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Confirmado: o Farol de Salinas, em Apehu, imergiu no Atlântico

Em O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu dissemos: A localização atual do Farol de Salinas na Ilha de Apehu pontua sua imersão no oceano; o que é uma pista, se associada às profecias do Careta de 01OUT1932.
O relatório do Ministério da Marinha em seu exercício de 1936 confirma a hipótese:

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Para se ter uma noção da distância de Salinópolis para onde estava montado o Farol de Salinas, na Ilha de Apehu:

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História

O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu

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Na base de concreto do Farol de Salinópolis, por dentro da mureta que o protege, existe uma placa de identificação datada de 1937, ano de sua montagem naquele local; aparafusada sobre ela está a original de 1893 que veio no equipamento de sinalização marítima encomendado à fábrica F. Barbier et Cie., situada no número 82 da rue Curial em Paris:

correcaoO farol que desde 1937 está em Salinópolis compôs um pedido de 10 faróis feito em 1891 pela Marinha Brasileira ao engenheiro francês Fréderic Barbier; desses, de acordo com a Revista Marítima Brasileira, três foram especificados à construção com colunnas tubulares sobre esteios de rosca, systema Mitchell: Belmonte (BA), Rio Doce (ES) e Salinas (PA) – discriminado à Ponta do Atalaia onde já existia um farol sobre torre de alvenaria ameaçada de solapar pela invasão do mar.
O sistema construtivo denominado Mitchell fora inventado pelo engenheiro irlandês Alexander Mitchell para erigir arcabouços metálicos em terrenos instáveis; a firma F. Barbier et Cie. o utilizava quando demandada a desenvolver faróis completos, inclusive com habitação de faroleiros na própria estrutura:

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Acima se vê dois faróis, anteriores à citada encomenda da Marinha em 1891, que já utilizavam o Sistema Mitchell; no período de confecção desses faróis pré-moldados ainda era sócio de Fréderic Barbier o senhor Stanislas Tranquille Fenestre, morto em 1887 – Fréderic e Stanislas desde 1860 mantinham uma parceria produtiva que gerou a Barbier et Fenestre em 1862.
Note-se na foto mais antiga, a do Farol de Aracaju, a existência de habitação aos faroleiros (o equipamento de São Tomé também possuiu a sua), à semelhança do que se via no de Salinópolis nos anos 1940 (pintura de E. Bastos cedida por Paulo Andrade) e 50 (fotografia que circula pela Internet):

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Descrição do farol original como contratado com a F. Barbier et Cie. para Salinas em 1891:

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Condições atuais dos três faróis encomendados à fábrica F. Barbier et Cie. (à época não era nominada Barbier & Bénard Constructeurs como diz a Revista Marítima Brasileira):

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O Farol do Rio Doce perdeu sua torre metálica sobrando apenas a cápsula faroleira depositada no solo.


E o Farol de Salinas foi à Ilha de Apehu:

Dissemos que o Farol de Salinas fora encomendado em 1891 para substituir um farol velho [localizado onde hoje está parte de sua muralha na praia do Farol Velho, na Ilha (ou Ponta) do Atalaia]; contudo, a torre de alvenaria desse farol velho, que ameaçava ruir pelo choque e varredura das marés altas em suas fundações, teve um reparo de baixo custo que deu solução aparentemente definitiva ao problema (o farol novo chegou em 1893 e só foi decidida sua montagem em 1901 noutro lugar); deste modo se vê a perda da serventia de um equipamento náutico que veio para ser instalado em Salinas em substituição ao velho (de 1852) que por oito anos de observação acurada diagnosticou-se firme.
O Diário Oficial da União, de 25AGO1909, revela o pagamento reclamado por Frederico Carlos Pusinelli, pela armazenagem de 412 volumes contendo as peças do pharol de Salinas, que estiveram no Trapiche S. João, naquele Estado (do Pará), desde janeiro de 1894 até setembro de 1901.
Estando a navegação em ritmo acelerado nesta parte do território brasileiro, armou-se, em setembro de 1902, o farol de fabricação francesa na Ilha de Apehu:

