Domingo, dia 04DEZ – atividades no Carmo – 43º CIRCULAR

Divulgação:

Caros: gostaria de convidá-los, em especial as pessoas que têm filhos pequenos entre 5 e 10 anos, para a atividade de educação patrimonial que realizaremos como parte da Programação da 43ª Edição do Circular Campina Cidade Velha e Reduto, no próximo domingo, dia 04.12, pela parte da manhã
Faremos um percurso da Praça Frei Caetano Brandão, seguindo pela Siqueira Mendes até a Praça do Carmo, fechando com atividades lúdicas dentro do Fórum Landi.

(release)

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Sábado, dia 03DEZ – atividades no Carmo – extensão universitária

Divulgação:

No sábado, dia 03.12, teremos a apresentação de duas peças de teatro, resultado de um projeto de extensão da Escola de Teatro e Dança da UFPA, que trabalhou com moradores do Beco do Carmo, crianças e jovens/adultos, sendo os ensaios realizados no Fórum Landi.
A peça infantil será apresentada dentro do Fórum Landi e a dos adultos no anfiteatro da praça.

(release)

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Baú do Ferreira (29NOV2022)

Referência da matéria: Estádio Municipal de Belém ― complexo desportivo inexecutado.

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O Cadillac 1929 presenteado a Antonio Faciola em seu aniversário

Valeu por uma verdadeira consagração a brilhante manifestação de apreço promovida, hontem, após a celebração da missa, na Cathedral, pela classe commercial e pelo povo ao sr. senador Antonio Faciola, intendente municipal de Belém.
Em meio uma incomputável massa de povo que se comprimia em frente àquele templo, presente o homenageado e altas autoridades, o padre Clotário Alencar, vigário da Sé, lançou a benção sobre o elegante auto “Cadillac”, offerta do alto commercio da praça de Belém, ao chefe da communa. (Correio do Pará 19NOV1929)

NA RESIDÊNCIA DO SENADOR FACIOLA: a homenagem da classe dos “chauffeurs” desta capital. Ao fundo, vê-se o lindo quadro com o retrato do homenageado. (Correio do Pará 19NOV1929)

Fotografias do mesmo dia 18 de novembro de 1929 publicadas na revista carioca Vida Doméstica somente em janeiro de 1930; delas se sabe, pelas legendas, ser a Inauguração da estrada de rodagem de Marco*, feita pela municipalidade de Belém na administração do senador Faciola e extenso cortejo de automóveis acompanha o senador Faciola à sua residência.


Ordenemos as ocorrências ao entendimento do dia 18 de novembro de 1929: pela manhã é celebrada a missa na Sé pelo natalício do senador e intendente de Belém, Antonio Faciola, que completa 64 anos e recebe de presente do Alto Commercio um automóvel Cadillac 1929 zero quilometro, o carro é bento pelo padre Clotário de Alencar na frete da igreja, diante de todas as classes, da mais elevada a menos graduada categoria social.
Por volta do meio, dá-se à inauguração: a grande rodovia construída na administração do senador Antonio Faciola, à avenida Tito Franco* – a faixa saúda o governador do Estado: Eurico (de Freitas) Valle, também presente ao evento, e delimita um portal à via em direção à avenida Doutor Fretas, começo da estrada do Souza.
Finalizados festividades e discursos os choferes da União Beneficente dos Chauffeurs do Pará seguem em carreata de São Brás à chácara Bem-bom transportando um retrato pintado em tamanho natural, mimo da dita agremiação, a ser entregue ao senador Faciola em sua residência.
Note-se, na foto do encontro com os choferes no Bem-bom, que Faciola veste um paletó claro; pela manhã ele estava com outro: escuro.

Faciola, com dois de seus netos: Stella e Eduardo, junto ao (seu) secretário Heliodoro Brito nos jardins do Bem-bom, ao final da tarde: buques abandonados.


Esta publicação tem o intuito de mostrar como Antonio d’Almeida Faciola tinha grande apreço pelo Bem-bom, por ele chamado: paraíso; nenhuma citação, nas matérias, ao Palacete Faciola, imóvel que mantemos em discussão há alguns meses – em correspondência temporal com seus proprietários: Bento pai, Bento filho e Faciola.

*Estrada de rodagem de(o) Marco equivale à avenida Tito Franco: seria a hoje Almirante Barroso até o Marco da Légua (canto com a Doutor Freitas); a partir daí, à saída da cidade, chamavam de Souza (ou estrada do Souza).

