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Divulgação/convite à FAU

O DPHAC/ SECULT, através de seu Programa de Educação Patrimonial, inaugurou, no mês de março, o Projeto Diálogos com o Patrimônio: Valorizando Memórias e Construindo a Cidadania Cultural, que objetiva realizar um evento de periodicidade mensal, estabelecer diálogo com diversos segmentos da sociedade, como recurso de aproximação deste público junto ao DPHAC para desenvolvimento de estratégias, abordagens e reflexões sobre a realidade paraense.
De abrangência para Belém e municípios do PAC das Cidades Históricas indiretamente (Santarém, Belterra, Aveiro, Óbidos, Vigia, Afuá, Cametá, Bragança, na forma de convidados para a programação em Belém), acontecerá toda última semana do mês, no Museu Histórico do Pará, sendo que cada mês um tema de interesse para o patrimônio entra em pauta, com diferentes convidados de instituições parceiras, da sociedade civil, dialogando com um técnico do DPHAC, seguido de abertura aos debates com os presentes.
Público-alvo:
Instituições de Governo, Instituições de Ensino e Instituições de Pesquisa, Secretarias Municipais de Educação, Cultura, Turismo e Meio Ambiente, moradores e trabalhadores de centros históricos, agentes de cultura, e representantes da sociedade civil organizada interessados em patrimônio cultural.
Para o mês de abril, o tema será
“Novas Dimensões da Educação Patrimonial: Experiências Amazônicas”.
Dia 23/04, no horário de 15 às 17h
Local: Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP) – Palácio Lauro Sodré, Pça. D. Pedro II, s/n, Cidade Velha
Expositores:
Sabrina Campos Costa, bacharel em Turismo e Gestora Empresarial, é MBA em Planejamento e Marketing Turístico e Especialista em Arqueologia, tendo atuando com web jornalismo turístico, consultoria empresarial, planejamento e infra-estrutura turística. É docente da Especialização em Patrimônio Cultural e Educação Patrimonial da FIBRA e técnica em gestão cultural do Departamento de Patrimônio Artístico e Cultural da SECULT. Pesquisa sobre turismo arqueológico, cinema como marketing turístico, turismo cultural e educação patrimonial.
Lílian Panachuk formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2004, atuando, desde 1997 na pesquisa sobre arqueologia brasileira em colaboração com a equipe do Setor de Arqueologia do Museu de História Natural e Jardim Botânico. Iniciou sua participação na Scientia Consultoria Científica, no âmbito do licenciamento ambiental, em 2005; e em 2007 inicia suas pesquisas na Amazônia. Em 2012 obteve a titulação de mestre em arqueologia no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo com pesquisa sobre o licenciamento ambiental na Amazônia e seus desdobramentos aplicados à educação patrimonial.
Zenaide Pereira de Paiva possui graduação em Educação Artística – Habilitação Desenho, e Especialização em Teorias, Políticas e Práticas Curriculares. Atuou como coordenadora/educadora do Programa de Educação Patrimonial nos projetos Salobo, realizado no município de Parauapebas, Bauxita de Paragominas/PA, realizado nos municípios de Abaetetuba e Moju, e Serra do Sossego, realizado em Canaã dos Carajá,s pelo Museu Paraense Emílio Goeldi. É Técnica em Gestão Cultural – Coordenadora de Educação e Extensão, do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secretaria de Estado de Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de arte, educação patrimonial.
Michel Pinho é formado em História pela UFPa. Começou a fotografar nas oficinas da Fotoativa. Participou do Salão Arte Pará como convidado, ganhou prêmio do Estado no Salão da Vida, foi contemplado pela Bolsa de Pesquisa e Criação Artística do IAP (Instituto de Arte do Estado do Pará) com o projeto Murografia. Participou de coletivas na França, Bélgica. Suas obras estão nos acervos da Fundação Tancredo Neves em Belém e Foto-arte de Brasília. Em 2007 teve seu vídeoarte PAI foi exibido no festival Guarnicê. Entre 2006 e 2011, fez parte da diretoria da Associação Fotoativa como secretario executivo, vice presidente e presidente. Desenvolveu e coordenou jornadas fotográficas, cursos, criou editais de incentivos a áudio visuais e planejou e executou o projeto “Ver-te Belém Histórica”, projeto premiado pelo edital do Ministério da Cultura. Na sua gestão a Associação fotoativa executou duas versões consecutivas do projeto Pontos de Cultura do governo federal, a convite do IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional. É mestrando em Arte e cultura na Unama (Universidade da Amazônia).
Janice Lima é graduada em Física pela Universidade Federal do Ceará, Especialista em Inter Relações Arte Escola pela Universidade Federal do Pará e Mestre em Educação Políticas Públicas pela Universidade Federal do Pará. É coordenadora, professora e pesquisadora do curso de Artes Visuais e Tecnologia da Imagem da Unama. Vem elaborando e coordenando programas de educação patrimonial no Museu Paraense Emílio Goeldi desde 2002 vinculados a projetos de prospecção e salvamento arqueológico no Pará.

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Sabrina Campos
Turismóloga/Gestora Empresarial
Esp. em Arqueologia/MBA em Planejamento e Marketing Turístico
http://belamazonia.blogspot.com.br
Secretaria de Estado de Cultura
Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural
Praça D. Pedro II s/nº – Palácio Lauro Sodré 66.320-310 -Belém – Pa
Fone:91-4009 9842

E-mail enviado por Cláudia Nascimento
Arquiteta e Urbanista – SECULT/PA .

