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Desde 2012 a FAU-UFPA mantém 4 estrelas no Guia do Estudante

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Exposição de estampas e oficina de serigrafia na FAU


Ampliável

Permanece no Ateliê a exposição montada no dia 22 de agosto pelos alunos de Representação e Expressão I  à escolha das estampas à enquete Círio 2017 que teve como vencedor o urubu.
Ontem, no horário de almoço adentrando a tarde, houve a oficina de serigrafia ministrada pelo professor Ronaldo Moraes Rêgo na maquetaria.
Prevendo incidentes, já que os equipamentos à tarefa são improvisados para confirmar a facilidade do processo, Ronaldo trouxe duas telas prontas com a estampa do urubu — uma ao uso da tinta preta e outra ao da branca.
Como demonstração de revelação queimou-se, numa tela virgem, a marca do LAFORA; posteriormente, imprimiu-se duas camisetas com o urubu.
Os estudantes já estão com o material necessário e o tempo das últimas aulas de R. E. I à produção das camisetas do Círio 2017 FAU-UFPA.
Neste ano as turmas pretendem comercializar tais impressões em suportes diversificados para angariar fundos à colação de grau; que tenham sucesso.

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Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação/convite à FAU*

*O curso será ofertado em gratuidade aos professores da FAU-UFPA.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

As camisetas Círio 2017 FAU-UFPA serão serigrafadas pelos alunos

Atenção: as camisetas referentes ao Círio 2017 da FAU-UFPA serão serigrafadas e comercializadas pelos estudantes das duas turmas de Representação e Expressão I.
O lucro reverter-se-á em fundo à colação de grau de ambas.
A estampa do urubu, de autoria da aluna Elisa Malcher, vencedora em enquete popular, terá sua tela queimada amanhã em oficina ministrada pelo professor Ronaldo Moraes Rêgo.

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Pelo visto o URUBU é o(a) cara do Círio 2017

Referência sobre o disco Banzeiro
lançado em junho de 2016: site Dona Onete.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

Resultado da enquete e marca vencedora CÍRIO 2017 FAU

A estampa vencedora para o Círio 2017 da FAU-UFPA obteve 846 votos: 44,74% do total de 1.891.

Autoria: Elisa Malcher.

Mais sobre o assunto em: Enquete de escolha da marca CÍRIO 2017.

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Arquitetura e Urbanismo

BF chega aos 800 mil acessos (por IP)

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Divulgação/convite à FAU

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Administração Arquitetura e Urbanismo

Nota de pesar da diretoria da FAU

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Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

Enquete de escolha da marca CÍRIO 2017

Estampas pré-selecionadas à Marca Círio 2017 (selo e camiseta):

Ampliável

Conjunto de estampas aplicadas em camisetas escuras e claras:

 

Ampliável

A enquete da Polldaddy encerrará à meia-noite de domingo (27AGO2017):

Atenção: a pesquisa está configurada para computar somente um voto por máquina.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação — 03 vagas para substituto em Macapá

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Arquitetura e Urbanismo História Memória Patrimônio

O Diário do Pará corrige O Liberal sobre Farol de Salinópolis

Ampliável à leitura

O Blog da FAU/Laboratório Virtual de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitários da FAU-ITEC-UFPA não possui relação alguma com os dois periódicos paraenses; nossa vinculação e compromisso é com a veracidade dos fatos apuráveis em documentos e depoimentos fiáveis.
Quando porventura cometemos erros — e obviamente os praticamos mesmo que com pouca frequência —, são eles corrigidos em postagens novas e acrescentadas advertências como postscriptvm nas matérias que os veicularam; infelizmente o uso desse recurso não se aplica a material impresso, o que deixa cicatrizes indeléveis na História; portanto, cabe aos jornais, o extremismo da cautela.

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Arquitetura e Urbanismo História Memória Patrimônio

Nova foto do segundo farol de Salinas inaugurado em 1916

Ampliável à percepção de detalhes

A fotografia acima, possivelmente dos anos 1920, pertenceu ao arquiteto José Sidrim e foi gentilmente cedida por sua neta: Ana Léa Nassar Matos, professora da FAU-UFPA.
Permanece-se na coleta de material fiável à História desse farol que substituiu,  com sua inauguração em 1916, o Farol Velho de alvenaria na Ponta do Atalaia.
A imagem mostra pilares de concreto, em uma base de alvenaria aparentemente circular, à atracação das columnas tubulares e esteios de rosca (systema Mitchell); apesar de se supor, anteriormente, que a torre estivesse assentada sobre um radier amarrado ao sub-solo por cabos (ou tubos ou correntes) e parafusos metálicos como também propunha, em um de seus inventos patenteado sob o n°3986 no United States Patent Office em 01ABR1845, o engenheiro civil irlandês Alexander Mitchell à estabilidade dessas estruturas em terrenos movediços.


