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1932: ano em que o ginasiano Eidorfe perdeu o braço esquerdo

“Prestes a terminar o curso ginasial, em 6 de setembro de 1932, participou da revolta estudantil de apoio à Revolução Constitucionalista de São Paulo, que marcaria, fundamente, sua personalidade e sua vida. Ferido a bala no braço esquerdo, teve de amputá-lo, aos vinte anos de idade, no Hospital da Santa Casa, onde se internara com os colegas Almerindo Freire e Temístocles Cunha, também vitimados pela violenta ação do Governo do Estado contra a intentona, na qual perdeu a vida o ginasiano Cícero Teixeira.” (Maria Annunciada Chaves em nota biográfica de 1989 à coleção Obras Reunidas de Eidorfe Moreira – Conselho Estadual de Cultura do Pará/SEDUC/CEJUP)

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Referência e texto completo em Uma página memorável da mocidade paraense; por Eidorfe Moreira.

Postagem com colaboração da escritora Stella Pessôa.

Por o Projeto Laboratório Virtual - FAU ITEC UFPA

Ações integradas de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará - em atividade desde maio de 2010.
Prêmio Prática Inovadora em Gestão Universitária da UFPA em 2012.
Coordenação: professor Haroldo Baleixe.

Uma resposta em “1932: ano em que o ginasiano Eidorfe perdeu o braço esquerdo”

Salvo engano, aí foi a única vez que o Eidorfe falou sobre o assunto.
Nos jornais da época trombei com a notícia da amputação do braço dele, ainda apenas um ginasiano.
Há alguma participação da Faculdade de Medicina na coisa, achei até um ofício do Magalhães Barata endereçado à Faculdade sobre o assunto.
Excelente postagem.

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