Praça General Magalhães antiga General Ilha Moreira (2)

A postagem Praça General Magalhães antiga General Ilha Moreira recebeu alguns comentários de internautas.
Heloisa Barata de Moura Figueiredo disse hoje:
“Elisabete Nelo Soares está enganada. General Joaquim José Magalhães era baiano herói da guerra do Paraguai e avô de Joaquim Magalhães Cardoso Barata por conseguinte meu trisavô.
O local está pelas fotos um horror mas o que fizeram com o mausoléu do meu avô foi pior.
Gostaria de colocar um recorte do jornal Liberal de 1993 (20 anos) que explica o nome do logradouro.”.
Desse modo aqui publicamos o que ela enviou ao Blog da FAU:

General Magalhães

Recorte ampliável à leitura.

Teor do e-mail de Heloisa Barata de Moura Figueiredo ao editor adjunto do BF que dá outros esclarecimentos:

“Caro Haroldo
Segue o recorte do jornal  O Liberal datado  1993 com  a letra do meu pai
Estive nessa praça na década de 80 e me lembro de ter visto  um busto de Joaquim Magalhães
Não estará mais lá?
Segue também texto de Carlos Eduardo Barata sobre meu bisavô Antonio Marcelino pai de meu avô Joaquim Magalhães Barata publicado no seu livro Genealogia das famílias Brasileiras onde cita o nome de Joaquim Magalhães
Antônio Marcelino de Mello Cardoso Barata [02.06.1855, Belém, PA – 29.12.1927, Belém, PA],patriarca da família Magalhães Barata…… casou-se com Gabrina Machado de Magalhães, filha do General Joaquim José de Freitas Magalhães, de origem baiana, e de Carolina Machado, de origem maranhense
Obrigada pelo interesse
Heloisa”
FAU
Em Identificando os Generais da Praça percebe-se a “confusão” apontada por Heloisa; na realidade Elizabeth Nelo Soares afirma que o Dr. Couto Magalhães, Presidente do Pará entre 1864 e 1866, é quem dá nome à Praça General Magalhães.
Nem o jornal O Liberal, nem o Relatório dos Negócios da Província à época, parecem suficientes para dirimir tal dúvida entre generais com o mesmo sobrenome.
corel482

Imagem-link ao documento completo.

Já a dissertação de mestrado REDUTO DE SÃO JOSÉ: História e Memória de um bairro operário (1920-1940), de ROSANA DE FÁTIMA PADILHA DE SOUSA,  ratifica, em 2009, o que escreveu José Valente em 1993 para O Liberal.

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