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Deixa…
Variações gráficas:
Raciocínio gráfico
Referência da pesquisa gráfica: The Origin of the Male and Female Symbols of Biology.
No ESPELHO DE VÊNUS não há alterações; já no ESCUDO E LANÇA DE MARTE a lança é (re)direcionada ao lado sinistro do escudo (vulnerável aos destros) e a ponta da lança invertida: de seta para cálice.
Por mais que seja esse o raciocínio do argumento, a representação gráfica é ilimitada; não necessariamente como as aqui expostas em camisetas e no destaque do LV – contanto que sejam mantidas as tangencias ou proximidades determinantes das individualidades que compõem a parelha.
A coisa é alquímica: em vez de MARTE apontar sua lança para VÊNUS, a ela ele oferece uma flor.
Não esqueçamos que Marte era o Deus da Guerra; portanto: no popular: “um escroto, filho da puta”: “o” estereotipo do macho forte, belo e viril (mas, sagrado):

Vênus e Marte de Botticelli (c. 1485)
Acima se tratou (graficamente) da relação heteronormativa de um casal mitológico romano; já a vida real é campo fértil à violência contra a mulher (o assunto); todavia, seguindo a vertente do desenho: os símbolos básicos incorporados à biologia (macho-Marte, hermafrodita-Mercúrio e fêmea-Vênus) são combinados livremente à composição de panoramas gráficos de múltiplas orientações sexuais:

Síntese gráfica com o áudio
Cinema Olympia; por Mirror Water Entertainment, LLC
Material gentilmente cedido pela cineasta teuto-americana Christina Rose (Polinha) ao Laboratório Virtual.
Os registros feitos por drone são do dia 19 de maio de 2025 e mostram o estado d’arte da revitalização do Cinema Olympia.
Outro registro da Mirror enviado por Chris tomado no dia 02 de setembro de 2025 onde também se vê o Cinema Olympia na evolução das obras.
Leia mais da parceria entre a Mirror Water Entertainment e o Laboratório Virtual (demanda externa à UFPA encaminhada ao laboratório: totalmente solucionada):
1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga
Documentário PROCURANDO POR POLA – registros do Laboratório Virtual
Publicado em Cinema
Com a tag Christina Rose, FAU, Fau ufpa, Mirror Water Entertainment
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O OLYMPIA e a rua SILVA SANTOS JUNIOR
O Olympia:
Liberal Comunidade de 06ABR2025


Fotografia dos anos 1910 em comparação à tirada no último domingo, dia 1º de março (2026).
A arquiteta e urbanista Elizabeth Almeida explica, na matéria do Liberal Comunidade, a mudança de rota na restauração do Cinema Olympia motivada pelos arcos originais emparedados na reforma do ano de 1940, planejada pelo arquiteto português Arlindo da Costa Guimarães:

Foto do OLIMPIA (sem o Y) exibindo o filme É COM ESTE QUE EU VOU (1948) e a apresentação gráfica do projeto de Arlindo Guimarães publicada em janeiro de 1940.
É óbvio que Pedro Veriano – médico e cineasta diretor de O Brinquedo Perdido – romantiza a reforma empreendida por Arlindo Guimarães em 1940 com o “Nada de concreto (argamassa e argumento).”; as marquises projetadas pelo arquiteto necessitaram de lajes em cimento armado que deixaram vestígios nas fachadas do Cinema Olympia – confirmados pelo engenheiro civil Acácio Gonçalves, responsável técnico pela restauração do prédio histórico.
A ausência de registros sequenciais das interferências construtivas executadas no Olympia pós 1940 atrapalham a percepção do que fora efetivamente materializado por Arlindo Guimarães, objeto de pesquisa deste laboratório, refreada com a morte do professor Francisco José Guimarães Cardoso, seu neto.


