Curro Velho: arte pública em Santarém


Saiba mais em: 

A professora Dina Oliveira, adjunta desta FAU, é a atual superintendente da Fundação Curro Velho.

Parabéns ao Irving!

O professor Irving Montanar Franco foi aprovado no curso de etiquetagem de edificações, na qualidade de inspetor, pelo LACAM-UnB.
Ele agora é um inspetor habilitado a elaborar processos e laudos de etiquetagem (de natureza físico-ambiental, etc.) de edificações.
Se é gol é time!
Se é time é gol!
Bola pra frente, artilheiro!

A primeira reitoria da UFPA; por Jussara Derenji*

Considero da maior importância o trabalho que vem sendo feito pela FAU e, em especial deve ser destacado o empenho pessoal do professor Haroldo Baleixe para que se recupere a memória dos anos da implantação da Universidade. Os documentos que existem no Museu da UFPA, que já foi sede da Reitoria, se resumem a uma escritura de propriedade que foi usada, até o momento, como o documento mais antigo de posse da UFPA. Sabíamos a quem a casa tinha pertencido pois consta da escritura e da anexação dos terrenos (e casas) da generalíssimo para conformar o jardim dos Chamiê. O fato da desapropriação era totalmente desconhecido. O prédio do Museu, conforme as novas informações, tem então dois momentos de influencia direta do poder militar. A desapropriação para ser Reitoria e posteriormente, a criação do museu universitário, medida tomada pelo governo militar em varias capitais do pais sem muita idéia do que isso significava. O Museu da UFPA foi implantado em 1985 num prédio que já perdera muito de seu conteúdo histórico e arquitetônico/decorativo. Nenhum móvel original fora preservado, tinham desaparecido os mármores de banheiros, azulejos de cozinhas, e até alguns pisos. Pintado totalmente de branco e com novos banheiros, revestidos de lajotas São Caetano, com azulejos e louça sanitária brancos, assumira a austeridade “castrense” pregada pelo novo regime para os prédios públicos. Não tinha acervo e nem reserva técnica, nunca teve funcionários especialmente contratados para funções museológicas. Desde o fim do século XX, porém, vive novo momento tendo sido restaurado e requalificado, assim como conta hoje com pessoal treinado e capacitado que atua num prédio tombado, e assim protegido, pelo governo do estado do Pará .

Sabendo-se que este foi , na verdade, o segundo prédio da Reitoria temos outra questão a elucidar. As razoes pelas quais o Prof. José Silveira Neto optou por adquirir, alugar, e provavelmente indicar para desapropriação governamental, pelo menos três prédios de autoria de um mesmo arquiteto. A primeira sede da reitoria, na avenida Nazaré, faz parte do conjunto de três palacetes projetados por Filinto Santoro para políticos paraenses. O primeiro a ser erguido, em 1903, é o palacete Montenegro, de propriedade do Governador do período, Museu da UFPA desde 1985, o segundo foi a casa do senador Virgílio Sampaio , ao lado deste e que serviria à administração da UFPA por muitos anos (hoje pertencendo a uma universidade particular). O terceiro, que foi o da primeira Reitoria pertenceu ao senador Marques Braga. Deles dizem as biografias de Santoro: “O palacete do Senador Sampaio é mais ou menos do mesmo estilo do palacete Montenegro, o outro, do Senador Braga, construído em um péssimo terreno, muito estreito, apenas 11 metros de frente, recorda o estilo lombardo.” (Segrè, R. Il Cav. Ufficiale Filinto Santoro, p.45).

O apelo ao “estilo lombardo” parece ter caído no gosto da elite local pois, ainda hoje, se encontram vários prédios na avenida Governador José Malcher e adjacências que copiam as aberturas e os ornamentos do elegante palacete. Abandonado há muitos anos desconhece-se o estado atual do prédio que, na década de 90 chegou a ser restaurado e serviu como galeria de arte.

