Adiado o edital do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2020

No Portal do IPHAN: http://portal.iphan.gov.br/editais/detalhes/322/33a-edicao-do-premio-rodrigo-melo-franco-de-andrade-2020

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Feliz aniversário, JB


Paulinho Moura, Jaime Bibas e Paulinho Assunção

Hoje, se conosco estivesse, nosso editor titular e vitalício completaria 74 primaveras; o que nos plenifica de saudades.
Salve Jaime Bibas; sempre!

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A primeira sede própria do clube Assembléia Paraense


Recorte de fotografia de 1911 ao enquadramento da fachada do prédio geminado de números 17 e 16 (da esquerda à direita) na Avenida da República

A imagem original está publicada à página 63 de Oswaldo Cruz e a febre amarela no Pará, livro de Habib Fraiha Neto — 2ª edição revista e ampliada, Ananindeua 2012.
Fraiha recorre às pesquisas do professor Clóvis Moraes Rego, publicadas em 1969 sob o título Subsídios para a História da Assembléia Paraense, para localizar o referido prédio como onde hoje se ergue o edifício da Assembléia Paraense, à Av. Presidente Vargas, 762, em frente à Praça da República — sobre isto acrescentamos que tal edifício ocupou a superfície dos números primitivos 16 e 17 (acima) somados ao vizinho 18, um prédio já utilizado pela AP como sede provisória durante a reconstrução inaugurada em 31 de dezembro de 1929.

O Relatório de 1929 da Assembléa Paraense nos dá ao conhecimento que Oswaldo Cruz e os médicos da commissão de prophylaxia da febre amarela ocuparam, entre 1910 e 1911, os mesmos dois prédios geminados adquiridos pela AP em 25 de julho de 1921 — a primeira sede própria do clube que antes pertencera à senhora Antônia Joaquina de Almeida Monteiro.
O mesmo Relatório afirma que a Assembléa Paraense pretérita a 1921 teria ocupado, por aluguel, o n°21 (fotograma de 1957), ainda como Associação do Commercio a Retalho do Pará e, posteriormente, já como Assembléa Paraense, o n°15:

A Semana nº118 03JUL1920
Imagem do prédio n°15 da Avenida da República em 26 de julho de 1920 publicada na revista A Semana n°118

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Acima se observa o prédio colado, à direita, ao que se vê no início da matéria; um imóvel que hospedou diversas agremiações, dentre elas o Club Universal, a Tuna Luso Commercial, o Club do Remo, a Assembléa Paraense, a Tuna Luso Commercial (novamente)… até ser, precedente à demolição que daria lugar ao edifício da Caixa Econômica Federal, reconhecido como local onde fora o Club dos Aliados.
A AP teria alugado o número 15 da Avenida da República, segundo o Relatório de 1929, de outubro de 1916 — nisto o jornal Estado do Para de 06OUT1916 corrobora com o relatado — até a mudança para a sede própria (números 16 e 17) em julho de 1921 — os exatos 5 anos do contrato de arrendamento.
Para ocupar a sede própria em 1921 as despesas foram além do valor do imóvel: tiveram rubricas de obras e instalações elétricas, mais a transferência de propriedade, ficando o clube sem benfeitorias significativas como as autorizadas em 14 de abril de 1924, com direção technica do architecto e consócio José Sidrim e executadas por administração geridas e fiscalizadas pelo thesoureiro srn. Veríssimo do Couto — um custo total de 155:695$590 diante de um bem avaliado em 50.000$000.
As obras de 1924 planejadas por Sidrim constaram de prolongamento do edifício até á rua 1º de Março; cobertura geral e alargamento do salão de baile; elevação do pé direito na parte correspondente ás puxadas existentes; unificação da fachada que dá para a Praça da República; adaptações sanitárias, exgotos inclusive assoalhamentos, pinturas geraes, etc. etc.

