À memória da UFPA

Duas medalhas poderiam ser lançadas no reitorado de Carlos Edilson de Almeida Maneschy como láureas aos colaboradores internos e externos da administração universitária (dele e dos reitores vindouros).
A medalha Maÿr Sampaio Fortuna*, recém descoberto criador e executor da primeira insígnia da UFPA, seria ofertada às pessoas que não são funcionárias da Instituição, mas, por cedência, trabalho temporário ou terceirização, ajudam na realização de tarefas consideradas de fundamental importância ao desenvolvimento da Universidade.
A medalha Alcyr Boris de Souza Meira, idealizador do escudo oficial, seria dada aos funcionários da casa, àqueles que propulsionam a máquina ao “moto perpétuo”.
Ambas teriam caráter popular para divulgação das simbologias criadas por esses dois autores que designaram, por imagens, ainda nos primórdios da Universidade do Pará, a contínua transmutação da Universidade Federal do Pará.

As figuras acima não pressupõem um projeto de medalha, são mera ilustração; esse planejamento, objeto de concurso público, teria como meta a melhor recuperação possível dos originais que difundirão as marcas empregadas nos períodos reitorais de Mário Braga Henriques e José Rodrigues da Silveira Netto: um incentivo à pesquisa e ao uso da tecnologia à recuperação imagética histórica.

Caso o modelo concurso público seja despendioso ou complexo, tal trabalho pode ser desenvolvido por uma equipe multidisciplinar da UFPA e a FAU se predispõe a integrá-la.

*Maÿr Sampaio Fortura foi um desenhista funcionário da Primeira Comissão Demarcadora de Limites ligada ao Ministério das Relações Exteriores.
O decreto de sua aposentadoria está publicado no DOU de 01 de junho de 1966.
Ainda possuímos poucas informações sobre o criador do Brasão Original da U(F)PA.

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