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Seguem as buscas sobre a permanência do Farol de Salinas na Ilha de Apehu que vai de 1902 à sua desmontagem (1936?) para ser reerguido em Salinópolis no ano de 1937; bem como a dinâmica desse exercício mecânico nas águas do Atlântico.
A localização atual do Farol de Salinas na Ilha de Apehu pontua sua imersão no oceano; o que é uma boa pista, se associada às profecias do Careta de 01OUT1932.


Curiosidades:

O construtor do Farol de Salinas, Fréderic Barbier, associou-se ao genro Joseph Bénard em 1894 e a firma passou a se chamar Barbier & Bénard Constructeurs:

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Em 1897 Paul Turenne ingressou na empresa casando-se em 1901 com outra filha de Barbier quando surge a Barbier, Bénard & Turenne (a BBT) que em 1918 transforma-se em Société Anonyme des Anciens Etablissements Barbier, Bénard et Turenne (uma S. A.):

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Propaganda de 1937, ano da inauguração da remontagem do Farol de Salinas em Salinópolis, vindo da Ilha de Apehu, superfície hoje circunscrita no município de Viseu; nela se vê a marca francesa BBT associada à Krauss que comprara da alemã Leica em 1934 para formar a subsidiária BBT Krauss especializada em microscópios e binóculos:

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Haveria necessidade de uma publicação independente para falar das múltiplas atividades fabris da BBT que como CIT ALCATEL foi incorporada à GISMAN (que permanece produzindo faróis, dentre outros equipamentos marítimos); sugerimos, apenas, uma busca no site ebay por BBT Krauss para ver o resultado.


Referências, além dos hiperlinks, e créditos:

A compra dos farois em 1891  –   recortes da Revista Marítima Brasileira do ano de 1902. 
Pharol das Salinas e do Gurupy – recortes da Revista Marítima Brasileira do ano de 1902. 
United States – Lighthouse Society  
Fotografias do topo da matéria: Farol de Salinópolis de Fernando Pinhati e Placa do Farol de Salinópolis de Antonio Alves.
As demais imagens foram retiradas da Internet, dos sites que divulgam turisticamente os faróis da costa brasileira, e, do ebay.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Projeto III 2016 – resultados; por José Maria Coelho Bassalo

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Imagens extraídas do material final do trabalho da disciplina Projeto III, produzidas pelos alunos do terceiro semestre da FAU-UFPA. Foi elaborado o Projeto Básico de um Albergue, concebido para um lote existente na cidade de Belém.
Durante o exercício, discutiram-se, à medida em que as propostas surgiram e ganharam definição, os considerados essenciais aspectos que envolvem um projeto de arquitetura, tanto em sua concepção quanto em sua expressão gráfica, abordados, porém, com profundidade adequada ao nível do trabalho realizado.
Assim, questões conceituais, legais, funcionais, ergométricas, construtivas, estruturais, infra-estruturais, estéticas, simbólicas, urbanísticas e ambientais, dentre outras e em ordem conveniente, foram tratadas ao longo das 22 sessões de aulas nas quais os projetos foram elaborados.
Ao final, ficaram prontos conjuntos de desenhos e maquetes eletrônicas para traduzir graficamente de forma suficiente e correta as propostas arquitetônicas, obrigatoriamente justificadas, a cada etapa, pelos alunos que as produziram.

Fonte: Curso de Projeto.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Fotografia

Os 40 anos do ensino das artes visuais na UFPA

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Dia 26 passado foram comemorados os 40 anos do ensino das artes visuais na Universidade Federal do Pará tomado como marco o curso de Educação Artística com Habitação em Artes Plásticas implementado em 1976.
A certificação de Honra ao Mérito, instituída pela Resolução nº14/2016 do ICA – Instituto de Ciências da Arte –, foi entregue a alguns professores e aos funcionários mais antigos em cerimônia realizada com a presença do magnífico reitor na sala de projeções do prédio anexo ao Ateliê de Arte.

