Divulgação: bolsa pós doutorado PPGAU

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U2 – The Tears Of Things

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U2 – American Obituary

School teachers are explaining

Renee Nicole Good.


Plastic Ono Band – Give Peace A Chance (1969)

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Renda Priori & CIA. LTDA. Filial Belém do Pará -1950’s

O filme acima é uma edição com recorte do filme abaixo:

Filme completo sobre as indústrias Renda Priori CIA. LTDA. nos anos 1950

O material é a reedição (mudança de áudio) do filme publicitário baixado do canal de Alexandre Antunes Renda sob o título Grupo Renda Priori publicado em 10 de maio de 2020 na plataforma Youtube.
Na publicação Alexandre coloca o seguinte texto:

Pedro Renda ainda adolescente emigrou com os pais e restante da Família, vindos da Sicília para Buenos Aires na Argentina e lá já rapazinho trabalhava em calçamentos de rua em paralelepípedos que no Brasil chama-se “calceteiro”. Um tempo depois sua Mãe faleceu e o Pai casou-se novamente com uma moça que não se deu bem ou não se entendeu com o rapaz Pedro. Devido a este problema o Pedro resolveu ir morar com um Tio que morava em uma cidade vizinha ao Rio Grande do Sul e que ganhava a vida como barbeiro. Daí a segunda profissão do Pedro Renda ser barbeiro, na barbearia do Tio.
Bem novo e talentoso foi bem na profissão e com o tempo os fregueses preferiam a ele do que o Tio. Vendo isto é sem querer ter problemas com o Tio que o ajudou, resolveu tentar a vida como barbeiro em Porto Alegre no Rio Grande do Sul onde abriu a sua barbearia com sucesso. Bem instalado em Porto Alegre, ele conheceu a moça Margarida Priori com quem casou. Margarida tinha 2 irmãs que eram Olinda e Maria (ambas nascidas na Italia) e 5 irmãos que eram da Igreja: Luiz, Octávio, Cezar, Menotti (meu Avô), e Eduardo (Margarida, Menotti e Eduardo já nasceram no Brasil).
A Família Priori emigrou da cidadezinha Buldrio que é vizinha a Bolongna. Os irmãos Priori eram todos funcionários da primeira Fábrica de chocolates e bombons do Brasil, a NEUGEBAUER, que ainda existe. Eram funcionários braçais, gente muito simples. Pedro Renda sempre foi um poupador equilibrado e junto com os cunhados que já tinham o conhecimento resolveram fundar uma fabriqueta de fundo de quintal de chocolates e bombons. Nascia assim em Porto Alegre, antes de 1921 , a Renda Priori.
Em Porto Alegre o negócio começou a crescer e a tal ponto que tendo de comprar as matérias primas (açúcar em Pernambuco e cacau na Bahia), resolveram vir todos para Recife, onde se instalou num prédio atrás do Mercado São José. A Fábrica era no térreo e os Priori (todos) moravam em cima. Pedro Renda nesta época morava na Rua das Calçadas bem perto do Mercado São José. No prédio vizinho morava uma Família também de italianos que tinham vindo de São Paulo e era a Família Dalla Nora. Depois a Fábrica cresceu e foi intalada na Rua Padre Muniz, vizinha ao Mercado e posteriormente já como uma grande indústria foi para o endereço definitivo na Rua da Aurora 1313 em Recife e se expandindo para o Pará e Salvador. Esta História me foi narrada por Ítalo Renda há cerca de 25 anos atrás.

Observamos que a narração da saga familiar se dá em 1995; Ítalo (Babi) Renda, um dos dirigentes da Renda Priori em Recife, esteve comprovadamente em Belém no ano de 1985 visitando seu irmão Pedro Renda Filho.

Alexandre Renda não se refere à datação do material que está sendo investigada pelo Laboratório Virtual: com estimativas para meados da década de 1950 – o Pavilhão de Vesta está de pé.

A imagem ampliável mostra a correspondência do edifício em 1964 com estampas contemporâneas; as evidências indicam que houve mudança na numeração: de 360 para 648 – isto entre as filmagens e a publicação do catálogo de 1965.

A Dom Romualdo Coelho esquina com a Jerônimo Pimentel hoje e em 1964, quando os telefones foram listados à impressão do catálogo de 1965.

Sem uso de Inteligência Artificial.

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Divulgação/convite à FAU

Imagem-link ao CCBB

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Projetos de Camilo Porto em exposição na FAU (N°01)

O trem da EFB (Estrada de Ferro de Bragança) passa defronte à casa do engenheiro civil Belisário Dias em 1957 – então: o que se vê é uma edificação recente: com três anos de uso.
No ano seguinte Belisário é assassinado por seu advogado com três tiros de revólver – segundo O Jornal de 23JUN1958.

