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Entrevista com Willi Bolle, professor titular de Literatura da USP

Por convite da engenheira civil Maria Stella Faciola Pessôa*, escritora premiada e mestranda do NAEA — Núcleo de Altos Estudos Amazônicos —, registramos em vídeo a entrevista do professor Willi Bolle, alemão radicado no Brasil e estudioso da literatura paraense, em especial de Dalcídio Jurandir.
No bate-papo descontraído Willi discorre sobre literatura universal, brasileira e amazônica; demonstrando a necessidade do entendimento da obra do filósofo Benedito Nunes à percepção da pluralidade cultural presente em uma região que os brasileiros e até seus próprios habitantes conhecem pouco. 

*Colaboradora do Blog da FAU.

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Opera Prima 2011

Material enviado pela professora Ana Klaudia Perdigão.

Biblioteca da FAU USP é WordPress.com

Alexandria, por seu diretor

Os preparativos para o VIII Colóquio Luso-Brasileiro

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O VIII Colóquio Luso-Brasileiro de História da Arte acontecerá entre os dias 04 e 07 de abril vindouro e será sucedido, na sexta-feita, dia 08/o4, pela II Reunião Internacional do Fórum Landi que terá como tema os “Desafios à História e Cultura da Amazônia”.
Para que tudo aconteça como o planejado, Biá Maneschy e Ana Léa Matos visitaram hoje o Centro de Convenções Benedito Nunes, o “Hangarzinho” da UFPA, para entender sua estrutura física e logistica.
Representando a Universidade da Amazônia — UNAMA —, estiveram presentes os artistas plásticos Melissa Barbery e Emanuel Franco que farão intervenções no local: Emanuel será responsável pelo “pano de fundo” do grande auditório e Melissa por um elemento visual externo que identifique o evento; a UNAMA também montará paineis em homenagem ao filósofo Benedito Nunes.
O visual raciocinado só será materializado no sábado e no domingo (dias 02 e 03 de abril), pois há atividades agendadas que impedem a antecipação desses trabalhos.
O auditório Daniel Campbell da FAU, bem como as salas 01 e 02 do Ateliê, estão reservados para os mini-cursos da programação: terça-feira, dia 05; quarta-feira, dia 06 e quinta-feira, dia 07 de abril, entre 17 e 21 horas (por segurança). 

Filósofos, cronistas e críticos: seja feita a louvação.

No texto que respaldou a defesa oral da minha Tese (De São Braz ao Jardim Público 1887-1931: Um Ramal da Estrada de Ferro de Bragança em Belém do Pará), junto à PUC-SP  em 14 de junho de 2010, fiz uma pequena homenagem-agradecimento ao Dalcídio Jurandir e ao igualmente cronista e crítico Benedito Nunes:   

(…) O recorte temporal da pesquisa é de 44 anos e as entrevistas mereceram tratamento especial devido a sua abrangência de 25 anos sobre esse total. De igual importância como reflexão e referencia metodológica na utilização da História Oral foram os livros de Ecléa Bosi, Marina Maluf, Sônia Maria Freitas, Lucília Delgado, Walter Benjamin, Henri Bergson, Maurice Halbwachs, Paul Ricoeur e Paul Thompson, entre outros.
Quero destacar agora, dois paraenses de grande brilho intelectual que deram luz à pesquisa com suas contribuições excepcionais a respeito da vida dos moradores e do cotidiano da cidade através do romance, da crítica e da crônica. Ambos, Dalcídio Jurandir e Benedito Nunes interligados na Tese por “Belém do Grão-Pará” obra do primeiro, receberam da Academia Brasileira de Letras (ABL) o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de suas obras. Dalcídio já o havia recebido em 1972 e Benedito acaba de ser agraciado com o mesmo prêmio aos 81 anos de idade. Minha homenagem a estes dois “velhos” que conseguiram driblar as múltiplas maneiras de opressão da velhice pela sociedade capitalista; maneiras identificadas claramente por Marilena Chauí, na apresentação do livro Memória e sociedade, de Ecléa Bosi. (…)

Belém, 27 de março de 2011.

