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TOP CHINA 2010 – Templo Budista de Xi’an; por Nathalia Font

Para não cair no rol do esquecimento:

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Em Belém do Pará, pode tudo! (5)

Desta vez conseguimos imagens razoáveis (AMPLIÁVEIS) de um exemplar dos tratores que infestam a periferia de Belém do Pará transportando cargas diversas e inusitadas, sem segurança e poluindo o ambiente.
(Como PERIFERIA é um conceito relativo na Cidade, não se assuste se encontrar um desses flanando em plena Presidente Vargas.)

O Código de Trânsito Brasileiro em seu Capítulo XIV diz: “Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.”.
Imaginemos, então, que o condutor tenha habilitação mínima, a “C”:
Capítulo IX do CTB: “Art. 98. Nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização da autoridade competente, fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica.”; “Art. 103. O veículo só poderá transitar pela via quando atendidos os requisitos e condições de segurança estabelecidos neste Código e em normas do CONTRAN.”; e, “Art. 115. O veículo será identificado externamente por meio de placas dianteira e traseira, sendo esta lacrada em sua estrutura, obedecidas as especificações e modelos estabelecidos pelo CONTRAN.”
Leia todo o Capítulo IX no Código de Trânsito Brasileiro e analise as fotos para ter seu próprio juízo sobre o “modelito amarelo”; há piores, bem piores.

O curioso é que o veículo fica estacionado no acostamento da pista de rodagem para servir a um ferro-velho vizinho à entrada secundária, mas única ativa, do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, defronte ao linhão da Eletronorte; justo na maior curvatura da avenida Perimetral na área que interliga duas universidades federais (PÚBLICAS): UFRA e UFPA.
Na primeira fotografia é possível identificar a rotatividade comercial nesse ponto nevrálgico da Terra Firme.

É mesmo o EMPACAEMpreendimento Privado de Aceleração do CAos.

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POSTSCRIPTVM:
Se voltarmos à postagem Em Belém do Pará, pode tudo! (4) descobriremos o destino da surreal malha para concreto que se arrasta pelo asfalto; possivelmente, desde a COPALA, o que significa dizer que os patrões mudam de endereço à conveniência do Mercado, preferencialmente para onde o custo seja ZERO.

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Divulgação

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Divulgação/convite à FAU


Imagem-link à AVAPE.

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Divulgação/convite à FAU

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Divulgação/convite à FAU

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Palestra sobre a Praça Batista Campos; dia 28, na FAU

Comunico que a Arquiteta Marília Ribeiro Teixeira, egressa da FAU, irá apresentar Dissertação de Mestrado defendida no MDU/UFPE intitulada “A significância do conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça Batista Campos em Belém do Pará” no dia 28 de setembro, quarta-feira, às 9:30 no Auditório da FAU.
A palestra é uma atividade da Disciplina “Memória e Patrimônio Arquitetônico”, e está aberta aos interessados.
Atenciosamente,
Cybelle Salvador Miranda
Doutora em Antropologia
Professora Faculdade de Arquitetura e Urbanismo/Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
Coordenadora do Laboratório de Memória e Patrimônio Cultural
Universidade Federal do Pará
Belém – Pará – Brasil


Resumo ampliável por clique.

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Lu Santana e Fortunato Neto – exposição em Campo Grande


Imagem-link ao site do LAMEMO.

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Anexo: CM-Nota040811

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Origem das fazendas no Marajó; por Antônio Paul Albuquerque

Década de 1920: casa-sede da fazenda Santa Maria, margem do rio Camará, Cachoeira do Arari, Marajó: um  lugarejo (de quase 50 mil hectares) se comparado às áreas generosas ditas “retalhamento das fazendas dos padres jesuítas” pelo professor Paul.


A mesma casa-sede da fazenda Santa Maria no ano de 2001.


Artigo, em reprodução xerográfica, doado à biblioteca da FAU pela arquiteta Maria do Carmo Tavares Boulhosa, encaminhado ao BF pela bibliotecária Marina Farias.