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Arquitetura e Urbanismo Desenho História

Kiosque Bolonha — modelo em cimento armado de 1921

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Desenho de Kiosque de Francisco Bolonha em propaganda posterior à conclusão dos dois primeiros em cimento armado batizados de modelos: um defronte ao Grande Hotel (atual Bar do Parque) e outro vizinho à companhia Port of Pará (demolido em 1966), isto no início de 1921.
Ainda não foram encontradas evidências de que essa tipologia (acima vista) fora efetivamente construída, quantos exemplares, nem suas possíveis localizações na Cidade — por ora: genérico Bolonha (de 1921).

Fonte: Revista A SEMANA.

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Arquitetura e Urbanismo Desenho História

Ver-o-Peso — projeto do Necrotério; por Olímpio Leite Chermont

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Imagens ampliáveis à leitura

Fonte: MDCCCXCIX (1899) AMAZONIA de Arthur Caccavone.


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A edificação em janeiro de 2015

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Desenho Maquete

LAFORA — FAUVELA; por Jorge Eiró

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Trabalhos de Representação e Expressão V sob a regência do professor Jorge Eiró.

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Desenho

Hall do Ateliê — ontem à tarde

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Os trabalhos acima são exemplos às turmas de Representação e Expressão 1 (manhã e tarde) e mostram 5 repetições ordenadas de um signo (módulo) criado a partir de modelo real e vivo sentado em uma carteira escolar antiga: uma aluna (ontem, à tarde).

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Estratégias de ensino de desenho universal para cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo; por Vanessa Goulart Dorneles

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PDF do BF: Estratégias de ensino de desenho universal para cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo; por Vanessa Goulart Dorneles (54,9 MB) – tese de doutoramento.

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ARQUITEXTURA DOS AFECTOS; por Jorge Eiró

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ARQUITEXTURA DOS AFECTOS – ESCRILEITURAS SOBRE DESENHOS DE ARTISTAS-PROFESSORES; por Jorge Eiró (PDF do BF)

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Calouros 2014 ilustram o cabeçalho do BF

À semelhança do que ocorreu no ano passado (ver Calouros 2013 ilustram o cabeçalho do BF) postaremos abaixo 14 estampas, executadas pelos novos alunos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, que integrarão o cabeçalho dinâmico deste Blog.
A seleção não obedeceu a critérios rígidos, mas ao resultado das fotografias de alguns trabalhos que começaram a responder ao exercício de transmutar o Chalé de Ferro em signo simples e significativo que poderá ou não integrar a marca comemorativa dos 5o anos do Curso.
Ei-las:

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Chalé de Ferro em alto-contraste executado em técnica de colagem pelos calouros 2014.

Observação: o exercício permanece em processo com a experimentação de técnicas que possibilitem o contraste entre o branco e o preto pleno; possivelmente novas soluções serão registradas e inseridas no BF como cabeçalhos, aguardem.
Atualmente nos aproximamos de setecentos cabeçalhos distintos e exclusivos, ou seja: em 48 carregamentos de página uma dessas imagens poderá aparecer na tela do computador; por isto a publicação da panorâmica do depósito imagético.

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Ensinamentos de Omar Arroyo Arriaga em anotações de Kaki Afonso