Professor Fabiano Homobono Paes de Andrade.

Qual o dia do aniversário da FAU?

Foto: Ronaldo Carvalho. 

Estamos chegando ao final do mês de março e a plaquinha no topo do Blog indica “ANO 46”, ou seja, a Arquitetura da UFPA não fechou seu 47º ciclo de existência.
O Laboratório de Memória e Patrimônio Cultural — LAMEMO —, responsável pelo levantamento histórico do Curso de Arquitetura, não possui essa resposta documental porque no EMENTÁRIOS DAS RESOLUÇÕES DOS CONSELHOS DELIBERATIVOS DA UFPA  há uma lacuna: o registro mais aproximado encontrado é a “RESOLUÇÃO n. 09, de 24 de março de 1964.” que “Abre crédito especial de três milhões e cem mil cruzeiros (Cr$ 3.100.000,00).” com “Nota de Conteúdo: O crédito especial a que se refere esta Resolução, destina-se às despesas de adaptação no prédio do Curso de Arquitetura.”.
Naqueles frequentes bate-papos de marquise, dois professores: Ronaldo Carvalho e Jaime Bibas, rememorando os tempos idos, em franca homenagem à  Mνημοσύνη (ou, Mnemosine); arriscaram: 31 de março, o dia da “gloriosa” — eufemismo de época ao tenebroso Golpe Militar de 1964.
Ronaldo foi além, buscou um objeto em acrílico produzido pelos Correios (foto), que guarda o cliché e a impressão do carimbo comemorativo dos 40 anos do curso; nele está escrito “17 a 30 de março de 2004”: ou traiu-se, ou 31 de março daquele ano caiu em um final de semana — a autoria do desenho é de Jaime Bibas, feito por solicitação da professora aposentada da FAU, Carmem Cal.
O Blog aguardará até o dia 30 próximo propostas de professores, alunos e funcionários para o selo comemorativo dos 47 anos da FAU.

Exuberância X reflexão

Material enviado pela professora Ana Margarida Lins Leal de Camargo.

Um presente ao Blog da FAU

Célia Coelho Bassalo, ex-diretora do antigo Centro de Letras e Artes da UFPA, hoje aposentada, deu sinal verde ao Blog da FAU à postagem  de O “ART NOUVEAU” EM BELÉM (arquivo em pdf com 9,14MB).
A raridade, de 1984, tem projeto gráfico de Age de Carvalho e arte-final de Juarez Forte; fotos de Patrick Pardini e apresentação de Donato Mello Júnior.
Entre as décadas de 1980 e 1990 o livro foi referência nos antiquários de Belém e do Brasil; aliás, há uma menção a Elias Ohana: “vaticinador” da pesquisa originalmente apresentada, em 1982, à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
A digitalização do material, feita por Ruth Campos, nos foi ofertada por Maria Stella Faciola Pessôa Guimarães, bisneta do intendente Antonio Faciola: um dos colecionadores de obras de arte do período áureo da borracha no Pará mostradas no livro, falecido em 1936.
Em 2008 Célia Bassalo lançou em Brasília ART NOUVEAU EM BELÉM; produção nova, bilíngue, de mesma temática: Bélle Èpoque; editada pelo IPHAN, como Roteiros do Patrimônio pelo Programa Monumenta do Ministério da Cultura (MinC):


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Cine Olympia exibe “Cildo”


