O primeiro romance belenense; por Eidorfe Moreira



Fonte: Jornal A Província do Pará; 27 e 28 de maio de 1984,
Caderno 2, página 13.
Acervo: Stella Pessôa.

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2 respostas para O primeiro romance belenense; por Eidorfe Moreira

  1. Romero Augusto Arade disse:

    Em pesquisas na internet por diversas vezes encontrei esse blog da faculdade de arquitetura da ufpa em assuntos os mais variados o que é curioso por isso comento aqui que esse blog é diferente no sentido de abordar muitas coisas no mesmo espaço tendo carater de um site de variedades muito interessante e util as pesquisas de todos os curiosos.
    Sou biólogo mas sempre me detenho em assuntos que não dizem respeito a minha profissão porque acredito que a formação de uma pessoa deve ir além de sua escolha profissional especializada. Sou adepto da formação generalista para melhor entender como a profissão pode se inserir no contexto geral e a ele ser util.
    Sugiro a vocês que mudem o nome fau para fau diversidades porque aqui se encontra de tudo e isso é muito bom se não seria apenas um gueto de profissionais com linguagem própria que ninguem entende, no caso o arquiteturês.

    • fauitec disse:

      Caro Romero Augusto:
      A ideia da mudança de nomenclatura seria uma opção, do mesmo modo que também foi cogitado o uso do termo revista nos primórdios do lançamento deste canal experimental de comunicação da FAU que já se estende, com relativo sucesso, por mais de dois anos.
      O BF (como o chamamos na Faculdade) tenta dar sentido à tríade que orienta as universidades: ensino, pesquisa e extensão.
      A intenção aqui é que essas ações se entrelacem de modo natural como cultura de fronteiras invisíveis, não só entre nossos alunos, funcionários e professores, mas, na inter-relação com o público externo que, pelo uso da ferramenta Internet, vem de todos os cantos do planeta.
      As profissões hoje estão longe de ser estanques, encasteladas em seus objetivos primários; ao contrário: o dinamismo plural dá alento e conteúdo a elas.
      A postagem que você ora comenta diz respeito à literatura, mas tem um viés no urbanismo do século XIX, sendo, para o “centenário” professor Eidorfe Moreira, o primeiro romance citadino produzido no estado do Pará.
      Agradecemos o seu comentário, uma baliza ao nosso trabalho.

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