Reforma administrativa e os impactos no magistério superior

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Divulgação – bate-papo com Octavio Cardoso

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La Coca (RE-I 2026-tarde)

Experimentos com todas as falhas humanas: sem IA.

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O Provisório II (RE-I 2026-tarde)

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61ª Circular – Mercedários 07JUN2026

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A Vida é um Sopro; por Fabiano Maciel

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Nota de Pesar: Euler Santos Arruda

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O Provisório (RE-I 2026-manhã)

Primeiro resultado imagético animado dos protótipos desenvolvidos à percepção da figura humana: escopo da disciplina Representação e Expressão I de 2026 (calouros).

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Papo com sustentabilidade: Professor Fabio Mello

Fonte: Youtube.

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Rastros Expressivos – Embates de uma geração 80/90 – Belém

Ampliável

A exposição “Rastros Expressivos – Embates de uma geração 80/90 – Belém” segue em cartaz na Galeria Graça Landeira do Museu de Arte da UNAMA com obras de Nina Matos, Dina Oliveira, Rosangela Britto, Simões, Jorge Eiró, Geraldo Teixeira e Charles Nascimento.
E temos uma novidade para hoje, dia 21/05, quinta-feira, às 19h. Vamos iniciar a série de Rodas de Conversa da programação da mostra. O Abre Alas das rodas ficará a cargo da dupla Jorge Eiró e Geraldo Teixeira. Sob o título BELÉM ANOS 80 – POÉTICAS PICTÓRICAS E DEVANEIOS DE UMA CENA, Eiró e Geraldo farão um relato sobre a produção plástica daquela década, incluindo as diversas histórias dos loucos anos 80 e da constante militância artística que envolve o circuito da arte.
Com mediação de Yasmin Gomes, curadora da mostra, os artistas também irão falar do diálogo estabelecido entre as poéticas da cena de Belém e a produção nacional, animada pelo eixo Rio-SP e denominada de GERAÇÃO 80.
A roda de conversa acontece no contexto temático da mostra, recorte da pesquisa de mestrado de Yasmin Gomes defendida no Programa de Pós-graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura, sobre a poética expressiva brasileira das décadas de 80 e 90, em diálogo com movimentos anteriores da história da arte ocidental.
“Rastros Expressivos – Embates de uma geração 80/90 – Belém” é uma realização do PPGCLC e Grupo de Estudos e Pesquisa Arte, Imagem e Cultura, coordenado pelo Prof. Mariano Klautau Filho. Visitação de segunda a sexta, das 14h às 18h.
(release)

Os conversadores Geraldo Teixeira e Jorge Eiró hoje (quinta), às 19 horas, na UNAMA Alcindo Cacela

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A Casa Palafita e seu democrático uso

Ler mais sobre a CASA PALAFITA no Laboratório Virtual.

Composição com figura humana.


(Sem Inteligência Artificial)

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O Raio-que-o-parta no Jornal Hoje (18ABR2026)

Matéria televisiva publicada no Jornal Hoje de sábado, dia 18ABR2026.

“… Mas a inspiração veio do Modernismo; no Brasil, um dos artistas mais importantes da Arquitetura Modernista, foi o paulista Burle Marx, o paisagista também usava azulejos para produzir mosaicos.
Na época, em Belém, não existia fábrica de azulejos, tudo vinha de fora do Estado, de caminhão; mas, na estrada, muito material quebrava; para não ficar no prejuízo, as lojas vendiam os cacos coloridos, a kilo, mais baratos; a criatividade dos compradores deu origem a essa arquitetura tipicamente paraense e o estilo conquistou, principalmente, quem não tinha dinheiro pra contratar engenheiros, e arquitetos.” (Jalília Messias)


