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Realidade: existe preconceito de côr no Brasil

Revista REALIDADE.
Matéria: “Existe preconceito de côr no Brasil” (outubro de 1967).

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Círio 2015 — animando as ideias

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Fatos em foco — Círio 2015

AR3Os editores do Blog da FAU {Haroldo Baleixe e Jaime Bibas [este de modo telepático (e por Wi-Fi)]} criaram e o Ronaldo Moraes Rêgo materializou a “marca” Círio 2015 (do BF) em algumas camisetas como experimento à publicação.
Em três horas todo o trabalho estava concluído com qualidade profissional; e, desta vez, o Ronald vestiu a camisa: “A estampa tem o encanto do mistério comum às religiões e esse é um mote inesgotável. O Círio é mágico-plástico porque é humano; traduzí-lo graficamente é complexo, tem de assuntar muito. Saravá! Okê Caboclo! E… Viva Nossa Senhora de Nazaré!”.
O dito do artista não constitui um elogio à concepção, mas à dinâmica necessária para alcançar resultados coerentes em uma gravura, levando-se em consideração a temática e a técnica: serigrafia monocromática.

Lembramos que o arquivo PDF CÍRIO 2015 – com FAU-UFPA é o mesmo que deu origem ao registro fotográfico acima no dia 29, anteontem  à disposição daqueles que o queiram reproduzir em camisetas.
Saímos do modus operandi neste ano em consequência da greve, mas nada impede que o Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo popularize a ideia.

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Polêmica

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Documentário — Mosqueiro Ilha dos Sabores

Publicado em 18 de nov de 2014 (no Youtube)

Uma expedição gastronômica pela Ilha de Mosqueiro – Pará – Brasil. Este é o documentário Mosqueiro: Ilha dos Sabores. Neste passeio, você conhece não só as delícias da Ilha, como também histórias muito especiais que só poderiam ser contadas por quem vive em Mosqueiro, nome que deriva inclusive de uma técnica indígena de preparação do peixe, o Moqueio.

O documentário estreou na TV Cultura do Pará na faixa Cultura.DOC, no dia 01 de março de 2014.

Ficha Técnica:
Direção, roteiro e apresentação: Roger Paes
Direção de Fotografia: André Mardock e Jacob Serruya
Produção: Felipe Cortez
Luz e Maquinária: Luciano Mourão
Assistente de Produção: Marcela Cabral
Som Direto: Agostinho Soares
Trilha Original: Allan Carvalho e Ronaldo Silva
Motoristas: João Filho e Márcio Borges
Supervisão de Operações: Francisco Gonçalves
Gerência de Logística: Jacqueline Schalken
Diretoria de Técnica: Abílio Martins
Diretoria de Marketing: Betty Dopazzo
Produção Musical: Beto Fares / Rádio Cultura FM
Diretoria de TV: Tim Penner
Presidente Cultura Rede de Comunicação: Adelaide Oliveira

Sugestão de publicação: Jorge Eiró.

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CABANAGEM – O povo em armas na Amazônia; por Lúcio Flávio Pinto

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Imagem-link ao (outro) blog criado por Lúcio Flávio.

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Belém do Pará em 1932 (2)

O vídeo abaixo mostra os primeiros resultados das pesquisas que Igor Pacheco, editor do site parceiro Fragmentos de Belém, tem feito no National Archives US.
Por ora é a soma do material bruto possível de ser retirado das películas produzidas pela Ford Motor Company.
A intenção é montar um audiovisual que reúna tudo o que foi registrado pelos norte-americanos na cidade de Belém do Pará no início dos anos 1930, bem como o material disponível sobre Santarém, Belterra, Fordlândia e arredores.
Desta vez foge-se das inconvenientes marcas d’água dos sites hospedeiros.

 

Assista também ao primeiro videoclipe: Belém do Pará em 1932.

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Postscriptvm:
Alguns leitores do BF nos chamaram atenção para possíveis equívocos nos dois audiovisuais aqui postados, tanto em cenas urbanas quanto rurais; as observações se referem a algumas poucas cenas de Manaus e Santarém que podem estar misturadas às de Belém.
Os editores concordam com os e-mails de alerta, contudo, como é uma pesquisa que se inicia à provocação dos internautas, aguardaremos os argumentos convincentes à reparação do material conclusivo ao assunto.
Aqui todos aprendemos com os erros, sem apagar os rastros das suspeitas que propiciam a interatividade nas investigações.

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Consequências do 06 de setembro de 1932

Magalhaes BarataA imagem abaixo mostra o ofício enviado pelo Interventor Federal do Pará, à época Major Joaquim de Magalhães Cardoso Barata (foto), ao Diretor da Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará, solicitando medidas punitivas ao acadêmico Miguel Martins, suposto líder do “motim para derrubar o governo da Interventuria”:

Ofício 1933

Postagem com colaboração do professor José Maria de Castro Abreu Júnior.

