“Memórias do Pará”

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Dentre as poquíssimas referências na Internet sobre o professor Philadelpho Cunha, encontramos o texto (linkado à imagem) intitulado “Mais reminiscências da Estrada de Ferro de Bragança”; nele, Loriwal Rei de Magalhães, em entrevista, diz:
“Eu ingressei na EFB em 1958, logo após a minha formatura em engenharia civil e nela permaneci até 1967. Quando eu entrei, o superintendente era o dr. Heitor Pontes Rayol, e logo entrou o dr. Philadelpho Cunha, nomeado pelo Jânio. Após a renúncia de Jânio, assumi a Superintendência da EFB. E minha saída ocorreu pouco antes da revolução de 64, ainda no governo Jango, quando o sindicalismo ganhou força. Aí fui substituído pelo Geraldo Cozi Pereira, que ficou até a revolução, sendo substituído pelo general Ferreira Coelho. Depois veio o coronel Meireles, por curto período, e em seguida o dr. Leônidas de Carvalho Pereira, que presidiu o grupo de liquidação da ferrovia. Eu fui engenheiro de vias permanentes, depois passei a engenheiro assistente. A primeira função era cuidar das vias, dos trilhos. Quando fui para a superintendência já conhecia a estrada de maneira total.”
Esperamos que a pouca memória sobre Philadelpho, dentre tantos feitos engenheiro da sede do Payssandu, seja em breve reparada.

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