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Alguns dos professores e funcionários homenageados presentes à cerimônia junto à atual administração acadêmica: Ronaldo Moraes Rêgo, Haroldo Baleixe, Ana Del Tabor, Zélia Amador, Fernando Pessoa, Orlando Maneschy, Afonso Medeiros, Edilson Coelho, Rosângela Britto (diretora da FAV), Luizan Pinheiro, Maurilo Pantoja, Cláudia Leão (coordenadora da graduação em AV), Sandra Mello, Neder Charone e Ida Hamoy.

Foram expedidas 25 certificações além das 15 vistas acima; saiba mais sobre todas na página do ICA.

Fotografias: Joaquim Netto.


Postscriptvm: subsídios à correção da página do ICA em acordo com a metodologia utilizada pela Faculdade de Artes Visuais à homenagem:

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação Reprodução de artigos

Conselho Superior da UFPA manifesta-se contrário à PEC 241

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação Fotografia

Residência São Jerônimo permanece em cartaz até 26 de novembro

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Arquitetura e Urbanismo História Memória Reprodução de artigos

Ata da reunião extraordinária da Assembléia Universitária, realizada no dia 13 de agosto de 1968

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Ampliável à leitura

Fonte: INFORMATIVO DA U.F. DO PARÁ — EDIÇÃO HISTÓRICA 20 ANOS BELÉM JUNHO 1977.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Memória

1970: o ditador militar general de exército Emílio Garrastazu Médici é doctor honoris causa pela UFPA

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Médici e a Resolução 26/1970 do CONSUN (ampliável)

A Resolução nº26 de 17 de setembro de 1970 pode ser acessada na página da SEGE – Secretaria-Geral dos Conselhos Superiores Deliberativos – da UFPA; lá também estão arquivadas as resoluções que titularam doctor honoris causa em 1967 Tarso Dutra e 1971 Jarbas Passarinho.
O documento que se refere ao título honorífico de Artur da Costa e Silva não foi encontrado naquele site.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Memória

1968: filmagem da inauguração do Campus e doctor honoris causa a Costa e Silva

O audiovisual é um recorte do Cine Jornal Informativo nº 108 

A série informativa obtida nas três postagens subsequentes nos permite afirmar que o Campus Universitário do Guamá foi inaugurado no dia 13 de agosto de 1968 como Conjunto Pioneiro* da Universidade Federal do Pará pelo ditador militar marechal Artur da Costa e Silva.
Há, em O acervo fotográfico não identificado da BC/UFPAdezesseis registros imagéticos do episódio divulgado pela revista O Cruzeiro de 21 de setembro de 1968 que dão outra significação ao filme porque revelam alguns protagonistas da cerimônia na UFPA que titulou doctor honoris causa o segundo presidente imposto pelo Golpe de 1964.
Costa e Silva cortou a fita inaugural no portão principal do Campus e dirigiu-se ao auditório onde ocorreram os discursos e a outorga da láurea.
Está em aberto, por enquanto, o exato local do dito auditório;  ao que tudo indica usou-se, ou usava-se, um dos pavilhões sem as divisórias que o transformava em salas de aula; resta saber qual deles:

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Imagem aérea do Campus possivelmente na virada da década de 1960 para 1970

*É mais comum ler ou escutar o termo núcleo pioneiro.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Memória

1968: fotografias da Inauguração do Campus e doctor honoris causa a Costa e Silva

