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Instagram: https://www.instagram.com/docomomobr14belem/

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O professor Jô Bassalo é o novo vice-presidente do CAU-PA

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Arnaldo Dopazo – Macrodrenagem do Tucunduba

O engenheiro Arnaldo Dopazo, citado na matéria Avenida Tucunduba — registros de 29DEZ2020, gravou um depoimento ao Laboratório Virtual sobre o assunto; assista.

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Arte de Rua – Avenida Tucunduba


Nas filmagens do post anterior nos chamou atenção a propaganda do CURSO INTENSIVO DE LEITURA E CALIGRAFIA — inusitada tanto pelo texto publicitário, quanto pela ordenação caligráfica e espaçamentos (e a sutil representação da espiral de um caderno).
Vimos a possibilidade de transportar esse “anúncio de muro” para camisetas e enviamos ao WhatsApp (do número) o resultado.
Retornou-nos Marta Santos que ministra o curso e é, também, a autora do mural em via pública; Marta, sem recursos financeiros para contratar um “pintor”, arranjou tinta e dois pincéis (um velho e outro novo) e foi, à noite, junto com sua filha de dez anos fazer o serviço pelo qual não podia pagar.
Marta teve a coragem de anunciar um curso de caligrafia usando a sua própria em outro suporte que não o papel e outra ferramenta que não o lápis ou a caneta.


Marta e sua filha: autoras do mural Tucunduba/Mundurucus



Outras possibilidades do manancial Tucunduba virtualizadas em modelos de Internet com a colaboração fotográfica de Elizabeth Pessôa — da grife Carambolada.

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Avenida Tucunduba — registros de 29DEZ2020

O site REDE PARÁ, em 13 de fevereiro de 2019, disse: “… Quanto à terceira fase, que compreende o trecho do canal que vai da passagem 2 de Junho até à travessa Vileta, está sendo feito o cadastramento dos imóveis na área de interseção para, posteriormente, iniciar o processo licitatório.”.


Referências da Avenida (Marginal) Tucunduba antes do prolongamento em questão:

Motofilmagens de 22 de junho de 2008, domingo, feitas na Avenida (Marginal) Tucunduba

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Desenho em casa – 2020

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Nota oficial da direção da FAU-ITEC-UFPA

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Foi-se o nosso querido Paulo Cal

Paulo Cal defronte ao Boiuna (Bar do Mário)

Professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, Paulo Sergio Rodrigues Cal, ingressou como estudante na primeira turma da antiga Escola de Arquitetura da Universidade do Pará (sem o Federal) em 1964 quando aquela funcionava no Chalé de Ferro ainda montado na Almirante Barroso.
Paulo faleceu em consequência da COVID-19 — peste dada como gripezinha pelo mandatário da Republica —, há poucas horas num hospital de Belém.
Abaixo transcreveremos um post de Tito Barata em seu Facebook sobre o amigo (comum) Paulo Cal:


Paulinho Moura, Wanda Monteiro, Andréa Pinheiro, Vicente Cecim e Pedro Paulo Condurú — fotos feitas por este editor (HB) do querido boêmio Paulo Cal

Mais em Fatos em foco.

Paulo Cal

Com o Paulo Santos

Com o Paulo Andrade (Popó)

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Eleições FAU 2020 – extrato do resultado

A chapa única FAU INCLUSIVA foi composta pelos docentes Roberta Menezes Rodrigues (direção) e Márcio Santos Barata (vice-direção) ora eleitos pelas três categorias (discentes, técnico-administrativos e docentes) às devidas funções no sufrágio virtual ontem realizado que deverá ser referendado pela Comissão Eleitoral.
Este Laboratório Virtual dá parabéns à dupla eleita e deseja sucesso na gestão acadêmica.

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Eleições FAU 2020 – direção e vive-direção


Bom dia comunidade da FAU!
Hoje é o dia da votação para Diretor e Vice-Diretor da Faculdade e, considerando o período atípico que estamos vivendo, a votação será realizada pelo SIG-Eleição. O processo de votação é bem simples: você deve clicar no link que segue junto com essa mensagem e entrar no SIG-Eleição. O nome de usuário e senha são os mesmo que você usa para acessar o SIGAA (Fique atento: o sistema vai pedir para confirmar que é você mesmo e pedirá que digite alguns caracteres da imagem que aparece ao lado). O sistema ficará aberto apenas durante o dia de hoje, até 23:59, e, apesar do voto não ser obrigatório, é muito importante a participação de todos.
Comição eleitoral.

