Divulgação/convite à FAU

I Bienal

“Noite de Autógrafos”: Livro da 1ª Bienal Internacional
da Caricatura – Brasil no Museu do Estado do Pará
O Governo do Estado do Pará por meio da Secretária de Cultura (SECULT) e Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIMM) realizará no Museu do Estado do Pará (MEP) Noite de Autógrafos e Vernissage do Livro da 1ª Bienal Internacional da Caricatura – Brasil, com a presença dos cartunistas paraenses, Biratan Porto e J. Bosco, no dia 09 de julho de 2015, às 19h, no Jardim do MEP.
O livro traz referências ao trabalho de 180 caricaturistas nacionais e estrangeiros, retratando uma parte importante do caminho atual do desenho de humor e o elo com o seu passado histórico, reconhecido pela Associação dos Cartunistas do Brasil como o Melhor Festival de Humor Gráfico de 2013.
Sobre a obra
O “Catálogo da 1ª Bienal Internacional da Caricatura – Brasil” foi o pioneiro a realizar, de forma inédita, um evento em dimensões continentais, abrangendo todo o Brasil de norte a sul (desde o Estado do Pará ao Rio Grande do Sul). Este, registra a história das 40 mostras e exposições sobre a arte da caricatura, nacional e estrangeira.
O Catálogo contém 304 páginas, 50 capítulos e 800 imagens, textos sobre as exposições apresentadas e a biografia de eminentes e célebres artistas históricos e contemporâneos da caricatura, brasileiros e internacionais, a destacar, mestres mundiais dessa arte, os norte-americanos Mort Walker (criador do Recruta Zero) e Thomas Nast, e o francês Gustave Doré, entre outros.
Do Brasil, a publicação apresenta a biografia de artistas luminares, do passado e do presente, tais como: Manoel de Araújo Porto Alegre, K. Lixto, J. Carlos, Raul Pederneiras, Sebastien Auguste Sisson, Carlos Estêvão, Appe, Ziraldo Alves Pinto, Claudius Ceccon, Jaguar, Lan, Adail, Cavalcante, Cau Gomez, Guidacci, Genin Guerra, Lula Palomanes, Hermé e Zé Andrade, e dos novos Glen Batoca, Fabrício Garcia (Manohead), além do organizador da Bienal, Luciano Magno (que, além de historiador, apresenta sua faceta como caricaturista), traçando um alentado roteiro da arte caricatural brasileira do século XIX ao século XXI e, com isso, estampando uma parte importante do caminho atual do desenho de humor nacional e do mundo e a conexão com o seu passado histórico.

Texto: release (ipsis litteris) da mostra.

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