corel667No início do ano de 1989 fiz concurso à carreira do magistério superior na antiga FEP ─ Fundação Educacional do Pará ─ que mais tarde se transformaria na Universidade do Estado do Pará ─ UEPA; a matéria, Desenho e Plástica, serviria ao Curso de Música da FAED, Faculdade de Educação.
A banca fora composta por três professores da UFPA, todos do curso de Arquitetura: Bodhan Bujnovisk, Dina Oliveira e Jaime Bibas.
Quatro provas compuseram a maratona: a de títulos, a escrita, a didática e a prática; não lembro com exatidão os “pontos” sorteados, mas acredito que a didática versasse sobre Imagem: Forma e Conteúdo e a prática estivesse voltada à Identidade Visual: Logomarcas, Marcas e Logotipos.
Diante da amplitude da primeira temática o desespero surgiu de modo inevitável, contudo, dois alentos se seguiram:
O primeiro do Jorge Eiró quando lembrou que o filme Koyaanisqatsi: Life Out of Balance estava disponível para locação na FOXVIDEO; nesse  documentário de 1982 dirigido por Godfrey Reggio com música de Philip Glass, não há diálogos, o que dá relevância à comunicação não verbal.
O segundo da recordação do organizado caderno da minha colega Alcília Afonso de Albuquerque Melo, a Kaki Afonso; nele ela anotava as aulas do “velho” (ele próprio se dizia com mais de 60) Omar Arroyo Arriaga, um dos nossos maestros de diseño no VII Curso Interamericano de Diseño Artesanal ─ enseñanza essa em hiato de quase 28 anos.
O filme o Jorge pegou na FOX.
O Caderno da Kakiah!ah!… esse ela mandou em xérox via SEDEX e chegou a tempo, não só para organizar as ideias e montar um plano de aula coerente, mas para gabaritar a análise da película ─ e, como plus, recordar as broncas que o Omar nos dera e assim bem usar o intelecto do diseño gráfico na missão subsequente: a bendita prova prática.
Entrei para a FEP em maio de 1989 e dela saí, como de outros trabalhos,  em dezembro do mesmo ano para ser DE na UFPA.
O Caderno da Kaki tem apontamentos de 1986 atemporais e extremamente úteis às atuais atividades do oficial Laboratório de Modelos (ou do marginal LAFORA); desse modo, será ele citado na bibliografia do material didático virtual que o professor Jaime de Oliveira Bibas coordena para este ano.

Ei-lo (com reforços de agradecimentos à Kaki):

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Haroldo Baleixe.

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Postscriptvm:

Apesar das dificuldades em encontrar o professor Omar Arroyo Arriaga, uma pesquisa na Internet acusa que em 2012 ele estava como diretor do Museo  de La Medicina Mexicana.

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Postscriptvm2:

O BF já publicou Punto y línea… un cuento para diseñadores, por Omar Arroyo; nessa  “cartilha” de diseño básico, um regalo do amado mestre em 1986 aos seus monitores*, há uma dedicatória:

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*Omar montou um grupo com quatro rebeldes que moravam no mesmo alojamento, a eles era dada a tarefa de preparar o material didático às suas aulas do dia seguinte (geralmente à tarde); mas, no comando, estava a poderosa maestrina Kaki, com seu traço seguro, preciso e sensual; o pagamento: cerveja e pizza na madrugada, vindas nos táxis assépticos e honestos de um Distrito Federal fake do primeiro mundo ─ era a Brasília do Sarney, sem carne por causa do natimorto Cruzado.

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Steven Holl

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A importância de desenhar; por Álvaro Siza

corel463 Imagem ampliável por clique.

Fonte: peganarquitetura.

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Como Pensar como um Arquiteto – O Processo de Criação

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O japonês que colecionava peles tatuadas

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Dr. Masaichi Fukushi foi um médico patologista nascido em 1878 que, devido a seu estudo a respeito de sinais (como verrugas e manchas) na pele humana, em 1907, acabou se interessando pela tatuagem ao descobrir que era possível comparar com mais facilidade o movimento do pigmento dos sinais por meio do estudo do movimento do pigmento aplicado em peles tatuadas. Ele descobriu ainda que a pele penetrada por agulhas evitava a recorrência da sífilis em peles recentemente tatuadas – o que aumentou ainda mais seu interesse pela arte da tatuagem.
Em 1920, o Dr. Fukushi aceitou um cargo no Mitsui Memorial Hospital, no centro de Tóquio, onde teve contato com diversas pessoas tatuadas nos moldes japoneses tradicionais. O hospital Mitsui era uma instituição de caridade que atendia as classes mais baixas e, à medida em que os tatuados faleciam, por doença ou velhice, Fukushi realizava as autópsias e preservava suas peles. Após ter passado um tempo na Alemanha, o médico retornou ao Japão, indo trabalhar na Nippon Medical University, na qual continuou a pesquisar sobre pigmentos na pele e o crescimento congênito de sinais e verrugas, voltando, então, a estudar peles tatuadas.
Na universidade, ele desenvolveu um método de tratamento e preservação especificamente da camada dermal que continha a tatuagem, podendo esticá-las e colocá-las em molduras sobrepostas com vidros, possibilitando que pesquisas médicas posteriores também pudessem ser feitas.
O projeto de Fukushi teve total cooperação dos tatuados, com quem mantinha boas relações e dividia o pesar de que trabalhos feitos tão meticulosamente fossem perdidos com a morte de quem os carregava. O médico até chegou a ajudar financeiramente aqueles que não tinham condições de terminarem suas tatuagens, pagando para completarem seus fechamentos! Em troca, ele tinha o direito de obter a pele do indivíduo depois que morresse – uma cobrança irrisória, já que muitos tatuados estavam dispostos a doar suas peles de bom grado e fariam qualquer coisa para não ter de lidar com a desgraça e humilhação de viver com uma tatuagem incompleta! Com sua atitude, Fukushi se tornou extremamente respeitado e admirado entre os grandes mestres japoneses da tatuagem, sendo convidado, inclusive, para ser jurado em convenções.

