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Arquitetura e Urbanismo

Confirmado: CLIPPER Nº1, Praça do Relógio

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A parceria entre o Blog da FAU e o site Fragmento de Belém é mesmo profícua: mais uma vez se conclui, mesmo que parcialmente, uma pesquisa realizada de modo público, dando aos internautas plena oportunidade de observação das atitudes – dentre os erros e acertos naturais de uma investigação – e efetiva participação.
Há pouco Igor Pacheco nos enviou a comprovação “laboratorial” do que a “lupa de Holmes” havia encontrado em  CLIPPER 1º (primeiro)?.
Como diz o Vicente Cecim: “Quando tu queres – muito – encontrar algo, não és tu que o achas, mas o ‘algo’ é que te encontra…”.
O curioso dessa história é que a fotografia da postagem “CLIPPER 1º (primeiro)?” pertenceu à Inah Faciola – filha do Homem do Relógio – e estava guardada junto a uma planta de reforma assinada por Albert Oswald Massler; quando o projeto foi manipulado para digitalização a foto caiu no chão, daí a ideia de levá-la novamente ao escâner e verificar seus detalhes, então, revelou-se o surpreendente “ER 1º”.
Portanto, está claro que as bruxas existem.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Arquitetura e Urbanismo Fotografia Fotografia antiga História

A Pará Electric entre 1933 e 1934 (álbum da companhia)

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Informações iniciais

PG 02 Escritório Central

Escritório Central

PG 03 Escritório do Gerente Geral

Escritório do Gerente Geral

PG 04 Sala de Mostruários

Sala de Mostruários

PG 05 Escritório do Tráfego

Escritório do Tráfego

PG 06 Escritório do Tráfego - Vista lateral (Mostrando Sala de Descanso dos Emppregados)

Escritório do Tráfego – Vista lateral (Mostrando Sala de Descanso dos Empregados)

PG 07 Escritório do Tráfego - Sala dos funcionários

Escritório do Tráfego – Sala dos funcionários

PG 08 Inauguração do Escritório do Tráfego 17-1-34

Inauguração do Escritório do Tráfego 17/1/34

PG 09 Novo carro de 8 rodas, construido nas Oficinas da Companhia

Novo carro de 8 rodas, construido nas Oficinas da Companhia

PG 10 Ferraria

Ferraria

PG 11 Tornos grandes

Tornos grandes

PG 12 Novo carro de 8 rodas, construído nas Oficinas da Companhia

Novo carro de 8 rodas, construído nas Oficinas da Companhia

PG 13 Novo carro de 4 rodas

Novo carro de 4 rodas

PG 14 Os 4 novos bondes inaugurados bo dia 17-1-1934

Os 4 novos bondes inaugurados no dia 17/1/1934

PG 15 Vista interior de um bonde de 8 rodas

Vista interior de um bonde de 8 rodas

PG 16 Estrado de novo carro em construção

Estrado de novo carro em construção

PG 17 Trucks para novos carros

Trucks para novos carros

PG 18 Secção onde se colocam os aros e rodas

Secção onde se colocam os aros e rodas

PG 19 Tornos pequenos

Tornos pequenos

PG 20 Nova secção de fundição

Nova secção de fundição

PG 21 Usina de Eletricidade

Usina de Eletricidade

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Sala das Caldeiras

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Turbinas de corrente contínua

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Turbinas de corrente alternada

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Linha dupla na avenida Castilhos França

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A Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd. nessa época ocupava três grandes áreas de Belém: o Escritório Central, onde hoje é a CODEM; o Escritório do Tráfego e oficinas de construção e manutenção dos bondes, ao lado do colégio Gentil Bitercurt, atualmente o Complexo da Polícia Civil; e, a Usina de Eletricidade, localizada na Municipalidade, esquina com a Rui Barbosa e adjacências do terreno.

Leia a postagem: Acervo de engenheiro contém preciosidades de Belém – Diário do Pará – Sábado, 08/02/2014, 12h52.

Fonte: CODEM.


Para melhor compreensão das questões e processos relativos à usina de força e aos bondes elétricos da concessionária inglesa Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd., sugerimos a leitura da seguinte tese defendida no IPPUR − Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano Regional −; por Chélen Fisher de Lemos:

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Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Equipamentos urbanos

Clippers em notícias de jornais (1947-1951-1989)

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Imagem ampliável para melhor visualização e análise

A fotografia acima, de autor e data desconhecidos, parece ser a mais antiga imagem  pública da construção que pode ter dado origem ao apelido CLIPPER às PARADAS (abrigos com serviços) de bondes e posteriormente ônibus de Belém, seus distritos e municípios do interior do Estado.
O BF trabalha com a hipótese de que a população encontrou nela alguma semelhança com as formas dos hidroaviões que cruzavam os céus do centro da cidade e amerrissavam na baía do Guajará durante toda a década de 1930.
Sabe-se, de modo confiável, que a PARADA não foi levantada antes da Quadra Nazarena de 1935 e supõe-se que antes de 1940 ela já existisse.
Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém e colaborador do BF, nos enviou algumas notícias de jornais dos anos 1947, 1951 e 1989 que se referem aos CLIPPERS e serão apresentadas na sequência; abaixo da caixa do Scribd teceremos algumas consideração a essas publicações; ei-las (as notícias de jornais):

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Resumo:
1. Em 22 maio de 1947 estava em construção, por um comerciante, o CLIPPER Magalhães Barata, em Igarapé-Açu.
2. Em 16 de maio de 1951, quase quatro anos depois (de Igarapé-Açu), o vereador Felinto de Azevedo Lobato propõe à Câmara Municipal de Belém a construção de abrigos (no modelo CLIPPER)  no subúrbio:  “…nos bairros do Telégrafo Sem Fio, Guamá, Curro Velho, Cremação, Jurunas e Cidade Velha…”.
3. Em 22 de agosto de 1951 diz-se que o prefeito João Guimarães, “que se dá ao vício da embriaguez”, fez construir, no largo da igreja, um CLIPPER, para seu filho; isto acontece em São Sebastião da Boa Vista.
4. Em 24 de setembro de 1951 noticia-se que a proposição do vereador Felinto fora rejeitada.
5. Em 11 de fevereiro de 1989 O Liberal publica uma nota que dá conhecimento de um CLIPPER remanescente: o “do trevo da estrada Belém-Mosqueiro”.


Diante das revelações acima percebe-se que os CLIPPERS já estavam bastante popularizados fora dos limites de Belém e assim permaneciam em 1989.
Em 1947 um CLIPPER “chegava” ao município de Igarapé-Açu, justamente no ano em que os bondes pararam de circular em Belém.
A foto da postagem mostra que o CLIPPER da Avenida Portugal, entre a 15 de Novembro e a João Alfredo, estava, ainda, a serviço dos bondes.
Só nos resta descobrir a data exata dessa edificação, de sentido lógico se antes da virada da década de 1930 à de 1940, período pré-Guerra.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.