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Leia matéria sobre o evento no jornal Diário do Pará (29MAI2022).

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Arquitetura e Urbanismo Exposição Extensão Universitária

Jaime Bibas 2013 — IN MEMORIAM

Em 2013 eu (Haroldo Baleixe) e o Jaime Bibas dividimos a turma vespertina da disciplina Representação e Expressão nos níveis I e II; ao final do ano, após a segunda avaliação do 4º período letivo, decidimos expor a produção de todos os estudantes conosco matriculados (manhã e tarde).
A publicação Parede − A prática da esperança mostra um audiovisual editado com filmagens da tarde de 10 dezembro de 2013 — um ensaio off à exposição no hall do Ateliê de Arquitetura que ocorreria no dia 21 daquele mês.
No post JB fez um comentário:

Os outros dois audiovisuais: Parede – A prática da esperança II (preparação da parede em 19 de dezembro) e Parede – A prática da esperança III (montagem da mostra dos exercícios em 20 de dezembro) também foram publicados no Laboratório Virtual (antes projeto piloto Blog da FAU premiado em 2012 como Pratica Inovadora da UFPA) no mesmo formato acelerado com “trilha” ao qual se referiu JB.
Os copiões desses três audiovisuais foram recuperados e postos (em velocidade normal e áudio original) no Youtube em homenagem ao unanimemente querido Jaime de Oliveira Bibas, falecido em 15 de setembro de 2019:

Data da filmagem: 10/12/2013
Data da filmagem: 19/12/2013
Data da filmagem: 20/12/2013

Nestes tempos medonhos de necessário isolamento social causado pela pandemia da COVID-19 os copiões servem ao saudosismo de quando a vida no Ateliê de Arquitetura da UFPA era normal como espaço democrático de convivência pacífica e salutar.

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TUDO QUE MOVE É SAGRADO; sábado, na ELF

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Elf Galeria convida para a abertura da mostra coletiva “Tudo que move é sagrado”, com trabalhos assinados por Elieni Tenório, Emanuel Franco, Jorge Eiró e Geraldo Teixeira.
“Tudo que move é sagrado” se inspira na sacralidade que se faz presente no intimo de cada artista quando constrói o encontro entre o que contempla no mundo e aquilo que reside em sua interioridade. Assim, é sagrado o fazer, o exercício diário, a pesquisa, a mesa de trabalho, a textura, a concepção, o nascimento e a entrega. Este sagrado se refugia onde o artista encontra as bases para seu ofício e de lá sai para ser partilhado e para compor outra experiência estética, centrada em quem observa esta materialidade do sagrado e dela retira outras referências e experiências pessoais de beleza e significados.
A abertura da exposição acontece no sábado (24), das 10 às 14h – com visitação aberta ao público até a 24 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, de 10 às 19h, e aos sábados, de 10 às 14h, exceto em feriados.
Sobre os artistas
Elieni Tenório frequentou o curso de extensão em laboratório de pesquisa de artes plásticas na Universidade Federal do Pará (UFPA). Realiza exposições individuais e coletivas desde 1992. Premiada em diversas edições do Salão Arte Pará e do Salão Unama de Pequenos Formatos, participou de exposições na Alemanha e Portugal.
Emanuel Franco é artista visual; arquiteto graduado pela Universidade Federal do Pará (1979); Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade da Amazônia-UNAMA. Foi curador das Salas Especiais do Arte Pará de 2004 a 2008 e membro da curadoria do concurso em 2008. Suas obras já foram expostas na galeria Helmut Schuster, na Alemanha.
Jorge Eiró é arquiteto graduado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), tem doutorado em Educação, é professor da Universidade da Amazônia e UFPA participou de diversas exposições individuais no Brasil e no exterior.
Geraldo Teixeira iniciou sua carreira em 1975, é fundador da Associação de Artistas Plásticos do Pará, coleciona prêmios em diversos salões de arte e já teve obras expostas nos Estados Unidos e Europa.

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ANIVERSÁRIO DE DOIS…; por Nina Matos

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Foto: Ronaldo Moraes Rêgo.