SIGEleicão – Sistema Integrado de Gestão de Eleições (ufpa.br)

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Projeto Circular — 33ª edição

Veja a PROGRAMAÇÃO para amanhã.
Baixe o APLICATIVO do Projeto Circular.
Live pelo Canal do Circular no Youtube.

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Eleições 2020 à Prefeitura Municipal de Belém

Candidato à Prefeitura Municipal de Belém, Edmilson Rodrigues, foi estudante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará pela qual graduou-se arquiteto.

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Parabéns à Bia


Fonte: UOL.

Beatriz Caminha dos Santos é aluna da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do ITEC-UFPA.

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CAU-PA — resultado das eleições 2020


Ampliável

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Divulgação/convite à FAU

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Camiseta Círio 2020

Ontem procedemos [Ronaldo Moraes Rêgo e eu (Haroldo Baleixe)] a impressão em camisetas da estampa criada pelo aluno Vitor Pereira Lima na primeira e única aula presencial deste ano de 2020 — ver Círio 2020 — marca e selo comemorativos.
O registro acima comporá a base didática da disciplina Desenho Em Casa ofertada no ERE — Ensino Remoto Emergencial  — ora ministrada pelos professores Dina Oliveira, Haroldo Baleixe, Jorge Eiró e Luciano Oliveira; bem como integrará o banco de imagens e audiovisuais da Extensão do ITEC.
Infelizmente, diante das restrições impostas pela COVID 19, não será possível a comercialização à captação de recursos por parte dos estudantes — tradição que justifica o selo comemorativo de uma década em destaque no site durante a Quadra Nazarena.

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O Círio de 1918 ocorreu durante a epidemia da Gripe Espanhola

Ao final de seu texto sobre o Círio de 1835, o professor Aldrin Moura de Figueiredo afirmou: Ah, eu ia esquecendo, também houve Círio em 1918, durante a epidemia da Gripe Espanhola.
O professor José Maria de Castro Abreu Júnior, em seu livro O Vírus e a Cidade, discorre sobre o assunto e nos dá como referência o jornal Estado do Pará de 14 de outubro de 1918 — fonte primária que traz uma narrativa peculiar daquele igualmente animado Círio que levou às ruas de Belém 50 mil pessoas em plena ação da peste —; leia as ocorrências da Festa de Nazareth:


Ampliável (em pdf) para melhor leitura

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Sobre o círio de 1835 e este primeiro círio sem procissão; por Aldrin Moura de Figueiredo

(humilde servo e devoto de N. Sra. de Nazaré)

Este ano é, definitivamente, o primeiro círio que não vai acontecer nas ruas de Belém. Tenho recebido muitas perguntas de jornalistas afirmando que o padre fulano e o comendador do círio sicrano têm dito que em 1835, durante a Cabanagem, não houve círio. Tudo praticamente é dito com base no dossiê realizado pelo IPHAN, sobre o Círio, diga-se de passagem, de modo muito competente sob a coordenação do professor Raymundo Heraldo Maués, certamente autoridade de primeira linha no tema. O texto, como se pode ler, apenas sugere a possibilidade de não ter havido o círio, porém há uma cronologia apressada, ao que parece feita por autoria diversa publicada junto, que sentencia que não houve a procissão em 1835. No entanto, houve sim círio, e bem animado, com velas, luzes, girandolas de fogo e agradecimentos pelas vidas que não se foram. Não há até agora um sequer documento encontrado que afirme que não tenha ocorrido. Pelo contrário, até os viajantes que vieram a seguir nas décadas de 1840 e 1850 enfatizam a memória da grande procissão em todos os anos. Quanto me refiro a grande procissão, não tem nada a ver com o tamanho de hoje em dia. Hoje o círio acontece com cerca de 2 milhões de romeiros na procissão, enquanto em 1835 toda a população da Província do Grão-Pará não passasse de 100 mil almas, excetuando indígenas. 500 pessoas em procissão era algo notável. Então, por Nossa Senhora, não olhem o passado como se estivessem olhando para a televisão. Além disso, e talvez seja o mais importante, uma breve reflexão sobre o ano de 1835 já ajudaria a explicar o círio de 1835. Os cabanos invadiram Belém em janeiro, e Félix Clemente Malcher ficou no comando do governo da província até 21 de fevereiro, e Francisco Vinagre até 10 de abril. Daí em diante, até novembro de 1835, respondeu pelo governo o Comandante de Armas Manuel Jorge Rodrigues, futuro barão de Taquari. Foi inclusive no início de novembro que o Círio ocorreu, com a presença do bispo D. Romualdo de Souza Coelho, o que era comum devido à data móvel da procissão naquele tempo. Em cartas, notas de imprensa na Corte e até falas no parlamento, estão registrados o apego dos paraenses com suas festas religiosas, que inclusive os “revoltosos” e “celerados” aparecem entre os mais devotos. Quando Eduardo Angelim assumiu o poder em meados de novembro de 1835, já tinha acontecido Círio em Belém. E, por fim, é bom lembrar que quem corria risco na “mão de cabano” era português e maçom, não o círio. O extrato do processo instaurado contra os autores do motim de 14 de agosto de 1835 é muito esclarecedor de contra quem e contra o quê lutavam os cabanos vale a pena ler a compilação no 5 tomo dos Motins Políticos, D. A Rayol, publicado em 1890. Com a Virgem de Nazaré, com muito tempo depois lembrou Elizeu Cezar, nem “rebelde sanguinário um dia ousou levantar a face”. Aproveitem esse ano de contrição e rezem pra Virgem, pois precisamos de mais ajuda de Nossa Senhora com tanto desgoverno, descalabro, literalmente fogo e doença. Ah, eu ia esquecendo, também houve Círio em 1918, durante a epidemia da Gripe Espanhola. Obrigado, de nada.