A revista O Cruzeiro de 21 de setembro de 1968 corrobora anotações em fotografias de O acervo fotográfico não identificado da BC/UFPA dando sequência aos registros dos fatos: a inauguração do Conjunto Pioneiro da UFPA e a outorga do título de doutor honoris causa ao ditador militar  marechal Artur da Costa e Silva.
O periódico deixa claro que a solenidade foi no auditório do Conjunto Pioneiro; contudo, ainda não foi possível identificar qual prédio fosse à época.
É importante, antes ou depois de ver as fotografias do dia 13 de agosto de 1968, ler a matéria de O Cruzeiro, pois nela consta a narrativa dos acontecimentos que lhes ordenam:

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Postscriptvm:
Em Agência Nacional — Cine Jornal Informativo — 1968, publicação de outubro de 2012 do Blog da FAU, é possível, já no começo, assistir à película da cerimônia:

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Memória

O Cruzeiro noticia a inauguração do Conjunto Pioneiro da UFPA em 1968

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Memória

O surgimento do Núcleo Pioneiro da UFPA em 1967

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Em revista à publicação  O acervo fotográfico não identificado da BC/UFPA destacamos algumas fotografias que parecem revelar os primórdios do Campus Universitário do Guamá que em 2007 passou a se chamar Cidade Universitária Professor Silveira Netto.
O Núcleo Pioneiro da Universidade Federal do Pará aparenta ser objeto de visita técnica às obras de limpeza e sondagem do terreno onde erigir-se-ia o Conjunto Pioneiro da Universidade Federal do Pará inaugurado em 13 de agosto de 1968 pouco mais de um ano depois dos retratos acima  pelo ditador militar marechal Artur da Costa e Silva que na mesma ocasião recebeu o título de doutor honoris causa das mãos do reitor José Rodrigues da Silveira Netto.
A presença de Paulo de Tarso de Moraes Dutra, ministro da Educação de Costa e Silva, em duas das cinco imagens pode nos dar a datação aproximada das fotografias:  julho de 1967:

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Tarso de Moraes Dutra aqui esteve, como disse a Tribuna da Imprensa, para o 10º Aniversário da Universidade Federal do Pará, dia 2 de julho de 1967 Dutra recebeu o seu honoris causa antes de Costa e Silva ; bem como se fez presente na inauguração do Conjunto Pioneiro, em agosto de 1968.
Esse achado certamente propiciará novas percepções sobre O acervo fotográfico não identificado da BC/UFPA.


A fotografia do topo mostra uma construção antiga coberta com telhas de barro, sem vedações, à semelhança de um curral ou olaria; possivelmente remanescente da atividade econômica original do tereno antes de pertencer à Universidade.
Para melhor entendimento recorrer-se-á a outra imagem também do acervo: um dos 10 aerofotogramas de levantamento feito em 1955 utilizados como elemento técnico de escolha da área de Belém à instalação do Núcleo Pioneiro da UFPA:

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Postscriptvm:
Cabe, à contestação desta hipótese, a visão dos mais velhos, em especial a de Alcyr Boris de Souza Meira, responsável pelas obras do Campus e ex-professor da FAU-UFPA – Alcyr pode ser visto na terceira e na quinta fotografias ao lado do magnífico.

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Arquitetura e Urbanismo Divulgação

Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Belém Fotografia

A João Paulo II pelo Google e fotos in loco de hoje

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Em A João Paulo II encontrou a João Paulo II mostramos que o tão aguardado prolongamento da antiga avenida Primeiro de Dezembro de Antonio Lemos já varou defronte ao prédio da reitoria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA).
A ora avenida João Paulo II, nas imagens de satélite do Google (2016), começa sua segunda expansão no IFPA e finda na Passagem Izete que circunda o Viaduto do Coqueiro – é possível ver as obras daquele elevado.
Nesse trajeto há duas áreas alagadas que carecem de transposição por pontes (em construção); a primeira, do Açude Bolônia, pode ser vista no final da Rua Mariano; a segunda, do Lago da Água Preta, enxerga-se da Rua Pedreirinha.
Depois das ampliações das imagens de satélite seguem as fotografias tiradas hoje (18OUT2016) correspondentes aos dois lugares de acordo com os pontos de vista indicados nas setas vermelhas acima:

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Vistas do final da Rua Mariano (01): esquerda e direita ao portão da Camargo Corrêa

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Visão frontal do segundo alagado (02) a partir da Rua da Pedreirinha – outro portão da Camargo Corrêa

Imagens ampliáveis para melhor percepção.