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O folclórico Rolls Royce de Antonio Faciola (1916-17)

A fotografia acima mostra um corso (desfile de carros enfeitados) na Praça da República por ocasião do Carnaval de 1916 ou 17; a única figura conhecida é Oscar Faciola, filho do Comendador Antonio d’Almeida Faciola, acompanhado de moçoilas – nenhuma identificável – da sociedade belenense.
O automóvel, de mão inglesa, é visto parcialmente; seu chauffeur, um cidadão negro, usa paletó e chapéu característicos de uma profissão recente; ao fundo: mangueiras.
A questão: seria este o folclórico Rolls Royce que até os anos 1980 diziam estar na garagem do Palacete Facióla? Certamente não, nos anos 1980, o que lá havia era o Chevrolet Bel Air 1956 que pertencia à irmã de Oscar, Inah, morta em 1982 – tal carro foi vendido a um colecionador de São Paulo por seus herdeiros.
A estampa, recentemente colorizada pelo Laboratório Virtual, já passou pelos olhos de especialistas em carros antigos; entretanto, nenhum deles se responsabilizou em confirmar ou negar que estivéssemos diante do ícone inglês também fabricante de motores para aeroplanos.
Com a revitalização do Palacete Faciola as histórias que envolvem a família fazem seus refluxos do ralo da memória: documental ou mexerical, como no caso do Rolls Royce.
[O Palacete Passarinho existe, lá funciona uma churrascaria, talvez a fumaça nos impeça de ver dona Zaíra apanhando seu Corcel (1) preto de quatro portas; sentava no banco de trás, era conduzida por um chauffeur que lhe abria e fechava a porta – uma afirmativa contestável, um mexerico?]
Mas… botemos esperanças nas bases cientificadas:

Apesar da ausência de alguns assessórios, há bastante semelhanças no desenho e a presença do friso sobre portas e colunas do conversível.

Um exemplar Rolls Royce de 1911 dá gás à comprovação do que sempre pareceu folclórico; se não, vejamos: Antonio de Almeida Faciola viajou à Europa com sua mulher, os três filhos, os pais e a irmã caçula em 1911 (o periódico Estado do Pará de 20AGO1911 registra o retorno da família, embarcada em Havre, no vapor Antony da Booth Line); Em Paris comprou diversas obras de arte, sendo confundido com um príncipe russo, segundo sua filha Inah – jovenzinha presente; bem… se havia dinheiro à esnobação (russa), por que não adquirir um Rolls Royce? E por que não, trazê-lo de navio? São possibilidades que publicadas podem ser contestadas ou ratificadas.
É mesmo folclórico O folclórico Rolls Royce de Antonio Faciola?

Família nuclear Faciola: Servita, Antonio e seus filhos: Oscar, Inah e Edgard em viagem à Europa no ano de 1911.

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Os anéis do Comendador Faciola

… O Comendador (Facióla), relampejando de anéis em quase todos os dedos.

Sim, na estrada de Nazaré, entre a Benjamim Constant e quase quase a esquina da dr. Morais, já para desembocar no Largo da Pólvora; meu Deus, pertinho do Olímpia, do terraço do Grande Hotel, da melhor farmácia, dos passeios em torno da estátua da República, da Assembléia e do Teatro da Paz. Cruzando a dr. Morais, estava-se num quarteirão de “olhe lá”: o palacete Faciola, com seus claros azulejos, apreciando-se o Comendador, relampejando de anéis em quase todos os dedos, embarcar no seu alto carro; a casa do dr. Bezerra, onde as moças, educadazinhas na Inglaterra, eram vistas de finas almofadas nas janelas, passando e repassando entre os luxos da sala de lustros tão brilhando que pareciam sempre acesos. E quanto a espelho? E os autos parando na porta? E uma porção-porção de empregadas, umas de avental, outras saindo entonadas no entardecer de domingo para fazer também a sua volta de bonde até o Bosque? Enfim, tal semelhante quarteirão, acolá o outro onde gente fina morava e ostentava.

(Dalcídio Jurandir em Belém do Gão-Pará – edição de 1960.)


