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Belém do Pará em 1932

Película em livre edição do BF com fundo musical de domínio público – Hungarian Rhapsody Nº2 de Liszt.
Nada se sabe da origem dessas filmagens, senão que estão no site Shutterstock, possivelmente ligadas aos investimentos que o empresário norte-americano Henry Ford, dono da Companhia Ford Industrial do Brasil, fizera no estado do Pará desde 1927, criando a Fordlândia – há fragmentos de filmes que mostram a ocupação territorial, apesar de menos eloquentes que The Amazon Awakens produzido no ano de 1944 pelo estúdio de Walt Disney em parceria com o Office of the Coordinator of Inter-American Affairs.
O material aqui postado teve fundamental colaboração de Igor Pacheco, editor do site parceiro Fragmentos de Belém.

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Postscriptvm (em 31/12/2014):
Na realidade os filmes que compõem o material acima foram produzidos pela  Ford Motion Picture e doados pela Ford Motor Company ao  US National Archive.
A Shutterstock é apenas um repositório de vídeos com infraestrutura para comercializá-los, o que garantiria a retirada da logo em forma de marca d’água.

Por o Projeto Laboratório Virtual - FAU ITEC UFPA

Ações integradas de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará - em atividade desde maio de 2010.
Prêmio Prática Inovadora em Gestão Universitária da UFPA em 2012.
Coordenação: professor Haroldo Baleixe.

13 respostas em “Belém do Pará em 1932”

Zâmara (Lima): também te amo, bela e querida pessoa; contudo, não esqueçamos jamais – e isto serve como resposta a qualquer comentário passado, presente e futuro – que esta postagem é um dos diversos resultados POSITIVOS alcançados pela relação NATURAL que o Blog da FAU estabelece com seus SAGAZES colaboradores, internos e/ou externos, para minimizar o MACABRO hiato que as caducas instituições de fomento à pesquisa preconizam em seus estúpidos (e espúrios) editais.
IGOR PACHECO e JOSÉ MARIA DE CASTRO ABREU JÚNIOR trabalham como os tradicionais (e originais) relógios suíços mecânicos (com toda a corda), apartados do QUARTZO – mineral comum que se acha na sujeira da sola de qualquer sapato, tal qual a merda dos bichos domesticados.
Beijo,
HB.

Fantastico. Em alguns minutos voltamos a um tampo em que ainda naum havia nascido. Um belo documentario e gostaria de ver outros de tal valor historico. Parabens e obrigada pela emocao.

As imagens mostram uma Belém, aparentemente, mais elegante e com mais personalidade. Foi antes da invasão bárbara que se intensificou a partir da década de setenta, e que muito descaracterizou nossa cidade. Documentos como esse devem preservados e mais divulgados. A sociedade precisa.

O filme é um verdadeiro achado por sua raridade e importância para o conhecimento do patrimônio histórico de Belém, principalmente para quem não teve a oportunidade de ver tudo que o filme mostra. Parabéns pelo trabalho.

Caro amigo Baleixe, dá até um nó na garganta, de emoção e tristeza, por ver, a partir dessa película, como nossa Belém foi transfigurada. Sua beleza histórica, arquitetônica e cultural, em muito se perdeu, de lá pra cá, por falta de um poder público, que parece nunca ter tido filosofia, espírito e atuação preservacionistas, deixando muito dessa beleza se perder. Quanto descaso com o património público histórico, arquitetônico e cultural, que têve apogeu, nesse sentido, naqueles tempos! Muito triste viu!

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