Na ultima década os dois quarteirões iniciais da avenida Nazaré tem enfrentado o que se poderia chamar de “morte anunciada”, varias casas de azulejos estão reduzidas a fachadas decrépitas, o palacete Faciola, de autoria do arquiteto paraense José de Castro Figueiredo, apenas mereceu obras que o impediram de cair mas permanece abandonado. A sede da primeira Reitoria é apenas uma ruína a mais, se somando ao quadro de destruição.

*Jussara Denenji é arquiteta e professora aposentada desta FAU;
ocupa a função de Diretora do Museu da Universidade Federal do Pará.

A arte decorativa brasileira inspirada na cerâmica marajoara

A arte decorativa brasileira inspirada na cerâmica marajoara; por Patrícia Bueno Godoy.

O Nacionalismo na Arte Decorativa Brasileira – de Eliseu Visconti a Theodoro Braga

O Nacionalismo na Arte Decorativa Brasileira – de Eliseu Visconti a Theodoro Braga; por Patrícia Bueno Godoy.

Mosqueiro: a casa modernista de Ruy Meira

Casa de Ruy Meira no Mosqueiro: 1953.

Casa de Ruy Meira no Mosqueiro: 2011; 58 anos depois.

A ARTE DO FAZER: o artista Ruy Meira e as artes plásticas no Pará dos anos 1940 a 1980.

Em Belém do Pará, pode tudo!

Bicicleta em contramão de ciclovia; carroça puxada por sucata de tratorzinho sem placa, sinalização, escapamento ou catalizador; automóvel estacionado em esquina; etc.
PROGRESSO e ausência absoluta de EDUCAÇÃO conformam a sinonímia do CAOS.

Divulgação

O Edital 2011 do Museu da Universidade Federal do Pará apresenta:
“Eu Piso”:


e “Soldados da Borracha”:

A Reitoria da U(F)PA pela caneta do Marechal Castelo Branco

Foto: Para a História da UFPA. P43.

Decreto nº 55.297, de 29 de Dezembro de 1964,

O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco exerceu  “o comando militar da Guarnição da Amazônia e da 8ª Região Militar, sediada em Belém (1958-1960)”;  por tal motivo fez parte da mesa solene da instalação da Universidade do Pará em 31 de janeiro de 1959.
“Foi um dos principais articuladores do golpe militar de 1964, que depôs o presidente João Goulart. Através de eleição indireta passou a exercer o cargo de presidente da República em 15 de abril de 1964.” (Biblioteca da Presidência da República)

Joan Miró

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Administração

A primeira reitoria da UFPA ainda está de pé

Segundo informações da professora Jussara Derenji, diretora do Museu da UFPA, este é o prédio da primeira sede da Reitoria da Universidade Federal do Pará.
A edificação fica na Nazaré às proximidades da Dr. Moraes, defronte ao Palacete Faciola.
Ao que tudo indica, diz Jussara: “Seria mais um projeto do  arquiteto italiano Filinto Santoro”, o mesmo autor do Palacete Augusto Montenegro, segunda sede da Reitoria, transformado em Museu da UFPA em 1983, quando a administração superior ocupou a construção no Campus do Guamá.
Esse questionamento veio à baila após publicação de uma fotografia encontrada no livro de Eidorfe Moreira intitulado Para Entender a UFPA:

Takes do Arraiá

Denúncia gravíssima


“Senhores,
No último sábado, dia 18 de junho de 2011, por volta de 08h, precisei vir
até o Campus Universitário, e me deparei com um fato simplesmente irônico,
sim irônico, um cidadão que é funcionário público federal , lotado na
Prefeitura do Campus, não sei o nome dele mais é engenheiro, praticando o
aprisionamento de pássaros silvestres, no pátio do estacionamento em frente a
Reitoria da UFPA, diga-se, que ele não estava só, haviam outros mais ou
menos dez passarinheiros (como se denominam) praticando o mesmo
procedimento.
Quando abordado por mim e meu marido, ele ficou debochando e dizendo
pilhérias como: então vamos soltar todos os boi do campo e outras nesse
nível.
Fui procurar a segurança da UFPA para que tomassem providências quanto ao
crime que estava sendo praticado dentro dos portões da Instituição, fui
informada que eu não era a primeira a fazer a denúncia outros já haviam
feito e que isso acontecia quase todos os fins de semana com o consentimento
da Prefeitura do Campus.
Nossa, que atitude tomar depois dessa revelação…
Segue fotos para comprovar o crime relatado.
E como devemos agora proceder?