O texto acima é a transcrição da fala da telejornalista Jalília Messias com repercussão nacional pelo canal aberto da Tv. Globo.
Em primeiro lugar não entendemos o porquê da referência direta a Roberto Burle Marx: o mosaico é uma técnica milenar (3.000 antes de Christo); portanto, há muito, de domínio público a todos os povos.
Seria pela mudança das ondas em Copacabana feita por ele (Burle Marx) nos anos 1970, tornando o calçadão da praia carioca o “maior exemplo de obra de arte aplicada existente no mundo” (mais de 4km de abstração portuguesa girada em 90°)? sabe Deus.
Por que Jamília não citou Athos Bulcão, ou outro, dentre tantos artistas contumazes fazedores de painéis para prédios?
Outro fato esquisito é atrelar o uso de cacos de azulejo à Belém-Brasília, como se Belém não se comunicasse por navio e avião com as outras regiões do país ou continentes – e azulejo (europeu) tem por aqui faz tempo, né?
Estilo também parece um termo inadequado diante do que disse a professora Cybelle Miranda: “Daí terem dado esse apelido né, de Raio-que-o-parta; uma coisa cafona, kitsch, né: algo que não merecia ser considerado inclusive como arquitetura”.
Espécie de estilo é como o professor Aldrin Moura de Figueiredo enquadra tal prática: … uma leitura popular do moderno. O “Raio que o parta” é uma expressão de modernidade dos anos 1940 e 1950, vinda da engenharia e da arquitetura, lida pelos mestres de obra paraenses de classes baixa e média e transformada numa espécie de estilo incorporado pela população.
Seria possível sintetizar os doutos no assunto dizendo que é A ARQUITETURA BREGA DO PARÁ?
E como arquitetura de enfeitar e impermeabilizar fachadas, tem sua história baseada nos experimentos modernistas em mosaico de cacos de azulejos praticados pelo artista plástico e engenheiro civil paraense Ruy Augusto de Bastos Meira.
Ruy Meira, de família com posses e poder, tinha sua antena voltada às vanguardas do mundo: bebia em Paul Klee e Kandinsky (professores da Bauhaus que trabalhavam com gestalt) para praticar (ou manufaturar) o seu ABSTRACIONISMO.
Ruy Meira criava suas composições combinando figuras orgânicas com geométricas, uma das quais o triângulo (regular ou irregular), que poderia tanto se parecer com um milenar origâmi, quanto com uma cadeira Zig-Zag criada por Gerrit Rietveld em 1934; ou: com banal estilização de raio ilustrada no peito do Capitão Marvel no início dos 1940 – cabe ao intelecto o nível dessas associações.
Em outras palavras: o abstracionismo (no qual você vê o que você reconhece) de Ruy figurativou o hoje nacionalmente famoso Raio-que-o-parta (A Arquitetura Brega do Pará) à revelia de seu autor.
Ruy Meira não é o Raio-que-o-parta; contudo, o Raio-que-o-parta é Ruy Meira: afinal: enxergaram em suas especulações triangulares os raios que careciam ver e ter no frontispício dos lares).

Ruy Meira em seu ateliê e fotos de sua casa modernista no Mosqueiro (construção de 1952) cravejada de azulejos em cacos: nenhum raio.

O rigor técnico de Ruy em mosaico de cacos de 1953 montado na casa planejada e construída pela também engenheira civil Angelita Silva, proprietária do imóvel herdado por Sílvia e Benedito Nunes: nenhum raio.

Fotografia de Patrick Pardini cedida pelo professor Nelson Sanjad: Nelson escutou da própria Angelita que o trabalho fora uma homenagem dela ao arquiteto catalão Antoni Gaudí com a aquiescência e a corporificação de Ruy Meira.

Fotos da casa Silvio Meira (irmão de Ruy) e do mosaico de cacos de azulejos planejado e executado por Ruy em 1954: nenhum raio – material do acervo acadêmico da professora Celma Chaves.

Dois mosaicos de cacos assemelhados aos experimentos compositivos de Ruy Meira: nenhum raio, triângulos; o primeiro da Casa Gabbay em foto de Celma Chaves; o segundo, retirado do vídeo, é da sacada do apartamento de Manoel Pinto da Silva, no prédio de mesmo nome – investiga-se se saíram da prancheta de Ruy Meira; ou: da de algum pupilo seu.

Referências:
Antagonismo e afinidades – arte e arquitetura em Belém entre as décadas de 40 e 60; por Celma Chaves.
A ARTE DO FAZER: o artista Ruy Meira e as artes plásticas no Pará dos anos 1940 a 1990; por Maria Angélica Meira.
Mosaicos de Belém – História e Conservação; por Thais Zumero Toscano.


À próxima matéria:

A sede social do Clube do Remo (Palácio Azul), em verbete da popular Wikipédia, é carimbada como “… no estilo ‘Raio-que-o-parta’…”; o argumento: “cacos de azulejos”:

Os dois painéis do Palácio Azul, projeto arquitetônico de Camilo Porto de Oliveira, são de autoria do sobrinho de Ruy Meira: Alcyr Boris de Souza Meira, engenheiro civil 12 anos mais moço que o tio, que também usou planos de parede para se expressar plasticamente; todavia, Alcyr, jamais fez mosaicos de cacos de azulejos, planejou e executou tais painéis em pastilhas VIPAX – Mosáicos e Ladrilhos de Vidro Lompi S. A. treinando equipe em Belém para montá-los em “panos” para assentamento remoto; Alcyr também não se arriscou no abstracionismo, foi figurativo em obras públicas e privadas a ele encomendadas entre a segunda década dos anos 1950 e início dos anos 1960, como no caso do Remo: representando os esportes praticados pela agremiação em competições.