Café Madrid – construção do final do século XIX.
Na realidade o CINEMA OLYMPIA deriva do CAFÉ MADRID, um restaurante surgido no final do século XIX que em Caccavoni, de 1899, sugere-se como hospedaria aos senhores viajantes; no jardim frontal do Madrid a firma Salvador, Mesquita & Cia. construiria o vestíbulo do cinematographo inaugurado em 1912; ou seja: não foi uma obra nova e sim uma adaptação a outra função: de pensão a cinema.
Observar a modulação dos vãos que no Madrid eram janelas e no Olympia portas – as fotos não estão no mesmo ponto de vista; portanto: há diferenças angulares na perspectiva.
A rua SILVA SANTOS JUNIOR:
A rua da lateral do OLYMPIA, conhecida apenas por Silva Santos, uma via que compreende somente três quarteirões (lado a lado seis) até a Padre Prudêncio; é, desde 1915: SILVA SANTOS JUNIOR, pela Portaria Nº428 de 05JUL1915 do Conselho Municipal de Belém, a mesma que a ele garantiu catacumba perpétua por ser um vogal (vereador) em exercício do mandato – tal catacumba não foi encontrada em pesquisas no cemitério de Santa Isabel pela ausência de identificação.
O nome completo de Silva Santos Junior era Bento José da Silva Santos Junior, capitalista de muitas posses, herdeiro de Bento José da Silva Santos – ambos primeiro e segundo proprietários do Palacete Faciola.
(Abra: Palacete Faciola – selo “Série Restauro”)
(Reforçamos que Bento Junior não foi sepultado no mausoléu da família Coronel Bento José da Silva Santos e sim em catacumba perpétua da Prefeitura de Belém com “impossível” localização – já o mausoléu familiar margeia a via principal da necrópole do Guamá e é de fácil reconhecimento.)
Página 99 do livro do Faciola.
Apesar da causa mortis definida como peritonite aguda, alguns escritos insinuam suicídio, sem comprovação.
Bento Júnior era sócio em comandita da firma Figueira & Cia; entretanto, individualmente, foi o garantidor do empréstimo contratado por esta com o Banco da Província do Rio Grande do Sul, com sede na capital federal: Rio de Janeiro; assinando uma promissória de 250:000$ (Contos de Réis).
Esse empréstimo tinha por objetivo a construção tanto do Olympia quanto do Grande Hotel a serem administrados por outra firma: a Teixeira, Martins & Cia – a ré no imbróglio (A Noite – 02JUL1914).
Tudo indica que Bento Júnior foi obrigado, pela justiça federal, a pagar a dívida, tendo bens penhorados, como no caso do Palacete Faciola e as casas adjacentes que hoje compõem o Complexo Cultural da avenida Nazaré.
Se convertido para hoje, o total do débito contratual, chegaria a algumas dezenas de milhões de Reais; certamente com a maior parte desse montante empregado na construção do Grande Hotel – obra nova surgida desde as fundações, também erigida por Salvador, Mesquita & Cia.
(Ler o processo judicial no Estado do Pará de 27JUL1914)

Colagem eletrônica com fotografias publicadas no livro Portugal-Brasil – Migrações e Migrantes – 1850-1939
A rua oficialmente nomeada como SILVA SANTOS JUNIOR (antes Macapá) tem confluência com a atual Presidente Vargas e a Arcipreste Manoel Teodoro separando o OLYMPIA do Princesa Louçã, espaço antes ocupado pelo Grande Hotel – mais para trás: POLYTHEAMA.
É a rua que separa os dois empreendimentos pegos de surpresa com as consequências do debacle dos preços do látex no mercado internacional que podem ter abreviado a vida de Bento Júnior aos 49 anos em 1915.
Leitura complementar: Enid Silva Santos; filha de Bento José da Silva Santos Junior.
Divulgação/convite à FAU
Link: https://meet.google.com/wrj-btcy-vfe�
O encontro é aberto, não exige inscrição e será certificado ao final do relatório do projeto de extensão.
EIXOS E TEMAS QUE SERÃO DEBATIDOS AO LONGO DOS QUATRO ENCONTROS (03, 16, 23 e 30 de março):
A reorganização sindical no pós-guerra e na Guerra Fria;
FSM, CIOSL e a disputa internacional pelo movimento operário;
Anticomunismo e conciliação de classes como estratégia política;
Ditaduras latino-americanas e reestruturação do capital;
A atuação da AFL-CIO na América Latina;
A engenharia política da representação sindical (Golbery, Paulo Vilares, e a formatação de lideranças);
A Greve da Aços Vilares x COFAP e a utilidade da liderança grevista;
A formação internacional do operariado, e o caso ABC;
A ação do DOPS, a informação como instrumento estratégico, e a prisão de grevistas, como estratégia aparencial de contrôle da ordem política;
A busca da ascensão política da representação do operariado, e o aval do poder global;
A Carta ao Povo Brasileiro e o pacto com o Capital;
A coalizão com a direita como condição para a ascensão ao Poder;
Os limites políticos ao projeto popular;
A Reforma da Previdência como expressão política, e a ruptura à esquerda;
O clientelismo, a reprodução das práticas políticas tradicionais, e a corrupção como expressão de Poder;
O Mensalão como expressão da prática política;
A evolução da prática da corrupção como resultado da contradição do projeto político – o PETROLÃO;
O Ambientalismo neoliberal como bandeira de ação;
A privatização das florestas como política de govêrno;
A disputa interna por poder como expressão de projeto político – o caso Unidos pelo Brasil; e:
A Amazônia como fronteira de valorização – e outras temáticas.
Exposição ACERVO LAHCA
Conforme prometido na matéria Projetos de Camilo Porto em exposição na FAU (N°01) aqui publicamos todos os banners que deixam de ser expostos hoje no hall da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
O Laboratório Virtual (LV) em parceria com o Laboratório de Historiografia da Arquitetura e Cultura Arquitetônica (LAHCA) permanece pesquisando essas obras de Camilo Porto, esperando concluir em breve uma matéria sobre a CASA MARIA DEOLINDA, demolida nos anos 1990 em um dos lotes que compuseram o terreno à construção do edifício Talismã, projeto de Aurélio Meira.
Por gentileza: AGUARDEM.
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O filme publicitário Renda Priori & CIA. LTDA. é de 1957