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1932: ano em que o ginasiano Eidorfe perdeu o braço esquerdo

“Prestes a terminar o curso ginasial, em 6 de setembro de 1932, participou da revolta estudantil de apoio à Revolução Constitucionalista de São Paulo, que marcaria, fundamente, sua personalidade e sua vida. Ferido a bala no braço esquerdo, teve de amputá-lo, aos vinte anos de idade, no Hospital da Santa Casa, onde se internara com os colegas Almerindo Freire e Temístocles Cunha, também vitimados pela violenta ação do Governo do Estado contra a intentona, na qual perdeu a vida o ginasiano Cícero Teixeira.” (Maria Annunciada Chaves em nota biográfica de 1989 à coleção Obras Reunidas de Eidorfe Moreira – Conselho Estadual de Cultura do Pará/SEDUC/CEJUP)

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Referência e texto completo em Uma página memorável da mocidade paraense; por Eidorfe Moreira.

Postagem com colaboração da escritora Stella Pessôa.

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Os lendários portugueses carregadores de pianos – 1932

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Postagem com colaboração do professor José Maria de Castro Abreu Júnior.

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Postscriptvm (em 06/01/2014):

A localização dos Portugueses Carregadores de Pianos

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Uma Joia; por Monsenhor Leal

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Monsenhor Leal

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Divulgação

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Imagem-link.

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A luta de Deus e o Diabo na terra do açaí; por Carlos Mendes

inri

Lendo no DIÁRIO de hoje (domingo), a entrevista do folclórico Inri de Indaial, ou Inri Cristo, como queiram, deparei-me com algumas considerações do entrevistado que não revelam tudo o que aconteceu durante a curta e agitada passagem dele pela cidade das Mangueiras, em fevereiro de 1982. Principalmente a escaramuça que houve na Praça Dom Pedro II, onde Inri e Fernando Lúcio Miranda, o “Fernando Arara”, travaram uma guerra de ofensas que quase resvala para as chamadas vias de fato.
Deixa eu contar essa estória aqui por mim testemunhada. Eu era frequentador da casa de Fernando Arara, ali na Frei Gil de Vila Nova, atrás do antigo Consulado Americano, na Praça da República, onde ele morava com a mãe, a escritora Lindanor Celina (quando ela vinha passar férias em Belém, porque morava e lecionava literatura portuguesa em Paris). No dia em que o Fernando Arara, mente tão genial e privilegiada quanto louca (se é que as duas coisas não se fundem e completam), soube que o Inri Cristo estava em Belém e era vedete do programa do Eloy Santos na então TV Guajará, da família Lopo/Conceição Castro, decidiu encarar o “enviado” de Deus e tomar satisfações. Fernando Arara era um provocador nato, que morreu tragicamente, esmagado por uma kombi desgovernada da Sefa, naquela mangueira bem na esquina da D. Pedro com a Jerônimo Pimentel, em frente ao Hospital Geral de Belém (HGB).
Era final de fevereiro e as entrevistas do Inri Cristo no programa do Eloy tiveram uma repercussão estrondosa em toda Belém. Com aquela cara de Cristo ocidentalizado, o Inri falava com convicção que era o próprio filho de Deus e dizia curar cegos, cancerosos e deficientes físicos. Multidões iam para a porta do edifício Manoel Pinto da Silva, onde no penúltimo andar, o 25º, funcionava a TV Guajará canal 4, fechando literalmente o trânsito na confluência da avenida Presidente Vargas com as avenidas Nazaré e Assis de Vasconcelos. Uma loucura total.
Na noite anterior, durante um dos quatro ou cinco programas com a participação do Inri, o próprio “salvador” anunciou que na manhã do dia seguinte iria “libertar” o povo da idolatria e do culto às imagens de santos. Ousadia tentar isso na terra de Nossa Senhora de Nazaré e onde também proliferavam centenas de terreiros de umbanda. Dito e feito. Na manhã do dia 28, a praça Dom Pedro II estava superlotada. Por baixo, havia umas dez mil pessoas. Só o general Barata havia conseguido colocar tanta gente na praça em frente ao Palácio Lauro Sodré, onde funcionava a sede do governo papachibé.
No centro da praça, trepado ao lado da estátua de Dom Pedro, a figura do Inri se destacava. Ele pregava para a multidão, largando o pau na Igreja Católica. Ao lado do amigo Raul Thadeu da Ponte Souza, jornalista dos bons, já falecido, eu anotava tudo o que o Inri Cristo falava. Entre ataques às riquezas dos templos católicos e a demonização de bispos e padres, sob aplausos da turba extasiada, ele preparava-se para caminhar com seus discípulos rumo à Catedral, bem pertinho, para “cumprir a vontade de meu pai”, como dizia à multidão, quando eis que aparece o Fernando Arara, aos gritos, chamando o Inri de impostor.
Arara, quem o conheceu sabe disso, era uma figura quase mítica. Inteligentíssimo, estudante de medicina, sabia de cor todas as músicas de Bob Dylan. Sempre com um violão nas mãos, costumava brindar com Dylan a plateia de intelectuais, músicos, atores, e vagabundos metidos a hippies que frequentavam a escadinha do Teatro da Paz. Barbudo, cara de doido, Arara tinha a aparência do Ian Anderson, o flautista genial da banda de rock irlandesa Jethro Tull. Imaginem agora o Fernando Arara, um ateu fervoroso, frente a frente com Inri Cristo, confrontando-o em uma praça diante de uma multidão de fanáticos.
– “Impostor, farsante, canalha!”, berrava Fernando Arara para Inri Cristo. E completava: “Tu não és Cristo porra nenhuma. Tu és uma fraude!”.
Também furioso, com os olhos esbugalhados, Inri Cristo devolvia as ofensas: “Satanás, Belzebu! Meu pai me avisou que tu virias. Eu já te esperava, demônio. Tu estás a serviço dessa igreja cujo povo vou libertar. Vai embora, demônio!”.
Fernando Arara só não avançou para cima do Inri Cristo para comer o fígado dele, porque o Raul Thadeu agarrou o Arara e o afastou no local. Mesmo a uns 20 metros do Inri Cristo, Arara não parava de gritar: “Estelionatário da fé, vigarista de merda, impostor!”. E o Inri Cristo, rebatendo: “Maldito satanás, vai-te daqui!”. Eu quase estava morrendo de rir. O Raul Thadeu olhava para mim e não dizia nada, só fazia coçar os bigodes a la Salvador Dali.
De repente, não mais que de repente, Inri Cristo gritou para a multidão a palavra de ordem: “Expulsem vocês mesmos o Diabo daqui!”. Ordem dada, ordem cumprida. Ao que ver que se continuasse ali, naquela troca de gentilezas com o missionário do Divino, iria virar churrasquinho de gato na praça, Fernando Arara botou sebo nas canelas e saiu de pinote, no rumo da avenida Portugal, aos gritos de “Pega, pega”. Felizmente, ninguém o pegou.
Rindo, com ar de satisfeito, Inri Cristo, ao ver a tarefa cumprida, sentenciou: “Agora que o demônio foi embora, vamos fazer o que meu pai mandou”. E foram todos para a Igreja da Sé, invadida em segundos. Sob os olhares atônitos do arcebispo Dom Alberto Ramos, imagens de santos foram quebradas e o próprio arcebispo tachado de vendilhão. O resto vocês já sabem. Inri Cristo ficou quinze dias no presídio “São José”, na Praça Amazonas. Fui visitá-lo algumas vezes, como jornalista. E anotei coisas que, outro dia, quando tiver tempo, contarei pra vocês.