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Nos anos de 1927 e 1928, Masaichi Fukushi dedicou-se à divulgação de seu trabalho pelo ocidente, oferecendo cursos e palestras sobre pigmentação, bem como sobre a história e o processo da tatuagem japonesa. Durante suas viagens, um caso desafortunado aconteceu em 1928, na cidade de Chicago, nos EUA: um dos caminhões contendo quadros de peles tatuadas pertencentes ao médico foi roubado e nunca mais visto novamente, apesar de se ter oferecido uma generosa recompensa para quem devolvesse os artefatos levados.
Ao longo de sua vida, o doutor catalogou mais de 2 mil desenhos, juntamente com informações detalhadas sobre os “donos” das tatuagens e suas peles, além de ter colecionado mais de 3 mil fotos. Infelizmente, a maior parte de suas documentações foi destruída em 1945, durante o bombardeio de Tóquio na Segunda Guerra Mundial, que deixou os prédios da universidade em ruínas. Contudo, os espécimes de pele estavam guardados em outro lugar, permanecendo intactos.
Nos anos 1940 e 1950, as pesquisas de Fukushi e a tatuagem japonesa chegaram até a aparecer em artigos de revistas e jornais, incluindo duas edições da revista americana Life, uma de 11 de março de 1946 e outra de 3 de abril de 1950! (Cliquem nas respectivas datas para conferir as edições, disponibilizadas no Google Books; as matérias estão na seção “Speaking of pictures…”, na página 12.)
A custódia da coleção de peles tatuadas do médico passou para as mãos de seu filho, Katsunari Fukushi, que, tendo visitado vários estúdios com seu pai quando era apenas um garoto, acabou por seguir seus passos, tornando-se um patologista que se dedicou a estudar o câncer e um amante da arte da tatuagem japonesa. Ele chegou também a preservar e guardar peles tatuadas, adicionando mais de vinte exemplares à coleção. Curiosamente, pai e filho não chegaram a fazer tatuagens em si.
Katsunari escreveu e publicou diversos artigos sobre o tema, além de capítulos para os livros “Japanese Tattooing Colour Illustrated” (1972) e “Horiyoshi’s World” (1983), nos quais descreve o trabalho de seu pai e sua paixão pela arte na pele. Também na publicação “Tattoo Time Vol. 4 – Life & Death Tattoos” (número 1, 1987), produzido e editado por Don Ed Hardy, há um excelente artigo de Katsunari intitulado “Remains to be seen” (numa tradução literal, “Restos/Relíquias para serem vistos/as”).
Acredita-se que a Universidade de Tóquio tem 105 quadros contendo as peles tatuadas, sendo boa parte deles fechamentos de corpo inteiro! O departamento médico da universidade não é aberto ao público, mas eventualmente são permitidos agendamentos, de médicos e pesquisadores, para visitar a exposição.

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Fonte: Tatoo Tatuagem.

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Millôr Desenhista; por Ruy Castro

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Fonte: Folha de São Paulo.

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“Isso foi uma lição que eu nunca esqueci; nunca esqueci essa lição:…”

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Retirado do ponto 0:45:36 de Janela da Alma, filme de Walter Carvalho e João Jardim.