Com o auxílio da fotografia do edifício Manoel Pinto da Silva publicada na revista SOMBRA de julho de 1957 foi possível datar o filme publicitário da indústria Renda Priori & CIA. LTDA. a partir de cenas capturadas em Belém do Pará onde a RENDA possuía filial com fábrica no endereço Dom Romualdo Coelho equina com a Jerônimo Pimentel – veja a matéria Renda Priori & CIA. LTDA. Filial Belém do Pará – 1950’s.
O que se vê no filme da Renda Priori? Andaimes de pintura descendo dos últimos andares do bloco da esquina com os dois pavimentos já finalizados – o terceiro bloco ainda não estava em construção em 1958, conforme a revista SOMBRA nº147 que traz outra imagem do prédio em julho (um anos depois da primeira) com o Manoel Pinto já pintado, mas sem as vedações dos vãos de portas e janelas:

O Manoel Pinto da Silva em início do processo de pintura em 1957 e totalmente pintado em 1958 ainda sem o terceiro bloco da Serzedelo Corrêa que só estaria pronto na inauguração do conjunto em 21 de abril de 1960:

O conjunto no dia da inauguração final ilustrando O EDIFÍCIO MANUEL PINTO DA SILVA EM BELÉM COMO IDEAL DE MODERNIDADE, artigo escrito por Rebeca Ribeiro e Celma Chaves em 2018.
A MODERNIDADE GRÁFICA DA REVISTA SOMBRA, de autoria de Ana Luiza Cerbino, ratifica a qualidade gráfica da fotografia que nos permitiu enxergar os andaimes na construção e datar seu estágio no ano de 1957.
Referência: revista SOMBRA (1957/58).

Esta outra foto encontrada na Belém Antiga (Facebook) de Salomão Mendes nos mostra o prédio do Umarizal da Renda Priori ainda sem a cobertura; todavia: este não seria o primeiro prédio fabril da Renda Priori & Cia. Ltda. na capital paraense:
Em 1951 a fábrica de latas da Renda Priori em Belém (no bairro industrial do Reduto), onde labutavam 35 funcionários, sendo 14 mulheres, envolve-se em greve promovida pelo Sindicato dos Metalúrgicos.
Por ora o Laboratório Virtual investiga essa fábrica implementada no Reduto: onde seria o número 468 da Gaspar Viana? Há fotos? Tal indústria foi desativada com o surgimento da Renda Priori do Umarizal?
Segue a pesquisa.

