalle Internationale de La Gravure D’lle de France”, Versalhes – França (2005); Gravuras, De Vrije Academie, Den Haag, Holanda (2005); “Impressões: Panorama da Xilogravura Brasileira”, Santander Cultural, RS (2004); Curador da coletiva de gravuras “Múltiplos”, Galeria Graça Landeira, Belém (2003); “Traços e Formas na Gravura Contemporânea Brasileira”, VIII Bienal de Havana (2003); “Mantas – Xilogravuras”, Individual no Museu de Arte Sacra de Belém, (2002); “Entre el Gesto y la Repetición”, FUNCEB, Buenos Aires (2002); “Trilingüe ABC Estampes Actueles”, Universidade de Quebec (2001). 3ª Trienal de Gravura “Colour in Graphic Art”, Polônia (2000). “Investigações: A Gravura Brasileira”, Instituto Cultural Itaú (2000); “XII Bienal Iberoamericana de Arte – Estampas de fin de siglo y hacia um novo milênio” (artista convidado), México (2000); 12º Norwegian International Print Trienalle, Noruega (1999); 11º Trienal de Gravura de Tallin, Estônia (1998); 11 Internacional Triennial of Graphic Art Prague’98 (artista convidado), Praga.

Material enviado pela ELF, por e-mail.

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Deu no jornal

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Enviado pelo professor José Carlos Cardoso Filho.

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Fotografia antiga História

Fábrica Perseverança

Perseverança pg 362
Arte publicada à página 362 do Livro de Ouro de 7 de setembro de 1922.

Segundo o jornal Estado do Pará de 09 de março de 1917, teve deferimento no dia anterior o pedido de “Martins, Jorge & C.ª para registro commercial Fabrica Perseverança, adiada da sessão passada…”.
A Fábrica Perseverança, como a Fábrica Proença, surgem um ano antes do fim da dita Guerra de 14 [Primeira Guerra Mundial (1914-1918)] em locais diametralmente opostos da cidade: uma próxima ao Porto de Belém, outra vizinha à Estação Ferroviária de São Brás.
Luiz Cordeiro, em O Estado do Pará seu Commercio e Industrias de 1719 a 1920, analisando “…os mappas  fornecidos pelo Secretário da Fazenda em 1918…” e outros dados não contabilizados de modo oficial, conclui: “Tudo isso recenciado, algarismado convenientemente, demonstraria que o Pará já não vive somente da borracha.”.

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A indústria paraense em exposição no Grêmio Literário Português ao final de 1917.

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Fotografia antiga História

Fábrica Proença (3)

FP

A Fábrica Proença, inaugurada em 1917, segundo o jornal Estado do Pará (28-01-1918), tinha sua ampliação prevista para agosto de 1918; apesar do estôrvo apontado nesse periódico, em que a indústria regularmente anunciava:

EP 28-01-1918

Pela fotografia da Fábrica Proença (no topo do post), publicada em 1922, é possível imaginar as “… dificuldades insuperaveis notadas no serviço de transporte feito entre a fabrica e a praça Floriano Peixoto…”; todavia, verifica-se, na aerofoto de 1955, que as distâncias são relativamente curtas tanto no acesso à ferrovia, quanto à Estação de São Brás talvez retificados, tais caminhos, 37 anos mais tarde:

FP e EFSB

A investigação ainda não deu conta do fim das atividades da Fábrica Proença, contudo, não é difícil perceber sua total dependência da Estrada de Ferro de Bragança.

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Fotografia antiga História

Fábrica Proença (2)

FPO mesmo jornal Estado do Pará  (25/02/1917) que noticiou a inauguração da Fábrica Proença fez a descrição do empreendimento cearense em solo paraense:

EP 25-02-1917 geral

As informações acima, se projetadas graficamente para o ano de 1955 (38 anos mais tarde), nos fazem crer que a Fábrica Proença prosperou (depois de 1922 pois a imagem daquele ano revela a edificação com os primitivos 15m de frente); pelo menos em sua estrutura física, já que duplicaria sua construção, atingindo dois terços do prometido na notícia do periódico:

FP imagens

A primeira imagem (1955) mostra a duplicação na área (de 15 para 30m x 71m) do galpão da Fábrica Proença, possivelmente um contíguo similar de duas águas — distinto do incendiado em 2011, já de propriedade da operadora de telefonia OI, que aparentemente possuía cobertura reconstruída em arco sobre os 30 metros transversais:

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Fotografia antiga História

Fábrica Proença

FP Fonte: página 685 do Livro de Ouro de 7 de setembro de 1922.