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Desenho de José Sidrim, datado de 05 de maio de 1924, ao propósito da reforma do prédio — sem certeza da materialização configurada pelo plano de fachada

Jornal do Commercio (AM) 31MAR1925

Temos o Projecto de reforma do prédio da Assemblea Paraense assinado por Sidrim e a divulgação de sua inauguração fora do Estado; todavia, e por ora, nenhuma fotografia entre março de 1925 e maio de 1928 que cobrisse os três anos em que o imponente palacete ficou de pé.
Não é o caso da reconstrução empreendida por autorização de 22 de maio de 1928, inaugurada no réveillon 1929/30; esta suficientemente ilustrada na revista carioca Vida Doméstica de fevereiro de 1930 que cita o relatório bienal 1928/29 como volumosos de 350 páginas  — do qual temos a parte que dá conta do ano de 1929 esmiuçando, por relatório do engenheiro Raymundo Tavares Vianna, o andamento das obras executadas entre 02 de janeiro e 31 de outubro de 1929; bem como: Installações electricas. — Moveis, utensilios e decorações. — O que resta fazer. — Inventario.
Todo o material aqui analisado está nas referências em aquivos pdf ou jpeg.

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Prédio dito reconstruído obedecendo ao plano, vencido por concorrência,  do engenheiro João Augusto MacDowell

A sede própria da Assembléa Paraense em sua terceira versão passou a compor o cenário da Praça da República como ícone até sua demolição (e soma ao terreno da esquerda que já pertencia à sociedade) em favor do edifício Assembléia Paraense no início dos anos 1960 — desde 1956 o clube já contava com a sede campestre da Almirante Barroso.

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Medalha comemorativa dos 50 anos da AP imortaliza a sede remodelada entre 1928 e 29

Carnaval de 1952: vê-se da direita à esquerda (sentido do fluxo do automóvel verde) os prédios dos antigos números 15 (edifício da Caixa Econômica) e 16/17 (que com mais o 18 deu espaço ao edifício Assembléia Paraense)


Fato curioso:

Fodeu-se

Optamos por não trabalhar com a literatura produzida por Clóvis Moraes Rêgo em 1969 e compilada/ilustrada por Mario Dias Teixeira em 1992; mas tão somente com o Relatório de 1929 contraposto às notas de jornais do período.
Tal opção metodológica revelou que a gestão 1928/29 eliminou a data correta da fundação da Assembléa Paraense assentada pelos transformadores como 05 de junho de 1916, para substituí-la pelo 27 de dezembro de 1915 sem comprovações.
O periódico Estado do Pará confirma a reforma dos Estatutos sociais na Assembléa geral de 05 de junho de 1916 da Associação do Commercio a Retalho do Pará que em 02 de agosto de 1916 (pós férias de julho) passou a utilizar a novidade Assembléa Paraense à convocação de outra Assembléa geral extraordinária — os jornais serviam à publicidade dos atos, tanto aos associados, quanto aos pretensos.
A nomenclatura Assembléa Paraense, que o Relatório de 1929 afirma ter vencido de Club Universal em sufrágio, seria em homenagem a uma agremiação antiga; de fato, segundo A Constituição de 11SET1877, fora criada em 08 setembro de 1877, ainda no Império, tal sociedade que até o momento não alcançamos sua dissolução.


Referências:
Relatório 1929: origens.
Relatório 1929: compra do prédio 16/17.
Relatório 1929: sede MacDowell sendo finalizada em 1929.
Panorâmica de jornais de época.
O Projecto Sidrim foi gentilmente cedido pela professora Ana Léa Nassar Matos .


Colaboradores: Fernando Marques (Laboratório Virtual) e Igor Pacheco (Fragmentos de Belém).

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Plataforma de saltos ornamentais da Tuna Luso Brasileira; por José Maria Coelho Bassalo

Ampliável para melhor visualização

O professor José Maria Coelho Bassalo virtualizou um equipamento que compunha o complexo desportivo da sede (campestre) da ainda Tuna Luso Comercial; esse conjunto, de seis lajes escalonadas construídas em concreto armado, foi inaugurado no feriado de 07 de setembro de 1962 — de acordo com a flâmula enviada ao Laboratório por Avelino Tavares: um tunante fanático:

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O projeto arquitetônico da Tuna é de Laurindo Amorim que teve todos os seus cálculos estruturais construtivos executados felo engenheiro civil, físico e professor (hoje aposentado) da UFPA: José Maria Filado Bassalo — pai do autor da virtualização desta publicação.
Por ora estamos atrás da datação da demolição desse ícone arquitetônico do bairro do Souza.

