1957 — o trem passa pela Almirante com a Vileta

Salomão Mendes, editor da página do Facebook intitulada Belém Antiga, trouxe à tona (e à baila) um precioso material de um site estadunidense; a tarimba de jornalista acabou por provocar, por cortes e inserção de músicas, a viralização, nas redes sociais e grupos de WhatsApp, de um insosso conteúdo de cinema surdo e mudo.
À semelhança de Salomão, também colaborador do projeto Blog da FAU e confrade da Memória, montamos um audiovisual, a partir da mesma matéria bruta do Chicago Film Archives, com propósito didático — aqui trabalhamos a mesma cena, repetindo-a por quatro vezes, em velocidades distintas para melhor apreensão de detalhes, como a moderna casa de Belisário Dias em contraste ao velho palacete que seria demolido em prol do novo Souza Franco do regime militar, a rodagem coberta pelo mato, uma locomotiva (ou: a Augusto Montenegro?) aparentemente reformada se comparada a uma fotografia mais antiga:

Álbum de Augusto Montenegro 1908


O trem, no audiovisual, segue o trajeto Bragança/Belém com destino à Estação Ferroviária de São Brás.

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