Essas duas palavras vieram à mente no início deste 2014, quando comecei a esboçar a presente individual. Apresentaram-se dessa forma, como um fragmento da memória que remetia a um poema lido há pelo menos uns 15 anos, porém, por mais que eu tenha procurado resgatar o poema por inteiro, não consegui, não lembrei. A vida é assim, feita de grandes esquecimentos e de pequenas lembranças daquilo que realmente nos toca de forma indelével, como… o amor, por exemplo.
Então, a partir da percepção de que a lembrança desse fragmento poético descortinava possibilidades de ensaios sobre relações afetivas, passei a desenvolver ideias em torno de obras que remetessem a situações onde o amor poderia estar presente, com estados d’alma carregados de ambivalências, desejos, carências, plenitude e demais aspectos subjetivos presentes em distintas relações de afeto que possuem como característica determinante, uma considerável condição de tempo e familiaridade.
E foi esse pensamento que conduziu a produção de 06 pinturas inéditas da série Aniversário de Dois, que somadas a quatro já existentes e a uma pequena série feita em 2011, Quem Jamais Te Esqueceria, sobre fotos manipuladas da minha mãe, e nunca expostas antes, vieram compor a presente mostra individual.
Poderemos ver, assim, um conjunto de obras que gravitam em torno de um mesmo território, de sentimentos relacionados a distintas formas de amor, sem obviamente, conseguir dar conta de uma ideia explicativa sobre o assunto, mas, a proposição de ensaios pictóricos que carregam em si, subjetividades que permeiam várias situações de relacionamentos afetivos, falando de histórias comuns que pertencem a cada um. Onde a minha pessoalidade está presente, fazendo com que eu me aproxime do que pertence ao coletivo, porque talvez todos amam da mesma forma, todos sentem as mesmas dores, repetem e rememoram experiências pessoais de vida, no campo dos afetos.

 Nina Matos.


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“A vida é assim, feita de grandes esquecimentos e de pequenas lembranças daquilo que realmente nos toca de forma indelével, como o amor, por exemplo.” Com essa delicadeza a Nina Matos introduz “Aniversário de Dois”, próxima exposição da artista, que apresentaremos este mês, na Elf.
Através da pintura Nina fala de relações de afeto, das mais diversas.
E a gente abre as portas para esse tema, que parece inesgotável, dia 6 de dezembro – sábado, das 10 às 14h.

“Aniversário de Dois”, de Nina Matos
Abertura da exposição: 06 dezembro das 10 às 14h.

Visitação: de 09 de dezembro a 06 de janeiro de 2015 de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h e aos sábados, das 10 às 14 – exceto feriados.

A Elf Galeria participa do projeto Circular Campina Cidade – Velha, que movimenta diversos espaços culturais e chega, em dezembro, a sua quarta edição. Portanto, no próximo domingo (7), abriremos a galeria para visitação das 10 às 18h.

Conheça o Projeto Circular e a programação completa em: www.projetocircular.com.br

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Marc Chagall, fábulas de La Fontaine; curadoria de Enock Sacramento

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O Brasil de Poteiro

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Linha do Horizonte; por Jorge Eiró (sábado na ELF Galeria)

convite_eiroAmpliável.

Minhas Linhas do Horizonte

            Trata-se de um diálogo íntimo com a pintura, a velha senhora pintura. E, nesse meu caso com a da pintura, a linha do horizonte assinala a retomada de um gênero clássico: a paisagem. Mas não exatamente no sentido tradicional da representação da paisagem naturalista, mas sim, segundo Alberto Tassinari sobre a pintura de Anselm Kiefer, “um espaço em obra que também deixa entrever uma paisagem. É mais uma nostalgia da paisagem naturalista com seus horizontes outrora longínquos que a potência da pintura retoma”. A linha do horizonte demarca, portanto, minhas paisagens subjetivas, paisagens do afeto, uma paisagem interior. Uma linha do horizonte há muito perdida no caos urbano em que vivemos (sim, porque, sob os escombros da pós-modernidade a natureza se foi embora para sempre…) que demarca minhas paisagens da solidão. Daí uma certa predileção pela linha do mar, pela perspectiva de uma estrada que se perde no infinito, pela extensa linha das margens dos rios amazônicos, nossas paisagens da imensidão. Há, como sempre em meu trabalho, um desejo de exílio, de evasão, uma vontade de fuga da banalidade, das atrocidades que nos assolam cotidianamente em nossa urbe degradada a violentar nossos sentidos… (Calma aí, coração! Nada de discurso sociológico, ahah…). Voltemos à pintura: é mais um estado de retiro, de deleite estético do pintor-professor em seu “refugium pictorum”. A vontade, a necessidade de restaurar o prazer da pintura. Então, o atelier vira uma cozinha de cores. Eu pingo meu colírio alucinógeno (aquele do Zé Simão), e aí, as mais variadas técnicas entram em campo para a experiência de uma alquimia cromática. Tintas acrílica e óleo, aquarela, pastel seco e a óleo, lápis de cor, caneta hidrocor,… tudo junto e misturado para celebrar as cores em todas as suas variações e vibrações possíveis. O uso da cor absolutamente sem pudor. Porque o nosso mundinho anda muito chato com uns ralos cinquenta tons de cinza… Tenho necessidade da cor, tenho saudade da pintura, Turner, Monet, Van Gogh, ahhh… E essa nostalgia da paisagem acaba, vejam só, me levando a um diálogo com a fotografia. Especialmente a fotografia paraense, da qual eu revisito imagens que considero icônicas, como a “Babá Patchouli”, do Luiz Braga, e “Primavera”, do Miguel Chikaoka, que fazem parte de minhas paisagens afetivas. Outras inspirações (sim, inspiração, hoje quase um pecado na contemporaneidade, ahah…), vêm da literatura (“Os últimos horizontes da Terra, segundo Roberto Bolanõ”, por exemplo), da música, do cinema, do meu caleidoscópio de referências… Mas tudo isso é apenas pretexto para a saudável experiência do prazer de pintar, o ato visceral, sexual, vital da pintura.