Publicado em Documentos Históricos
Com a tag FAU, Fau ufpa, Manoel Pinto, Renda Priori
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Renda Priori & CIA. LTDA. Filial Belém do Pará – 1950’s
O filme acima é uma edição com recorte do filme abaixo:
Filme completo sobre as indústrias Renda Priori CIA. LTDA. nos anos 1950
O material é a reedição (mudança de áudio) do filme publicitário baixado do canal de Alexandre Antunes Renda sob o título Grupo Renda Priori publicado em 10 de maio de 2020 na plataforma Youtube.
Na publicação Alexandre coloca o seguinte texto:
Pedro Renda ainda adolescente emigrou com os pais e restante da Família, vindos da Sicília para Buenos Aires na Argentina e lá já rapazinho trabalhava em calçamentos de rua em paralelepípedos que no Brasil chama-se “calceteiro”. Um tempo depois sua Mãe faleceu e o Pai casou-se novamente com uma moça que não se deu bem ou não se entendeu com o rapaz Pedro. Devido a este problema o Pedro resolveu ir morar com um Tio que morava em uma cidade vizinha ao Rio Grande do Sul e que ganhava a vida como barbeiro. Daí a segunda profissão do Pedro Renda ser barbeiro, na barbearia do Tio.
Bem novo e talentoso foi bem na profissão e com o tempo os fregueses preferiam a ele do que o Tio. Vendo isto é sem querer ter problemas com o Tio que o ajudou, resolveu tentar a vida como barbeiro em Porto Alegre no Rio Grande do Sul onde abriu a sua barbearia com sucesso. Bem instalado em Porto Alegre, ele conheceu a moça Margarida Priori com quem casou. Margarida tinha 2 irmãs que eram Olinda e Maria (ambas nascidas na Italia) e 5 irmãos que eram da Igreja: Luiz, Octávio, Cezar, Menotti (meu Avô), e Eduardo (Margarida, Menotti e Eduardo já nasceram no Brasil).
A Família Priori emigrou da cidadezinha Buldrio que é vizinha a Bolongna. Os irmãos Priori eram todos funcionários da primeira Fábrica de chocolates e bombons do Brasil, a NEUGEBAUER, que ainda existe. Eram funcionários braçais, gente muito simples. Pedro Renda sempre foi um poupador equilibrado e junto com os cunhados que já tinham o conhecimento resolveram fundar uma fabriqueta de fundo de quintal de chocolates e bombons. Nascia assim em Porto Alegre, antes de 1921 , a Renda Priori.
Em Porto Alegre o negócio começou a crescer e a tal ponto que tendo de comprar as matérias primas (açúcar em Pernambuco e cacau na Bahia), resolveram vir todos para Recife, onde se instalou num prédio atrás do Mercado São José. A Fábrica era no térreo e os Priori (todos) moravam em cima. Pedro Renda nesta época morava na Rua das Calçadas bem perto do Mercado São José. No prédio vizinho morava uma Família também de italianos que tinham vindo de São Paulo e era a Família Dalla Nora. Depois a Fábrica cresceu e foi intalada na Rua Padre Muniz, vizinha ao Mercado e posteriormente já como uma grande indústria foi para o endereço definitivo na Rua da Aurora 1313 em Recife e se expandindo para o Pará e Salvador. Esta História me foi narrada por Ítalo Renda há cerca de 25 anos atrás.
Observamos que a narração da saga familiar se dá em 1995; Ítalo (Babi) Renda, um dos dirigentes da Renda Priori em Recife, esteve comprovadamente em Belém no ano de 1985 visitando seu irmão Pedro Renda Filho.
Alexandre Renda não se refere à datação do material que está sendo investigada pelo Laboratório Virtual: com estimativas para meados da década de 1950 – o Pavilhão de Vesta está de pé.
A imagem ampliável mostra a correspondência do edifício em 1964 com estampas contemporâneas; as evidências indicam que houve mudança na numeração: de 360 para 648 – isto entre as filmagens e a publicação do catálogo de 1965.
A Dom Romualdo Coelho esquina com a Jerônimo Pimentel hoje e em 1964, quando os telefones foram listados à impressão do catálogo de 1965.
Sem uso de Inteligência Artificial.