Nazaré Santos
Secretária de Divulgação e Eventos do NAEA/UFPA
091 32018521″

E-mail redirecionado pela professora Jussara Derenji, infelizmente sem as fotos.

Imagem: “Pássaro na Gaiola” de Siron Franco.

Divulgação

Urubu do Ver-o-peso e Urubu do Marajó visitam a FAU

Na realidade são dois urubus adestrados pelo Nildo Costa que obedecem aos códigos enviados por um aparelhinho eletrônico por ele desenvolvido: o “Urubu-adestration SMS4.8”.
Aumente o volume e escute o discreto sinal do bip que transmite a ordem para o segundo urubu, o “‘primo’ do Marajó”, pousar no chafariz e beber água limpa.
Este é o resultado de um trabalho experimental da disciplina Representação e Expressão III intitulado “Performance Chique in BR: urubus no chafariz”.

“Arraiá da FAU”


Dia 22/06 os alunos da Faculdade realizarão o Arraiá da FAU.
O evento é uma iniciativa dos alunos com o apoio da diretoria e professores da Faculdade onde o importante mesmo é se divertir.
E para garantir a alegria da festa, este ano haverá música ao vivo e desfiles de miss caipira, além das já tradicionais brincadeiras e comidas típicas da quadra junina.
É um momento importante de interação e descontração para os alunos e professores da faculdade, mas a festa também é aberta ao público em geral, desde que todos estejam dispostos a somar ainda mais alegria.

Local: Atelier de Arquitetura da UFPA
Horário: Apartir das 19h
Entrada gratuita para todos.

Texto: Lilyan Galvão
Xilo eletrônica: Nildo Costa.

2011: Año Orellana

O Brasão Original comparado à “Estylisação Nacional…”


Fonte: 19&20.

O Brasão Original no “Estatuto Original” da U(F)PA

Em consulta ao PARA A HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (PANORAMA DO PRIMEIRO DECÊNIO), contido em OBRAS REUNIDAS DE EIDORFE MOREIRA VOL.V — uma publicação do Conselho Estadual de Cultura do Pará e Secretaria de Estado de Educação (Editora CEJUP) —, encontramos, em O Estatuto Original da Universidade do Pará.,  aprovado pelo DECRETO Nº42.427 de 12 de outubro de 1957, o seguinte artigo:

O Estatuto Original*, aprovado três meses após a criação da Universidade do Pará, fora reformado em 1963 (D.O.U. de 09-09-1963), mantendo o mesmo Artigo 26 em seu texto.