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 “Um dos artistas plásticos brasileiros contemporâneos mais importantes, Cildo Meireles é o tema e o personagem em questão em Cildo. Dirigido por Gustavo Rosa de Moura, o filme é muito mais do que um documentário biográfico, mergulhando na obra e no processo criativo do retratado.
O documentário revela Cildo como um artista conceitual para quem a arte vai muito além de um conceito. Suas obras devem ser vividas, experimentadas, tocadas. Suas instalações, como “Desvio para o vermelho”, “Glove Trotter” e “Babel”, convidam o público a interagir com elas, a senti-las, indo muito além da mera observação.
No filme, a proposta de Rosa de Moura é passar ao expectador o máximo possível da sensação de estar cara a cara com uma obra de Cildo. Obviamente, ver suas peças no cinema não substitui a experiência real, mas o documentário dá conta de mostrar como seria interagir diretamente com elas. Nessa proposta, a câmera de Alberto Bellezia serve como os olhos, mãos e ouvidos da plateia.
As imagens das obras – captadas em exposições, inclusive numa retrospectiva do artista na Tate Modern, em Londres, que aconteceu entre 2008 e 2009 – são entrecortadas por articulados depoimentos de Cildo. Lembranças da infância, comentários sobre a solidão e astronautas podem ser algumas dicas para mergulhar na arte dele. No entanto, para Cildo, a arte é algo livre, distante de interpretações complexas ou filosóficas, é algo a ser sentido, descoberto sem qualquer amarra que induza a conclusões.
Fiel a essa postura, o filme não traz entrevistas com críticos, historiadores ou acadêmicos, dando liberdade para o público descobrir e interpretar a arte de Cildo, que começou a se destacar no final da década de 1960. O documentário foi feito ao longo de quatro anos, acompanhando o artista enquanto concebia e executava projetos. Esse longo período permitiu a aproximação entre ele e o diretor, o que fica claro no conforto dos depoimentos do artista.
Um dos melhores momentos existe por conta de um curta do crítico de arte Wilson Coutinho sobre Cildo Meireles, feito no final dos anos de 1970. Tal qual a obra de Cildo, este pequeno filme trabalha com inserções ideológicas. Numa de suas cenas, uma imagem de John Wayne num faroeste é dublada em português e o caubói ‘fala’ sobre a arte do brasileiro. É engraçada, e, ao mesmo tempo, eficiente, ilustrando bem o conceito pregado pelo artista.” (Alysson Oliveira)

Cildo Meireles, documentário

Divulgação — bate-papo

A futura página RESENHAS

O professor José Maria Coelho Bassalo (foto) sugeriu ao Blog da FAU a criação de uma página destinada às resenhas dos livros utilizados pelos professores em suas disciplinas.
A solução é simples: os docentes criam textos, de resumos a recensões, em formato pdf e os depositam no Google Docs ou em seus blogs pessoais e/ou de disciplinas; ao Blog da FAU caberá disponibilizar os links com os devidos títulos em RESENHAS DE LIVROS, concentrando as informações dispersas.
A ideia de Bassalo, exemplificada em seu Curso de Projeto, vem ao encontro do caráter extensioninsta que se empreende no Blog.

Benamy Turkienicz: takes da Aula Magna no PPGAU-ITEC-UFPA

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Hoje, às 11 horas, no auditório Daniel Campbell do Ateliê, foi proferida a Aula Magna do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará.
O professor Benamy Turkienicz da Universidade Federal do Rio Grande do Sul  — consultor ad hoc e coordenador da área de arquitetura, urbanismo e design da CAPES — foi quem ministrou a simbólica aula inaugural do PPGAU.
O Programa de Pós-graduação já procedeu dois ingressos por editais públicos: 2010 e 2011 e é o primeiro da Região Norte de país.
Atualmente as atividades dessa Pós estão concentradas no Atelie de Arquitetura e Urbanismo, contudo, com a devolução do Chalé de Ferro ao ITEC pelo NUMA — Núcleo de Meio Ambiente —, essa subunidade acadêmica mudará de endereço.

PS.: Houve um erro na edição dos vídeos, portanto, a grafia correta do sobrenome de Benamy é Turkienicz.

Un perro andaluz (1929, Luis Buñuel)

Recensão crítica

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19ª FEICON

Infelizmente, uma postagem tardia

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Material citado pela professora Ana Margarida Lins Leal de Camargo em comentário na postagem OPINIÕES — Escassez de engenheiros: mito ou realidade?.

Inscrições às bolsas do IAP

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Fabrício Carpinejar no Sempre Um Papo

Blog do Fabrício Carpinejar e Blog Matando Fabrício Carpinejar.