Tuna 1963
Fotografia publicada no livro Tuna sua vida e glória de Manoel Oliveira (2003) datada de 1963 — enviada por Igor Pacheco do Fragmentos de Belém.

Momentos de alegria - Lélio e seu conjunto

Capa do vinil Momentos de Alegria de Lélio e seu conjunto lançado em 1963 (ausência da boate)

Belém 350 anos
Fotos publicadas na revista Belém 350 Anos1966

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Imagem-link ao vinil (escute-o)

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Pinduca apresenta o Carimbó para São Paulo em 1975

O filmete acima, que ao final mostra-se réclame do governo Aloísio Chaves (1975 a 1978), começa com o programa Buzina do Chacrinha quando este era produzido nos estúdios da TV Record (entre 1974 e 1976).
Chacrinha, em sua coluna no jornal carioca Tribuna da Imprensa, dá destaque à presença de Pinduca em mais de um desses espetáculos televisivos:

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Pesquisa de datação: Fernando Tavares (Goeldi) e Igor Pacheco (Fragmentos de Belém).


O material por aqui editado e publicado nos foi fornecido pelo professor Flávio Nassar a partir do acervo de Cassin Jordy.

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Documentário “Um homem e seu tempo — Roberto de La Rocque Soares” (1996)

O Laboratório Virtual fez uma reedição do documentário Um homem e  seu tempo — Roberto de La Rocque Soares lançado em 1996 pela Prefeitura Municipal de Belém (PMB) quando a professora Rosângela Marques de Brito dirigia o Museu de Arte de Belém (MABE).
Antes (em 17AGO2010) o audiovisual estava fatiado em 5 partes, agora em sequência completa como no material original.
Rosângela foi estagiária na pesquisa que o mestre La Rocque desenvolveu sobre Vivendas Rurais do Pará transformada em livro também pela PMB (com igual empenho de Rosângela) naquele mesmo ano:

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O livro está digitalizado a partir de fotografias feitas por celular; ou seja: de modo precário, apenas suficiente para suprir a raridade da pequena tiragem dessa edição única.
Ao final do isolamento social imposto pela pandemia do Coronavírus providenciaremos uma versão em pdf com superior qualidade.


Ficha técnica do documentário:

Hélio Mota Gueiros
Prefeito de Belém
Ruth Burlamaqui de Moraes
Presidente da FUMBEL
Rosângela Marques de Brito
Diretora do MABE
Trilha Sonora
Adamor do Bandolim
“Chora Marajó”
(Waldemar Henrique)
narração/roteiro/edição
José Carlos Gondim
cinegrafista
Altamir Silva
Edilson Portal
Sérgio Brasil
Rômulo Brito
operação de vt
Gilberto Bessa
Daniel Lucio
auxiliares
Roberto Kleber
Jorge Albuquerque
edição de imagens
Ulisses Salomão
Sávio Palheta
caracteres
Lenise Carvalho
áudio
João Marques
supervisor de operações
Antônio Celso
coordenação de produção
Luiz Laguna

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1964 — Marcha da família com Deus pela liberdade

O material por aqui editado e publicado nos foi fornecido pelo professor Flávio Nassar a partir do acervo de Cassin Jordy.


Contextualização:

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1965 — O Pará comemora o primeiro aniversário da revolução

O material por aqui editado e publicado nos foi fornecido pelo professor Flávio Nassar a partir do acervo de Cassin Jordy.

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1956 — A posse de Magalhães Barata como governador constitucional; por Líbero Luxardo

O material por aqui editado e publicado nos foi fornecido pelo professor Flávio Nassar a partir do acervo de Cassin Jordy.

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1959 — Homenagem póstuma a Magalhães Barata; por Líbero Luxardo

O material por aqui editado e publicado nos foi fornecido pelo professor Flávio Nassar a partir do acervo de Cassin Jordy.