Fonte: Blog do Gerson.

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Arquitetura e Urbanismo Cultura Documentos Filmes

As Filhas da Chiquita; documentário de Priscila Brasil

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Arquitetura e Urbanismo Cultura

Reabertas as inscrições às eleições do CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CULTURAL


Imagem-link ao Portal da Cultura.

Material enviado pela professora Rose Norat.

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Pensamento social, ineditismo no NAEA


Imagem-link à fonte.
A escritora e pesquisadora Stella Pessôa é colaboradora do BF.

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Belém: a fonte cultural da humanidade

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LP internacional de 1958 é ilustrado pelo Ver-o-peso


O site parceiro Fragmentos de Belém publicou a imagem da capa do Long Play A visit to Brazil da Seeco Records, lançado em 1958.
Belém é destaque com a cerâmica comercializada na Ladeira do Castelo e adjacências, onde aparece parte da placa que identifica tal logradouro público, bem como uma inscrição popular que nomeia o ponto a céu aberto “Casa Pote (desenho de algo parecido) de Ouro de Benedito Lima. (com ponto final)” no muro do grande depósito que guardava essas peças (?), na esquina com a travessa Marquês de Pombal; basta comparar esta foto com as da postagem Ver-o-peso; por Dmitri Kessel (Abril de 1957), possivelmente do mesmo ano.
Na fotografia, ao contrário das que possuímos de Dmitri, se vê em cor um pedaço da placa da PARADA de ônibus que acreditamos ter dado origem ao termo CLIPPER: a que ficava na Avenida Portugal defronte à Praça do Relógio, entre a 15 de Novembro e a João Alfredo.
Continuamos na busca de imagens desse abrigo que possam ser elucidativas à questão ainda mal resolvida no BF, mas que tem apontado para outros temas investigativos interessantes.
Estamos, entre erros e acertos, no lucro, já que a comunicação com a comunidade virtual global está estabelecida na relação saudável de cooperação e parceria.

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Belém Cultura Filmes

Belém Cidade das Águas (2003)


FAU
“Belém Cidade das águas (2003) é um documentário de 22 minutos de Jorane Castro e Cabocla Produções. Está contido no DVD ‘As cidades e a floresta’.
‘A cidade de Belém, vista a partir de sua orla, com seus problemas econômicos e sociais, e com a sua beleza. O filme mostra a capital paraense e a sua relação com os rios que a cercam. Descreve a ocupação da orla da cidade, por portos públicos e particulares,
serrarias, empresas, feiras e diversas outras atividades. Pesquisadores analisam a vida da cidade ribeirinha, apontando saídas para a nova organização urbana e de valorização
de seus rios’.
Veja mais informações: http://cabocla.org/test/?page_id=106” (Youtube)