Fotografias de detalhes dos dois painéis da sede social do Clube do Remo assinados por Alcyr Meira: pastilhas vidrosas VIPAX aparentemente pintadas com esmalte em alguma “revitalização” (ou apagamento?) – certamente o painel recuperado ao original (vidro) revelará distintos tons de azul, incluindo o adversário celeste.

O Laboratório Virtual está angariando material necessário à publicação dessa vertente da obra de Alcyr Meira que não tem raios e nem é feita com cacos de azulejos; portanto: não é da hoje festejada Arquitetura Brega Parauara apelidada pejorativamente de Raio-que-o-parta.

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De Belém a São João do Araguaya; por Ignacio Baptista de Moura

Publicação enviada por Wanda Luczynski.

De Belém a São João do Araguaya Valle do Rio Tocantins; por Ignacio Baptista de Moura (pdf).

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Representação e Expressão I – 2026

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Representação e Expressão I – 2026

Primeiro experimento – manhã:



Postscriptvm (10ABR2026):


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Representação e Expressão I – 2026

Primeiro experimento – tarde:



Postscriptvm (08ABR2026):

Ação subsequente.


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Divulgação/convite à FAU

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O uso de trilhos de ferro nos cinemas Olympia e Radium

A colagem digital acima utilizou duas fotografias de época: a do Cinema Olympia, de 1915 e a do Museu Commercial do Pará (originalmente Cinema Radium), de 1919; na realidade são duas edificações planejadas à diversão púbica: o Olympia foi uma adaptação feita no Café Madrid; já o Radium, uma obra que desde os alicerces intentava a exibição de filmes.


Cinema RADIUM?

Certamente o RADIUM não habita o imaginário popular; afinal: nenhuma alma do planeta assistiu a uma fita naquele prédio que todos conhecemos (hoje) como Teatro Experimental Waldemar Henrique.

Ao contrário do anunciado pelo jornal o Estado do Pará de 27JAN1913, o Radium jamais inaugurou; o prédio ficou abandonado de 1913 até 1918 – 5 anos, tal qual o Theatro Nossa Senhora da Paz.
A história dessa edificação levantada em plena Praça da República (parque João Coelho) é resumida por Vicente Salles no artigo O RETÁBULO DE WALDEMAR HENRIQUE, escrito que compõe o primeiro álbum da Série Restauro da Secult.

Mas… tratemos o RADIUM como cinematógrafo: função específica de seu projeto, de sua execução e na condição em que foi abandonado no dia 04 de abril de 1913 em consequência da rescisão contratual publicada no Estado do Pará – no pós hiato (1913-18), resumimos Vicente: o prédio, desde 1919, hospedou o Museu Commercial do Pará, a Caixa Econômica Federal e a Paratur; até se transformar no Teatro Experimental Waldemar Henrique, em 1979.

O jornal Estado do Pará, nas publicações dos dias 17 e 19 de julho de 1913, dá detalhes construtivos tanto do CINEMA (RADIUM), quanto do BAR a ele vizinho, também objeto do mesmo contrato com a Intendência Municipal – o tal bar é hoje a sede do Instituto de Ciências da Arte da UFPA.
A descrição das obras, ambas contemporâneas ao Olympia e ao Grande Hotel (isento de décimas em 1913 por 5 anos), revela-nos o uso de trilhos de ferro como vigas (vergas); no caso do cinema (Radium) o texto ressalta o propósito: “… com grande número de janelas laterais para a ventilação …”.


Diante de diversas fotos da remodelação do Olympia publicadas na Internet, chamou-nos a atenção as que mostram um perfil de trilho de ferro assentado sobre pilares de alvenaria; assim, em consulta técnica ao professor Márcio Barata – também editor deste laboratório -, soube-se que a peça tinha a função de reduzir a altura dos pilares, evitando a flambagem desses pela carga vertical; também definia os vãos-luz do salão de concertos e os acessos principais ao edifício; desse modo se deduz que o trilho fora componente imprescindível à fachada original de 1912 e, por consequência, a viga de concreto mais acima, seria do plano de Arlindo Guimarães, executado na reforma de 1940: de características modernistas.
(O vigão mais abaixo não nos interessa porque é pós Arlindo: quando tudo se torna miscelânea.)