Eidorfe escreve sobre os primórdios da UFPA, dando sentido às fotografias da cerimônia no Teatro da Paz:
“…Com exceção da instalação, quase todos os atos constitutivos mais importantes da Universidade realizaram-se no mesmo ano da lei que a criou, sem fugir ao ritmo dos casos análogos. Assim é que, três meses depois de criada a Universidade, entrou em vigor o seu Estatuto, aprovado pelo Decreto 42.427, de 12 de outubro de 1957, um mês antes do prazo estabelecido pela lei instituidora, que em seu art. 10 estabelecia para isso o prazo de 120 dias. E logo no mês seguinte, a 19 de novembro, era nomeado o primeiro Reitor, Dr. Mário Braga Henriques, Professor de Direito Comercial, que tomou posse a 28 do mesmo mês e ano.
Apenas o ato de instalação não acompanhou o ritmo normal dos demais atos constitutivos, pois ocorreu mais de um ano e meio depois, achando-se porém a Universidade funcionando regularmente desde o ano da sua criação.
A instalação realizou-se a 31 de janeiro de 1959, no Teatro da Paz, em sessão solene com a presença do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que então comemorava seu terceiro ano de governo. E foi precisamente a conveniência de associá-la à programação comemorativa desse evento que explica o retardamento de tal solenidade.
Sem fazer alusão ao retardamento, o próprio Ministro da Educação e Cultura ressaltou na ocasião a significação da concomitância dos dois atos: ‘Competa hoje V Excia., Sr. Presidente, o terceiro ano de seu fecundo, operoso e patriótico governo. Para comemorar tão grato acontecimento, nada mais expressivo do que esta solene instalação da Universidade do Pará. Assim pensando, reservou V. Excia. esta data para vir, pessoalmente, presidir a este ato de rara transcendência, honrando-o e exaltando-o com a sua prestigiosa presença’.
Falaram na ocasião o Reitor, Prof. Mário Braga Henriques, fazendo ligeiro histórico da instituição; o Ministro da Educação e Cultura, Dr. Clóvis Salgado da Gama, proferindo o discurso de instalação; o Reitor da Universidade do Ceará, Prof. Antonio Martins Filho, em nome das demais Universidades, e o Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, falando sobre o seu governo.
Mas o que sobretudo importa salientar no caso é que a instalação da Universidade não constituiu um ato simbólico isolado e meramente formal, mas sim parte integrante do próprio contexto simbológico da integração nacional, do qual fez parte também a conclusão simbológica do desmatamento da estrada Belém-Brasília, conclusão simbolizada com a derrubada da última árvore, ato igualmente solenizado com a presença do Presidente. Encarada sob esta ótica, a instalação da Universidade representou o lado ou sentido cultural desse simbolismo.
Duas realizações de alto significado nacional coroavam-se, assim, de uma aura simbólica, de modo que, em termos de simbolismo, pode-se dizer que nenhuma Universidade brasileira terá sido mais expressiva neste particular do que a do Pará, tanto mais quanto, considerada no tempo, ela teve as mesmas coordenadas históricas da nova capital do País, como veremos noutro capítulo…”

O Ministro da Educaçãoe e Cultura, Dr. Clóvis Salgado da Gama, proferindo o discurso de instalação da Universidade do Pará.

“Não se pode dizer que, ao surgir no plano histórico, a Universidade paraense já tenha nascido ‘atualizada’, nem tal poderia acontecer, por se achar filiada a uma rede universitária mais ou menos uniformizada em todo o País. Mas se essa filiação não a favorece então nesse sentido, nem por isso ela deixava de ser uma Universidade progressista, como nos dá prova o próprio ritmo inicial de seu crescimento.
Por outro lado, uma Universidade não tem somente compromissos com o tempo, senão que também com a região subdesenvolvida, como no caso da Amazônia. Com exceção talvez do Nordeste, em nenhuma outra parte do Brasil seria exigível de uma Universidade compromissos mais sérios neste sentido do que no Extremo Norte.
Eis por que, pelo simples fato de se achar localizada numa região subdesenvolvida, a novel Universidade teria que orientar a sua política de ensino e de pesquisa num sentido regionalista, o que de fato ficou expresso desde logo no seu Estatuto original, em dispositivo já transcrito no capítulo anterior (art. 1°, letra b), e reforçado posteriormente com a Lei nº 4.283, de 18 de novembro de 1963, que assim se manifesta a respeito:
‘Art. 14 — A Universidade do Pará poderá criar centros de estudo e de pesquisa para a formação de técnicos que possibilitem o levantamento das riquezas minerais, da flora e da fauna da região, bem como a introdução de técnicas de cultura, visando ao aproveitamento das possibilidades econômicas da Amazônia e o equacionamento de seus problemas sociais’.” (Eidorfe Moreira)

Esse “sentido regionalista” fora representado por Maÿr Sampaio Fortuna no Brasão Original que ornamentou o cenário do palco do Teatro da Paz, nas flâmulas dispostas à mesa solene e no “distintivo” sobre as “vestes talares” do primeiro Reitor, Mário Braga Henriques, na cerimônia de instalação da Universidade do Pará:

Foto do “distintivo” reitorial original: Patrick Pardini.

