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Fonte primária cobre intolerância da 2ª Guerra Mundial no Pará

DC
Fonte: Biblioteca Nacional.
Colaboração: Bibliotecária Regina Vitória Fonseca.

Por o Projeto Laboratório Virtual - FAU ITEC UFPA

Ações integradas de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará - em atividade desde maio de 2010.
Prêmio Prática Inovadora em Gestão Universitária da UFPA em 2012.
Coordenação: professor Haroldo Baleixe.

2 respostas em “Fonte primária cobre intolerância da 2ª Guerra Mundial no Pará”

Nunca imaginei que essas coisas infelizes tivessem acontecido por aqui, pensei que se restringissem naquele tempo ao sul do país.
No governo brasileiro havia muitos simpatizantes do Eixo e alguns pesquisadores acreditam que os navios brasileiros afundados que mataram quase seis centenas de brasileiros não eram os Unterseeboots ou U-Boots, no caso o U-507, mas estratégias aliadas para a entrada do Brasil na 2ª Guerra.
Após as noticias do afundamento dos navios brasileiros muitos restaurantes alemães foram depredados no Rio de Janeiro e a perseguição aos “súditos do Eixo” foi intensificada.
Acho que pelo fato do Brasil ter teatralizado ataque à Itália, os italianos sofreram mais perseguições que os alemães e japoneses.
Guerra é guerra.

Parte do meu texto foi suprimida, quis dizer que não foram os submarinos alemães para alguns pesquisadores, esses submarinos é que eram chamados de Unterseeboots ou U-Boots.
Ao U-507 é atribuída a ação na costa norte e nordeste brasileira, um monstro do fundo do mar, mas como ele poderia ter tanta munição e fazer o estrago que fez?

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