Veja a superposição em melhor definição

Poder-se-ia dizer que o trilho de ferro, no Olympia, compõe o arcabouço da fachada de 1912; sem ele o cinema não teria a conformação que perdurou até 1940.

Os vãos-luz da lateral do prédio projetado para ser o cinematógrafo Radium, fechado entre 1913 e 1918, quando passa a ser explorado, com aval do governador Lauro Sodré, pela Associação Commercial do Pará.

O vasto espaço da sala de exibições do Cine Radium em 1919 já adaptada para funcionar como Museu Commercial do Pará; pela fotografia é possível compreender o emprego dos trilhos ou vigas de ferro (vergas) agregados às paredes que suportaram a pesada cobertura e forro, assegurando a necessária abertura dos múltiplos e simétricos vãos-luz.

Aqui se juntou os cinemas belenenses Olympia (1912) e Radium (1913) ao Kurssal Bahiano (1919) do engenheiro italiano Filinto Santoro; além da similitude tipológica dos edifícios, há de se frisar que o Kurssal Bahiano foi uma concessão de espaço público (Praça Castro Alves) à exploração privada (por Portella Passos & Cia – Filinto era o único sócio de José Portella Passos): uma casa de espetáculos (teatro e cinema) e um kiosque (bar) vizinho – tal qual o contrato que o também engenheiro italiano Arthur Liguori assinou com a Intendência Municipal de Belém.


Referências:
O RETÁBULO DE WALDEMAR HENRIQUE – Vicente Salles
Revista Commercial, Industrial e Agrícola do Pará – JUL1919
Revista Renascença – DEZ1919
Grande Hotel – isenção de décimas por 5 anos


Sugestão de leitura:
A fachada original do Olympia
O OLYMPIA e a rua SILVA SANTOS JUNIOR

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Para ilustrar o artigo do professor Oswaldo Coimbra

Imagem-link ao artigo de Oswaldo Coimbra

O artigo do professor Oswaldo Coimbra, aposentado pelo ITEC – Instituto de Tecnologia da UFPA -, foi publicado no site VER-O-FATO no 29 passado.
Após a leitura dos nomes dados aos bois, observou-se que há dois registros audiovisuais que bem ilustram o escrito:

“Começamos a entrar em contato com fazendeiros de outras regiões do país. Fiz, na época, uma série de visitas por todo o país. Entrei em contato com pessoas do Norte, Sul, Sudeste e Leste do país e discutimos as formas de se obstruir o levante que estava sendo articulado.
Trocávamos informações sobre os principais líderes comunistas das regiões. Nestes contatos percebi também que todos os fazendeiros estavam se armando e distribuindo armas por todas as suas propriedades para serem usadas na eventualidade de termos que enfrentar as esquerdas organizadas da época.
Não foi necessário, felizmente. Feitos os contatos e com um completo dossiê dos principais líderes esquerdistas do Pará encaminhei-me para a 8a Região Militar e entreguei um relatório completo de todos os envolvidos.
Paralelamente, em minha casa, fazíamos reuniões, quase diariamente, para conseguirmos adesões dos indecisos e estabelecermos o plano final para o levante.
Entre os conspiradores, de então, encontrava-se o atual senador, na época, tenente-coronel Jarbas Passarinho, o atual governador Alacid Nunes, Clóvis Morais Rego, José Alberto Couto da Rocha, Laércio Franco e outros.
Concomitantemente, nossas esposas organizavam junto à Igreja, a famosa marcha, por todos conhecida, como Deus pela Família”.
(Médico e pecuarista Cláudio Dias em citação no artigo de Oswaldo.)

Material original do projeto ANOS DE CHUMBO E A UFPA (entrevista de 12SET2013 com Pedro Cruz Galvão de Lima) editado pelo Laboratório Virtual com a colocação de todos os arquivos num só audiovisual para facilitar à audiência – uma coisa faz entender a outra.

Havíamos perdido o contato com o professor Coimbra, um grande incentivador deste projeto de laboratório desde o piloto Blog da FAU; ora reestabelecido (o contato).

Referências:
1964 — Marcha da família com Deus pela liberdade e
A UFPA e os Anos de Chumbo: memórias, traumas, silêncios e cultura educacional (1964-1985) – Entrevista com Pedro Cruz Galvão de Lima.

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Divulgação – Extensão UFES Ciências Sociais

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