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Do DiárioOnLine


Fonte: DiárioOnLine.

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Da filosofia internáutica


Fonte: Fotocomedia.

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Livro que consagrou a especialização DUMA já está à venda na secretaria da FAU


A especialização em Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente cumpriu a meta institucional de seu projeto: publicar os resultados acadêmicos obtidos a partir da versão 2009 do curso.
O feito foi além e gerou o bem acabado livro URBANIZAÇÃO E MEIO AMBIENTE – EXPERIÊNCIAS DE PESQUISA NA AMAZÔNIA ORIENTAL editado pela Paka-Tatu.
A brochura, ofertada gratuitamente a todos os professores da FAU, pode ser adquirida na secretaria da Faculdade com a secretária Eulália de Freitas Carmo.
A imagem acima mostra o conjunto estético: capas, lobada e orelhas.

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Narcisismo no “Face”; por Luiz Felipe Pondé

Não estou a menosprezar os medos humanos; muito pelo contrário, o medo é o meu irmão gêmeo

Cuidado! Quem tem muitos amigos no “Face” pode ter uma personalidade narcísica. Personalidade narcísica não é alguém que se ama muito, é alguém muito carente.

Faço parte do que o jornal britânico “The Guardian” chama de “social media sceptics” (céticos em relação às mídias sociais) em um artigo dedicado a pesquisas sobre o lado “sombrio” do Facebook (22/3/2012).
Ser um “social media sceptic” significa não crer nas maravilhas das mídias sociais. Elas não mudam o mundo. Aliás, nem acredito na “história”, sou daqueles que suspeitam que a humanidade anda em círculos, somando avanços técnicos que respondem aos pavores míticos atávicos: morte, sofrimento, solidão, insegurança, fome, sexo. Fazemos o que podemos diante da opacidade do mundo e do tempo.
As mídias sociais potencializam o que no humano é repetitivo, banal e angustiante: nossa solidão e falta de afeto. Boas qualidades são raras e normalmente são tão tímidas quanto a exposição pública.

E, como dizia o poeta russo Joseph Brodsky (1940-96), falsos sentimentos são comuns nos seres humanos, e quando se tem um número grande deles juntos, a possibilidade de falsos sentimentos aflorarem cresce exponencialmente.

Em 1979, o historiador americano Christopher Lasch (1932-94) publicava seu best-seller acadêmico “A Cultura do Narcisismo”, um livro essencial para pensarmos o comportamento no final do século 20. Ali, o autor identificava o traço narcísico de nossa era: carência, adolescência tardia, incapacidade de assumir a paternidade ou maternidade, pavor do envelhecimento, enfim, uma alma ridiculamente infantil num corpo de adulto.

Não estou aqui a menosprezar os medos humanos. Pelo contrário, o medo é meu irmão gêmeo. Estou a dizer que a cultura do narcisismo se fez hegemônica gerando personalidades que buscam o tempo todo ser amadas, reconhecidas, e que, portanto, são incapazes de ver o “outro”, apenas exigindo do mundo um amor incondicional.

Segundo a pesquisa da Universidade de Western Illinois (EUA), discutida pelo periódico britânico, “um senso de merecimento de respeito, desejo de manipulação e de tirar vantagens dos outros” marca esses bebês grandes do mundo contemporâneo, que assumem que seus vômitos são significativos o bastante para serem postados no “Face”.

A pesquisa envolveu 294 estudantes da universidade em questão, entre 18 e 65 anos, e seus hábitos no “Face”. Além do senso de merecimento e desejo de manipulação mencionados acima, são traços “tóxicos” (como diz o artigo) da personalidade narcísica com muitos amigos no “Face” a obsessão com a autoimagem, amizades superficiais, respostas especialmente agressivas a supostas críticas feitas a ela, vidas guiadas por concepções altamente subjetivas de mundo, vaidade doentia, senso de superioridade moral e tendências exibicionistas grandiosas.

Pessoas com tais traços são mais dadas a buscar reconhecimento social do que a reconhecer os outros.
Segundo o periódico britânico, a assistente social Carol Craig, chefe do Centro para Confiança e Bem-estar (meu Deus, que nome horroroso…), disse que os jovens britânicos estão cada vez mais narcisistas e reconhece que há uma tendência da educação infantil hoje em dia, importada dos EUA para o Reino Unido (no Brasil, estamos na mesma…), a educar as crianças cada vez mais para a autoestima.
Cada vez mais plugados e cada vez mais solitários. Na sociedade contemporânea, a solidão é como uma epidemia fora de controle.

O Facebook é a plataforma ideal para autopromoção delirante e inflação do ego via aceitação de um número gigantesco de “amigos” irreais. O dr. Viv Vignoles, catedrático da Universidade de Sussex, no Reino Unido, afirma que, nos EUA, o narcisismo já era marca da juventude desde os anos 80, muito antes do “Face”.

Portanto, a “culpa” não é dele. Ele é apenas uma ferramenta do narcisismo generalizado. Suspeito muito mais dos educadores que resolveram que a autoestima é a principal “matéria” da escola.
A educação não deve ser feita para aumentar nossa autoestima, mas para nos ajudar a enfrentar nossa atormentada humanidade.

Fonte: FOLHA.com.

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Nos trilhos da Belém Bragança — Documentário

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Pacific 231