Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*


FAU
O filme é mudo, mas apresenta letreiros explicativos, a exemplo: “Chega o iate São Cristovão de propriedade do Snr. Rodolfo Chermont, conduzindo convidados especiais.”.

Ver postagem original, com três anos, no Vimeo, sob o título Ilha do Mosqueiro (Belém Para); sem menção à época ou à autoria, possivelmente postado nos EUA.

Observações:
Logo no início da película há uma placa pendurada ao pórtico anunciando CHÁCARA e dois outros nomes sem leitura, possivelmente: SANTA XXXXXXX.
No ponto 9:57 se vê o edifício Lilian Lúcia ao fundo, dando referência à localização da residência Chermont ─ apesar do documento se referir à Vila do Chapéu Virado, hoje se entende aquela praia como do Farol.

*O título original desta postagem era Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) na década de 1950, contudo, por plena concordância à observação do professor Fabiano Homobono de que o automóvel Willys, primeiro Aero a ser fabricado no Brasil, à semelhança do que aparece na Chácará ainda icógnita, só surgiria no ano de 1960, com a montadora Willys Overland do Brasil.


Postcriptvm (05/06/2015):
Professor, após visualizar o post “Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*” (https://fauufpa.org/2013/11/27/23955/), por curiosidade, resolvi buscar o nome Ana Júlia Chermont no Facebook, e lá havia a foto de uma criança muito parecida com a do vídeo. Lendo os comentários, vi muitas pessoas perguntando se era ela a criança aniversariante de tal vídeo. A própria Ana Júlia, em resposta a um dos amigos, comentou: “Ei Pepipito era sim meu aniversário de 7 anos, no Mosqueiro, filmado pelo Fernando Melo.”.
Como vi que não havia informações sobre a autoria desse vídeo, nem no blog e nem no vimeo, achei relevante trazer essa informação.
Abraços, professor!
At.te
Rebeca Rodrigues
Graduanda em Arquitetura e Urbanismo | Universidade Federal do Pará

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3 respostas para Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*

  1. Arnaldo Barros disse:

    Simplesmente fantástico esse filme, um retorno ao passado, à felicidade da bulcólica.
    Curioso ver a Ana Júlia Chermont ainda criança junto com seus pais, fantástico mesmo.

  2. xxxx disse:

    O filme foi editado, são dois momentos: na primeira parte é a granja que a família possuía na Br316 e a filmagem deu-se provavelmente em 1960. Acho que a segunda, Mosqueiro, é anterior considerando o tamanho do Paulo, o primogênito e do Armando, o caçula dos homens.

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