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Reconhecimento de panorâmica da Revista de Belém nº1

Em 2013 o projeto UFPA 2.0 publicou Revista de Belem. Nº 1. – Livraria Universal Tavares Cardoso & Ca. — um álbum contendo 41 fotografias de Belém do Pará provavelmente tiradas na primeira década do século XX.
Tal obra, tida como rara, fora adquirida em São Paulo pelo professor Flávio Nassar à sua biblioteca pessoal e pertencera ao acervo de Antonio Rocha Penteado autor de Belém — Estudo de Geografia Urbana publicado em dois volumes pela Universidade Federal do Pará em 1968.
Dentre as imagens que compõem a Revista de Belém uma panorâmica carecia de localização para melhor entendimento da evolução arquitetural da cidade:

Alguém se arisca n’águm palpite à identificação do lugar?

O professor Fernando Luiz Tavares Marques, pesquisador titular aposentado do Goeldi e colaborador deste Laboratório Virtual, apresentou-nos a solução ao enigma: estamos olhando a esquina da Manoel Barata com a 1° de Março e o fotógrafo posicionado na torre da Igreja de Santana; no primeiro plano, à direita, vê-se partes do segundo pavimento, da platibanda e do telhado da Fábrica Palmeira antes do incêndio de 1924.


O clichê acima, analisado por Fernando, comprova a assertiva:

Incêndio Palmeira
O prédio que em 1924 possuía três pisos era térreo (com beiral) nos primeiros anos do século XX

Por questões metodológicas vale observar que o investigador teve como referente o torreão (com 4 pavimentos) que se enxerga na foto dos anos 1910 [1904(?)] e permanece de pé em filmagem feita sobre a Campina em 1957 com a Palmeira em sua versão reinaugurada em 29 de abril de 1929:

Torreão comp2

Coadjuvação: Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém.

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Condor em 1974 — um videoclipe de Ivan Cardoso

 

Revisitando Quando Ivan Cardoso por aqui filmou observamos que o cineasta construiu um videoclipe dentro do documentário Ruínas de Murutucu utilizando um conjunto de takes noturnos da parte boêmia do bairro da Condor (e adjacências) sonorizado por Quero ser suacanção de Odair José gravada em 1973 pela intérprete Rosemary.
As filmagens, segundo o livro Ivan Cardoso O Mestre do Terrir, são de 1974 quando Ivan ficou 15 dias em Belém hospedado no Museu Paraense Emílio Goeldi para fazer o documentário Museu Goeldi (Depoimento de Eduardo Galvão), programa de ação cultural (do) Departamento de Assuntos Culturais (do) Ministério de Educação e Cultura.

A história desses dois documentários feitos em Belém do Pará consta no capítulo XVII do livro acima citado — entre as páginas 161 e 169.

O livro Ivan Cardoso O Mestre do Terrir foi disponibilizado em arquivo pdf ao Laboratório Virtual por Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém e colaborador deste.
Esperamos que nada seja retirado desta página por questões de direitos autorais; afinal este não é um espaço comercial e sim cultural, mas…

 


Postscriptvm: reservaremos este ps à nominação dos bares e restaurantes registrados por Ivan Cardoso em 1974, quando deles possuirmos certeza.

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Damasceno Novos e Usados; por Kemuel Carvalheira

Sinopse e ficha técnica.

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Matinta; por Fernando Segtowick

Sobre: PORTACURTAS.

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Divulgação

Streaming

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1971-1972 — Primeira pavimentação da 1º de Dezembro (2)

Ampliável

Dando prosseguimento à proposição da publicação anterior recortamos dois trechos do copião que mostra a avenida Primeiro de Dezembro na altura da travessa da Estrela — apelido popular dado à Mariz e Barros já oficializado.
A panorâmica do cruzamento mostra, à esquerda, duas mercearias pioneiras do setor em close com a passagem da basculante da construtora “eccir”: a Casa S. Pedro (dos portugueses Natália e Joaquim) e, na outra esquina, a “Mercearia do Américo” (também lusitano).
À direita, de canto, aparece a primeira casa de um pequeno conjunto construído (de frente projetada à Estrela) com verba do antigo IPASEP que possuía funções de assistência previdenciária, imobiliária, financeira e de saúde:


Base do raciocínio.