O jornal Estado do Pará noticia em 25 de fevereiro de 1917 que no dia anterior, às 10 horas, fora inaugurada a Fábrica Proença, contando com a presença do governador do Pará: Lauro Sodré e do intendente de Belém: Antonio Martins Pinheiro. Tal indústria, segundo propaganda no próprio Estado do Pará (16/03/1917), assim se definia em suas atividades:

rty O surgimento da Fábrica Proença é mote ao articulista M. C. Oliveira discorrer sobre administração e economia modernas em um cenário de Guerra Mundial onde Estados Unidos e Brasil ainda mantinham neutralidade; Oliveira vaticinava novas relações comerciais internacionais de um armistício baseadas na eficiência produtiva dos países:

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A Fabrica Proença, por ora objeto de investigações do BF, localizava-se na travessa do Chaco esquina com a avenida 25 de Setembro. No dia 26 de dezembro de 2011, como depósito da empresa de telefonia OI, sofreu um incêncio que destruiu o galpão de cobertura distinta da original:

26-12-2011 Daniel Costa DOLFoto: Daniel Costa/DOL.

Imagem atual do local:

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Fotografia recente

Fatos em foco

aa (6)Georgia Teixeira e Jaime Bibas

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Jaime Bibas e Haroldo Baleixe — editores do BF


As fotografias, revesadas entre cliques de HB e GT, são de ontem, dia 10 de junho e foram tiradas no boteco Barão da 25; lá se degustou a premiada Costelinha do Barão criada pelo chef Alberto Andrade Neto que tem como sócio o Fábio Alan Vasconcelos.

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Divulgação/convite à FAU

Performance Nando Lima

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Divulgação/convite à FAU

Modelo Vivo FINAL 02
corel777Esta proposta faz parte de um projeto de investigação em artes do corpo, em andamento desde 2014, com a bacharel em dança e pesquisadora em artes da cena, Tatiana Benone. Trata-se do ‘Corpo da artista quando dança’. De nossas sessões de desenho e interesse mútuo no processo, nasceu a ideia de um ateliê aberto, no qual interessados podem compartilhar de nossos encontros para desenhar e trabalhar suas próprias intenções artísticas e linguagens visuais e cênicas, tendo a condução com performance de poses X tempo de duração, exercícios com materiais expressivos e exercícios do olhar. ” Renata Maués.

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Documentos Históricos Reprodução de documentos antigos

Ante-projeto à proscrição do brasão de Maÿr Sampaio Fortuna

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O colaborador do Blog da FAU, Aristóteles Guilliod de Miranda, enviou-nos o edital de concorrência pública da Universidade do Pará publicado no jornal A Província do Pará no dia 10 de agosto de 1961 — pouco mais de seis meses do término da presidência de Juscelino Kubitschek de Oliveira, presente na cerimônia de instalação da referida instituição federal de ensino superior, junto com o governador Magalhães Barata, seu correligionário político do Partido Social Democrático (PSD), que indicara o primeiro reitor (1957-60), Mário Braga Henriques, em detrimento de Otávio Augusto de Bastos Meira, pai de Alcyr Boris de Souza Meira, autor do segundo e consagrado emblema da U(F)PA em 1964; tal cerimônia ocorreu no dia 31 de janeiro de 1959 e as fotografias revelam o brasão de Maÿr superdimensionado ao fundo do palco do Theatro da Paz, impresso em flâmulas sobre a mesa oficial e no Medalhão Reitoral fundido (pelo próprio Maÿr) em metal nobre.
É certo que o artista plástico, designer gráfico e ilustrador Maÿr Sampaio Fortuna possuía relações com Magalhães Barata e o PSD,  bem como teve desenhos seus publicados em livros de Augusto Meira Filho, tio de Alcyr:

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Maÿr e Alcyr ecoam Baratismo e Anti-baratismo nos primórdios da Universidade (Federal) do Pará.
Joaquim de Magalhães Cardoso Barata faleceu em 29 de maio de 1959, quase quatro meses depois da referida festa do Theatro da Paz.

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Reprodução de documentos antigos

Mapa de Belém (1947/1948); por Maÿr Sampaio Fortuna

Mapa Maÿr 1948

 O artista plástico Maÿr Sampaio Fortuna foi o autor do primeiro brasão da Universidade (Federal) do Pará.
O mapa pertence ao acervo do professor Flávio Nassar.

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Animação

Projetando no iPad: pré-dimensionamento; por Mateus Nunes

Mateus Nunes é aluno do 2º ano da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.

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Tecnologia

Planta Baixa; por José Maria Coelho Bassalo

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Aniversário do BF

O quinto aniversário do BF

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