Uma vista da fachada frontal de acesso à piscina na direção do portão

Demos destaque a um fato político, que pela polarização ideológica entre Barata e Assupção, foi parar nas páginas policiais – Belisário esteve à frente do D. E. R. – Departamento de Estradas de Rodagem no governo de Assumpção; contudo: tais assuntos são irrelevantes às análises técnicas e estéticas que a exposição no hall da FAU com banners elaborados por alunos da disciplina THAU VI ministrada pela professora Celma Chaves faz.
O material disposto à visitação pública é resultado das pesquisas realizadas no acervo do LAHCA sobre projetos do engenheiro e arquiteto Camilo Sá e Souza Porto de Oliveira doados em 2018 pelo engenheiro Antônio Couceiro àquele Laboratório.
A mostra reúne análises de 11 casas datadas das décadas de 1950 e 1960 que, dentre as mais conhecidas como a Casa do Arquiteto (1956), resiste em meio a tantas já quase totalmente destruídas, como a Casa Chamié (1960); ou: a Casa Maria Deolinda (1956), exemplar desaparecido.
A organização da exposição contou com a colaboração dos estagiários de mestrado Igor Araujo, Lohanna Souza e Vanessa Souza; além Rebeca Dias, doutoranda.
A iniciativa de caráter didático permanecerá montada até o dia 26 de fevereiro.
A exposição dá ao conhecimento exames, feitos pelos alunos, nos planos originais de Camilo, redesenhando-os a partir de visitas às casas remanescentes fundamentados em categorias compiladas de autores locais e não locais dedicados ao estudo da Arquitetura Moderna.
Há mais de 15 anos em atividade o LAHCA envolve estudantes da graduação e da pós, gerando fluxo de conhecimento nos dois níveis e incentivo amplo às investigações inéditas.
Identificar o valor cultural dessas obras é reconhecê-las como patrimônio da cidade, daí a necessidade da divulgação dos resultados aos que estão do lado de fora do LAHCA, olhando pela janela.
Mas… ao que interessa (como ventana):

Imagem ampliável para melhor visualização


Até o dia 26 de fevereiro, fim da mostra no Ateliê, publicaremos os 11 banners; isto: por dois motivos: o primeiro é que todos os painéis juntos nessa página seria um excesso; o segundo: é pra todo mundo ir lá.

Banner CASA BELISÁRIO DIAS – 1954 em pdf.


Acesse o LAHCA no Facebook.


Sugestão de leitura: A ARQUITETURA DO “RAIOS-QUE-O-PARTAM – entrevista concedida por Camilo Sá e Souza Porto de Oliveira à jornalista Rose Silveira publicada no jornal O Liberal de 10 de fevereiro de 1994.

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Apontamentos para Representação e Expressão II 2025

GIF’s AMPLIÁVEIS – SEM IA

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Eleições Direção ITEC 2026

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Divulgação/convite à FAU

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RUMA – Rui Mario Cruz de Albuquerque

Ruma de Albuquerque (Wikipédia).

Ruma registrado pelo LV em 20JUN2015 na ELF (galeria de arte)

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D I R I J O (A maconha antes da proibição)

Direção/Realização: Organização dos Professores Indígenas Mura e Raoni Valle – Brasil – (2008)
Duração: 12 min
Sinopse:
O documentário “Dirijo” começa com uma longa lista de nomes para uma determinada erva: “Dirijo”, “Dega”, “Meri’i” ou, depois da proibição, “Maconha”. Era utilizada amplamente por comunidades amazonenses para curar mal-estar (“As vezes o caboclo está meio mal, fazia um chazinho com duas folhas e ele comia que dava gosto”), dar paciência pro trabalho (de roçado ou de pesca) ou apenas para uso recreativo, algo estabelecido dentro da comunidade e com importante função de sociabilidade (é interessante notar, a partir dos depoimentos do documentário, os relatos de como era consumida a erva: em roda). (CINE PET)

VOCÊ SABE O QUE É CANNABIS? nunca vi, nem comi, eu só ouso falar; por THALITA NICOLLE TORRES DA SILVA.

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Divulgação/convite à FAU

Anotem na agenda o programa imperdível na Galeria Graça Landeira da UNAMA. A exposição “…na floresta dos signos e das coisas…” realizará no próximo dia 28, quarta-feira da semana que vem, a Roda de Conversa “Fisionomias da Cidade – Memória e Cotidiano”, com Luiz Braga, Bruno Carachesti, artistas participantes da mostra, e o historiador e pesquisador do Museu Goeldi, Nelson Sanjad. O tema da conversa será a importância da fotografia urbana para o conhecimento sobre o cotidiano da cidade e a dimensão histórica que as imagens fotográficas assumem ao longo do tempo. Braga e Carachesti irão relatar suas práticas e observações sobre Belém, enquanto Sanjad vai comentar um conjunto de fotografias históricas do acervo do Goeldi que entrou recentemente para a Brasilianas, importante coleção nacional. A exposição”…na floresta dos signos e das coisas…” tem curadoria do Prof. Mariano Klautau Filho, assistência da aluna Emily Guimarães, expografia da Profa. Ana Isabel Santos e está em suas últimas semanas de exibição, aberta sempre de segunda a sexta das 14h às 18h.
Na imagem, fragmento da obra de Bruno Carachesti, Canal do Tucunduba, 2014.

Release da produção.

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Heranças da COP 30

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Mercedário UFPA – programação de hoje

Imagens ampliáveis

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Divulgação


DO IGARAPÉ AO JARDIM:

Saiba mais sobre o projeto DO IGARAPÉ (do Mata-fome) AO JARDIM no hiperlink.

Fotos da exposição do trabalho na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA


SEMENTES DA ILHA:

Registros em audiovisual do SEMENTES DA ILHA

Registros de 24SET2025 da Oficina de Instrumentalização Técnica ministrada pela professora Dina Oliveira aos alunos participantes do projeto Sementes da Ilha

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Divulgação/convite à FAU

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LASSAM: a ilha de São João dos Ramos (divulgação)

A ilha de São João dos Ramos (divulgação) é um audiovisual produzido pelo LASSAM – Laboratório de Ambiências, Subjetividade e Sustentabilidade na Amazônia.
O tema do documento é a arquitetura do lugar e os recursos construtivos na história da ilha.
Observamos que a aluna Beatriz Chagas é filha do lugar.

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Fórum Landi no Circular

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Marajó, encontro nas águas; por Paulo Ribeiro

Paulo entre Yuri Rebello e Luiz Rabelo do Estúdio Bohho

Fotos: Bárbara Baleixe

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Divulgação/convite à FAU

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