Dalcídio Jurandir talvez não aprovasse um parágrafo de seu romance ilustrado pela fotografia acima: na imaginação, põem-se quantos anéis se queira – quatro solitários de brilhante limitam o fantástico ao personagem histórico.
Mas assim eram a fisionomia, a indumentária e os anéis do Comendador que, na primeira metade dos anos 1920, Belém (do Grão-Pará) conhecia como comerciante (Livraria Maranhense), capitalista (Banco do Pará) e industrial (Fábrica de Cerveja Paraense); só mais tarde seria Senador do Estado, Intendente Municipal e morreria como Deputado Estadual em 1936.
Dalcídio, que nasceu em 1909, conheceu o Palacete Facióla já revestido com seus claros azulejos, não como projetado (1895) e entregue (1898) ao seu primeiro proprietário, Bento José da Silva Santos, pintado.
O fato é que o Palacete Facióla fora, em sua origem, Palacete Silva Santos – Antonio d’Almeida Facióla, que residia ao Marco da Légua, na Chácara Bem-Bom, compraria os números 26 e 28 (esquina da Doutor Moraes) de Nazaré em 1916.
No livro Primeira Manhã (1967) Jurandir cita por nove vezes a Penitenciária: … a Penitenciária Modelo do Norte do Brasil agasalhando flagelados do sertão é um exemplo fidedigno comprovado por fotos e fatos relatados em jornais de época; portanto: uma memória fiável ao azulejamento do casarão no início dos anos 1920, anterior à fotografia de 1929-30:


Não alcançamos o porquê do termo Comendador: que comenda seria essa?

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Divulgação/convite à FAU

Ampliável

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Um portão-cancela no Palacete Faciola

Ampliável por link em arquivo pdf

O Palacete Faciola, que só passou a ter essa nomenclatura a partir de 1916, ficou originalmente conhecido como Palacete Silva Santos, de propriedade de Bento José da Silva Santos, morador (dono) da emblemática Rocinha do Museu Paraense Emílio Goeldi até 1895 quando encomendou o projeto da construção à avenida Nazaré n°28 (numeração de época) que seria inaugurada e habitada em 1898 – mesmo que parcialmente construída.
A equipe do Laboratório Virtual possui apenas duas fotografias datadas donde se vê o Palacete pela esquina (fachadas de Nazaré e Doutor Moraes): uma de 1898-99 (Bento) e outra de 1929-30 (Faciola).
Na publicação Palacete Silva Santos/Faciola – a dinâmica da investigação se analisou um cartão postal sem datação – posterior ao ano de 1907 pela presença de bondes elétricos na cena -; tal estudo, focado em um detalhe dessa imagem, revelou que houve aplicação de ladrilhos no embasamento da edificação e… nos fez perceber um inusitado portão de ferro precedendo a porta principal de duas folhas almofadadas em madeira.
Tal portão, inexistente no plano de fachada de José de Castro Figueiredo e na primeira foto do sobrado, perdeu relevância pela falta de justificativa à sua presença; algo inusual, ou mesmo disfuncional: um portão diante de uma porta? Não deve ter durado, acreditou-se.
Todavia…:

Surge esta fotografia de 1895 tirada de dentro da Rocinha do Goeldi com mirada à Estrada da Independência; tal estampa, integrante do acervo da família Huber, na Suíça, foi-nos fornecida pelo pesquisador Nelson Sanjad, do Goeldi; nela se acha a justificativa, ou o sentido de um portão em gradil confronte em poucos centímetros a um portal: uma cancela.
Daí o portão-cancela, de grande utilidade na Rocinha do Goeldi, rodeada de vegetação com bichos (que não podem entrar) e crianças (que não devem sair); mas… e em Nazaré? Donde o portão se desalinha à via pública (fora do imóvel) pelo degrau da soleira: estranho não?
Muitas das coisas vistas na Rocinha do Goeldi parecem se replicar na nova casa de Bento em Nazaré: o portão-cancela é uma; a bandeira, também em ferro com as iniciais BJSS, outra:

Acima: bandeira de Nazaré; abaixo: bandeira da Rocinha do Goeldi

As pinturas decorativas presentes nas duas casas: Rocinha e Palacete; rodapés, frisos, assoalhos…:

Acima: quarto do pavimento superior em 1930; abaixo: sala da Rocinha já com o casal Goeldi em 1895 – foto de mesma referência, também fornecida por Nelson Sanjad

Mas, voltemos ao portão-cancela no Palacete de Nazaré, visto no post card que já mostra os bondes elétricos, perigo iminente às crianças que fossem à rua; no caso, Bento dava moradia ao seu filho Bento José da Silva Santos Júnior, à sua nora Rosa Monard (da Silva Santos) e aos seus seis netos filhos deste casal, donde o mais velho tinha 13 anos em 1907.
Portão-cancela em Nazaré: segurança, circulação, iluminação e paisagem com bondes elétricos – na Rocinha: quatis, cotias, antas, tatus, veados, cobras… e um sino para interromper o sossego da intimidade protetiva.
Bento pai morreu em 1908, aos 67 anos; Bento filho, herdeiro do Palacete Silva Santos, sucumbe aos 49 anos em 1915.