A diferença entre o segundo e terceiro faróis das Salinas:

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Arquitetura e Urbanismo História Memória Patrimônio

Notas equivocadas sobre o Farol de Salinópolis em O Liberal

Em Poucas Linhas de O Liberal de hoje (19AGO2017) traz, lamentavelmente, duas notas equivocadíssimas sobre o Farol de Salinópolis-PA:
Em primeiro lugar o que está completando 80 anos é a REMONTAGEM do Farol de Apehu em Salinópolis ocorrida em 1937 — acessar a pesquisa  O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu.
Em segundo, pelo que informa matéria do The New York Times replicada pela Folha de São Paulo em 11NOV2014, não existe, comprovadamente, nenhuma obra do engenheiro francês Alexander Gustav Eiffel na América Latina; neste caso o que poderia levar a confusões (bastante remotas e ingênuas) seria o homônimo Alexander Mitchell, engenheiro irlandês cego, patenteador do Systema Mitchell empregado nas torres da firma francesa F. Barbier et Cie. — a placa de tal empresa, datada de 1893, está conservada na base do Farol de Salinópolis aparafusada à de 1937.
O atual (Farol de Salinópolis) seria, na realidade, o TERCEIRO equipamento de sinalização náutica suspenso da área genericamente chamada das Salinas; localizando-se os dois primeiros na Ponta do Atalaia como mostra a fotografia de 1916:

Acima se vê o Farol Velho inaugurado em 08MAR1852 em alvenaria de tijolos vidrados (azulejos) próximo ao Farol Novo em torre metálica do Sytema Mitchell inaugurado em 10AGO1916, ambos na Ponta do Atalaia (hoje Farol Velho) este último visivelmente mais alto que o existente em Salinópolis vindo da foz do rio Gurupi, ilha de Apehu, e reinaugurado em 1937; também nominado Farol do Gurupy com inauguração na referida ilha em 23SET1902.
Assim: o farol que está em Salinópolis contabiliza 124 anos de fabricação, dos quais: 08 de permanência no trapiche São João em Belém, 36 em Apehu e 80 no lugar que conhecemos.
É inconsistente que o Farol Velho, que hoje dá nome à praia no Atalaia, tenha sido levado pela força da maré; o sensato seria imaginar seu desmoronamento após a retirada do equipamento ótico que o deixou, pela ausência da cobertura, vulnerável às intempéries — ver a investigação A Muralha do Farol Velho de Salinas – 1916 e 1931; ou mesmo: que sua demolição facilitara, à Marinha, a supressão do apparelho de luz, respectiva lanterna e accessorios para uso em outro ponto da costa brasileira, já que se atesta a presença das duas cápsulas faroleiras sobre as torres em 1916.
As notas erradas de O Liberal, se não corrigidas com destaque naquela mídia de grande circulação, propagarão referências falsas às pesquisas estudantis em quaisquer níveis; o que configuraria um desserviço à memória paraense.


Saiba mais sobre o assunto em matérias do BF:

O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu

Confirmado: o Farol de Salinas, em Apehu, imergiu no Atlântico

Os faróis da Ponta do Atalaia em Salinas – 1916

A Muralha do Farol Velho de Salinas – 1916 e 1931

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Círio 2017: à memória da cidade

Imagens ampliáveis

Nesta semana iniciaram-se os trabalhos da disciplina Representação e Expressão I, manhã e tarde, referentes à Marca do Círio 2017 do Blog da FAU — Laboratório Virtual de integração do ensino, da pesquisa e da extensão universitários na UFPA.
Neste ano, o oitavo em que se cria uma estampa alusiva às manifestações culturais populares durante a Quadra Nazarena, teremos como novidade o estabelecimento de um tema: A Memória de Belém do Pará.
A ideia é que as representações gráficas estejam baseadas em investigações que revelem o patrimônio material e/ou imaterial significativo desaparecido desde 1793; ou seja: no decorrer das 223 procissões conferidas.
Acima há três exemplos já discutidos com a participação efetiva de alunos: a marca da Fábrica de Cerveja Paraense registrada em 1920,  o Ônibus Zepelim desenhado por Saul Steinberg em 1952 e o refrigerante Guarasuco.
Mesmo com a determinação de tal norte nenhuma proposição a ele marginal, que possua coerência técnica e estética, será refutada.
Como sempre corre-se contra o tempo, já que há etapas a serem vencidas até a oficina de serigrafia que será ministrada pelo professor Ronaldo Moraes Rêgo na última semana de agosto.


Postscriptvm:

Mais: Fábrica São Vicente em registro de 1921.

Fonte das marcas registradas da
Fábrica de Cerveja Paraense e Fábrica São Vicente:
Marcas do Tempo.


Postscriptvm 2:

Fábrica Palmeira em rótulo registrado no ano de 1917 também do livro Marcas do Tempo.

Marca dos Refrigerantes Pereira Dias & C.ª retirada de CACCAVONI, Arthur. Album descriptivo amazonico. Genova: F. Armanino, 1899. V. 2., il.

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Site do III SAMA (2018)