CLIPPER Nº1 no acervo Theodoro Braga; por José Maria de Catro Abreu Júnior

O texto do e-mail enviado pelo colaborador José Maria de Castro Abreu Júnior é o explicativo das imagens desta postagem:

Caro Baleixe:
Ano passado fui ao Arquivo Público de São Paulo em busca do acervo do Theodoro Braga.
É o maior acervo do Pará fora do Pará; são mais de 300 caixas de coisas que o homem juntou a vida toda.
Ele pretendia fazer um dicionário biobibliográfico sobre o Pará.
Passei poucos dias, não deu para revirar tudo, afinal, sou um só.
Não achei o que procurava, mas encontrei outras coisas.
Dando uma remexida, localizei isso e pensei: será que passei ao Baleixe?
Na dúvida aqui vai – é uma página solta, ou seja, não tinha referência, o que é bem a cara do acervo dele: uma zona, ainda mais porque são coisas do Pará e os arquivistas não tem muita noção de como agrupar aquilo.
Se já te mandei… vai de novo: duas fotos de Clipper e a página solta onde estão as fotos. A outra metade da página deve estar em outra das 300 caixas.

Abraços,
JMCAJ.

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O texto do anônimo e não datado jornal parece corroborar com uma das conclusões do Blog da FAU: de que o CLIPPER Nº01 fora construído na interventoria federal de José (Carneiro da Gama) Malcher, estando à frente da Prefeitura de Belém o professor Abelardo Condurú.
Se o Vilhena Alves é de 1938 e aparece como novidade ao tabloide, o Clipper Nº01, mesmo em destaque na página, não é desse modo festejado, portanto, deve ser anterior à inauguração do grupo escolar, um dos marcos do Art Deco paraense.
A tese do BF é que o primeiro Clipper fora construído ainda nos últimos anos da década de 1930: entre 1936 e 1939 (período anterior à Segunda Guerra); isto justificaria-lhe o apelido estrangeiro ambíguo disseminado pelos múltiplos abrigos de passageiros de ônibus no Pará nas, pelo menos duas, décadas seguintes.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

Esse post foi publicado em Arquitetura e Urbanismo, Equipamentos urbanos, Pesquisa e marcado , , . Guardar link permanente.

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