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DISTOPIA — exposição de desenhos dos calouros da FAU


Montou-se hoje no Ateliê da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, defronte ao Rio Guamá, a exposição de desenhos intitulada DISTOPIA* — material coletivo produzido ao longo de três meses pelas duas turmas (manhã e tarde) da disciplina Representação e Expressão I ministrada aos calouros de 2018 ora disposto à visitação pública.
O painel gráfico é composto por doze raciocínios em grupo — seis de cada classe —, com referências visuais que não ultrapassaram o monumento a Gaspar Vianna, defronte à Reitoria da UFPA, concentrando-se na própria FAU e seu entorno próximo.
Em publicação futura, ou postscriptvm desta, pormenores da tarefa projetiva que ensejou aplicação profissional em vinil adesivado serão dados às questões didáticas.
Por ora aguarda-se a produção de audiovisual, pelo estudante Pablo Fernandez, contendo ações praticadas no final desta manhã à sensibilização planificada da parede e a construção do totem à D-I-S-T-O-P-I-A de fonte Bauhaus em tributo a Paul Klee.


*DISTOPIA surgiu democraticamente entre os alunos sem interferência docente.
[s. f. || (med.) situação anômala de um órgão. F. gr. Dys (mal)+topos (lugar)+ia.] Aulete Digital.

Por o Projeto Laboratório Virtual - FAU ITEC UFPA

Ações integradas de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará - em atividade desde maio de 2010.
Prêmio Prática Inovadora em Gestão Universitária da UFPA em 2012.
Coordenação: professor Haroldo Baleixe.

3 respostas em “DISTOPIA — exposição de desenhos dos calouros da FAU”

Caro Haroldo,
Muito interessante o trabalho e a maneira de divulgá-lo. Prometo visitar e registrar.
Como complemento, olhei no meu velho dicionário (Houaiss) outro significado para a palavra DISTOPIA: lugar ou estado imaginário em que se vive em condições de extrema opressão, desespero ou privação; antiutopia.
Parabéns aos alunos e ao professor.

Zé Carlos:
De certo modo foi primordial que todos passassem por “…extrema opressão, desespero ou privação…” para expurgar as coisas do lugar comum – o passaporte ao necessário mal lugar: aquele que poucos ousam frequentar.
Um título elástico em suas significações.
Abraço,
Haroldo.

Como explicar que num curso de universidade pública federal, ao final de apenas três meses de trabalho, consiga-se um resultado prático profissional com turmas de calouros?
A Universidade é hoje o Mal Lugar distante de investimentos e com o pires na mão.
Parabéns aos remadores de contramaré.
O resultado tem excelência.

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