Colaboraram com esta publicação:
Fernando Luiz Tavares Marques — pesquisador aposentado do Museu Goeldi; e:
Igor Pacheco — editor do site Fragmentos de Belém.
Material bruto com o qual elaboramos os extratos.

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1971-1972 — Primeira pavimentação da 1º de Dezembro

Arquivo gif — repetição

 

Arquivo mp4 — pausa

Estamos trabalhando no entendimento de um filme que registra a primeira retificação e pavimentação asfáltica da avenida 1º de Dezembro (hoje João Paulo II) entre os anos de 1971 e 1972 quando inaugurada pelo ministro Jarbas Passarinho, governador Fernando Guilhon e prefeito Nélio Lobato durante a ditadura do general Emílio Garrastazu Médici.
O material que possuímos sobre a Primeiro de Dezembro tem 3min e 34seg, contudo: a ausência de um sequenciamento lógico impede a interpretação imagética do conteúdo; desse modo optamos pelo fatiamento da película por trechos da avenida gravados em formato gif  à percepção da repetição dos mesmos planos de ação.
Assim o faremos em outros locais da via até a completude do conjunto que inicia com as obras defronte à Escola Superior de Educação Física da antiga Fundação Educacional do Pará (FEP) — hoje UEPA.
Chamamos a atenção ao prédio da direita (em primeiro plano), com dois pavimentos, foi ele residência de Dona Maria Aguiar — que nomeou oficialmente a passagem Maria Aguiar; a edificação, descaracterizada de sua origem, salvaguarda a platibanda dos anos 1960 que oculta o telhado de água única:

platibanda maria3
A casa de Dona Maria Aguiar, que abrigava uma comunidade ligada ao batuque e à pajelança, deu origem a uma vila de minúsculos quartos de madeira em seu próprio quintal alinhados a uma passagem que absorveu o nome da “matriarca” de poderes sobrenaturais reconhecidos citadinamente; possivelmente um quilombo nos limites urbanos, que mantém em suas diversas histórias a memória do lugar.

Base do raciocínio.


Colaboraram com esta publicação:
Fernando Luiz Tavares Marques — pesquisador aposentado do Museu Goeldi; e:
Igor Pacheco — editor do site Fragmentos de Belém.
Material bruto com o qual elaboramos os extratos.

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Anos 1970 — Da Paz com a Presidente Vargas


Gif criado a partir de negativo de película do acervo do professor Flávio Nassar


Imagem atual do Google

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Anos 1970 — Nazaré com a Dr. Moraes

Gif criado a partir de negativo de película do acervo do professor Flávio Nassar

Gig - Nazaré - Dr. Moraes - 1932

O mesmo cruzamento em 1932

Imagem atual do Google

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Mercados Públicos em Belém — material gráfico de divulgação

A exposição de documentos e fotografias intitulada Mercados Públicos em Belém que abrirá à visitação em 26 de março vindouro teve seu material gráfico de divulgação criado coletivamente; o desenvolvimento da ideia base foi um trabalho envolvendo dois laboratórios da Faculdade: o Laboratório de Historiografia da Arquitetura e Cultura Arquitetônica e este Laboratório Virtual.
A professora Celma Chaves, coordenadora do LAHCA*, propôs a tarefa que envolveu seus estagiários/bolsistas: Izabelle Machado Lima, Rebeca DiasRonaldo De Moraes; a orientação da manufatura foi função do LV, sob discussões democráticas virtuais.
A estampa ilustrativa mostra o portão de ferro do Mercado do Sal antes Mercado do Guamá (oriundo do nome do rio) — daí o inusitado MG acima visto.

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Origem: fotografia de Francianny Moraes

*A marca LAHCA foi elaborada em 2016 também em oficina e mostra um detalhe decorativo do gradil do Mercado de São Brás em desenho de Lorena Martelli para seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em dupla com Silvia Nunes — tal TCC foi orientado pelo professor Jaime Bibas em 1986 (trinta anos antes).

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