Uma cobrinha atravessando a rua na UFPA




Segundo o cidadão acima — que não soubemos seu nome, mas pareceu um ofidiologista diletante — seria uma cobra-cipó.
Grande coisa; afinal, a Universidade é cheia de cobras, dentro e fora dos seus laboratórios e em todos os sentidos que a semântica alcança; portanto, esta postagem é pura falta de assunto do BF para uma tarde de sexta-feira.
É quase impossível que alguém que possua um título de graduação expedido pela UFPA não tenha visto uma cobra n’algum canto do Campus do Guamá.
Não vamos enumerar quantas vimos porque poderia parecer a história de um alegre caçador amazônida.
Mas…um causo vale a pena ser registrado, dada a notoriedade de seu protagonista:
Lá pelos idos de 1983 ou 1984 o Emmanuel Nassar, que dava aulas no pavilhão FP, foi pegar seu FIAT 147 no estacionamento; entrou no automóvel, bateu a ignição e engrenou marcha à ré, mas…algo impedia que a direção girasse.
Ele desceu do carro e foi verificar: uma jiboia havia se instalado nas ferragens da suspensão dianteira do lado do motorista (dá para imaginar o susto?).
Desenroscar a “bichinha” dali deu trabalho a muita gente, contudo, o ofídio saiu ileso da situação.
Moral da história (e das fotos): ninguém mata cobra na UFPA.

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