Belém do Pará em 1932

Película em livre edição do BF com fundo musical de domínio público – Hungarian Rhapsody Nº2 de Liszt.
Nada se sabe da origem dessas filmagens, senão que estão no site Shutterstock, possivelmente ligadas aos investimentos que o empresário norte-americano Henry Ford, dono da Companhia Ford Industrial do Brasil, fizera no estado do Pará desde 1927, criando a Fordlândia – há fragmentos de filmes que mostram a ocupação territorial, apesar de menos eloquentes que The Amazon Awakens produzido no ano de 1944 pelo estúdio de Walt Disney em parceria com o Office of the Coordinator of Inter-American Affairs.
O material aqui postado teve fundamental colaboração de Igor Pacheco, editor do site parceiro Fragmentos de Belém.

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Postscriptvm (em 31/12/2014):
Na realidade os filmes que compõem o material acima foram produzidos pela  Ford Motion Picture e doados pela Ford Motor Company ao  US National Archive.
A Shutterstock é apenas um repositório de vídeos com infraestrutura para comercializá-los, o que garantiria a retirada da logo em forma de marca d’água.

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13 respostas para Belém do Pará em 1932

  1. Bassalo disse:

    Maravilhoso documento! Um achado e tanto…

  2. Paulo Ribeiro disse:

    Sensacional, valeu Haroldo

  3. José Maria Abreu jr disse:

    Incrível, mostra até os lendários portugueses carregadores de piano.

  4. Zâmara disse:

    Que lindoooooo!! Te amo professor, muito obrigada! Super me interessa esse site!

    • fauitec disse:

      Zâmara (Lima): também te amo, bela e querida pessoa; contudo, não esqueçamos jamais – e isto serve como resposta a qualquer comentário passado, presente e futuro – que esta postagem é um dos diversos resultados POSITIVOS alcançados pela relação NATURAL que o Blog da FAU estabelece com seus SAGAZES colaboradores, internos e/ou externos, para minimizar o MACABRO hiato que as caducas instituições de fomento à pesquisa preconizam em seus estúpidos (e espúrios) editais.
      IGOR PACHECO e JOSÉ MARIA DE CASTRO ABREU JÚNIOR trabalham como os tradicionais (e originais) relógios suíços mecânicos (com toda a corda), apartados do QUARTZO – mineral comum que se acha na sujeira da sola de qualquer sapato, tal qual a merda dos bichos domesticados.
      Beijo,
      HB.

  5. Zâmara disse:

    Sim sim parabéns a todos! E obrigada! :D

  6. Se tudo o que as universidades produzem (ou encontram) fosse público, talvez nós, quem sabe, fôssemos um pouco mais conscientes da necessidade de defender nosso patrimônio histórico.

  7. maria luiza disse:

    Fantastico. Em alguns minutos voltamos a um tampo em que ainda naum havia nascido. Um belo documentario e gostaria de ver outros de tal valor historico. Parabens e obrigada pela emocao.

  8. Roger Normando disse:

    Fantástico, Haroldo. Obrigado por compartilhar comigo…

  9. euler arruda disse:

    Excelente, haroldo, grato por compartilhar.

  10. Pedro Santos disse:

    As imagens mostram uma Belém, aparentemente, mais elegante e com mais personalidade. Foi antes da invasão bárbara que se intensificou a partir da década de setenta, e que muito descaracterizou nossa cidade. Documentos como esse devem preservados e mais divulgados. A sociedade precisa.

  11. José Mauricio Sombra Soares disse:

    O filme é um verdadeiro achado por sua raridade e importância para o conhecimento do patrimônio histórico de Belém, principalmente para quem não teve a oportunidade de ver tudo que o filme mostra. Parabéns pelo trabalho.

  12. Rui Guilherme da Costa Leite disse:

    Caro amigo Baleixe, dá até um nó na garganta, de emoção e tristeza, por ver, a partir dessa película, como nossa Belém foi transfigurada. Sua beleza histórica, arquitetônica e cultural, em muito se perdeu, de lá pra cá, por falta de um poder público, que parece nunca ter tido filosofia, espírito e atuação preservacionistas, deixando muito dessa beleza se perder. Quanto descaso com o património público histórico, arquitetônico e cultural, que têve apogeu, nesse sentido, naqueles tempos! Muito triste viu!

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