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Círio 2017: à memória da cidade

Imagens ampliáveis

Nesta semana iniciaram-se os trabalhos da disciplina Representação e Expressão I, manhã e tarde, referentes à Marca do Círio 2017 do Blog da FAU — Laboratório Virtual de integração do ensino, da pesquisa e da extensão universitários na UFPA.
Neste ano, o oitavo em que se cria uma estampa alusiva às manifestações culturais populares durante a Quadra Nazarena, teremos como novidade o estabelecimento de um tema: A Memória de Belém do Pará.
A ideia é que as representações gráficas estejam baseadas em investigações que revelem o patrimônio material e/ou imaterial significativo desaparecido desde 1793; ou seja: no decorrer das 223 procissões conferidas.
Acima há três exemplos já discutidos com a participação efetiva de alunos: a marca da Fábrica de Cerveja Paraense registrada em 1920,  o Ônibus Zepelim desenhado por Saul Steinberg em 1952 e o refrigerante Guarasuco.
Mesmo com a determinação de tal norte nenhuma proposição a ele marginal, que possua coerência técnica e estética, será refutada.
Como sempre corre-se contra o tempo, já que há etapas a serem vencidas até a oficina de serigrafia que será ministrada pelo professor Ronaldo Moraes Rêgo na última semana de agosto.


Postscriptvm:

Mais: Fábrica São Vicente em registro de 1921.

Fonte das marcas registradas da
Fábrica de Cerveja Paraense e Fábrica São Vicente:
Marcas do Tempo.


Postscriptvm 2:

Fábrica Palmeira em rótulo registrado no ano de 1917 também do livro Marcas do Tempo.

Marca dos Refrigerantes Pereira Dias & C.ª retirada de CACCAVONI, Arthur. Album descriptivo amazonico. Genova: F. Armanino, 1899. V. 2., il.

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Site do III SAMA (2018)

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Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada

Ampliável

O professor Márcio Couto Henrique nos enviou o Croqui do Leprosário do Tucunduba reproduzido no livro de José Messiano Trindade Ramos a partir de publicação jornalistica.
A intenção do projeto Blog da FAU é dar sentido às poucas fotografias que registram as edificações de um setor do bairro do Guamá que preserva ruínas de uma delas.
Como o desenho não está em escala e pouco informa ao propósito resolvemos interpretá-lo à crítica dos experts:

Ampliável

Considerou-se a base do layout orientação do Hospício (F); dessa forma estabeleceu-se duas vistas: a primeira (1) de rumo Este  — da Igarapé Miri  ao perpendicular Tucunduba — e a segunda (2) apontada ao Sul, para o rio Guamá, em via aparentemente paralela à Augusto Corrêa.
A Vista 1, que é precedida pelo portal, mostra fileiras de casinhas nos dois flancos, além dos edifícios maiores que as encobrem.
Observadas as fotografias do quadro vermelho também há coerência na Vista 2, pois o prédio que tem a tabuleta Hospício dos Lázaros possui pouco beiral à direita e é avarandado à frente e ao lado esquerdo (confirmando alpendres); também, na outra margem desse caminho, há uma fileira de casinhas.
Todavia há um senão: as ruínas que lá estão — paralelas e entre os quintais da Barão de Igarapé Miri e Jiparaná — a definir localização e orientação não podem, em hipótese alguma, ser desconsideradas; são elas a única referência real do lugar.
No croqui, o que já concluímos ser a muralha do porão da enfermaria mandada levantar por Enéas Martins em 1916 e reerguida pelo provedor Antonio Facióla em 1928 está em desobediência à razão e ao relatório desse governador:

Enéas Martins deixa claro que em 1916, na Leprosaria do Tucunduba, só havia um velho pavilhão e algumas barracas de palha.


Mais sobre o assunto em:

Outra foto do prédio do Tucunduba que deixou ruínas no Guamá

O chalé das ruínas do Tucunduba em 1928

As ruínas do Tucunduba são do Pavilhão Antonio Lemos

Ruínas do complexo de isolamento do Tucunduba

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