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Maÿr Sampaio Fortuna volta à cena na novela Brasão da UFPA


Na postagem “Medalhão da UFPA: retorno ao rumo” dissemos “A partir de agora desconsideraremos Maÿr Sampaio Fortuna como possível criador, desenhista ou fundidor do Brasão da UFPA.”.
Como as investigações sobre Maÿr Obadia não avançaram, trouxemos à baila o desenho de um “Diploma” do “Partido Social Democratico” elaborado por Maÿr Sampaio Fortuna que demonstra sua plena habilidade gráfica — é um novíssimo achado, distinto do mapa, aquele impossível de revelar os domínios de representação da circundante concretude.
A outorga, assinada pelo Coronel Magalhães Barata, reconhece “os relevantes serviços prestados com lealdade e dedicação ao Partido Social Demorático” do engenheiro civil  Paulo Augusto Gadelha Alves, em foto na turma “Engenheiros de 1945” da Escola de Engenharia do Pará.
A estampa do “Diploma de Honra”, com campo para “Assinatura do Eleitor” é de 1949; posterior à carta geográfica datada de 1943, publicada em “Medalhão da UFPA: especulações e derivativos“.
Independentemente de qualquer conclusão sobre a autoria do Brasão da U(F)PA, Maÿr Fortuna mostra-se merecedor de investigações sobre uma possível produção artística pertinente — amplie e veja os detalhes ilustrativos.

Dez anos antes da cerimônia que exibe tanto o brasão da U(F)PA ao fundo quando a mesma insígnia no medalhão, FORTUNA mantivera relação profissional com o PSD — sigla capitaneada no Pará por Magalhães Barata, responsável pela indicação de Mário Braga Henriques ao primeiro reitorado da Universidade, em 1957.

Medalhão da UFPA: retorno ao rumo

Consultamos um “arquivo” fundamental à história da Reitoria da Universidade Federal do Pará:  a gentilíssima senhora SUELY FRAIHA.
A partir de agora desconsideraremos Maÿr Sampaio Fortuna como possível criador, desenhista ou fundidor do Brasão da UFPA. 
A peça que ilustra a postagem fora confeccionada por um OURIVES de mesmo nome, mas de sobrenome distinto: MAYR OBADIA, também com “y” tremado; dona Suely guarda memória escrita da nota fiscal desse serviço, feito na CASA CRUZEIRO, aqui em Belém  — há  indicativos que a liga da “peça única” contenha ouro.
“José da Silveira Neto recebeu esse medalhão de Mário Braga Henriques e o usou no primeiro reitorado; no segundo, já ostentava  a medalha projetada por Alcyr Meira, confeccionada pela RANDAL.”; fatos ainda claros na memória de quem viveu a Reitoria dos tempos idos.
Quem seria o autor do desenho da peça?
Nossa colaboradora “acredita” que o próprio Maÿr Obadia; felizmente, sem uma convicção que aparte MANOEL PASTANA.

Não poderíamos olvidar a colaboração do engenheiro civil  Mário Ernani Magno Bentes, sempre disposto a fornecer os contatos necessários ao andamento desta e doutras averiguações.