Jorge Eiró

Setembro 2014.

PS.: A propósito, “não tenho paredes, só horizontes”, bem poderia ser a epígrafe…

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Convido para a abertura da mostra 21 Cabeças, na Elf Galeria.

Na edição da mostra número 329, a Elf galeria apresenta a exposição 21 Cabeças. Coletiva de acervo, que tem a curadoria de Luena Muller Chaves, composta pelo talento de 10 artistas plásticos: Alan Raphael; Gil Vicente; Haroldo Baleixe; Ivald Granato; Luciano Oliveira; Luis Trimano; PP Condurú; R Meira; Rosangela Britto e Simões.  São 21 Cabeças, 21 rostos de vários mundos, de olhares contemplativos, enérgicos, solitários, indagadores, com ou sem sorrisos, que suportam camadas de nanquim, aguada, pastel, acrílica, ou desenhos limpos, executados em linhas finas, mas capazes de exprimir tudo o que está dentro do humano, e lá permanece, até que outras subjetividades os interpelem com suas percepções. São retratos, traços de tinta, ângulos, enquadramentos que podem reter a magia que cada cabeça tem, e revelar o essencial, permitindo ver no outro rosto a nossa clausura, a projeção do nosso próprio rosto, da nossa própria cabeça.

As 21 Cabeças fomentam o papo-cabeça [na Elf galeria], onde as imagens formam quebra- cabeças, às vezes, também, conversas sem pés nem cabeça, mas cheias de ideias para meter na cabeça, ou outras que antes nem passavam pela nossa cabeça. Imagens que fazem fervilhar a nossa cabeça dura, ou nos obrigam a por a cabeça de molho e até manter a cabeça fria, pra aliviar as dores de cabeça da vida.
São as provocações da arte que saem das paredes e passam a ocupar lugar na nossa cabeça! [Né, Ingo Muller?] E por aí vai… Vai porque personagens concretos ou não povoam a galeria; e em cada sala, um traço e – no seu conjunto – a expressão coletiva, instigante, inquietante, de caráter diferente, resultante de contextos diversos, com interpretações próprias [de cada artista]: cabeças com rostos expressivos, não importa se inventados, reais ou surreais. Expressivas 21 Cabeças, que podem estar inclinadas, de perfil, vistas de frente, em meia rotação, em fragmentos, nítidas, emaranhadas, realçando pormenores, emaranhado de linhas ou semblantes nublados, conforme esteve a alma do seu criador ao lhe dar vida artística, enfatizando que em cada cabeça há a uma sentença.

Abertura dia 8 de março de 2014, de 11 horas às 14h.

Visitação até 29 de março, de terça a sexta-feira, de 10 às 13h e de 15 às 19h.
Sábados, de 10 às 17h.

Aguardo a sua presença,
Lucinha Chaves

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Flashes de ELF (IN) DO MUNDO

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…E essa farra só findou lá pelas duas da manhã…é a ELF e um outro conceito de galeria de arte, mais aprazível e próxima dos artistas e do público formador de opinião; parabéns à Lucinha, à Luena e ao Ingo Chaves que souberam manter o empreendimento cultural do Gileno dando-lhe um super plus.

Fotos: Marcos Serrão.

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Amigos
Minha exposição desenhos assombrados, acontece na casa das onze janelas no dia 27 de setembro de 2012 às 19:30h, espero contar com a presença de todos, em anexo o convite.
ABRAÇOS
TADEU LOBATO

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FRONTEIRA NORTE; hoje, às 19h no CENTUR