Intervenção decorativa no hall do Ateliê

Foto copiada do Facebook de Kenia Yariwake.

Por iniciativa do Centro Acadêmico e coordenação da aluna Lilyan Regina Galvão de Lima o resultado de uma oficina feita com os calouros de 2012 decora o hall do Ateliê de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
A atitude, que concorria com grandes chances de descambar à vala comum do grotesco, se materializou em equilibrada interferência volumétrica no espaço do Salão Principal; difícil até de ser notada, apesar da profusão de cores que diferencia os módulos suspensos – um caso de ideia planejada, raciocinada com base no bom senso.
É prazeroso observar a maturidade a qual chegaram os nossos alunos, hoje capazes de resolver problemas, sem pedir penico aos professores (antes tios postiços), demonstrando o respeito que têm pela Casa (e pela significação desta em suas vidas); um belo pricípio anárquico, no melhor sentido, claro, da evolução intelectual humana.
Parabéns à Lilyan, ao Centro Acadêmico e aos calouros pela tomada de atitude com gabarito.

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7 respostas para Intervenção decorativa no hall do Ateliê

  1. Ronaldo Marques de Carvalho. disse:

    Gostei muito da iniciativa dos alunos sob o comando da Lilyan.
    Pena que não ficou por mais um tempo.
    Deixei de fotografar mas felizmente a Kenia documentou para o acêrvo da FAU.
    Quanto ao comentário do colega prof. Haroldo, ressalto que tudo sempre pode ficar melhor, mas do jeito que ficou, foi muito BACANA, JOIA, LEGAL, BONITINHO, PAI D’ÉGUA…
    Ronaldo Marques de Carvalho.
    Professor da FAU-UFPA.

  2. Lilyan Galvão disse:

    Agradeço o post! Confesso que também me surpreendi, além de ter ficado super orgulhosa com o envolvimento e participação dos Calouros. Jamais imaginaria que uma despretensiosa oficina contagiaria e envolveria tanto a “Calourada” em dias de intensa produção. De fato, tratamos tudo com dedicação e empenho assim como devem ser tratadas as questões do nosso cotidiano na faculdade. Contagiar os calouros e incentivá-los a aceitar a FAU como uma segunda casa (como tem sido pra mim nesses 4 anos de curso) foi uma tarefa deliciosa! Conseguimos transformar a brincadeira em algo lúdico e plástico descompromissadamente.
    Parabenizo e agradeço todos os CALOUROS que embarcaram em meu devaneio. O “sucesso” é deles!

  3. samirasilva disse:

    todos os creditos pra lilyan :3

  4. Ary da Silva Jr. disse:

    HAHAHA eu já imaginava que tinha sido o Baleixe! Os calouros comentavam que o Haroldo faria alguma crítica. (:

  5. Dinah Tutyia disse:

    Parabéns Lilyan Galvão, CA e Calouros!!!!!! Recepção de calouros de uma FAU 5 estrelas é assim, linda (e com 1 mês de duração rsrs)!

  6. Monique disse:

    Parabéns a iniciativa da Lilyan na recepção dos calouros!

  7. fauitec disse:

    A história do “professor cricri” é pura brincadeira – inclusive a instalação foi comentada em sala de aula com os calouros, onde surgiu a hipótese dos módulos propiciarem um desenho; o que, é sabido, daria bastante trabalho, físico e mental, ao grupo que integrou a oficina.
    Reitero os meus parbéns à Lilyan Galvão, pessoa que jamais vê tempo ruim e é, sempre, pau para toda a obra; um exemplo a ser seguido por todos.
    Aliás, esses parabéns podem ser extensivos à turma da tarde de 2008 que, em Representação e Expressão III, no primeiro semestre de 2009, quando estávamos “sem teto”, demonstrou seu potencial de inventividade em plena miséria, “a origem de tudo”, segundo o marchand Gileno Müller Chaves.
    Por sorte esses trabalhos foram registrado em 03 (três) vídeos que estão hospedados no Youtube: vídeo 01 em http://www.youtube.com/watch?v=YhQfC3J8-Lg; vídeo 02 em http://www.youtube.com/watch?v=Bnq0KlIZjMg e vídeo 03 em http://www.youtube.com/watch?v=DZN7JC5yRIQ.
    É isso aí galera: bola pra frente!
    Haroldo.
    PostScriptum:
    Com ralação a “tios postiços”, vale a pena lembrar que, lá pelo início da década de 1990, quando comecei a ministrar aulas na arquitetura e ainda havia dondocas no Ateliê, era comum escutar um termo, quando a elas se contrariava: “Vou falar pra Tia Carmen”; a “Tia Carmen” em questão era a Chefa de Departamento à época, a professora Carmen Lúcia Cal, que fingia dar-lhes ouvidos.

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