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Arquitetura e Urbanismo Belém Fotografia

A João Paulo II encontrou a João Paulo II

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Sentido saída de Belém

Fotografias de ontem (domingo), 17 de outubro de 2016.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

Khalil Morhy, autor da estampa vencedora, ontem no Círio 2016

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Khalil Negrão Rodrigues Morhy, aluno do primeiro semestre da FAU, vestindo a camiseta com a estampa motoca, de sua autoria, na esquina da Nazaré com a Rui Barbosa, ontem, no Círio 2016.
O Selo Círio 2016 FAU-UFPA reproduz o mesmo desenho e está em destaque no topo da página do projeto Blog da FAU.
O editor do BF prestigiou a camiseta de Khalil na Moto Romaria, véspera do Círio 2016:

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Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

Jaime Bibas, editor vitalício do BF, ontem no Círio 2016

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Jaime Bibas (JB) vestindo camiseta com uma das estampas mais votadas em enquete pública com a participação de 2.730 internautas.

Foto: Luciana Bibas.

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas

Vaca de aluno da FAU foi a mais cara do leilão da CowParade

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Arquitetura e Urbanismo Artes Gráficas

A oficina da fuzarca

Ontem, como combinado publicamente, realizou-se, na maquetaria – maior sala de aulas do Ateliê de Arquitetura –, a oficina de impressão serigráfica do professor Ronaldo Moraes Rêgo.
Final de semestre era de se esperar – sem a mágica opção do Lá Fora – que o espaço estivesse abarrotado com três classes de Representação e Expressão em atividades práticas; contudo, o caos era maior, aliado a sincronizada sujeira necessariamente gerada com o que lá se faz.
Mas tudo deu certo, melhor que a expectativa; uma leva de camisetas impressas e os alunos, apesar de uns poucos atrapalhos, já dominavam a situação prometendo o aumento da produção durante o resto da semana.

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Os alunos da manhã vestindo a camiseta com a estampa manelão,  segunda colocada na Enquete, de Ariel Cerqueira Szlafsztein – no primeiro plano, à direita, de cócoras.

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Grupo de professores que participou da Oficina da Fuzarca reunido, à noitinha, na Marina da COPALA:  Jorge Eiró, Marcelino Moreno, Haroldo Baleixe, Paulo Andrade e Ronaldo Moraes Rêgo.

Fotografias:
Do grupo de alunos: professor Claudio Fabien Szlafsztein.
Do grupo de professores: o garçom.


Postscriptvm:
Lamentavelmente não se pensou um registro sistemático do encontro; todavia, aguardamos a colaboração dos alunos com mais fotografias da data ou das impressões posteriores, preferencialmente de camisetas com a marca da motoca que caiu nas graças dos internautas e já se encontra em destaque como selo do projeto Blog da FAU – a estampa em questão foi criada por Khalil Negrão Rodrigues Morhy.
Tanto Khalil quanto Ariel são estudantes do primeiro semestre (atual segundo período letivo) findado também ontem.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia antiga História Memória

[A(?)] Arquitetura do ‘raios-que-o-partam’; por Rose Silveira

Fonte primária virtual: entrevista concedida por Camilo Sá e Souza Porto de Oliveira à jornalista Rose Silveira publicada no jornal O Liberal de 10 de fevereiro de 1994:

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Ampliável à leitura

Material enviado pelo professor José Maria de Castro Abreu Júnior.