“O resumo da ópera”

Imagem ampliável à leitura e observação das insígnias.

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2 respostas para “O resumo da ópera”

  1. Jussara Derenji disse:

    Baleixe, acho que em primeiro lugar desfez-se uma lenda e as lendas são muito boas para fazer dormir a criancinhas, ou eram…
    Instituições científicas, produtoras de saber, que devem ensinar, antes de tudo, a pensar, se alimentam de pesquisas.
    Neste caso, exemplar, a Faculdade mostrou-se capaz de demonstrar que a insígnia, símbolo da UFPA, não foi feita por Manuel Pastana, ponto final.
    Teve duas etapas, digamos, uma ignorando a outra, o que não acho muito saudável.
    Nada contra mudar, as formas se transformam eventualmente, modernizam-se.
    Guarde-se, porém, a memória do que existiu antes.
    Como diretora do MUFPA sinto-me satisfeita por termos cumprido a nossa parte: mantendo, preservando e expondo a memória da UFPA através da primeira insígnia que ela teve.

    • fauitec disse:

      Jussara:
      A ciranda foi bacana; se o Maÿr Obadia não nos tivesse confundido, o resultado sairia mais rápido.
      Se bem que o Ivan Brasil havia sugerido descartar a Casa Cruzeiro como ourivesaria, pelo menos neste nosso caso.
      Também, se essa discussão não fosse pública, não teríamos o depoimento elucidativo da professora Albertina Fortuna de Oliveira, que mora em Brasília, segundo a Jane Beltrão.
      As “duas etapas”, “uma ignorando a outra”, foi um ato natural da tomada de poder em 1960, consagrada pelo Golpe Militar de 1964, justamente o período de criação do escudo, oficializado em 1969; para entender isso basta recorrer ao ALCYR MEIRA em UM INDÔMITO TIMONEIRO: “…Questões de natureza política promoveram a nomeação do Dr. Mario Braga Henrique, professor aposentado, radicado no Rio de Janeiro, totalmente desvinculado das atividades acadêmicas locais e até mesmo do convívio com os seus conterrâneos. Ao encerrar sua administração em dezembro de 1960, o Reitor Mario Braga Henriques deixou uma pálida crônica de realizações e, talvez por isso, perdeu a hegemonia da universidade para o grupo oposto…”; isso justificaria a aversão à ideologia derrotada, onde o Brasão Original personificava qualquer oposição indesejável; se permanecesse em uso, com a certeza de Meira, assombraria os inquilinos do Palacete Augusto Montenegro.
      Creio que as coisas não acabam por aqui, pois precisamos visualizar outras experimentações plásticas do Maÿr Sampaio Fortuna e sua biografia.
      Estou aguardando contato da professora Albertina, caso não ocorra, teremos que ver o que existe sobre ele na Comissão Brasileira Demarcadora de Limites.
      Lembro que o Patrick Pardini estava fazendo um trabalho por lá.
      Temo que só encontraremos mapas na CBDL, mas, de todo modo, o Brasão Original da U(F)PA achou o pai que rondava a cria.

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