Detalhe de fotografia feita pelo geógrafo estadunidense Robert Larimore Pendleton em 1949 tratado pelo Laboratório Virtual; na imagem se vê, à direita totalmente aberto atrás do banco e encostado na parede da Rocinha do Goeldi, o portão-cancela (à esquerda seu batedor central); ou seja: há certeza que o portão não foi reaproveitado no Palacete de Nazaré.

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Os “dentes limados” nos escravos do Pará (1858)

Dentes intencionalmente modificados e etnicidade em cemitérios do Brasil Colônia e Império – pdf

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A origem dos materiais de contrução do Palacete Facióla

Ilha Arapiranga

Bento José da Silva Santos, o construtor e primeiro morador do Palacete Facióla, possuía, na ilha Arapiranga, uma estrutura polivalente na manufatura de artefatos de uso na construção civil: madeiras aparelhadas, louças, tijolos, telhas; além de serviços de marcenaria e carpintaria.
Como o palacete da Doutor Moraes com a Nazaré surgiu entre 1895 e 1898, em pleno funcionamento e expansão das oficinas de Arapiranga, supõem-se que o próprio Bento tenha sido o maior fornecedor desses materiais e serviços à obra de sua nova casa que chamar-se-ia, de modo popular, Palacete Silva Santos por, pelo menos, 17 anos.
A presença de tijolos, inclusive sobressalentes, estampando a marca prensada da olaria Arapiranga no Palacete Facióla corrobora com esta assertiva:

Estoque de tijolos angulares sobressalentes no porão do Palacete Facióla durante as obras de restauração
Marca prensada ARAPIRANGA em tijolo retangular do Palacete Facióla
Muro construído no saguão do Café com tijolos sobressalentes

Imagem ampliável
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O primeiro dono do Palacete Facióla

Ampliável à leitura

O Laboratório Virtual permanece com as investigações sobre Bento José da Silva Santos objetivando a montagem de uma biografia básica do personagem histórico que contratou os serviços do arquiteto José de Castro Figueiredo em 1895 à construção de seu sobrado que a imprensa chamou de Palacete Silva Santos após inaugurado.
Com a morte de Bento José da Silva Santos em 1908 o Palacete foi herdado por seu filho Bento José da Silva Santos Júnior que falece em 1915.
O maranhense Antonio d’Almeida Facióla, que dá seu sobrenome de origem italiana ao mesmo palacete por mais de um século, foi o terceiro morador – mudou-se em 1916, após a morte de Bento Júnior em 1915.
O que se apresenta aqui é um extrato da pesquisa que deverá gerar um texto interligando as publicações do LV sobre o assunto Palacete Facióla.

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Camiseta Círio 2022

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Impressões do Brazil no Século Vinte (by Google)

Conteúdo digitalizado (passível de busca interna) pelo Google

Já havíamos publicado a parte referente ao Pará em Biblioteca da FAU: “Impressões do Brazil no Seculo Vinte”, de 1913 em 2011 – infelizmente sem possibilidade de busca interna.

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Camisetas Círio 2022

Estampa da turma vespertina e estampa da turma matutina – 2022 – de Representação e Expressão II (imagem ampliável à leitura)

Arquivos em pdf à reprodução livre: Estampa Tarde e Estampa Manhã.

O que você vê?

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Experimentos de Representação e Expressão II

Trabalho parcial das duas turmas de Representação e Expressão II – manhã e tarde.
Gif montado com a colaboração voluntária dos alunos Luiz Felipe Martins Gouvea (manhã) e Paulo Guilherme Souza Chaves Filho.

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Divulgação/convite à Fau

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Divulgação/convite à FAU

Nesta quinta-feira, 18/08, às 19h, na Galeria Graça Landeira, teremos mais uma Roda de Conversa na programação paralela à mostra “Contemporâneos Modernos”, sobre o tema “Fronteiras do Moderno e Contemporâneo: Moda e Arquitetura”, com as pesquisadoras Susanne Pinheiro e Ingrid Mendes.
O encontro interdisciplinar entre Arte, Arquitetura e Moda é uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura e do Curso de Artes Visuais da Unama.
Esperamos você!
(Release.)

UNAMA (endereço ampliável)

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Liberal Comunidade – 14AGO2022 – LABTEC-FAU-ITEC-UFPA

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Grande Hotel em 1957

Veja a publicação original para mais.

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Palacete Silva Santos/Faciola – imagens de referência colorizadas

Site de colorização IMG2GO
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