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corel355 Imagem ampliável à leitura

 Recorte enviado pela escritora Stella Pessoa.

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Fundamentos del diseño bi y tri dimensional; por Wucius Wong

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Fundamentos del diseño bi y tri dimensional – Wucius Wong (pdf do BF).

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Divulgação/convite à FAU

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Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

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Nota do CAAU no Facebook

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Eles vem com o amendoim; e, nós: com o ZSDHGYTR28AMEN-BY00021/78888*

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*O Zezinho da Sé, para os íntimos, é um projeto desenvolvido no LAFORA para eliminar o retardamento acadêmico.
Tão TOP SECRET que nós não o conhecemos, só o Urubu – nosso coordenador, PhFP do Ar e Solo.

“Sim, mas vale pro PIT?”. (Grita geral, claro, é o gesso que nos rege!)

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Depois de Belém, só o além

O Guamá pegando fogo:

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(Ontem, às 17:30h.)

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EL HOMBRE DE AL LADO; por Mariano Cohn e Gastón Duprat


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Tudo a ver com o BF, afinal é ele (o BF) uma janela que não se pode abrir.

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Um desabafo; por Jaime Bibas

Pensei aqui: será a mediocridade intelectual uma doença parasitária incurável? São muitasDSC_0003 e diversas as questões das universidades públicas que precisam ser discutidas urgentemente, porém, parece que a mediocridade intelectual fermentada por grupos ou pessoas interessadas em mantê-la, impede o avanço em direção daquilo que seria o objetivo maior desse laurel concedido ao Blog da FAU.
Sem um reconhecimento ─ concreto ─ de mérito, como promover relevância científica e tecnológica? Essa falta de políticas no rumo da meritocracia nos atinge profundamente.
A título de ilustração, duas historinhas baseadas em fatos reais:
Indicado ao Prêmio Nobel de Medicina em duas ocasiões (1913 e 1921), o cientista brasileiro Carlos Chagas, não foi laureado. Dizem que Afrânio Peixoto era contrário à política (de meritocracia) adotada por Chagas no antigo Departamento de Saúde Pública do Governo Federal e tratou de contribuir para vetar a indicação. Teoria da conspiração? É possível, mas, esse mistério, que assombra a memória de Carlos Chagas, talvez explique em parte o porquê do Brasil não ser reconhecido como capaz de produzir ideias.
Em outra ocasião Peter Medawar, nascido no Brasil (Petrópolis), filho de inglesa com libanês, foi agraciado com o Nobel de Medicina. Quando jovem, porém, teve a cidadania cassada porque não se apresentou ao serviço militar obrigatório (tempos depois de forma absolutamente discreta, digamos assim, sua cidadania foi reconhecida). Medawar tinha cidadania britânica e por isso foi possível à Inglaterra conquistar mais um Nobel.
Longe de querer nos comparar aos eminentes cientistas das histórias acima e, sobretudo, reconhecendo que somos duas gotículas d’água mergulhadas no imenso rio que lambe as beiras da FAU, digo que parece a ninguém importar, mais especificamente à PROPLAN, que o Blog da FAU venha (ou possa continuar) a influenciar ou servir como ferramenta ─ inovadora ─ de forma construtiva a centenas (milhares?) de pessoas ao longo de suas carreiras profissionais, pois importa mais, assim parece, o cumprimento da burocracia, no feitio de portarias, relatório sobre passagens, hospedagens, diárias para convescotes “científicos” ou coisa que o valha.
Assim cumprimos o triste script de esteiros a adentrar terra movediça, estagnada, engessada, rançosa, mesquinha, iludida e egoísta.

[jb]
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Do UFPA 2.0

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Fonte: UFPA 2.0.

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Marginais sim, inconsistentes jamais; por Haroldo Baleixe

