BF é referenciado em luxuosa publicação da SECULT/JUCEPA

Livro Marcas do Tempo 2

Após 18 meses de uma cuidadosa edição, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e a Junta Comercial do Pará (Jucepa) apresentaram na Feira do Livro a obra “Marcas do Tempo, Registros Comerciais do Pará 1895-1922”, uma reunião de estampas comerciais registradas no Estado entre o final do século XIX e o início do século XX. “Esse livro traz uma referência de como as pessoas se vestiam, o que comiam e como se divertiam, em Belém nessa época. Vai ser um prazer manuseá-lo”, contou o secretario de cultura, Paulo Chaves, durante a apresentação da obra.
Com capa dura, 412 páginas coloridas e mais de 700 estampas, entre logomarcas, rótulos, embalagens e inscrições comerciais, o livro foi apresentado para um grupo de convidados no Auditório Eneida de Moraes e, logo em seguida, lançado no Ponto do Autor. “Esse projeto foi uma das primeiras coisas que me apresentaram quando cheguei à Jucepa e costumo dizer que foi amor a primeira vista. Eu me apaixonei pelo livro e dá muito orgulho vê-lo lançado”, comentou a presidente da Jucepa, Cilene Sabino. No comando da instituição desde o final do ano passado, Cilene assumiu o projeto iniciado pelo ex-presidente Paulo Sérgio Pinheiro.
Marcas do Tempo apresenta ao público as estampas arquivadas na Jucepa entre os anos de 1895 e 1922, época em que, ao registrar suas empresas os comerciantes precisavam apresentar também a identidade visual de seus negócios. Isso incluía até o formato dos biscoitos fabricados pela extinta Fábrica Palmeira. “Um dos aspectos mais importantes desse livro é justamente que esse material, guardado pela Jucepa há tantas décadas, vai poder ser acessado pelas pessoas sem que haja contato com as estampas originais, tão delicadas”, explicou Lorena Sousa, do Departamento de Editoração e Memória (DEM) da Secult, responsável pela organização e edição.
Um dos idealizadores do projeto dentro da Junta Comercial, o coordenador de comunicação, Orlando Carneiro, também esteve no lançamento e ressaltou um dos aspectos mais importantes para a instituição. “Em quase 140 anos de atividade, a Jucepa guarda uma parte muito importante da nossa história e esse livro apresenta isso ao público, que muitas vezes não tem ideia do que é feito na Junta Comercial”, comentou. “Esse é um livro para garimpar. Seja na área de sociologia, antropologia, publicidade, temos aqui um material riquíssimo para garimpar e contar um pouco da nossa história nesse período”, completou Paulo Chaves.

Texto de Anna Peres ao site da Feira Pan-amazônica do Livro 2016.


Blogs de referência e agradecimentos em Marcas do Tempo:

Recortes

O Blog da FAU agradece o exemplar de Marcas do Tempo,  enfim um Thesouro Publico, enviado pela jornalista Lorena Souza, coordenadora da primorosa edição de mil exemplares.
Em breve a biblioteca José Sidrim receberá o seu à consulta dos que buscam referências imagéticas à história das artes gráficas do Pará.
Que Marcas do Tempo alcance o mesmo sucesso e função didática que Belém da Saudade; afinal são, ambos (livros/álbuns), ideias visionárias do último lemista: Paulo Roberto Chaves Fernandes.

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