Cuidado: hoje é sexta-feira e Belém é a 10ª cidade mais violenta do planeta

dsderer
Fonte: Exame.com.
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A notícia acima, dada pelo jornal O Liberal, contém falhas…e muitas:
A  começar que tal sinistro não ocorreu na sexta-feira, mas, na madrugada do sábado, pouco depois de 1:30 horas.
Não se viu  a Polícia Militar nessa história mundana, somente a ambulância do SAMU — Serviço de Atendimento Móvel de Urgência — que foi ligeira, possivelmente porque há um posto que as abriga na Escola Superior de Educação Física.
O universitário de direito, também policial civil, seguia na direção de São Brás e não ao Curió, como diz a reportagem.
Tudo aconteceu defronte ao Ginásio de Esportes da Escola, lugar soturno, onde a iluminação pública é deficiente — a velha Primeiro de Dezembro sempre sofreu desse mal — e o carro de cachoro quente, junto ao ponto de taxi, estão instalados na travessa da Vileta, sem visão à cena.
O pisca-alerta do automóvel, trancado e com os vidros fechados, estava ligado e o jovem senhor caído a poucos metros dele; consciente, apalpava seu ferimento, que foi limpo pelos socorristas.
Sei disso porque passei pela cena minutos depois do ocorrido; ia ao supermecado, mas me atrasei porque esqueci a carteira de cigarros e o celular, ou seja, o acaso impediu que eu me envolvesse na confusão fatídica — de casa escutei o estampido, que me pareceu vir de um calibre 32 e não de uma ponto 40, vista na foto acima, contudo, pela distância de quase um quarteirão, posso estar redondamente enganado.
Pelo que ouvi das pessoas, os assaltantes fugiram pela Vileta e devem ter passado pelos fundos do prédio de compensação de cheques do Banco do Brasil que, pela atividade, deveria possuir câmeras de vigilância instaladas e azeitadas.
O mundo se quer inteligente e Belém (depois, só o além), ainda, carente de tutano: a geleia óssea dos vertebrados.
Só ontem soube que o cidadão faleceu no mesmo dia 1º, o que lamento profundamente, pois rezei para que aquilo fosse nada: um pesadelinho de merda.

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Fotografias discretamente feitas, sem o uso de flash, pelo celular, com a data e a hora dos cliques silenciosos.
Observa-se a ausência da PM no transcorrer da situação, o que é uma eternidade, como  descaso do Estado (instituído), à vítima.
(O projetil atingiu o abdome, na altura do baço, por isso o ferimento não é visto nas imagens; contudo, nas costas, havia um pequeno orifício, que aparentemente não possuía vestígios de saída na parte frontal do corpo; “ponto quarenta”?)

Relato e opinião: HB.

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