1971-1972 — Primeira pavimentação da 1º de Dezembro (2)

Ampliável

Dando prosseguimento à proposição da publicação anterior recortamos dois trechos do copião que mostra a avenida Primeiro de Dezembro na altura da travessa da Estrela — apelido popular dado à Mariz e Barros já oficializado.
A panorâmica do cruzamento mostra, à esquerda, duas mercearias pioneiras do setor em close com a passagem da basculante da construtora “eccir”: a Casa S. Pedro (dos portugueses Natália e Joaquim) e, na outra esquina, a “Mercearia do Américo” (também lusitano).
À direita, de canto, aparece a primeira casa de um pequeno conjunto construído (de frente projetada à Estrela) com verba do antigo IPASEP que possuía funções de assistência previdenciária, imobiliária, financeira e de saúde:


Base do raciocínio.


Colaboraram com esta publicação:
Fernando Luiz Tavares Marques — pesquisador aposentado do Museu Goeldi; e:
Igor Pacheco — editor do site Fragmentos de Belém.
Material bruto com o qual elaboramos os extratos.

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1971-1972 — Primeira pavimentação da 1º de Dezembro

Ampliável

Estamos trabalhando no entendimento de um filme que registra a primeira retificação e pavimentação asfáltica da avenida 1º de Dezembro (hoje João Paulo II) entre os anos de 1971 e 1972 quando inaugurada pelo ministro Jarbas Passarinho, governador Fernando Guilhon e prefeito Nélio Lobato durante a ditadura do general Emílio Garrastazu Médici.
O material que possuímos sobre a Primeiro de Dezembro tem 3min e 34seg, contudo: a ausência de um sequenciamento lógico impede a interpretação imagética do conteúdo; desse modo optamos pelo fatiamento da película por trechos da avenida gravados em formato gif  à percepção da repetição dos mesmos planos de ação.
Assim o faremos em outros locais da via até a completude do conjunto que inicia com as obras defronte à Escola Superior de Educação Física da antiga Fundação Educacional do Pará (FEP) — hoje UEPA.
Chamamos a atenção ao prédio da direita (em primeiro plano), com dois pavimentos, foi ele residência de Dona Maria Aguiar — que nomeou oficialmente a passagem Maria Aguiar; a edificação, descaracterizada de sua origem, salvaguarda a platibanda dos anos 1960 que oculta o telhado de água única:

platibanda maria3
A casa de Dona Maria Aguiar, que abrigava uma comunidade ligada ao batuque e à pajelança, deu origem a uma vila de minúsculos quartos de madeira em seu próprio quintal alinhados a uma passagem que absorveu o nome da “matriarca” de poderes sobrenaturais reconhecidos citadinamente; possivelmente um quilombo nos limites urbanos, que mantém em suas diversas histórias a memória do lugar.

Base do raciocínio.


Colaboraram com esta publicação:
Fernando Luiz Tavares Marques — pesquisador aposentado do Museu Goeldi; e:
Igor Pacheco — editor do site Fragmentos de Belém.
Material bruto com o qual elaboramos os extratos.

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Anos 1970 — Da Paz com a Presidente Vargas


Gif criado a partir de negativo de película do acervo do professor Flávio Nassar


Imagem atual do Google

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Anos 1970 — Nazaré com a Dr. Moraes

Gif criado a partir de negativo de película do acervo do professor Flávio Nassar

Gig - Nazaré - Dr. Moraes - 1932

O mesmo cruzamento em 1932

Imagem atual do Google

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Mercados Públicos em Belém — material gráfico de divulgação

A exposição de documentos e fotografias intitulada Mercados Públicos em Belém que abrirá à visitação em 26 de março vindouro teve seu material gráfico de divulgação criado coletivamente; o desenvolvimento da ideia base foi um trabalho envolvendo dois laboratórios da Faculdade: o Laboratório de Historiografia da Arquitetura e Cultura Arquitetônica e este Laboratório Virtual.
A professora Celma Chaves, coordenadora do LAHCA*, propôs a tarefa que envolveu seus estagiários/bolsistas: Izabelle Machado Lima, Rebeca DiasRonaldo De Moraes; a orientação da manufatura foi função do LV, sob discussões democráticas virtuais.
A estampa ilustrativa mostra o portão de ferro do Mercado do Sal antes Mercado do Guamá (oriundo do nome do rio) — daí o inusitado MG acima visto.

fotocelma

Origem: fotografia de Francianny Moraes

*A marca LAHCA foi elaborada em 2016 também em oficina e mostra um detalhe decorativo do gradil do Mercado de São Brás em desenho de Lorena Martelli para seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em dupla com Silvia Nunes — tal TCC foi orientado pelo professor Jaime Bibas em 1986 (trinta anos antes).

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Arqueologia contemporânea e suas possibilidades: o caso da Capela Pombo em Belém do Pará

Qualificação de doutoramento de Glenda Consuelo Bittencourt Fernandes no Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPA — material enviado pelo professor Flávio Nassar.

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Revista Circular n°06 — divulgação


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