Postscriptvm (23FEV2023):
Veja a metodologia da datação (1957) da parte do filme que registra Belém do Pará:
O filme publicitário Renda Priori & CIA. LTDA. é de 1957
Projetos de Camilo Porto: CASA BELISÁRIO DIAS
O trem da EFB (Estrada de Ferro de Bragança) passa defronte à casa do engenheiro civil Belisário Dias em 1957 – então: o que se vê é uma edificação recente: com três anos de uso.
No ano seguinte Belisário é assassinado por seu advogado com três tiros de revólver – segundo O Jornal de 23JUN1958.
Uma vista da fachada frontal de acesso à piscina na direção do portão
Demos destaque a um fato político, que pela polarização ideológica entre Barata e Assupção, foi parar nas páginas policiais – Belisário esteve à frente do D. E. R. – Departamento de Estradas de Rodagem no governo de Assumpção; contudo: tais assuntos são irrelevantes às análises técnicas e estéticas que a exposição no hall da FAU com banners elaborados por alunos da disciplina THAU VI ministrada pela professora Celma Chaves faz.
O material disposto à visitação pública é resultado das pesquisas realizadas no acervo do LAHCA sobre projetos do engenheiro e arquiteto Camilo Sá e Souza Porto de Oliveira doados em 2018 pelo engenheiro Antônio Couceiro àquele Laboratório.
A mostra reúne análises de 11 casas datadas das décadas de 1950 e 1960 que, dentre as mais conhecidas como a Casa do Arquiteto (1956), resiste em meio a tantas já quase totalmente destruídas, como a Casa Chamié (1960); ou: a Casa Maria Deolinda (1956), exemplar desaparecido.
A organização da exposição contou com a colaboração dos estagiários de mestrado Igor Araujo, Lohanna Souza e Vanessa Souza; além Rebeca Dias, doutoranda.
A iniciativa de caráter didático permanecerá montada até o dia 26 de fevereiro.
A exposição dá ao conhecimento exames, feitos pelos alunos, nos planos originais de Camilo, redesenhando-os a partir de visitas às casas remanescentes fundamentados em categorias compiladas de autores locais e não locais dedicados ao estudo da Arquitetura Moderna.
Há mais de 15 anos em atividade o LAHCA envolve estudantes da graduação e da pós, gerando fluxo de conhecimento nos dois níveis e incentivo amplo às investigações inéditas.
Identificar o valor cultural dessas obras é reconhecê-las como patrimônio da cidade, daí a necessidade da divulgação dos resultados aos que estão do lado de fora do LAHCA, olhando pela janela.
Mas… ao que interessa (como ventana):

Imagem ampliável para melhor visualização
Até o dia 26 de fevereiro, fim da mostra no Ateliê, publicaremos os 11 banners; isto: por dois motivos: o primeiro é que todos os painéis juntos nessa página seria um excesso; o segundo: é pra todo mundo ir lá.
Banner CASA BELISÁRIO DIAS – 1954 em pdf.
Acesse o LAHCA no Facebook.
Sugestão de leitura: A ARQUITETURA DO “RAIOS-QUE-O-PARTAM – entrevista concedida por Camilo Sá e Souza Porto de Oliveira à jornalista Rose Silveira publicada no jornal O Liberal de 10 de fevereiro de 1994.
D I R I J O (A maconha antes da proibição)
Direção/Realização: Organização dos Professores Indígenas Mura e Raoni Valle – Brasil – (2008)
Duração: 12 min
Sinopse:
O documentário “Dirijo” começa com uma longa lista de nomes para uma determinada erva: “Dirijo”, “Dega”, “Meri’i” ou, depois da proibição, “Maconha”. Era utilizada amplamente por comunidades amazonenses para curar mal-estar (“As vezes o caboclo está meio mal, fazia um chazinho com duas folhas e ele comia que dava gosto”), dar paciência pro trabalho (de roçado ou de pesca) ou apenas para uso recreativo, algo estabelecido dentro da comunidade e com importante função de sociabilidade (é interessante notar, a partir dos depoimentos do documentário, os relatos de como era consumida a erva: em roda). (CINE PET)
VOCÊ SABE O QUE É CANNABIS? nunca vi, nem comi, eu só ouso falar; por THALITA NICOLLE TORRES DA SILVA.
Divulgação/convite à FAU
Anotem na agenda o programa imperdível na Galeria Graça Landeira da UNAMA. A exposição “…na floresta dos signos e das coisas…” realizará no próximo dia 28, quarta-feira da semana que vem, a Roda de Conversa “Fisionomias da Cidade – Memória e Cotidiano”, com Luiz Braga, Bruno Carachesti, artistas participantes da mostra, e o historiador e pesquisador do Museu Goeldi, Nelson Sanjad. O tema da conversa será a importância da fotografia urbana para o conhecimento sobre o cotidiano da cidade e a dimensão histórica que as imagens fotográficas assumem ao longo do tempo. Braga e Carachesti irão relatar suas práticas e observações sobre Belém, enquanto Sanjad vai comentar um conjunto de fotografias históricas do acervo do Goeldi que entrou recentemente para a Brasilianas, importante coleção nacional. A exposição”…na floresta dos signos e das coisas…” tem curadoria do Prof. Mariano Klautau Filho, assistência da aluna Emily Guimarães, expografia da Profa. Ana Isabel Santos e está em suas últimas semanas de exibição, aberta sempre de segunda a sexta das 14h às 18h.
Na imagem, fragmento da obra de Bruno Carachesti, Canal do Tucunduba, 2014.
Release da produção.
Publicado em Fotografia
Com a tag Bruno Carachesti, FAU, Fau ufpa, Luiz Braga, nelson sanjad
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