O gif virá quando vier.
Os alunos são rebeldes: possivelmente comunistas (gourmets de criancinhas); valha-nos Zeus (o substrato de Deus).
Nada de IA nessa joia (ducaralho) de autor anônimo (que será encontrado e devidamente punido na forma do display) parecida com a arte de uma caverna; uma barroca caverna: que nem se pretendeu toda a arquitetura da Pampulha do Oscar (o da avenida carioca) – ele ainda era menino, que nem o menino de dois anos que, na orla do Guamá (defronte ao Ateliê), interagiu com os bonecos de RE alguns centímetros maior que ele: chorou e riu bagunçando a cabeça da mãe que quase não o alcança quando ele ia pular no rio – não há guarda corpo na beira; portanto: não é propício aos cegos e aos incautos.
Mas os alunos ficaram felizes porque tinham alguma coisa a oferecer: ESPERANÇA (em qualquer coisa que se possa alcançar ao benefício das pequenas pessoas).
O nada que tudo pode virar
























































































