O vídeo acima, feito por um cinegrafista de ocasião que descreve os “pichadores” como “um velho e uma menina-moça” viralizou na Internet (Instagram) e, dizem: chegou na tv aberta, nesses programas sensacionalistas que matam a cobra e mostram ela (a cobra) toda desfigurada pra ganhar audiência.
O Steven Spielberg tupiniquim deveria comprar um celular melhor para exercer esse ofício; aliás: um par de óculos de farmácia já resolveria sua cegueira (ignorância) que não identificou que o spray usado é PRATA – pela falta do BRANCO ou da barata CAL, já que era domingo por volta das 17 horas com as lojas de materiais de construção fechadas.
Quer dizer: a “ação criminosa” era, DE FATO, o apagamento de um borrão estúpido feito anonimamente horas antes, na madrugado do domingo.
O ato do irresponsável filmante não se difere daquele caso em que um rapaz foi morto a pancadas no Rio de Janeiro acusado de ter furtado a bicicleta que (DE FATO) era da própria irmã – é o povo travestido de polícia pra promover linchamentos.
Bem… o muro já está caiado e assim será sempre que alguém nele intervir de modo aleatório sem planejamento ou apelo estético razoável: a cal é como um papel higiênico nesses casos em que a PM real (instituição) deixa passar.
Mas se pode concordar com esse influenciador de araque: “o Brasil não tem jeito mesmo”; menos ainda com ele registrando coisas que não estão ao alcance de sua parca compreensão.
Agora que ele encare o processo que a menina-moça e o velho irão mover contra ele via Américo Leal.
O português Valter Hugo Mãe tá certíssimo: é o século dos imbecis.
Postscriptvm:
A matéria publicada na tv aberta
A retratação do mesmo canal de tv aberta
Observemos que as retratações jamais têm o mesmo alcance da DESINFORMAÇÃO; portanto: o jornalismo profissional, em hipótese alguma, pode se pautar pelo que os imbecis do século publicam em suas redes antissociais – banheiras de fezes.






























































Realmente o vídeo mostra o VELHO e a MENINA-MOÇA dublando uma pichação, tentando recobrir as trajetórias do spray com o dito PRATA (do texto).
Os movimentos de ambos não deixam rastros pretos, apenas amenizam os já existentes pela cobertura do PRATA.
Ninguém precisa ser um perito criminal pra ver que o “filmante” é uma besta quadrada.
Ele não viu a cena real porque filmava num celular furreca que registrou uma imagem furreca; no fundo foi um registro alheio ao autor, mas montado pela estupides artificial dele próprio.
Parabéns meu jovem “cinegrafista”.
Mas a emissora de tv foi cúmplice ao engolir imagem indefinida na origem borrando-a mais ainda.