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UFPA — Exercícios de Desenho & Design — 1999


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Registros de montagem e vernissage da exposição Exercícios de Desenho & Design, realizada em 25 de março de 1999 — atrasada em consequência de greve —, no Ateliê de Arte da Universidade Federal do Pará.
Os trabalhos foram executados por alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo com ingresso em 1997 e 1998 que, à época, tinham aulas pela manhã nas dependências daquele ateliê.
Quatro turmas de Representação e Expressão — duas de RE II e duas de RE IV — produziram trabalhos bi e tridimensionais (com representação gráfica e memorial descritivo).
O entorno miserável da UFPA foi o mote para o exercício das turmas que trabalharam o bidimensional em técnica mista — exterior da habitação proposta.
Um espaço de 25m², reservado à moradia de um hipotético estudante “duro” — aquele que vendia o almoço para comprar o jantar —, serviu como tema para o desenvolvimento dos trabalhos em desenho tridimensional (design): os discentes deveriam criar, a partir da reciclagem de sucatas disponíveis no DEMEF e na COPALA, todo o mobiliário desse “generoso” espaço.
A orientação para concepção e conceituação das obras fora dada pelos professores Jorge Eiró e Haroldo Baleixe.
Os trabalhos tiveram suas execuções na COPALA — siderúrgica vizinha à UFPA — e no laboratório de Solda e Fundição do curso de Engenharia Mecânica do antigo Centro Tecnológico (hoje ITEC), sob a responsabilidade do professor Fernando Antonio de Sá.
A filmagem feita por Bruno Parente é, na origem, em VHS; posteriormente digitalizada (2008) e postada de modo fracionado no Youtube como memória de ações didático-pedagógicas no curso de Arquitetura da UFPA .
A exposição foi montada durante todo o dia 25 de março de 1999. À noite houve um cock-tail com a presença de artistas, jornalistas e o pessoal envolvido nas etapas do processo. O presidente da COPALA, José Maria Mendonça, e o diretor do CT, Sinfrônio Brito Moraes, prestigiaram o evento.
Como o Ateliê de Arte não possuía grades, tudo foi desmontado no final da noite de abertura.
Alguns dias depois a exposição ocupou o Shopping Center Castanheira com apoio técnico e logística privados — iniciativa do Roosevelt Resque.
Este audiovisual, ora em “copião”, agrupa os fragmentos do vídeo postados no Youtube em 2008, propiciando aos ex-alunos — hoje profissionais — a percepção linear de uma ação de inédita performance na UFPA que completou catorze anos.
A transcodificação do VHS para DVD e MP4 foi feita pelo professor Fábio de Assis Mello no ano passado, contudo, por problemas técnicos na mídia, recentemente resolvidos pelo aluno Nildo Gabriel Rodrigues Costa, só agora foi possível colocar a cópia no ar.

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O Ensino do Desenho; por Lúcio Costa (1940)

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O ENSINO DO DESENHO – Lúcio Costa.

Fonte: IPHAN.

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Do bloco de notas do Jaime Bibas

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São Paulo: Gabinete do Desenho

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Imagem-link ao Museu da Cidade de São Paulo.

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Detalhe de aquarela feita por Bohdan Bujnowski

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Imagem retirada do vídeo Roberto de La Rocque Soares Um Homem e Seu Tempo − presente (aquarela em técnica pura) que Bodhan dera ao amigo La Rocque, seu aluno na Escola de Arquitetura que ajudou a criar na Universidade Federal do Pará.

Veja mais de Bohdan Bujnowski no BF.

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Daí surgiu a internacional Eliene Tenório

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Fonte: Revista PLAYtime, do jornal A Província do Pará, de 26 de fevereiro de 1998; há quase 15 anos.
A hoje conceituada artista plástica Elieni Tenório, detentora de vários prêmios, foi a única aluna a concluir o curso; Eliene também recebeu orientações de Fernando Pessoa e Emmanuel Nassar, ambos ainda na ativa do extinto Departamento de Arte do CLA − Centro de Letras e Artes −, hoje o ILC: Instituto de Letras e Comunicação da UFPA.

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Eliene Tenório junto com seus “professores” e o advogado-colecionador Pedro Bentes Pinheiro Filho, na ELF, em exposições do ano passado; e assim: El Tiempo Pasa.