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Oferta ERE 2020

Arquivo pdf.

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Policlínica Infantil e residência do Dr. Ferdinando Rapizardi Santos — projetos de Augusto Meira Filho

Dr. Ferdinando Rapizardi Santos defronte de sua Policlínica Infantil

Residência do Dr. Ferdinando publicada em 1941 em revista carioca

Policlínica Infantil do Dr. Ferdinando em 1947 — clichê ilustrativo do jornal do PSD

Na saída de Belém, defronte ao Bosque Rodrigues Alves, entre as travessas Lomas Valentina e Eneias Pinheiro se vê dois prédios desfigurados — considerando-se seus arcabouços originais projetados pelo Escritório Técnico do engenheiro civil Augusto Meira Filho e construído por outro engenheiro civil, Amintas de Lemos, morador do palacete vizinho aos dois lotes onde o Dr. Ferdinando Rapizardi Santos mandou levantar sua casa em 1940 e sua Policlínica Infantil em 1947.
Os dois exemplares da arquitetura praticada por Meira antes e depois da Segunda Guerra foram retirados da vista dos Belenenses — a antiga Policlínica Infantil hoje hospeda o IPAMB e a residência um curso de línguas.
A identificação do lugar contou com a colaboração efetiva do médico Aristoteles Guilliod de Miranda que nos forneceu fotos e jornais de época de seus arquivos.
Com o uso da arqueologia imagética (e virtual) o arqueólogo Fernando Marques, também editor deste site, montou e comprovou o enredo acima escrito e ilustrado.

Se observada a foto antiga da qual não possuímos datação (mas é entre 1939-40 e 1946-47) deduz-se que um chalé típico da antiga Estrada de Bragança foi demolido para dar lugar à Policlínica Infantil Ferdinando Rapizardi Santos que tinha como endereço a Tito Franco n°1032.
(O recorte do aerofotograma é de 1955)

Comparativo com a foto mais recente do Google Street View


Postscriptvm: Augusto Barbosa, também colaborador do Laboratório Virtual da FAU-ITEC-UFPA, chamou-nos atenção para curiosidades aqui não reveladas: na primeira fotografia além do Dr. Ferdinando estão sua esposa Maria Luiza (ao seu lado) e sua cunhada Léa (a primeira da direita) — ambas filhas de Amintas de Lemos, seu sogro.
O chalé citado, segundo soube Guto pela própria Léa em entrevista, pertencera ao francês Charles Henry e foi demolido depois de um incêndio — Léa faleceu no ano passado (2019) aos 99 anos de idade e fora a secretária da Policlínica.
Ferdinando era irmão da pintora Antonieta Santos Feio e tinham um outro irmão chamado Fausto Rapizardi, representante farmacêutico; os três eram sobrinhos do médico Cipriano José dos Santos.

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