Professor Antonio Martins Filho, Reitor da Universidade do Ceará.

O Presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira, ladeado pelo Governador do Pará, Magalhães Barata, e pelo Reitor, Mário Braga Henriques.

Maÿr Sampaio Fortuna, autor do Brasão Original da UFPA, nos parece um seguidor do ideário do artista plástico paraense Theodoro Braga:
“…Assim, por que escolher, águias e leões, ursos e elefantes para ornamentação dos nossos edifícios, exterior e interiormente, desde as fachadas dos monumentos aos mais delicados objetos de salão, quando a nossa fauna inesgotável nos fornece a Harpia destrutor, condor guainense, imponente de força e de altivez, eriçando a sua crista parda, com uma régia coroa? A onça, rajada ou negra, no langoroso movimento felino de sagacidade e de rapidez? Por que não procurar entre as serpentes, desde a imensa e retardatária sucurijú à rápida e traiçoeira cascavel, a voluta graciosa para os consolos ou capitéis de colunas cujos fustes poderão ser interpretados das touceiras de açai e de tantas outras palmeiras flexuosas?
Por que repetir, dentro das nossas ornamentações, o louro e o carvalho, o marronier e o pinheiro, quando nós, Brasileiros, possuímos a mais bela coleção de palmeiras, a mais luxuriante flora, da mata, do sertão e da praia, as mais curiosas e extravagantes lianas e cipós esguios e direitos, tortuosos e enovelados, a mais inebriante escala cromática nas pétalas das orquídeas e flores campestres, a mais delicada quantidade de avencas, desde a erétil samambaia dentro da sombra úmida dos vales ressequida e recortada avenca rasteira dos campos cobertos, semelhante a longos lençóis de renda caprichosa, na forma e na coloração variada?
Por que não buscar, na curiosa e pouco conhecida ainda cerâmica dos indígenas de Marajó, motivos delicados da ornamentação geométrica decoração sóbria mas típica, afim de decorarmos fundos, frisas e rosáceas dos nossos muros, painéis, tapetes, mosaicos, etc., etc.? Para que, pois, escravizarmo-nos às gregas copiadas e recopiadas que o estrangeiro exportador nos impinge a preço de prejudicar duplamente a nossa arte nacional?
Já é tempo de refletir sobre essa nociva importação de mau gosto adubada por uma literatura duvidosa.
Nada nos obriga a essa subserviência intelectual quando possuímos como nenhum outro povo, a matéria-prima incomparável e a inteligência dúctil e omnimoda dos nossos habilíssimos operários…” (Braga, Theodoro. “Estylisação Nacional de arte decorativa applicada”. Fac-simile publicado na revista eletrônica 19&20.)

*Estatuto Original é o termo utilizado por Eidorfe Moreira à página 100 da publicação de 1977.
A Ementa do Decreto é: “Aprova o Estatuto da Universidade do Pará”.

NOTA DO EDITOR: O conjunto das fotografias tiradas no dia 31 de janeiro de 1959, um sábado, algumas aqui identificadas a partir da lógica do texto de Eidorfe Moreira, pertencem à Universidade Federal do Pará.
Podem ser encontradas na Biblioteca Central e no Museu da UFPA.
Apesar de ser a mais rica documentação do ato de instalação da Universidade do Pará, não há registros de sua autoria, nem da identificação exata dos personagens que ocupavam a mesa oficial.

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Curiosidade encontrada no livro:


Sobre o autor de PARA A HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (PANORAMA DO PRIMEIRO DECÊNIO):


Veja a rota desta pesquisa em publicações no Blog da FAU.

[HB]

J. Carlos

Veja  J. Carlos em Revista e a entrevista com Zé Brito, bisneto de J. Carlos e diretor do documentário “J. Carlos – a figura da capa”, no Canal Futura.

Colaboração de Regina Vitória Alves.

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