corel322Ainda é possível encontrar no site da PROPLAN ─ Pró-reitoria de Planejamento ─ o Resultado Ideias e Práticas Inovadoras em Gestão Universitária (2012), concurso no qual o Blog da FAU foi agraciado com o prêmio de 6 mil Reais ─ o mais alto do certame ─ em hospedagens, diárias e passagens para congressos de natureza afim.
Muitos foram os pedidos para que tal premiação se revertesse em equipamentos que garantissem a melhoria na performance do objeto da láurea, bem como o pagamento da anuidade básica, de 99 dólares estadunidenses, à plataforma WordPress, o que daria sobrevida, com tal verba pública, ao projeto destinado ao multifacetado público da WEB; todos malogrados pelo engessado edital desprezador do significado da palavra INOVAÇÃO que, para as ciências jurídicas é, segundo o Aulete: “Qualquer mudança em situação de fato ou de direito que possa despertar interesse na apreciação técnica de um processo judicial”.
A mesma PROPLAN, em seu Sistema de Planejamento das Atividades Docentes, o SISPLAD, desconsidera o Blog da FAU como uma labuta de seus professores-editores porque não há um número de portaria que diga isso em burocratês.
Se existe alguém ─ além dos internautas que hoje propiciam as quase 300 mil visitas ao Blog da FAU ─ que pode dar fé pública à proposição da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo em estabelecer um piloto de comunicação com o mundo, esse indivíduo está na própria PROPLAN que, junto com a PROGEP e a PROAD, criou o Prêmio Ideias e Práticas Inovadoras em Gestão Universitária da Universidade Federal do Pará.
O Blog da FAU, se merecedor do prêmio, o foi pela INOVAÇÃO; algo que combate a inércia provocada pelo isolamento das atividades fins da UFPA.
Senão vejamos o que a comissão julgadora leu no Relatório* que melhor considerou:
“O Blog da FAU obedece ao princípio constitucional estabelecido às universidades: ‘indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão’ e tem demonstrado, por estatísticas, sua viabilidade como um portal de cultura que propicia pluralidade de conhecimentos em linguagem acessível.”.
Pelo fato da Universidade se desconhecer, os PIT’s ─ Planos Individuais de Trabalho ─ dos editores-professores (ou professores-editores) apresentam INCONSISTÊNCIA, pois o Blog da FAU, apesar de possuir 2.308 postagens e figurar como página oficial da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo no site do ITEC ─ Instituto de Tecnologia ─, de nada vale à própria UFPA.

*”Por sabedoria entendo a arte de tornar a vida mais agradável e feliz possível”, de Arthur Schopenhauer, foi o mote do Relatório; uma grande piada, não?

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Do PLANO A para o PLANO B ─ impressão pessoal; por Jaime Bibas

DSC_0003Há um momento, tenebroso, enigmático,  desconhecido, ainda. Quando a vida acaba, seiscentos e tantos músculos do corpo  quedam inertes, o coração não mais bombeia sangue para as artérias. Assim, dizem  que se estabelece o fim da vida. Há de existir os que, sem apego à matéria,  tratam esse momento como uma passagem de um para outro plano e muito embora a  maioria tente não pensar que esse instante chegará, ele está determinado para  todos. É improrrogável.

Pensava nisso enquanto visitava o que os  olhos inquietos, mas, exatamente precisos de Alberto Bitar, através de imagens  impactantes nos apresenta, no âmbito da exposição Corte Seco, em feitio de narrativas ou depoimento fotográfico severo, onde alguns visitantes  desviavam a direção dos olhos, conforme anotei. Imagens que soube, pelo  competente quanto belo texto de Orlando Carneiro, de algum modo seria  consequência de pretérito episódio, ocasião em que os já, inquietos olhos de uma  criança, inadvertidamente, descobriam um corpo desovado. Alguma similitude com outra  cena da minha história, da qual também fui testemunha, com os olhos inocentes de  menino.

Serie-Corte-Seco-023-foto-Alberto-Bitar[4]

Vejo, na cena artística do presente, a  vida ser reencenada e transformada constantemente em arte, no feitio de mapas  geográficos emocionais. Então porque não, também a morte, através da memória e  sentimentos que ela desperta?

Alberto Bitar parece não enxergar nos  cenários expostos, uma possibilidade de contar a história da sua história. Nem  se preocupa com a habitual e simples denúncia, por exemplo, sobre o que se  conhece como banalidade da violência, embora suas fotos sejam consequências  dela. Muito menos compactua como uma espécie de voyeurismo de corpos martirizados, com  os quais trabalham diversos artistas, mas, apresenta a própria ferida social  como sua perspectiva artística e poética. É bem possível que o maior desafio  enfrentado para realizar esse choque ─ corte ─ seco, tenha sido a inversão da lógica de autoindulgência, na procura minuciosa  de um universo próprio, particular, onde pudesse contar histórias que se põem  abertas às leituras dos espectadores.

Existe hoje, e assim me parece, uma  discussão sobre terror e violência, onde se inserem questões acerca do papel das  novas mídias em relação à morte. Beirando às raias do absurdo, é possível até  navegar em páginas virtuais onde o “usuário” pode criar um site e “antecipar”  sua própria morte. A exposição Corte Seco de Alberto Bitar, é claro,  não se conecta com essas novidades. Aqueles que têm consciência da sua própria  finitude, limitações e debilidades, conseguirão ser mais compreensivos e  tolerantes penso eu. Os mais duros de coração sem lágrimas para derramar, terão  certamente maior dificuldade para se solidarizar com o drama de corpos  (anônimos?) cobertos por papéis velhos ou andrajos, em cenas de ruas pouco  iluminadas, cores de chão batido, que vão da violência à tristeza. Em qualquer  dos casos, o corte seco de Alberto Bitar nos fará refletir sobre como é difícil  manter a vida intacta. Muito mais do que a gente possa  imaginar.

Santa Maria de Belém do Grão Pará,  setembro/2013.
(jbibas)

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Arquitetura e Urbanismo mantém as 4 estrelas no GE 2013

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3º Seminário Ibero-Americano Arquitetura e Documentação

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